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Arquivos #premiações - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/premiacoes/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Thu, 14 Sep 2023 16:53:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Estudantes do Jornalismo são finalistas em prêmio de comunicação por podcast sobre os Yanomami  https://mescla.cc/2023/08/16/estudantes-do-jornalismo-sao-finalistas-em-premio-de-comunicacao-por-podcast-sobre-os-yanomami/ https://mescla.cc/2023/08/16/estudantes-do-jornalismo-sao-finalistas-em-premio-de-comunicacao-por-podcast-sobre-os-yanomami/#respond Wed, 16 Aug 2023 20:35:01 +0000 http://mescla.cc/?p=18816 O segundo semestre do ano de 2023 inicia com um feito importante, motivo de orgulho para a Unisinos e, mais especificamente, para o Instituto Humanitas (IHU). Os estudantes do curso de Jornalismo, que também integram a equipe jornalística do site do IHU Marcelo Zanotti, Bruna Chaves e Stephany Oreli produziram um podcast chamado “Informe IHU: […]

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O segundo semestre do ano de 2023 inicia com um feito importante, motivo de orgulho para a Unisinos e, mais especificamente, para o Instituto Humanitas (IHU). Os estudantes do curso de Jornalismo, que também integram a equipe jornalística do site do IHU Marcelo Zanotti, Bruna Chaves e Stephany Oreli produziram um podcast chamado “Informe IHU: Especial Povo Yanomami”. Nele, trataram sobre o drama dos Yanomami, que ficou mais evidente na mídia no início do ano, época em que o programa especial foi lançado (janeiro).  

Agora, os três concorrem como finalistas a um importante prêmio de comunicação brasileiro, o da Fundação José Luiz Egydio Setúbal, ao lado de organizações do jornalismo de referência, como O Estado de São Paulo, Terra, Veja, além de cursos acadêmicos, como a Faculdade Cásper Líbero e a PUCRS. Os profissionais vencedores serão premiados com R$ 11.000,00 cada, e serão R$ 6.000,00 para os estudantes universitários vencedores (R$ 4.000,00 para os alunos e R$ 2.000,00 para o professor orientador, que assina a inscrição). A premiação ocorrerá no dia 25 de setembro em São Paulo. 

O objetivo do episódio foi ajudar o público a entender a questão indígena, “que é negligenciada pelo governo brasileiro e pelas pessoas também. O público não se interessa pela pauta indígena e é, muitas vezes, xenofóbico e racista com eles”, segundo Stephany, uma das narradoras do Especial e que está atualmente no quinto semestre do curso.  


Foto: Freepik 



A estudante destaca que o IHU já vinha trazendo à tona a temática Yanomami, do genocídio e situação de fome, por exemplo, há muito tempo, ainda segundo Stephany. “Noticiamos muitas coisas, muito antes da tragédia. Tanto é que tínhamos notícias de setembro, outubro e dezembro (de 2022) sobre essa mesma situação. A situação era tão grave que o Informe foi só sobre isso”. Geralmente, são trazidas reportagens de vários assuntos diferentes no compilado semanal do Informe.  

Informe IHU e Jornalismo Experimental 

A realização faz parte da categoria “Informe IHU”, uma espécie de compilado de notícias relevantes transpostas em formato de áudio, sugerida inicialmente por Marcelo. O Informe é inovador porque isso não existia antes no universo do Instituto. Segundo o criador do programa, a proposta é fazer uma tradução em áudio do conteúdo tradicional do site, que consiste, em sua maioria, em textos longos, densos, acadêmicos e teóricos, com temas como Teologia, Ciências Políticas e Sociológicas. “Transformar em algo mais acessível e ágil, para aproximar o público dos assuntos relevantes tratados durante a semana”. 

