wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Enfoque apresenta duas edições no primeiro semestre de 2023 appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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A primeira edição
“Cada edição do jornal Enfoque busca apurar as principais histórias de moradores de uma comunidade. No Enfoque, as pessoas têm nome e trajetórias que serão contadas e partilhadas com outros moradores. (…) Na visita à Ocupação Mauá, a força que mobiliza seus moradores se tornou pano de fundo das reportagens: a união, a solidariedade e a luta pela moradia. Aspectos que fazem com que mães, lideranças, imigrantes e tantos outros personagens, deem vida à Mauá”, informa o editorial da primeira edição.
Sabrina Franzoni conversou com o Mescla e contou um pouco sobre o jornal e como é a experiência de gerenciar uma equipe de alunos nesta produção. “Para os alunos, é um grande aprendizado, porque é uma realidade diferente da que eles estão comumente cobrindo. Eles vão produzir a pauta a partir de uma conversa com a comunidade”. Ela cita a fala de uma das coordenadoras da Rede Solidária São Léo, que faz parte do programa de Extensão da Unisinos, Isamara Allegretti: “Nós não estamos fazendo turismo social. Estamos produzindo algo, a gente dá um retorno para a comunidade”.
A segunda edição
Ainda sobre a segunda edição, a professora afirma que é uma publicação especial, sobre economia solidária, que reuniu oito comunidades diferentes. “Esse material vai ser utilizado por eles para negociações e intervenções junto ao poder público”.
Conforme o editorial, “os alunos da disciplina de Jornalismo Comunitário e Cidadão da Unisinos entrevistaram as lideranças de várias ocupações que têm projetos ou estão desenvolvendo programas de economia solidária, pois além da luta pela moradia, buscam gerar trabalho e renda para os moradores. A visita foi na comunidade Steigleder onde estava ocorrendo uma reunião da Rede Solidária e do Movimento Nacional de Luta Pela Moradia (MNLM). Neste encontro, além de tratarem da distribuição de dezenas de cestas básicas, foi organizada a Jornada Nacional de Luta por Moradia Digna e Contra o Despejo. Os jornalistas em formação realizaram a cobertura dos dois eventos. (…) É importante salientar o trabalho desempenhado pelos alunos da disciplina Profissão Jornalista neste Enfoque. Convidados a participar da saída de campo, acompanharam a cobertura das pautas estabelecidas, dialogaram com os moradores presentes e, posteriormente, cobriram in loco o ato do MNLM realizado na capital”.
Dessa maneira, segundo a professora Sabrina, “a comunidade se vê de uma forma diferente. Ela não é só a pauta policial, a pauta da marginalidade. Ela se vê sendo fonte das matérias em um jornal colorido, um jornal que tem assuntos que interessam à comunidade. A Unisinos visa capacitar seus alunos a estarem aptos a fazer um jornalismo comprometido com a democracia, com o social, com a verdade dos fatos. Não é um trabalho fácil, exige muito esforço, horas de trabalho e comprometimento de ambas as partes (professor e alunos). Que futuros jornalistas serão esses que vão produzir matérias? Nós vamos manter o apagamento e a invisibilidade dessas comunidades? Queremos que se abra o olhar, que as fontes não sejam só os oficiais, de cargos públicos, empresariais, mas também as lideranças comunitárias, os representantes das ONGs. Que essas pessoas também tenham a sua versão publicada no jornal”.
A visão de quem produz
Além da professora, o Mescla entrevistou dois repórteres. Karolina Bley, do oitavo semestre, compartilhou um pouco da experiência de fazer parte da realização do jornal. Ela foi responsável pela matéria “Projeto garante comida no prato de moradores”, sobre a cozinha comunitária na Ocupação Mauá. “O Enfoque possibilita que nós, alunos, conheçamos uma realidade diferente e que muitas vezes é esquecida pela grande mídia. Permite que a gente se sensibilize e traga histórias de pessoas comuns, mas com grande valor-notícia. As irmãs líderes da Ocupação Mauá, Vanusa e Shauane, são duas mulheres extremamente fortes e batalhadoras. Além disso, elas foram muito carinhosas e nos receberam muito bem, nos acolheram e transformaram esse Enfoque em um trabalho muito especial. Eu e meus colegas aprendemos muito com elas, pois as duas são um exemplo de resiliência e de solidariedade”.

