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]]>Francisco*, aluno de um dos cursos de Engenharia da Unisinos, sofre de ansiedade e depressão e convive também com a síndrome do pânico. Ele conta que um dos principais motivos das crises envolve atividades na universidade. Com formação técnica em eletrônica, ele não consegue reaproveitar o conhecimento adquirido anteriormente para abater algumas disciplinas do curso que faz – devido à uma determinação do Ministério da Educação (MEC).
“Eu trabalhava para pagar a mensalidade do curso e ainda assim faltava dinheiro. Eu já tinha entendimento da maior parte do conteúdo das cadeiras que cursava e não existia um meio de passar por essas disciplinas”, conta. Ao mesmo tempo, dentro de casa, ele precisava lidar com uma situação grave de doença familiar, aumentando a pressão sobre o aluno.
Crises de ansiedade e pânico são comuns para Francisco, até mesmo na sala de aula. Em uma das vezes, trabalhou até mais tarde e, mesmo não se sentindo bem, foi para a universidade fazer uma prova. Ao iniciar a atividade, teve dificuldade de prestar atenção. Sentiu-se inseguro, com a impressão de não ser suficientemente bom na avaliação. Entregou a prova sem terminar e, enquanto dirigia até a casa, temia provocar um acidente de trânsito.
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Casos como esse são comuns no Rio Grande do Sul. Depressão e ansiedade podem levar a situações de risco graves, e o Estado lidera um ranking preocupante no cenário nacional. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde em 2017 revelam que os gaúchos representam as maiores taxas de suicídios no país. São 10,3 mortes por 100 mil habitantes, o que representa um total mil casos por ano. Pensando nisso, a Unisinos conta com o Núcleo de Assistência Estudantil (NAE) para dar atenção ao aluno que está passando por adversidades, incluindo questões que envolvem algum sofrimento de ordem psicológica.
O NAE é composto por uma equipe multidisciplinar, envolvendo profissionais de várias áreas: uma assistente social, uma psicóloga, duas estagiárias de Psicologia e uma coordenadora pedagoga. O trabalho com a equipe multidisciplinar visa o bem-estar de quem a procura.
Francisco* conta que não sabia que estava com depressão, pensava que era uma fase da adolescência e que logo iria passar. Após algumas crises, procurou um profissional particular que o diagnosticou e auxiliou com um tratamento. “Poxa, como eu ia saber? Por mais que seja óbvio, se ninguém fala, você não percebe”, comenta.
“O bom é chegar e encontrar os amigos, mas quando entrava na sala de aula, era triste, me trazia desespero”, revela. A pior parte do problema era não encontrar alguma atividade que o fizesse bem, tudo estava vazio. Durante o tratamento, ele contou com a ajuda da família e de amigos. Atualmente, administra melhor as poucas crises que tem e se considera curado.