Além dessa categoria que é o Informe IHU, eles citam o Jornalismo Experimental, setor editorial onde a própria equipe pode publicar textos de autoria própria. Lá, se encontram diversos materiais, como resenhas, crônicas, notícias mais enxutas e até mesmo especiais de fim de ano

O formato podcast 

Esse formato de transmissão de informações permite a incorporação de elementos diferentes, que servem de ilustração do que está sendo dito. “Eu trato a edição como uma colcha de retalhos. É muito difícil explicar o que acontece na nossa cabeça, o que a gente quer dizer”, diz Marcelo.  

O aluno do segundo semestre do curso de Jornalismo, que já é graduado em História pela Unisinos, continua discorrendo sobre a importância de produzir podcasts hoje em dia: “Esse formato tem uma vitalidade muito grande, é um passo muito importante porque o mundo está mudando. Não existe mais revista impressa quase. Então, são caminhos que temos que buscar para nos reinventarmos”.

 

Junto de Stephany, Bruna, que também já é formada, porém em Fotografia, e está iniciando o curso de Jornalismo neste semestre, compõe a dupla de narração. Além das vozes delas, se ouvem trechos de políticos e líderes de fundação dos povos indígenas. Na opinião de Stephany, “isso traz veracidade. Quando o Marcelo traz um recorte de uma fala do presidente (Lula), é diferente de nós só afirmarmos que o presidente falou algo. Tem impactos totalmente diferentes”.  

O desenho de som surpreende o ouvinte, pois inclui músicas indígenas e a reprodução sonora de um tiro. “Representam a ambientação. A gente não vive dentro daquela terra, não sabe como é a realidade deles. O que acontece é que a sociedade está cada vez mais suprimindo eles, tirando o espaço em que eles convivem”, diz Stephany.  

Ela complementa dizendo que o tiro representa a invasão, a violência sofrida pelo povo Yanomami. “É um som que vem do nada. E é exatamente o que acontece com eles. Eles não estão esperando, e do nada chega alguém atirando”. A estudante cita também uma notícia publicada pelo IHU no dia em que concedeu essa entrevista, que conta que quatro indígenas Tembé foram baleados.  


“Os próprios yanomami denunciam sua situação, gritam por socorro”, dizem os autores do podcast. (Foto: Freepik) 



Reconhecimento 

“No meu caso, foi muito bacana, pois eu recém tinha entrado no IHU. E foi minha primeira experiência com um produto de áudio. O processo todo é muito legal, porque a gente acaba ficando por dentro de todas as notícias no dia a dia, mas colocar “para fora”, em voz alta, é totalmente diferente”, explica Bruna.  

Além do retorno em forma de reconhecimento que veio com o prêmio, os números de acesso ao podcast também surpreenderam a equipe. “Ele não foi postado no site principal, apenas divulgado nas redes sociais. Ainda assim, tiveram muitas visualizações”, explica Marcelo. No site do IHU, há sempre o artigo principal, que é a entrevista do dia, e outras três notícias destaque. “A (notícia) principal recebe, em média, 700 acessos em um dia. O Informe chegava a bater 10 mil acessos em um dia. Esse dos yanomami tem, hoje, 20 mil visualizações”.  

Para eles, receber a notícia dessa premiação é um reconhecimento da qualidade do trabalho desenvolvido, de que estão “no caminho certo”, já que é um trabalho essencialmente popular (no sentido de ser acessível à população, ao povo). 

“Arrisca tua cabeça pensando o que ninguém pensou” 

“Esperamos que quem ouvir o podcast até o final entenda que aquilo é uma denúncia, de algo que culminou numa crise humanitária muito grande. Um genocídio fruto de uma série de negligências políticas”, ressalta Marcelo. “Quando aquilo (toda a tragédia que já estava iminente) estourou, todos estavam falando sobre. Mas o importante é que quando tiram o refletor dali e posicionam em outro lugar, aquilo ainda está acontecendo, não terminou”. 


O trio de estudantes traz exemplos de veículos de uma mídia alternativa, em que se pode acompanhar questões muitas vezes deixadas de lado tradicionalmente, além do IHU: sites como O Eco, Infoamazônia, Amazônia Real e Sumaúma, que priorizam questões ambientais.  