Quando perguntada sobre os desafios e “vantagens” na produção, ela diz que “a melhor parte de produzir o Enfoque com certeza é essa imersão na realidade das fontes. Nós vamos presencialmente ver de perto como eles vivem, o que dá muito mais conteúdo para a reportagem do que uma conversa por mensagens. Conhecer pessoas novas e histórias novas é sempre muito bom pra um jornalista. O desafio está sempre na escolha da pauta e em como não tornar o assunto mais do mesmo e sempre respeitando as nossas fontes, que já vivem em situação de vulnerabilidade, então nosso papel é entender eles e não julgar ou descrevê-los de maneira incorreta e pejorativa”.
O aluno Arthur Schneider, que está no seu último semestre, também foi um dos componentes do jornal neste semestre. Para ele, essa é uma oportunidade de aprender a escrever um novo formato de texto. “Estamos acostumados a produzir muitos textos informativos, principalmente nos estágios. Nessa cadeira, a escrita se parece mais com um conto, tu tem que detalhar o que tu está vendo… Já para a comunidade, é uma possibilidade para eles contarem os desafios que enfrentam, as histórias das pessoas que estão ali”.
Ele realizou a matéria sobre um venezuelano chamado Jesus, que sonha em trazer a mãe para o Brasil. “Tu fica chocado com como essas pessoas são esforçadas, elas batalharam muito para estar ali onde estão hoje. Na profissão, não é sempre que tu vai ter contato com essas questões, e poder mostrar a realidade dessas pessoas, para mim, foi bem legal. Eu me senti bem. Dar visibilidade, detalhar, conseguir pegar o máximo de informação para fazer uma boa matéria”.

O jornalismo comunitário e cidadão além da Universidade
Professora Sabrina ainda dá um parâmetro geral sobre a área do jornalismo que é tão importante, mas que muitas vezes não tem espaço nos veículos de comunicação tradicionais. “Eu acho que não é algo que não tenha continuação. Eu vejo que temos, sim, um jornalismo comunitário e cidadão forte. Hoje, temos cada vez mais organizações não-governamentais que têm centrado grande parte das suas narrativas com a capacitação de jornalistas, profissionais de relações públicas, profissionais que vão ajudar a construir essas narrativas de todo o movimento ambiental, de associação de moradores etc., para que eles possam se posicionar tanto através de veículos tradicionais, quanto através das redes sociais. Esse último é um espaço que eu vejo crescendo amplamente. A gente tem visto todo um movimento ciberativista. Por exemplo, todas essas manifestações contra o marco temporal estão se dando na disputa de narrativa através das redes sociais. E não dá para dizer que isso não é um jornalismo comunitário e cidadão”.
Confira a primeira e a segunda edições completas agora mesmo!
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Jaqueline, que está entre o 3º e o 4º semestre, foi pega de surpresa com o resultado da votação. “Na verdade, eu não esperava que fosse escolhida”, conta a estudante do campus Porto Alegre. “Foi bem legal. E achei bacana a ideia, porque nos proporcionou uma experiência prática mesmo com o distanciamento. E é uma grande responsabilidade representar as pessoas que estão lutando na linha de frente da pandemia”, avalia.

Daniele, colega do campus São Leopoldo, também ficou muito feliz. “Penso que estamos em um momento em que devemos ajudar uns aos outros e enxergar as coisas com mais empatia e solidariedade”, comenta a aluna. “Agradeço pela oportunidade de contribuir e considero algo importante para meu início na trajetória da área de publicidade e propaganda.”

Os layouts foram impressos em 100 unidades de máscaras que, em seguida, foram distribuídas no Hospital Centenário, em São Leopoldo, e no HPS, em Porto Alegre. A ação foi apoiada pela coordenação do curso de Publicidade e Propaganda, que mediou a compra de tecido pela Unisinos. Além da universidade, a atividade conta com dois parceiros voluntários: Shaístha Thianna da Silva, que costurou as máscaras, e Luis Cláudio Scherer, que cuidou da serigrafia.
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A Cooperativa Mundo Mais Limpo, localizada na Justo, enfrentava problemas para realizar a venda dos produtos quando um grupo de professoras se uniu para ajudá-las. O ato de comprar o óleo da cooperativa, despertou, nas professoras, a sensação de que poderiam fazer mais. “Eu que estou recebendo meu salário, tenho obrigação de contribuir nesse momento”, contou a professora Isamara Allegretti, que integra o projeto de Curricularização da Extensão Universitária da Unisinos. A Rede Solidária São Léo nasceu, então, do desejo do grupo em auxiliar essas comunidades.
