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]]>Para isso, reunimos a nossa equipe de reportagem, formada pelas repórteres Laura Santiago, Paola De Bettio e eu, Marília Port. Cada uma de nós deu três dicas de livros que merecem muito uma chance nessas férias. São recentes e antigos, de diferentes gêneros, autores e nacionalidades, mas todos têm algo em comum: a arte de pausar a realidade e viver outras vidas através das suas páginas. Bora conferir?
A história é de autoria de Shel Silverstein, o mesmo autor de “A parte que falta”. O livro é muito comovente e sensível. Traz dois personagens: um menino e uma árvore. Eles nutrem uma amizade especial, até o menino crescer e desejar usar a árvore ao longo de várias ocasiões da vida dele, em uma atitude oportunista, interesseira e egoísta. Ainda assim, a árvore é uma verdadeira companheira.
Datado de 1964, o livro fala sobre como nos relacionamos com os outros e com o mundo, e traz também um importante ensinamento sobre a natureza e o meio ambiente, tudo isso de uma maneira afetiva. Além de ter escrito a história, Silverstein produziu as ilustrações.
Escrita pelo colombiano Gabriel Garcia Márquez, a história de época acompanha Sierva María, menina de 12 anos que contrai raiva ao ser mordida por um cão. A narrativa envolvente transita entre os diferentes pecados capitais, cujos horrores afligem o leitor do início ao fim do livro.
Tudo acontece em uma pequena cidade latina de colonização espanhola, marcada por dogmas católicos, onde o que não fosse ao encontro dos ideais da Igreja era considerado bruxaria.
Diante dos sintomas da doença, os pais, pouco presentes, acreditam que a menina esteja possuída. Por isso, enviam Sierva a um convento. A situação piora cada vez mais, quando o padre local se envolve com a menina. Agora, sem mais spoilers! Você vai ficar preso na história e, quem sabe, lerá tudo em um único dia.
Esse é um livro de história real. Por ter uma vasta experiência trabalhando em uma reserva ecológica na Alemanha, o engenheiro florestal Peter Wohlleben dedica as páginas a um pouco de tudo o que aprendeu observando as árvores. Cada capítulo apresenta algum aspecto em particular sobre a forma como vivem, em suas diferenças e semelhanças com os humanos, além das suas interações com outras formas de vida.
À primeira vista, a ideia pode parecer limitada à botânica ou outras disciplinas que se debruçam sobre o estudo das plantas. Mas não se engane: somos muito parecidos com elas e, ao mesmo tempo, temos muito a aprender com a existência delas ancorada na ancestralidade. É uma leitura inspiradora e tranquila, sobretudo para a hora de dormir – embalará o seu sono ao caminhar entre as árvores dos distantes bosques alemães.
A obra mais famosa de Caio Fernando Abreu é especialmente memorável agora, em 2022, ano em que a casa do autor em Porto Alegre foi derrubada. É um livro de contos, dividido em três partes: “O mofo”, que traz a melancolia e frisa diversos elementos para isso, como cigarro, bebida e natureza; “Os morangos”, em que a descrição ainda prende, mas aparentemente sem tanta tensão negativa; e “Morangos mofados”, que encerra o livro com um conto.
Esse último, apresentado com uma música dos Beatles, “Strawberry fields forever”, remete à saudade. Talvez aí fique clara a mensagem do autor, sobre “enfeitar a amargura”, porque o morango, mesmo doce e com aspecto de refúgio, está/é mofado. “A vida não é um morango”, diz um dito popular. Talvez seja um morango mofado. Além de mostrar como “enfeitar a amargura”, oferece várias sensações sobre a vida na década de 1980, momento de tensões políticas e sociais em grande parte provocadas pela ditadura militar.
Este livro é, na verdade, a memória da amizade entre um cachorro e seu tutor, o dramaturgo brasileiro Walcyr Carrasco. O texto explora a parceria e os momentos épicos da amizade do autor com Uno, um husky siberiano. O livro faz com que o leitor se sinta parte da história entre os dois; seja nos momentos felizes, nos momentos estranhos ou nos momentos tristes.
De todas as indicações, essa é direcionada especialmente para aqueles que têm cães como seus melhores amigos e se emocionam com histórias de amizade e superação, como “Marley & Eu” e “Sempre ao seu lado”. A gente sabe como vocês se sentem! 