“O povo ainda está sofrendo. O Informe serve para fazer a pessoa pensar, o que vai de acordo com a missão do IHU, que diz ‘Arrisca teus passos por caminhos pelos quais ninguém passou; arrisca tua cabeça pensando o que ninguém pensou’”, termina Marcelo.  

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Aluna do CRAV é finalista no prêmio ABC https://mescla.cc/2023/05/29/aluna-do-crav-e-finalista-no-premio-abc/ https://mescla.cc/2023/05/29/aluna-do-crav-e-finalista-no-premio-abc/#respond Mon, 29 May 2023 20:02:57 +0000 http://mescla.cc/?p=18257 Em sua primeira indicação a um prêmio por um trabalho audiovisual, Beatriz Potenza, aluna do 7º semestre do Curso de Realização Audiovisual (CRAV) da Unisinos, fez sua estreia justamente em uma das principais associações cinematográficas do Brasil, a Associação Brasileira de Cinematografia (ABC). Ela disputou a categoria de Melhor Direção de Fotografia de Filme Estudantil com […]

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Em sua primeira indicação a um prêmio por um trabalho audiovisual, Beatriz Potenza, aluna do 7º semestre do Curso de Realização Audiovisual (CRAV) da Unisinos, fez sua estreia justamente em uma das principais associações cinematográficas do Brasil, a Associação Brasileira de Cinematografia (ABC). Ela disputou a categoria de Melhor Direção de Fotografia de Filme Estudantil com o filme “Para Joana”, concorrendo com estudantes de vários Estados do Brasil, como São Paulo e Paraíba. Também foram finalistas os egressos Bruno Polidoro (CRAV 2003) e Luciana Baseggio (CRAV 2005), ambos pela direção de fotografia de Longa-metragem de Ficção e Documentário, respectivamente.


O curta-metragem “Para Joana”, produzido em aula do curso, conta a história de duas irmãs, Lena e Clara, que vão passar um tempo na casa da bisavó delas, que já morreu. Então, há uma despedida iminente entre elas. Além de Beatriz na direção de fotografia, o filme conta com a seguinte equipe:

  • Direção e roteiro: Alice Graziuso;
  • Produção: João Quaresma;
  • Direção de arte: Laura Kullmann Toledo;
  • Som: Nicolle Ferrer;
  • Montagem: Artur Ilha;
  • Assistência de direção: Luísa Zarth Carvalho;
  • Elenco: Andressa Matos e Bela Becker.


Atualmente, Beatriz é estagiária de roteiro na Fehorama Filmes, uma produtora criada por três ex-alunos do CRAV. Ela atua realizando as atas das mesas de roteiro e fazendo pesquisas necessárias para o desenvolvimento dos trabalhos.


Beatriz está na reta final do curso e tem perspectivas de ser, além de diretora de fotografia, roteirista e diretora
(Foto: arquivo pessoal)


Sobre a sensação de ser indicada, ela diz que não consegue explicar muito bem. “Eu fiquei muito feliz na hora. Estava deitada mexendo no celular num dia pós-festa. Já tinham anunciado os indicados de todas as outras categorias, menos da estudantil. Minha amiga Alice Graziuso (diretora de ‘Para Joana’) tinha dormido na minha casa, e estava lá comigo quando viu que eu era finalista. Ela me mostrou e logo nós avisamos o pessoal da equipe. Eu mandei a notícia para a minha família também”, conta.


Beatriz acompanhou a premiação presencialmente em São Paulo, na Cinemateca Brasileira. Ela se sentou na segunda fileira da sala, e conseguiu conversar com Tiago Bello e Marcos Lopes, egressos do CRAV que ganharam o prêmio de Melhor Equipe de Som para Longa-metragem de ficção por “Marte Um”, filme premiado também no Festival de Gramado e selecionado para representar o Brasil na disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional de 2023. “Foi uma bela oportunidade de troca”, comenta a aluna. 