A Rede, que começou a se formar em março, hoje conta ainda com a ajuda de alunos e funcionários de diversos cursos da Unisinos, que têm se mobilizado para a arrecadação de doações para famílias em vulnerabilidade. Através de campanhas nas redes sociais, a Rede recebe doações em dinheiro usado para compras de alimentos e materiais de higiene. Um diferencial, em relação a outros projetos, é a transparência no processo de doação e o alcance do trabalho. O trabalho da Rede Solidária tem beneficiado não apenas as famílias, mas, também, as cooperativas e pequenos produtores locais que vendem os produtos. Dessa forma, as arrecadações contribuem para a geração de renda local.
Outra característica do projeto da Rede são os trabalhos educativos desenvolvidos com as lideranças locais, a partir da colaboração de diversos cursos da Unisinos. O curso de Moda, por exemplo, doou mais de duas mil máscaras para as famílias atendidas, resultado de um workshop feito com os alunos. Além disso, os de Serviço Social, Engenharia Agronômica e Publicidade e Propaganda fizeram algumas ações como a doação de cestas básicas, a distribuição de quentinhas e campanhas para os grupos atendidos pelo projeto. “A Rede não tem uma hierarquia, a força dela está nos nós, isso que amarra os diferentes pontos”, explicou Isamara.
Os funcionários e estagiários da Agexcom também estão colaborando com o desenvolvimento de ações de comunicação junto a Rede Solidária desde o início da quarentena. Alunos dos cursos de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda desenvolvem cards para o Facebook e Instagram do projeto, pensando na captação de recursos. “Acho muito bonito o senso de comunidade da Rede Solidária, se preocupando com as famílias em vulnerabilidade e buscando não só alcança-las, mas, também, engajar pessoas e pequenos negócios da comunidade numa ação em prol do município”, contou o estagiário, Andrei Krummenauer. A oportunidade de contribuir, nesse momento delicado, através do trabalho foi a razão para o estudante de Publicidade e Propaganda se voluntariar na Rede.
Além da Agexcom, o curso de Jornalismo, por meio da atividade acadêmica Assessoria de Comunicação e Imprensa, também auxilia na elaboração de releases para veículos de comunicação e na ideação dos cards para as redes sociais do projeto. “Nesse momento, todo e qualquer trabalho que reduza a dor do outro é fundamental”, comentou a professora da disciplina, Poliane Espíndola.
As demandas da Rede vêm da comunidade, já que o projeto existe para auxiliar as vidas daquelas famílias. Com isso, se cria uma relação sólida para que todos saiam mais fortes da pandemia. “Cabe a sociedade civil se organizar e contribuir para que todos possam avançar juntos”, explicou Isamara. Para a professora, o trabalho da Rede, atualmente, é emergencial, uma vez que a fome não espera. Mas, diz que esta experiência revela trabalhos de outras naturezas com as comunidades que devem vir futuramente, trazendo aprendizados mútuos.
Um dos objetivos do projeto é entregar ,no mínimo, 50 cestas semanais para as famílias. Para dar conta desta meta, toda segunda-feira a Rede começa a arrecadar recursos do zero. Ficou interessado em ajudar? Qualquer pessoa pode fazer uma doação, sem valor máximo ou mínimo, para o Banco Intermedium S.A (código 077), Agência 0001-9, Conta 55960227 e CPF 42629314049.
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]]>The post Podcast revela a dura vida na Ocupação Steigleder appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Para a realização desse trabalho, o grupo fez saídas de campo à comunidade aos sábados. O objetivo era conhecer a realidade que os moradores são obrigados a viver. Casas em estado bastante precário, falta de saneamento básico, baixo acesso à educação, entre outros problemas, fazem parte do cotidiano dos habitantes da Steigleder. Os alunos ouviram diversos relatos sobre como é a vida lá e os transformaram em um podcast dividido em 14 episódios.