A psicóloga e professora Dra. Paula Kegler defende que a sociedade é muito individualista e pouco fraterna, o que pode ampliar as crises. “A gente vê pessoas vivendo de uma forma muito sozinha. Isso gera solidão. Esse modo de vida acaba se manifestando também dentro da universidade”, relaciona. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos casos de suicídios poderiam ser evitados. Provocar o fim da própria vida está entre as principais causas de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil.
“A primeira questão é que a maioria do público universitário é de jovens saindo da adolescência e entrando na vida adulta”, fala Paula. Ela explica que, nesta fase, eles estão buscando definição profissional e inserção no mercado de trabalho, tornando esse momento algo decisivo e com bastante peso na vida da pessoa. Ao mesmo tempo, existe a competitividade, que estimula um ambiente onde quem produz mais, tira boas notas e cumpre os deveres é considerado um “acadêmico melhor”, segundo a doutora. Ela conclui que essa situação é um reflexo da nossa sociedade contemporânea.
Na universidade, assim como na sociedade, muitas pessoas não alcançam um nível de produtividade tão satisfatório quanto outras, colocando-as um pouco à margem. “Aquele que não consegue porque trabalha durante o dia, ou por ter alguma dificuldade cognitiva, ou porque está emocionalmente mais frágil e não consegue se concentrar ou focar na faculdade, fica à margem dessa performance produtiva que é exigida. Começa então a se deprimir, a ficar ansioso”, analisa Paula. Segundo ela, a competitividade do mercado é refletida na sala de aula e a falta de empatia em auxiliar o colega e criar vínculos é um dos grandes problemas da sociedade atual.
Nem todos os estudantes conhecem o NAE, disponibilizado sem custos pela Unisinos. O Núcleo busca todas as formas possíveis de divulgação para que o atendimento seja cada vez mais utilizado. A coordenadora do Núcleo, Profª Drª Suzana Moreira Pacheco, explica os caminhos de acesso ao NAE. “O aluno pode vir a partir de um desejo individual dele, se ele sentir com alguma adversidade e quiser procurar uma escuta, um acolhimento, ele pode enviar um e-mail para assistência**”, explica. O Núcleo fica junto ao Atendimento Unisinos, no Centro Comunitário (redondo).
Como o objetivo do NAE será sempre auxiliar o aluno, esse agendamento é feito rapidamente e em um horário acessível. No primeiro momento, conta Suzana, é feito um acolhimento com o aluno para entender o que ele precisa e para onde encaminhá-lo. O estudante que buscar o apoio poderá ter cerca de sete encontros gratuitos e sigilosos. Ela reforça que o atendimento com a psicóloga não tem procedimentos clínicos. É uma orientação, uma troca de ideias para entender a situação. O núcleo também pode auxiliar o aluno na procura de um atendimento psicoterapêutico na rede da cidade ou particulares (dependendo da condição do aluno) caso haja a necessidade.
“A nossa ideia é, quando ele entrar em contato com o NAE, ser incluso numa rede. A gente só pode soltar essa rede na hora que ele realmente estiver bem. Esse é o nosso objetivo. O aluno precisa estar em condições de saúde física e mental para que ele possa ter sucesso na escolha que faz na universidade, na trajetória acadêmica que ele tem, mas vivendo bem e convivendo bem, consigo e com os outros”, comenta Suzana.
O serviço do NAE é oferecido nos campi de São Leopoldo e Porto Alegre. O atendimento na Capital é realizado mediante a agendamento. “A gente também atende alunos que estão com uma questão pontual, urgente, naquele dia. Que teve uma crise. Nunca deixamos de atender”, explica Suzana.
Já os alunos de inclusão, aqueles que possuem deficiências físicas ou limitações cognitivas, são acompanhados pelo NAE desde o vestibular. Antes da prova, é feito um contato para verificar a necessidade de algum atendimento especial. Ao identificar a situação do aluno, o Núcleo também faz o contato com os professores que irão recebê-lo.
Outra forma de o aluno chegar ao NAE pode ser através de indicações. Seja dos coordenadores dos cursos, dos colegas ou até mesmo da família ao perceberem algo acontecendo com o estudante. “Sempre temos uma atitude respeitosa para com o aluno. Nós queremos acompanhar, mas não queremos invadir. Mostramos que estamos aqui e que vamos acompanhar a trajetória sua trajetória dentro da Universidade”, afirma Suzana.
O NAE, atualmente, conta com o programa TCCendo (link interno) e pretende lançar o Viva Junto Unisinos, que buscará fomentar o convívio na comunidade acadêmica. “O que a gente via na base desses atendimentos todos, muito presentemente, estava a solidão, viver só, sentir-se só diante de determinadas problemáticas ou situações”, explica Suzana. A partir dessa constatação, o grupo pensou em revitalizar o ambiente, com uma ideia de cultura circular. O projeto pretende realizar pontos de encontro, em eventos que já acontecem na Unisinos, em atividades culturas nos campi, de maneira que os participantes aumentem suas relações e passem a não se sentirem só.

Segundo Suzana, é fundamental dar atenção e também escutar aquele que passa por mudanças de comportamento e sinais de solidão, tanto pessoalmente, quanto nas redes sociais. Como dica para auxiliar pessoas que estejam passando por essas situações frágeis, Suzana esclarece, “O que não fazer? Calar. O que fazer? Mostrar que identificou algo. Não funcionou? Procura uma referência no curso, muitas vezes o coordenador é acionado por um colega, um amigo”, explica e ainda ressalta: “o que a gente não pode fazer é fingir que não vê”.
Paula acredita que a saída para algumas situações existentes na contemporaneidade e, consequentemente, na universidade, é resgatar vínculos. “Tirar um tempo para conversar com o colega, convidar para fazer algo que sabe que ele gosta ou perguntar o que gostaria de fazer, se colocar como companhia, como uma presença sensível, que possa oferecer aquilo que talvez a pessoa não esteja conseguindo buscar sozinha”, comenta a doutora sobre soluções para o grande caos em que algumas mentes possam se encontrar.
* Nome fictício para proteger a identidade da fonte
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]]>The post 20º Prêmio Jornalismo Ministério Público do RS appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A premiação manteve a categoria Reportagem Universitária, em que podem participar estudantes de Jornalismo que tiveram reportagens publicadas nas mídias da faculdade em que estão matriculados. As matérias que podem participar devem ter sido veiculadas em qualquer mídia entre os dias 15 de novembro de 2017 e 10 de outubro de 2018. As inscrições podem ser feitas por este link até o dia 11 de outubro.
O evento é uma parceria entre a Procuradoria Geral de Justiça do Rio Grande do Sul, a Associação do Ministério Público e a Fundação Escola Superior do Ministério Público. Também são apoiadores o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e a Associação Riograndense de Imprensa – ARI.
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]]>The post O olhar de Drauzio Varella sobre saúde no século XXI appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Médico oncologista, escritor e cientista, Antônio Drauzio Verella foi uma das atrações do terceiro e último dia da 37ª edição da Expoagas, tradicional convenção de supermercadistas do Rio Grande do Sul. Com bom humor e olhar atencioso, ele recebeu jornalistas na manhã de quinta-feira, 23 de agosto, para uma rápida coletiva de imprensa antes da palestra que apresentaria. Durante as entrevistas, o médico elucidou alguns tópicos.
Na perspectiva de Drauzio, prevenir é algo fundamental. A falta de prevenção, acredita o médico, pode quebrar o Sistema Único de Saúde (SUS). Par ele, as doenças enfrentadas pela grande maioria da população são crônico-degenerativas. “São doenças muito caras de tratar. O SUS não quebra porque tem uma verba. A partir do momento que acaba a verba, deixa de atender. A saúde suplementar, se continuar assim, vai quebrar no Brasil”, avaliou.
Um exemplo, citado por Drauzio, é a situação de pessoas com diabetes ou hipertensão arterial. Com o agravamento da doença, surgem as complicações, tais como ataques cardíacos, derrames cerebrais, amputações, cegueira, insuficiência renal e diálise. “São todos problemas que demandam muito dinheiro. Quanto custa isso? Não é com dinheiro que se resolve esse problema”, disse.