Beatriz na cerimônia de premiação que ocorreu em São Paulo
(Foto: Marcelo Potenza) 

Marte Um, filme premiado no ABC.
(Vídeo: reprodução YouTube)


A futura diretora de fotografia conta que ela estava mais bem preparada quando trabalhou em “Para Joana” porque já tinha tido outras experiências. “Somado a isso, toda a equipe era muito competente, todo mundo trabalhava muito bem junto. Foi um dos sets mais organizados em que eu trabalhei, um dos menos estressantes também. Foi o melhor set para mim!”.


Uma cena em particular foi especial para Beatriz: “Tem uma cena com uma luz rosa e bolhas de sabão que deixa bem forte a presença da bisavó das meninas. Ela é a mais fantástica dentro do curta. Na hora de gravar, estava uma correria. Quando terminamos, todos pararam para assistir depois. Foi um momento bem especial, todo mundo ficou bem emocionado. Eu e a Alice demos uma choradinha. Foi um daqueles momentos em que tu sabe que está fazendo a coisa certa, que tu está estudando o que tu quer estudar”, avalia. 


Todas as composições das cenas foram pensadas anteriormente por Beatriz e o resto da equipe
(Imagem: frames do filme “Para Joana” concedidas pela equipe)


Entre as principais referências para a concepção visual e estética do filme, foram utilizadas algumas obras, como “A Primeira Morte de Joana”, de Cristiane Oliveira, temáticas e enquadramentos de “O Pântano”, de Lucrecia Martel, e algumas inspirações na filmografia de Sofia Coppola. “Teve todo um trabalho em equipe, um diálogo entre todas as áreas criativas”, explica Beatriz.


A aluna revela algumas técnicas usadas durante as gravações: “Eu procurei utilizar sempre uma fonte de luz única, com um refletor só, por exemplo. Trabalhar bem na decupagem também, para facilitar na hora da gravação. Muitas vezes, o diretor de fotografia precisa operar a câmera, em se tratando de equipes mais reduzidas, e foi no nosso caso”.


A chave de um projeto bem-sucedido, para Beatriz, é a boa comunicação entre os membros da equipe. “Tentar fazer coisas diferentes e se arriscar dentro do possível, testando novos caminhos e possibilidades”.

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O trabalho universitário rende nota e prêmios! https://mescla.cc/2022/03/11/o-trabalho-universitario-rende-nota-e-premios/ https://mescla.cc/2022/03/11/o-trabalho-universitario-rende-nota-e-premios/#respond Fri, 11 Mar 2022 13:38:36 +0000 http://mescla.cc/?p=16125 Um dos principais objetivos da graduação é formar profissionais seguros de suas capacidades. Durante os anos de curso os estudantes são incentivados a descobrir e experimentar habilidades, e uma das formas de ter este desenvolvimento testado no mercado é participando de prêmios. A Escola da Indústria Criativa da Unisinos acumula produções acadêmicas reconhecidas por premiações […]

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Um dos principais objetivos da graduação é formar profissionais seguros de suas capacidades. Durante os anos de curso os estudantes são incentivados a descobrir e experimentar habilidades, e uma das formas de ter este desenvolvimento testado no mercado é participando de prêmios. A Escola da Indústria Criativa da Unisinos acumula produções acadêmicas reconhecidas por premiações dentro e fora da Universidade.  


“As premiações universitárias representam o reconhecimento da qualidade dos trabalhos produzidos em sala de aula. Elas não são o propósito destes trabalhos, mas ajudam a fazer a produção dos alunos circular para fora da comunidade universitária”, assinala a coordenadora do curso de Jornalismo de Porto Alegre, Débora Gadret. Para a professora, além de muitos cursos reconhecerem a participação em premiações como horas complementares (verifique a grade de horas do seu curso), elas contribuem para a construção do portfólio do aluno e o coloca em contato com profissionais da área.  