A produção do programa envolveu desde captação de informações e estruturação de roteiro até gravações externas e em estúdio, edição e postagem. Endler acredita que a experiência foi interessante para os alunos, mas não foi fácil. “Foi desafiador conhecer a realidade social da comunidade e propor, ao mesmo tempo, uma cobertura para mídia sonora que resgatasse toda a luta cidadã e social daquele local. A turma teve excelente protagonismo, presente aos eventos na ocupação e propondo diferente realizações”, comenta.
Júlio Hanauer, um dos estudantes que trabalhou no podcast, lembra que um dos principais desafios foi conseguir localizar as pessoas na região com quem eles gostariam de conversar. “Nem sempre encontrávamos as fontes necessárias para tratar dos temas pautados, a fim de qualificar melhor a reportagem”, conta. “Mas acredito que tenha sido uma experiência muito válida, tanto na área acadêmica quanto para o conhecimento sobre os assuntos e enriquecimento social.”
O colega Frederico Dias revela que produzir o programa foi uma experiência diferente para ele, visto que nunca havia trabalhado com isso antes. “Além de aprender sobre novas técnicas de radiojornalismo, pude conhecer melhor a realidade de pessoas que vivem relativamente próximas a mim, como é o caso dos moradores da Ocupação Steigleder”, diz o estudante.
A experiência, diz a estudante Caroline Tidra, serviu também para mostrá-los um cenário onde o descaso do poder público é muito nítido. “Percebemos que ainda há pessoas que não conhecem seus direitos e nem como buscá-los. Apesar disso, cada um, de uma certa maneira, luta pela moradia digna, por um espaço onde possam viver com suas famílias. É uma realidade chocante, das muitas que o jornalista encontra por aí”, afirma Caroline.
Para conferir o trabalho dos estudantes e conhecer um pouco da realidade bastante precária da Ocupação Steigleder, clique aqui.
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]]>The post Unisinos LAB oferece cursos gratuitos de idiomas appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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Entre as opções gratuitas, estão: alemão básico 1 e alemão básico 2; coreano básico 1, coreano básico 2, coreano pré-intermediário 1, coreano pré-intermediário 2, coreano intermediário 1 e coreano intermediário 2; espanhol básico 1 e espanhol básico 2; francês básico 1 e francês básico 2; italiano básico 1 e Italiano básico 2; e japonês básico 1 e japonês básico 2.
Cada curso ocorre em dia e horário específico da semana. Há disponibilidade para os campi São Leopoldo e Porto Alegre. As inscrições seguem até o dia 24 de agosto, contudo, alguns cursos já estão com as vagas lotadas. Na plataforma, estão disponíveis, também, cursos na modalidade paga. As aulas ocorrem de 5 de agosto a 14 de dezembro.
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]]>The post Um felino no Instagram appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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A popularidade do gato é tamanha, que até conta ele tem no Instagram, @joaodauni. Quem criou? Mistério. O fato é que ele ou ela usa a rede social fingindo ser o felino. Todas as fotos do gato João postadas nesse Instagram são legendadas como se ele próprio as tivesse escrito.
A gente bem que tentou descobrir o autor humano por trás do perfil, mandando uma mensagem para o Instagram do gato João, e olha a resposta que tivemos:

Então, entramos no jogo e entrevistamos o gato para que ele próprio nos contasse sobre si. E não é que João ficou empolgado com a ideia de ser
entrevistado para o Mescla?

Começa contando pra gente o que você mais gosta na Unisinos.
Gosto de passear pelo campus, principalmente nas plantinhas. Quando vejo os unidogs, subo em árvores e fico esperando eles irem embora, não sabem fazer amizades que nem eu. Amo receber carinho dos alunos e funcionários da Uni. Tenho uma rotina de manhã e de noite esperando a comidinha. Gosto de brincar e ficar deitado nas horas vagas. Às vezes me empolgo nas brincadeiras e dou umas mordidinhas bem leves, mas é tudo parte da brincadeira.
E o que você não gosta na Unisinos?
Não gosto quando os alunos estão de férias e o campus fica muito vazio. Quando demoram para servir minha refeição eu fico irritado. E mais um ponto que não curto é quando sentam na minha poltrona do bloco D01.
O que você costuma fazer para passar o tempo?
Interagir com os humanos que fazem carinho em mim, ficar observando eles de longe, dormir no solzinho… Às vezes dou longas caminhadas, já me meti em algumas brigas das quais não gosto de recordar. Porém, estou sempre desbravando novos ambientes, sou um gato aventureiro.