Questionado sobre o que achava das propostas dos candidatos à presidência da república na área de saúde, Drauzio disse que elas são muito inconsistentes, e que não vê alguém que, de fato, tenha um programa de saúde. “Nos últimos cinco anos, sabe quantos ministros da Saúde nós tivemos? Seis. A média de permanência no cargo é de 10,4 meses. Aí você troca o ministro da Saúde no Brasil, que traz dezenas de cargos de confiança junto. Trocam os chefes de autarquia, trocam os diretores de hospital, uma revolução. Desorganiza tudo”, comentou.
Drauzio ainda observou que o atual ministro da Saúde, Gilberto Magalhães Occhi (PP), veio da Caixa Econômica Federal. Isso acontece, na visão do médico, porque o ministério é uma das cotas do Partido Progressista (PP). “Você acha que tem sentido ser cota de alguém o Ministério da Saúde? É um absurdo”.
Combater informações falsas é difícil, segundo Drauzio, pois na web é possível dizer qualquer coisa. Para ele, pessoas que não têm formação na área gostam de acreditar em curas e tratamentos milagrosos. Na rede, com frequência são oferecidas soluções simples e acessíveis. “Essa informação que vem pela internet não passa por nenhum crivo, nenhuma análise. A briga aí é contra a credulidade. Não acredite em tudo que você lê. Vá confirmar, veja um site sério. Tá cheio de sites de universidades, de hospitais, aqui e no exterior, com informação que é digna de crédito”, aconselhou.

Às 9h, Drauzio abriu a palestra “Promovendo saúde em tempos acelerados”, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O médico iniciou relembrando da época em que cursava a Faculdade de Medicina da USP, nos anos 60. Certa vez, presenciou um evento peculiar: uma mesa redonda cujo título era “O que fazer com o tempo livre no ano 2000”. Segundo Drauzio, estudiosos e pensadores da universidade da época acreditavam que haveria ociosidade no futuro, pois as máquinas trabalhariam no lugar dos humanos, criando muito tempo livre. “Nunca vi previsão mais absurda do que essa”, comentou Drauzio.
Com 75 anos, o cientista conviveu com muitas mudanças tecnológicas. A criação do fax, o surgimento do celular e do e-mail, os smartphones e o WhatsApp. Segundo ele, todas essas mudanças causaram o efeito contrário do que se esperava pelos estudiosos da USP dos anos 60. “Hoje, ninguém tem tempo pra nada. Virou um inferno a nossa vida. A gente trabalha o dia inteiro”, disse.
“Compara a eficiência que nós ganhamos no trabalho hoje, a quantidade de coisas que a gente consegue fazer no dia a dia. Vocês conseguiriam fazer isso sem e-mail, sem WhatsApp, sem o telefone celular? É lógico que não. Impossível. A gente produzia muito menos. Todas as invenções, todos os avanços tecnológicos virão para nos fazer trabalhar mais e ganhar mais eficiência. E vai parar aonde isso? Não vai parar. Isso vai prosseguir o tempo todo dessa maneira e nós aqui é que vamos ter que aprender a nos defender.”
Drauzio Varella
A tecnologia está presente em nossa vida de uma forma nada saudável. Nas palavras do médico, a rotina te faz acordar trabalhando e ir para a cama trabalhando. “Quantas pessoas deitam à noite e ainda dão uma última olhada no celular? Às vezes, essa olhada leva meia hora. Ao acordar, a primeira coisa a se fazer é olhar o celular. Isso domina a nossa vida o tempo inteiro”.
Outro problema apontado por Drauzio, resultado de todo o avanço tecnológico, é o sedentarismo. De acordo com o médico, o corpo humano não foi feito para se manter imóvel. Coxas, pernas, braços e antebraços existem por um motivo. “O corpo humano é cheio de dobradiças para abaixar, levantar, subir etc. E como é que nós usamos hoje? Trabalhamos sentados o dia inteiro. Cansamos, porque a vida sedentária cansa, dá um mal-estar no corpo. Faz você chegar em casa e, depois de tudo isso, sentar no sofá. É assim a vida que a gente leva hoje”.