Visão compartilhada pelo coordenador do curso de Design de Produto, André Canal Marques, que já havia promovido a discussão sobre a importância da participação dos estudantes em premiações durante a comemoração dos 10 anos do tecnólogo. “É uma forma de valorizar e incentivar os jovens a iniciar sua carreira, muitas vezes com uma premiação e reconhecimento do mercado”, acrescenta. Anaís Bertoni, coordenadora de Publicidade e Propaganda, complementa esse pensamento ao apontar que a participação de alunos da graduação em premiações possibilita que o mercado mapeie novos talentos.   


“Ao reconhecer o trabalho desenvolvido pelo estudante, a premiação o motiva a sempre buscar o melhor resultado. Para as Instituições de ensino superior, os trabalhos de seus alunos inscritos em premiações podem identificar o resultado de práticas exitosas realizadas pelos professores em sala de aula, sendo motivo de orgulho de uma formação que intenta o reconhecimento profissional de alunos e egressos”, conclui Anaís.


Curta premiado 


Em 2020, o Mescla fez uma matéria sobre a presença de alunos e egressos do curso de Realização Audiovisual (CRAV) no 48º Festival de Cinema de Gramado. No texto foi apresentado o curta-metragem de animação ‘Sopa Noir’, uma comédia policial vegetal, onde o Detetive Berinjela investiga o assassinato de Chuchu. Naquela época, a seleção do filme para o evento foi descrita por Beatrice Petry Fontana, diretora e roteirista da obra, como o reconhecimento do esforço da equipe e a mostra de um bom encaminhamento profissional.  


Na premiação daquela edição do Festival, que ocorreu na noite de 27 de agosto, a equipe recebeu a notícia que, dentre os curtas gaúchos selecionados, eles levaram “Melhor Direção de Arte”. “Foi incrível! Não era algo que eu e meus colegas estávamos esperando. Estávamos tão contentes com a participação do curta na mostra gaúcha que até esquecemos da possibilidade de ganhar algo, mas sem dúvida ficamos muito felizes”, relembra Alice Sperb, diretora de arte da produção ao lado de Thiago Dorsch.

A direção de arte do curta ‘Sopa Noir’ foi premiada no 48º Festival de Cinema de Gramado  
(Bastidores da produção/Beatrice Petry Fontana) 

Egressa do CRAV desde 2020, Alice, conta que enquanto o curta ainda estava sendo realizado sua inscrição em premiações já era uma possibilidade considerada, afinal, o curso de Realização Audiovisual da Unisinos já tem a tradição de incentivar que os curtas dos alunos participem de festivais. Para a ex-craviana apenas ter sido selecionada já havia sido uma ótima oportunidade para mostrar o trabalho da equipe, principalmente se tratando do início de muitas trajetórias na área. 


Alice já havia participado de outras premiações, inclusive ainda no 48º Festival de Cinema de Gramado com o filme Rufus (2020), do qual foi coprodutora, ela enxerga essas participações como a abertura de um leque de oportunidades, profissionais, acadêmicas e pessoais “É algo que ajuda como uma validação pessoal, um incentivo de que se está trilhando o caminho certo”, totaliza.  


Reveja a presença dos alunos da EIC em premiações 


A seguir você pode acessar uma pequena curadoria de outras produções do Portal Mescla nos últimos anos que narram a presença de alunos da Escola da Indústria Criativa em premiações da área. Confira: 


Alunos da Unisinos marcam presença no Festival de Cinema de Gramado 


Um filme que trabalha a comunicação entre gerações e um terror alegórico sobre uma entidade que ninguém mais vê. Essas foram as produções realizadas por alunos da Unisinos que concorreram no Festival de Cinema de Gramado de 2019. ‘É assim que você parece‘ (2018) e ‘Who’s that man inside my house‘ (Quem é esse homem dentro da minha casa) (2019), respectivamente, estavam entre os 20 curtas-metragens gaúchos selecionados para aquela edição do Festival.  