Se você já leu algo escrito por Paulo Leminski, sabe o poder que ele tem. Se não leu, que essa seja a oportunidade que lhe faltava. Artista das palavras, o autor das poesias dispostas nessa obra provoca, diverte e emociona. Entre jogos de palavras, o tempo parece outro: são centenas de páginas que duram minutos, em que cada poesia equivale a um segundo.
Esse compilado também é uma ótima pedida para quem deseja desbravar os horizontes desse gênero literário e experimentar algo novo, com uma leitura rápida e fluida. Além de tudo isso, ler Leminski significa prestigiar os escritos de um dos grandes nomes da literatura brasileira que, mesmo falecido há mais de 30 anos, continua sempre necessário, histórico e atual.
Vem mais poesia por aqui! Esse livro tem seleção e prefácio de Cláudio Portella. Torquato Neto foi poeta, jornalista e compositor. Criou várias letras de músicas para o Tropicalismo, movimento cultural surgido na década de 1960, e trabalhou nos jornais Correio da Manhã e Última Hora, em que, por vezes, escreveu sua coluna em formato de poesia. Também se aventurou pelo cinema. Existe em sua obra uma certa psicodelia consciente e sagacidade para capturar o abstrato da vida. Sua linguagem poética consegue ser assertiva quanto a uma série de sentimentos.
Transitou ainda pelo cinema marginal e pela poesia concreta. A Vitrine Filmes lançou “Torquato Neto – todas as horas do fim”, trazendo a carga poética, a personalidade e vários trabalhos dele. O título do documentário é uma referência ao final de um de seus poemas, que termina assim: “Eu sou como eu sou presente, desferrolhado indecente, feito um pedaço de mim. Eu sou como eu sou, vidente, e vivo tranquilamente, todas as horas do fim”.
Confesso que ainda estou nas páginas iniciais deste livro. Nas primeiras impressões, tudo indica que será uma leitura para relembrar, ou, no meu caso, descobrir ainda mais detalhes da dura realidade da ditadura militar vivida por aqueles que se opuseram ao sistema que dominou o país por 21 anos.
O livro foi escrito por Matheus Leitão, jornalista investigativo brasileiro e filho da também jornalista Miriam Leitão. O autor narra a história do período que foi comandado por militares no Brasil a partir da perspectiva de seus pais, perseguidos pelo regime autoritário – foi em meio a esse caos que eles se conheceram.
Algum leitor de suspense por aí? Pois bem, para completar a lista, foi inevitável incluir a rainha do crime: Agatha Christie. A renomada escritora britânica deixou um legado de dezenas de histórias publicadas em livro, adaptadas ao cinema, traduzidas para inúmeros idiomas. O livro que ganhou o lugar nessa lista é de 1949, e acompanha a investigação do assassinato do patriarca octogenário de uma família grande.
O problema é que, nessa casa, todos são suspeitos. Essa leitura, por sinal, eu mesma ainda não concluí – vai ser uma leitura de férias para mim também. Cabe a nós, eu e você, conduzidos pelos detetives da Scotland Yard, desvendar o mistério.
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]]>The post Os olhos atentos de Bruno Latour appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Para a comunicação, a grande contribuição de Latour se deu através da teoria do Ator-Rede, amplamente detalhada no livro “Reagregando o Social: uma introdução à teoria do Ator-Rede” (2012). Pensando um pouco de tudo isso, ele se tornou o tema do meu TCC (em desenvolvimento) em Jornalismo.
Há pouco menos de dois anos, a repórter que vos escreve conheceu a obra de Bruno Latour, através de uma palestra apresentada por pesquisadoras acerca do então novo livro do autor, “Onde aterrar?: Como se orientar politicamente no Antropoceno” (2020).
Foi por acaso, mas de cara gostei. Então, li o livro e gostei mais. Passei a devorar seus outros livros, um a um. Por sorte, dezenas deles estão disponíveis em e-book, na biblioteca da Uni, nas livrarias físicas, em português, inglês, francês e outros tantos idiomas. Cada obra é um mergulho nas ideias complexas e no bom humor sutil, mas provocativo, que ele tinha.
No dia 9 de outubro, há exatos dois meses, Latour ia embora, vítima de um câncer pancreático, aos 75 anos. Ele deixa o legado de uma vida inspirada e inspiradora, que mudou a minha pesquisa e a de tantos outros estudiosos, que transbordam os limites da filosofia e atravessam as mais diversas áreas do conhecimento, em uma prática transdisciplinar.
Esse breve relato não é uma reportagem jornalística habitual, como os leitores do Mescla estão familiarizados; é uma tentativa de homenagear alguém cujas palavras proféticas nos ajudam a pensar os caminhos de enfrentamento e potencialidade diante das grandes questões atuais e, por que não, comunicacionais.
É uma investida no futuro, um respiro de vitalidade. É ainda uma sugestão de leitura: desfrutem da obra de autores que vocês admiram. Preencham-se de saber, consumam e produzam conhecimento. Estudem. Encontrem suas paixões.
Fica aqui esse esboço de apresentação por escrito para que, quem sabe, alguém leia por acaso e se permita encantar pela obra de um dos maiores teóricos da contemporaneidade. Que privilégio termos tido a oportunidade de compartilhar a existência no mesmo tempo e planeta que Bruno Latour.
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]]>The post Evento celebra os 50 anos dos cursos de Comunicação da Unisinos appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Daquela década para cá, muita coisa mudou – na estrutura, nas mídias e na própria comunicação entre as pessoas. Em clima de nostalgia e gratidão, as coordenações dos três cursos, PP, RP e Jornal, em parceria com a Agência Experimental de Comunicação (Agexcom), uniram forças para concretizar esse momento de troca, barulho e alegria, sob a apresentação dos professores Daniel Pedroso e Lisiane Cohen, que de cima do palco guiaram os convidados para as surpresas.