Conta agora para as pessoas da Unisinos que ainda não te conhecem: onde é mais fácil elas te encontrarem? E também como elas podem te agradar quando quiserem chegar perto?
Eu estou sempre pelo centro D, na recepção ou no xerox, mas também faço uns rolês pelo centro E e às vezes eu passo ali no Fratello. O que eu aceito de agrados? Comida! Adoro carinho, também serve como mimo. Uma vez me deram uma coleira, mas não deu muito certo e não sei onde ela foi parar. No inverno talvez eu precise de uma caminha, tipo a dos unidogs. Pode ser de papelão, feita à mão etc.
Agora vou te fazer umas perguntas diferentes. Se você pudesse escolher ser um outro animal, que animal escolheria e por quê?
Pergunta difícil, porque adoro ser gato. Nos dois sentidos. Aceito sugestões, pois ainda não tive muitas experiências com outros animais.
Já pensou em ser um pássaro para poder explorar do jeito que você gosta pelo ares?
Os pássaros sempre voam para longe quando estou por perto, então acho que seria legal eu ser um deles, assim posso praticar a empatia e tentar não devorá-los quando voltar ao meu modo gato.
Que faculdade você gostaria de cursar na Unisinos?
Gastronomia, porque eu sou faminto demais e preciso preencher a minha barriga com a comida que eu gosto. As pessoas falam que eu sei amassar pãozinho muito bem.
Qual atividade de humanos você gostaria de ser capaz de fazer?
Gostaria de dirigir. Falam que tenho muita coordenação. Assim, poderia conhecer mais lugares, amigos gatos e pessoas por aí.
Se pudesse escolher algum famoso para te adotar, qual escolheria?
Pergunta difícil, porque gosto dos meus diversos donos na Uni, mas a Taylor Swift é uma opção, amo a gatinha dela, queria uma amizade sincera.
Uma última pergunta: qual sua opinião sobre a música “Atirei o pau no gato”? Como essa música faz você se sentir?
Nunca ouvi essa música. Caso você me veja pelo campus, coloca para tocar e grava minha reação. Sou misterioso, mas mostro ao vivo.
E assim se deu nosso papo felino.Você também pode interagir com o gato João pelo Instagram dele. Caso o aviste pelo campus, tire uma foto e mande para o @joaodauni ou poste você mesmo e marque ele. Na entrevista, João disse ainda que fica muito feliz quando os humanos mandam fotos e mensagens para ele pela internet. João sonha em ser um cat digital influencer… Alguém duvida?


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]]>The post Oficina da Gastronomia simula o reality Masterchef appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Estudantes do Ensino Médio, com interesse no curso, foram convidados a participar do desafio de preparar 30 mini hambúrgueres em 45 minutos. Divididos em duas equipes – azul e vermelho – os grupos contaram com a ajuda de professores e graduandos de Gastronomia da Unisinos para fazer o preparo do prato. Ao final da competição, os expectadores da oficina degustaram os hambúrgueres puderam votar naquele que julgassem melhor, com base no sabor e na apresentação dos pratos.
Eric Machado é um dos estudantes da Gastronomia que auxiliou os jovens durante a oficina. Ele está no quarto semestre e garantiu que os ingredientes estivessem preparados antes do início da atividade. Os legumes, por exemplo, já estavam cortados e os bifes montados para que os jovens pudessem ter mais agilidade. “Eles vão fritar os hambúrgueres, montar o pão, colocar maionese, ketchup, alface e tomate. Ao final vamos dar uma nota para eles”, contou Eric.

Para quem deseja ingressar no curso, o estudante garante que não é preciso ter conhecimento prévio na cozinha. Desde o início, são ensinadas técnicas básicas para que todos possam acompanhar as aulas.
Sobre o programa Masterchef, a estudante de Gastronomia Milena Belotto Huther acredita que ele sacia a vontade que as pessoas têm de cozinhar. Ela observa que muitos expectadores assistem ao reality e depois vão procurar aprender o preparo dos pratos que desejam. A principal diferença do Masterchef para a realidade, ainda segundo ela, é que os profissionais não têm tantos recursos à disposição como acontece no programa. “Mas trabalhar em restaurante tem bastante dessa correria, da falta de tempo para entregar pratos, nisso há bastante relação”, complementa.