As produções contam enredos com temáticas distintas e refletem a vontade de seus idealizadores de contarem uma história. “É muito legal ver curtas universitários competindo com cineastas experientes dentro dessa mostra”, comentou Daniela Mazzilli, coordenadora de conteúdo do 47º Festival de Cinema de Gramado. Veja no Mescla o “Por Trás das Câmeras” das produções e conheça seus realizadores. 


Alunas de Jornalismo da Unisinos recebem prêmio por reportagem investigativa 


80% dos  crimes virtuais investigados no RS estão ligados à pedofilia“. Tire um momento para assimilar essa informação. 


[pausa para respiração] 


Esse é o título da matéria produzida por Caroline Tentardini e Luana Rosales, da turma de Jornalismo Investigativo de 2019/1. A reportagem foi premiada na categoria Reportagem Universitária do Prêmio Jornalismo Ministério Público do Rio Grande do Sul. A produção trouxe para o público uma abordagem que, como contou Caroline, nenhum outro meio de comunicação havia realizado, inclusive sendo republicada em outros sites.  


“É um sentimento muito bom de reconhecimento do nosso trabalho, de saber que estamos fazendo algo de qualidade e relevante. Ter esse aval de pessoas que entendem de jornalismo e desse tema jurídico representa um reconhecimento sincero de que a matéria está bacana”, revelou Luana. Veja no Mescla mais detalhes sobre a matéria das estudantes e como se deu seu processo de produção. 


Curso de Design da Unisinos marca presença no Prêmio Bornancini de Design 


Em 2020, 4 projetos do curso de Design da Unisinos foram reconhecidos pelo Prêmio Bornancini de Design. Trabalhando com diferentes ideias que iam do uso do design na construção de novas concepções de ambientes em hospitais e na Agência Sicredi Unisinos de São Leopoldo, até a conscientização sobre doações de órgãos e confecção de uma embalagem de brinquedo mais integrada na brincadeira, as propostas entregaram um conceito de design consciente e sustentável, onde algo muito além do físico é pensado.  


Os trabalhos concorreram em diferentes categorias do Prêmio e refletiram os ideais de seus realizadores durante a produção. Julia Accorsi, cujo TCC “Redução do medo da morte através do design: um estudo para o bem-estar de acompanhantes de pacientes terminais” ganhou primeiro lugar na categoria Design Estratégico (estudante) contou: “Tive muita sensibilidade e dedicação neste trabalho e o prêmio foi meio que um bônus”. Veja no Mescla a história por trás desse e dos outros projetos concorrentes.  


Prêmio Unicos 2018: uma noite de diversidade 


A experiência de participar de uma premiação vai além de ter trabalhos reconhecidos, é também vivenciar a estrutura e a dinâmica planejada para um evento único – perdão pelo trocadilho. Em 30 de outubro de 2018 aconteceu o último (até então) Prêmio Unicos Unisinos, com mais de 300 estudantes presentes. Uma noite marcada por performances talentosas e o reforço à diversidade.   


A última apresentação do evento foi feita pela Drag Queen Biscuit. “Acho que o poder da arte, tanto drag quanto de outra forma, é muito forte e capaz de mudar o mundo aos poucos. Eu agradeço ao Prêmio Unicos por permitir que eu levasse a minha arte para as pessoas e poder sentir a animação do público vibrando junto comigo”, contou a artista ao Portal. Veja no Mescla mais detalhes sobre as apresentações do evento – enquanto esperamos poder viver isso novamente em breve.  


Para se manter ligado! 


A seguir você pode conferir uma lista com algumas premiações que podem interessar aos estudantes da Escola da Indústria Criativa. Nem todas tiveram seu calendário para o ano de 2022 divulgado, mas podem ser um bom ponto de partida para conhecer novas oportunidades.


* Caso você conheça alguma premiação e acha que ela deveria ser incluída nessa lista, por favor, nos mande um email ou direct no instagram (@portalmescla) com a #premiaçõesEIC. Queremos que essa lista se torne cada vez maior e que os trabalhos que produzimos ganhem cada vez mais visibilidade!  

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