wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6260The post Unisinos promove cultura e música em projeto com imigrantes appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>“O objetivo é promover mudanças positivas na nossa realidade social para o máximo possível de pessoas por meio de contribuições de músicos talentosos”, diz Charles Di Pinto, coordenador da gravadora Sigmund Records. Para ele, o trabalho valoriza a cultura dessa comunidade, que é parte indiscutível da identidade das américas: “Não podemos esquecer o legado social dessa dinâmica intercultural”, lembra Charles.
O Projeto Imigrantes tem parceria com o Estúdio Soma e apoio do Garden Pub e Vtonello Produtora Fonográfica.
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]]>The post Rumos – Perspectivas sobre a imigração no Brasil no Século XXI appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>As atividades serão realizadas no 8º andar da Torre Educacional do Campus Unisinos Porto Alegre (Av. Nilo Peçanha,1600), na sexta feira (8), das 13h30 às 17h.
Como participar? As inscrições para o Rumos podem ser realizadas através do link.
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]]>Com uma garrafa de água em mãos e apresentando um sorriso espontâneo no rosto, o baixista Milton Krug começou a entrevista avisando que é tímido. “Me avisa se eu desviar do assunto. Quando resolvo soltar o verbo acabo falando demais”, explicou, aos risos.
Aos 59 anos, ele encontrou sua realização profissional há quatro, quando entrou para o curso de Produção Fonográfica, na época chamado de “Músicos e Produtores de Rock”. Antes disso, trabalhou por 30 anos em um Pólo Petroquímico. Ao se aposentar, buscou a reaproximação com uma paixão da adolescência. “Sempre gostei de música, desde jovem. Preservei a paixão e fui trabalhar”, comentou.
Foi então que decidiu ir atrás do sonho profissional. “Quando fui conhecer o curso, logo me empolguei com a proposta dos coordenadores, Frank Jorge e João Paulo Sefrin. Além disso, era perto de casa”, relembra.
O curso acabou surpreendendo-o. “Quando entrei, pensava que o curso abordaria apenas a parte técnica. A verdade é que ele é muito mais amplo. Tive aulas de Direito, Jornalismo, Marketing, conhecemos estúdios e estudamos a parte técnica, teórica e prática da música. A Produção Fonográfica permitiu que eu tivesse contato com toda a cadeia produtiva da música”, orgulha-se.

Logo no primeiro semestre, foi convidado para entrar numa banda, chamada Defenestrantes. Alugaram um estúdio e tocavam músicas autorais. A banda acabou chamando atenção de Frank Jorge, que convidou os integrantes para abrirem um show do músico. “Tocávamos em bares como o Opinião (Porto Alegre) e o Pubis (Novo Hamburgo), além de abrir alguns shows e participar de eventos da Unisinos”, relembra. A banda foi a primeira a gravar na Sigmund Records, selo que surgiu dentro do curso.
Em 2014, por motivos pessoais, a banda acabou. Segundo Milton, esse foi um período difícil. “Eu achava que estávamos no caminho certo, tínhamos muita chance de alavancar. Fiquei muito chateado quando a banda acabou, perdi o chão mesmo”, revelou.
Em 2015, porém, recebeu uma ligação de um amigo perguntando se ele tinha interesse em participar de outro projeto. Ao aceitar o convite, formou-se a banda leopoldense Alecrim, de jazz e rock instrumental. Formada por um trio de amigos, a banda se apresentou no Prêmio Unicos deste ano e faz show independentes. “É muito bom fazer o que gosto. Hoje, me sinto um músico amador profissional, pois posso tocar sem precisar cumprir agenda e não preciso atender a demanda do mundo”, exclama.
Sobre a experiência de subir aos palcos, ele comentou: “Achei que ia ficar nervoso, mas foi muito natural. Me senti em casa”, descreve.
Ele tem planos de voltar a estudar. História, filosofia, não se sabe. Enquanto isso, segue gratificado pelas oportunidades e pelas pessoas que passaram pelo seu caminho. “Tive muito apoio, o que fez com que eu reascendesse minha paixão por tocar”, aponta.
Ele ainda aconselha os futuros produtores fonográficos: “O curso é maravilhoso pelas inúmeras possibilidades de atuação. Os estudantes precisam enxergar e se dedicar a essa profissão”, afirma.

Pingue-Pongue
Um professor inesquecível: Frank Jorge e Talita de Oliveira
Uma vez matei aula para… Tocar
Um amigo que fiz durante a faculdade: Kauana Botelho
Um livro marcante: Admirável Mundo Novo, do Aldous Huxley e 1984, George Orwell
Meu lugar favorito na Unisinos: O palco do Padre Werner
Todo produtor fonográfico é: Inovador
Todo produtor fonográfico deveria ser: Inovador
Um profissional na área que foi referência para mim: George Martin
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