Na chegada, o público foi recebido pelo homem-tocha, que cuspia fogo do alto de suas pernas de pau. Além dele, dois sombras conduziam a galera para dentro do Teatro Unisinos, entre brincadeiras e risadas. A primeira dupla de convidados a subir ao palco foram os professores José Luís Reckziegel, o Zé, e Letícia da Rosa.

O José Reckziegel é um dos precursores da Escola da Indústria Criativa. Entrou como aluno de Comunicação Social – Hab. Publicidade e Propaganda em 1976, quando o curso tinha apenas quatro anos de existência. Logo depois de se formar, passou a dar aulas. Hoje, o Zé já soma 41 anos de docência. “São muitas memórias do meu tempo de graduação”, lembrou ele, entre uma história e outra. No fim da fala, foi homenageado com uma placa de “Patrimônio afetivo” da Uni. Fofo demais!

A Letícia Rosa, por outro lado, está debutando, são 15 anos dedicados às aulas nos cursos de Design e PP. De cima do palco, contou sobre seu início como docente na Unisinos. Na época, a Lê, que é tão enturmada e querida por todos, chegou à sala dos professores pela primeira vez, sem conhecer ninguém. Com o tempo, fez grandes amigos – esse parece ser um destino compartilhado entre os integrantes da Indústria Criativa.
“Todos os dias têm aprendizado. É isso que nos motiva e nos faz seguir adiante”, vibrou a professora. “A gente amplia os horizontes como docente, hoje eu vejo a minha consolidação como professora da Escola da Indústria Criativa”, concluiu.
Quem também marcou presença no evento foi o atual coordenador do curso de Jornalismo do campus São Leopoldo, Micael Behs, acompanhado do seu pai e antecessor na função, Edelberto Behs. “Muitos pensam que ‘coordenador do Jornalismo’ é um cargo hereditário”, brincou o professor Micael, logo no início da fala. Risadas à parte, essa dupla já soma 20 anos de coordenação do curso de Jornal – 17 deles com Edelberto, três (e contando) com Micael.

Após tanto tempo, Edelberto coleciona histórias dentro da Universidade, como a vez em que uma aluna questionou se poderia substituir as horas complementares não-concluídas por quilos de alimento para doação; ou como a vez em que, por engano, trocou sua mala com a de outra professora durante uma viagem a trabalho; e, finalmente, ao receber a notícia de que seria sucedido pelo filho.
Depois de jubilado em 2019, o professor recebeu um crachá vitalício, que dá acesso ao campus da mesma maneira que a qualquer outro professor titular. “Vejo mais o teu pai do que tu pelos corredores da Unisinos”, ouviu Micael certa vez, de um funcionário do campus.

Em seguida, houve a fala das maravilhosas Débora Gadret e Anaís Bertoni, coordenadoras dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, respectivamente, no campus Porto Alegre. As professoras, que contariam um pouco de sua experiência com a maternidade, subiram ao palco acompanhadas de Catarina (filha da Débora) e Vicente (filho da Anaís).
Em relação à maternidade, a coordenadora de PP conta que “internamente muda tudo, a forma de olhar o mundo”. Essa sensibilidade extra de alguma forma parece aflorar ainda mais o lado humano do trabalho realizado dentro da Universidade. “O aprendizado é uma constante na nossa vida”, refletiu Anaís. “Nessa longa jornada, a gente se inspira muito nas nossas colegas”, completou Débora.
A última dupla a contar histórias veio de RP. Taís Motta, coordenadora do curso, subiu ao palco fisicamente sozinha, mas remotamente acompanhada por Polianne Espindola, professora que está afastada das atividades presenciais devido à gravidez (parabéns, Poli!).

Entre chegadas e partidas, Taís fez um relato a partir da sua juventude explorando o valor de ter para onde voltar. “A minha infância de mudanças me fez procurar um lugar de onde eu não precisasse me despedir”, desabafou. E esse lugar é a Uni, junto a tudo o que ela representa, na vida da Taís e de cada um que passa por estes campi.
Mesmo assim, ao longo do caminho, as dúvidas surgem e as circunstâncias mudam. Neste sentido, “a comunicação não priva a gente da angústia”, como observou Poli. Mas, talvez, acolha as incertezas e nos ofereça insumos para desenhar novas e criativas soluções.
As profundas reflexões da noite foram ainda permeadas por momentos de descontração. Teve convite para paraninfas e homenageadas de PP e RP ao vivo! E ainda teve sorteio, repórter entrevistando a galera, telefone sem fio e um show para lá de especial no encerramento do evento. Diogo Juan, músico em formação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foi a atração convidada para concluir a comemoração em alto astral.