A gastronomia está sendo vista atualmente como uma diversão, segundo e estudante. Ela atribui isso aos programas de televisão sobre o assunto: “tem gente percebendo que isso pode ser uma fonte de renda melhor. Aumentou a procura e a popularidade da Gastronomia”. Ela informa que a carreira começa no trabalho com outros chefs, para ganhar experiência. Depois o nível vai aumentado, o profissional vira gerente, depois chef, para, então, quem sabe, empreender.
Além da Gastronomia, o CONECTA ofereceu oficinas de diversos cursos para estudantes do Ensino Médio. Os jovens puderam, também, conversar com veteranos e professores, para conhecer melhor a grade curricular de seus cursos de interesse e sobre o mercado de trabalho de cada área. Além, é claro, de conhecer e circular pela estrutura da universidade.
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]]>The post #TEDxUnisinos: Lui Nörnberg appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Lui nasceu no corpo de uma mulher, habitou em Nara, como foi chamado em seu batismo. Canguçu, cidade do interior do Rio Grande do Sul, o viu nascer. Mas ele cresceu em Pelotas, a cerca de 40km distante. Mudou-se para São Leopoldo aos 17 anos a fim de cursar o magistério e ingressar na universidade. Permaneceu em São Leopoldo, tornando-se aluno do curso de Pedagogia na Unisinos.
Lui tentou, em um último esforço desesperado, ser mulher. Casou-se com um homem e viu-se desmoronando junto ao matrimônio. Depois de um ano, atravessou a fronteira mais significativa de sua vida e, também geograficamente, mudou-se para Ji-Paraná, Rondônia, no norte do Brasil. Juntou o que restava de sua mudança, colocou as malas em cima de sua camionete e, na companhia de seu cachorro atravessou o país para, enfim, encontrar-se.
Lá, Lui terminou a faculdade, trabalhou como professor e, ao descer novamente o país, levava consigo uma mala a mais, preenchida com lições de vida e experiência. “Rondônia permitia, como é típico da fronteira, viver cada um dentro da sua necessidade, necessidade da sua natureza. Então, por isso, Rondônia foi muito marcante para mim, me deixou muito confortável em estar olhando para mim, para as minhas escolhas, para quem eu estava sendo naquele momento, e para o que eu poderia vir a ser. Foi um marco neste sentido, tanto que eu vim pra cá fazer o mestrado e queria voltar para lá”, conta.
Voltou ao Rio Grande do Sul, e à Unisinos para adquirir o título de mestre e doutor – e as contingências da vida o fizeram ficar. Dentro da universidade, construiu uma carreira sólida na docência e esteve à frente de diversos projetos pedagógicos. Lui saiu de Pelotas em 1988 como Nara, e, como que no fechamento de um ciclo, regressou quase 30 anos depois como Lui. Em 2017 passou no concurso da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e no ano de 2018 assumiu a coordenação do curso noturno de Pedagogia.
Para falar no TEDxUnisinos, dia 17 de agosto, Lui enxerga-se diante de uma nova fronteira, e ultrapassá-la significa abrir-se para um novo e grande desafio. “Eu nunca participei de nenhum movimento social ligado aos grupos LGBTs, eu não estudo esse tema. E tenho sido desafiado, desde que eu entrei na Federal de Pelotas, a conversar com esses grupos, trazer a experiência, a minha trajetória”, conta.
Lui Nörnberg sobe ao palco do Teatro da Unisinos desafiando-se a compartilhar e traspor suas fronteiras. “Quando eu optei por isso (transgenia), eu optei por atravessar essa fronteira, não no intuito de ser visível para os outros, para os outros me verem, mas pra eu me ver, pra eu poder ver, espelhado no meu corpo, aquilo que eu via no meu espírito”, finaliza.
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]]>The post 16ª Semana dos Museus appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A ideia do Ibram é trazer uma nova percepção sobre a realidade atual dessas instituições, levando em consideração as conexões com o público e a tecnologia. Por isso, a edição terá como temática “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”.
Serão promovidas visitas guiadas e trilhas urbanas em pontos específicos da cidade. Na programação, há atrações para todos os públicos. Os eventos são gratuitos, mas a inscrição deve ser realizada pelo e-mail semrsmuseus@gmail.com.
Confira a programação completa no evento do Facebook e não deixe de participar.
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