O copo humano é uma máquina desenhada para o movimento, e quanto mais se move, mais se aprimora, nas palavras do cientista. “Quando o corpo se movimenta, fortalece os músculos, facilita a formação de novos vasos sanguíneos, melhora a circulação do corpo todo, melhora a oxigenação do cérebro. Só traz vantagens o movimento. Ele é absolutamente necessário, e a vida de hoje nos empurra para o outro lado”, afirmou.
Drauzio não deixou a plateia sem respostas. Segundo ele, existe uma razão para a resistência contra o movimento: “Nenhum animal gasta energia à toa”. O médico ressaltou que o corpo do ser humano foi treinado para comer o máximo que puder e, depois, descansar para guardar energia, assim como o resto dos animais. Para Drauzio, essa é a justificativa e causa para a preguiça matinal quando se tenta levantar cedo com intuito de se exercitar. Aliás, sobre isso, Drauzio arrancou risadas da plateia: “Essas pessoas que dizem levantar dispostas de manhã são mentirosas”.
“Em todas as sociedades civilizadas, as mulheres vivem mais que os homens. E nós, homens, nos consideramos o sexo forte. Não sei quem foi que inventou essa história”, brincou Drauzio. Utilizando as comparações e estereótipos entre homens e mulheres, o médico criou uma narrativa sobre como, na prática, as mulheres são o sexo forte.
As meninas de dois anos de idade, diz ele, já sabem falar. Usam frases conceitualmente perfeitas, com sujeito, verbo e predicado. “Os meninos, em contrapartida, não falam, eles grunhem, e a mãe diz que entende”, contou o cientista. Existe uma corrente de neuropediatras que são contra meninos e meninas, na faixa etária dos seis aos sete anos, estudarem na mesma sala. “Isso não é justo com eles (meninos). Precisam competir com meninas que cognitivamente estão num estágio superior ao deles. E não é bom para as meninas, porque os moleques retardam a evolução delas”.

Outro exemplo usado por Drauzio são funções do homem e da mulher no processo da gravidez. “Analisem o papel do homem e o papel da mulher na paternidade. O papel do homem é irrelevante. Nós entramos com uma célula. Depois disso, você já não é mais necessário pra nada. É ela, com aquela sua célula, que vai sozinha construir uma criança inteira. O homem pega carona na gravidez da mulher”, explico.
Drauzio finalizou a apresentação destacando que não há uma única sociedade no mundo em que a mulher viva menos que os homens. “Aqui no Brasil, as mulheres vivem em média sete anos mais que os homens. Nós (homens) morremos sete antes e nós somos o sexo forte?”
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]]>Do número total de resumos submetidos, 94 são externos à Unisinos, oriundos de 15 instituições de Ensino Superior da região Sul. Além das apresentações orais, o evento promove oficinas e rodas de conversa sobre pesquisa. A Mostra movimenta todas as Escolas de conhecimento da universidade: Humanidades, Saúde, Indústria Criativa, Direito, Gestão de Negócios e Politécnica.

Na segunda-feira, dia 4, uma palestra abre o evento e dá as boas-vindas aos estudantes. As professoras Dra. Karine Freire, do Programa de Pós-Graduação (PPG) em Design e Dra. Maria Cláudia Dal Igna, do PPG em Educação, e a Dra. Márcia Veiga da Silva, do Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD) de Comunicação, na Unisinos, são as convidadas. O tema desta edição será “A diversidade na pesquisa científica: diferentes olhares e espaços de trabalho”, sob mediação de Camila Kehl, da Rádio Unisinos. O encontro inicia às 19h30min, no Anfiteatro Pe. Werner.
Os trabalhos e horários das apresentações orais podem ser conferidos aqui no link. A inscrição para assistir as apresentações, participar das oficinas e rodas de debate, está disponível na página de eventos da Unisinos.

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