A noite foi emocionante. Não apenas pelas histórias lindas e divertidas de que se pôde desfrutar, mas especialmente pela oportunidade de testemunhar a conclusão de um ciclo – sob as palavras de mestres que nos inspiram a escrever as nossas próprias histórias e, mais do que isso, comunicá-las.
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]]>The post Estão abertas as inscrições para estágio na Agexcom appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>No último dia 25, a Unisinos abriu o novo processo seletivo do OportUni, programa que oferece estágios na Universidade para alunos de diversos cursos, sejam de bacharelado, licenciatura ou tecnológicos. As inscrições podem ser feitas pela página da Uni na plataforma Gupy até o dia 16 de janeiro de 2023. Os universitários selecionados iniciarão as atividades de estágio a partir de março do ano que vem.
A Agência Experimental de Comunicação da Unisinos (Agexcom) está contemplada no processo seletivo, pois oferece oportunidades de estágio nas seguintes áreas:
Na Agex, os estagiários podem atuar tanto no campus São Leopoldo como no campus Porto Alegre. Todas as vagas são presenciais, com carga horária de 30 horas semanais. Como benefícios, há bolsa-auxílio e auxílio-transporte, além de poderem participar das Trilhas de Desenvolvimento (formações tecnológicas e comportamentais) e da Jornada de Saúde e Bem-Estar da Uni. Além disso, os estagiários ficam pertinho dos seus cursos e tiram férias de verão!
“A Agexcom da Unisinos é uma das mais antigas agências experimentais do Rio Grande do Sul. Estamos há 20 anos trabalhando para dentro da Unisinos, atendendo entidades e empresas a nível estadual e nacional e muita gente legal que nos procura para realizar projetos interessantes”, observa a professora Cybeli Moraes, coordenadora da agência.
Se você for craque em comunicação assertiva, proativo, organizado e comprometido já tem meio caminho andado para conquistar essa superoportunidade. É importante também trabalhar bem em equipe, ter conhecimento básico em Pacote Office e disponibilidade para atuar por pelo menos um ano em estágio.
Para aliviar a ansiedade dos candidatos, Luiza Marques, estagiária de atendimento de projetos e caçula da equipe da Agexcom, conversou com o Mescla sobre o seu início no trabalho, em julho deste ano, quando ainda cursava o primeiro semestre de PP. Ela conta que a vivência a ajudou a confirmar o caminho que deseja trilhar para sua carreira. “Não tem maneira melhor de se preparar para a vida profissional do que criar suas próprias experiências”, garante Luiza.
Ela ainda lembra de toda a diversão e acolhimento com que os recém-chegados são recebidos. “É um ambiente cheio de pessoas talentosas e divertidas, com quem estou sempre descobrindo coisas novas e dando risada”, recorda. Assim como a Luiza, toda a galera em estágio recebe mentoria de professores e funcionários da área em que atua – esse time já encaminhou mais de 500 profissionais ao mercado de trabalho.
Por isso, todo mundo deve se inscrever no OportUni. É neste banco de talentos que a Universidade encontra futuros estagiários, inclusive quando uma vaga é liberada fora do período de seleção semestral de estágio. E vale se inscrever mesmo sem ter experiência, hein? O estagiário terá todo o suporte necessário para aprender e dar os primeiros passos da sua carreira profissional dentro do ambiente de ensino. Demais, né?
Junto a tudo isso, mais um bônus: é possível aproveitar o estágio como horas complementares ou mesmo como estágio curricular supervisionado, para os cursos que possuem essa exigência. “É um ótimo lugar para aprender, para experimentar a criatividade, e também para comer pipoca, beber café e jogar Uno; mas só no intervalo, porque tem muito trabalho durante o expediente”, brinca a professora Cybeli.
Você tem amigos de outras áreas procurando estágio? Pode passar a informação adiante, porque o OportUni abre vagas para cursos de todas as Escolas da Uni, para atuação nos mais diversos setores. Se liga em alguns dos outros cursos contemplados pelo Programa: Administração e áreas afins; Arquitetura; Biologia; Direito; Economia; Educação Física; Enfermagem; Engenharias; Gastronomia; Gestão Financeira; Gestão de RH; Jogos Digitais; Letras; Nutrição; Marketing; Pedagogia; Processos Gerenciais; Psicologia; Serviço Social, entre outros.
Não perca tempo e venha fazer parte do #TimeUni!
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