Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6260
Arquivos Psicologia - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/psicologia/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Thu, 25 Apr 2019 21:26:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 Personagens no Divã: curso une psicologia e literatura https://mescla.cc/2018/11/06/personagens-no-diva-curso-une-psicologia-e-literatura/ https://mescla.cc/2018/11/06/personagens-no-diva-curso-une-psicologia-e-literatura/#respond Tue, 06 Nov 2018 19:19:31 +0000 http://mescla.cc/?p=8681 Já pensou em estudar as personagens mais famosas da literatura sob o viés da psicologia? Essa é a proposta do curso Personagens no Divã, promovido pela Metamorfose em Porto Alegre. Entre os analisados estão protagonistas de obras literárias como Dom Quixote e Bentinho.  As motivações de cada personagem e o funcionamento psicológico deles serão analisados durante a […]

The post Personagens no Divã: curso une psicologia e literatura appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
Já pensou em estudar as personagens mais famosas da literatura sob o viés da psicologia? Essa é a proposta do curso Personagens no Divã, promovido pela Metamorfose em Porto Alegre. Entre os analisados estão protagonistas de obras literárias como Dom Quixote e Bentinho. 

As motivações de cada personagem e o funcionamento psicológico deles serão analisados durante a atividade, para proporcionar um melhor entendimento de cada obra. Para os escritores, o curso é interessante por estudar os recursos para criar profundidade psicológica nos protagonistas. Já para os leitores, é uma forma divertida de analisar as obras favoritas e criar teorias. A ideia não é diagnosticar ninguém clinicamente, mas entender melhor suas histórias. 

O curso Personagens no Divã ocorre no dia 1º de dezembro, sábado, das 9h às 12h e das 13h às 16h. O local é o Espaço Metamorfose (Av. Getúlio Vargas, 1691 – Menino Deus – Porto Alegre). O valor total é de R$ 170, podendo ser dividido em duas parcelas. A inscrição deve ser feita online. Confira a lista de conteúdos do curso: 

 

  • Representações e metáforas do inconsciente na literatura; 
  • Como dar profundidade psicológica para personagens? 
  • Personagens incoerentes são uma falha do autor ou recurso narrativo? 
  • Psicologia não é importante somente para os chamados “romances psicológicos” 
  • Representações de conflitos psíquicos em personagens e cenas; 
  • Identidade, narrativa e história; 
  • Fantasia e processo criativo; 
  • Projeção e identificação, por que algumas histórias permanecem conosco? 

The post Personagens no Divã: curso une psicologia e literatura appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2018/11/06/personagens-no-diva-curso-une-psicologia-e-literatura/feed/ 0
Iniciativa busca cuidar dos estudantes integralmente https://mescla.cc/2018/10/03/iniciativa-busca-cuidar-dos-estudantes-integralmente/ https://mescla.cc/2018/10/03/iniciativa-busca-cuidar-dos-estudantes-integralmente/#respond Wed, 03 Oct 2018 18:33:13 +0000 http://mescla.cc/?p=7977 (Texto: Gabriel Aita Ost e Lucas Rafael Alves) Francisco*, aluno de um dos cursos de Engenharia da Unisinos, sofre de ansiedade e depressão e convive também com a síndrome do pânico. Ele conta que um dos principais motivos das crises envolve atividades na universidade. Com formação técnica em eletrônica, ele não consegue reaproveitar o conhecimento adquirido anteriormente para abater algumas disciplinas do curso que faz – devido à […]

The post Iniciativa busca cuidar dos estudantes integralmente appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
(Texto: Gabriel Aita Ost e Lucas Rafael Alves)

Francisco*, aluno de um dos cursos de Engenharia da Unisinos, sofre de ansiedade e depressão e convive também com a síndrome do pânico. Ele conta que um dos principais motivos das crises envolve atividades na universidade. Com formação técnica em eletrônica, ele não consegue reaproveitar o conhecimento adquirido anteriormente para abater algumas disciplinas do curso que faz – devido à uma determinação do Ministério da Educação (MEC). 

“Eu trabalhava para pagar a mensalidade do curso e ainda assim faltava dinheiro. Eu já tinha entendimento da maior parte do conteúdo das cadeiras que cursava e não existia um meio de passar por essas disciplinas”, conta. Ao mesmo tempo, dentro de casa, ele precisava lidar com uma situação grave de doença familiar, aumentando a pressão sobre o aluno.   

Crises de ansiedade e pânico são comuns para Francisco, até mesmo na sala de aula. Em uma das vezes, trabalhou até mais tarde e, mesmo não se sentindo bem, foi para a universidade fazer uma prova. Ao iniciar a atividade, teve dificuldade de prestar atenção. Sentiu-se inseguro, com a impressão de não ser suficientemente bom na avaliação. Entregou a prova sem terminar e, enquanto dirigia até a casa, temia provocar um acidente de trânsito. 

Casos como esse são comuns no Rio Grande do Sul. Depressão e ansiedade podem levar a situações de risco graves, e o Estado lidera um ranking preocupante no cenário nacional. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde em 2017 revelam que os gaúchos representam as maiores taxas de suicídios no país. São 10,3 mortes por 100 mil habitantes, o que representa um total mil casos por ano. Pensando nisso, a Unisinos conta com o Núcleo de Assistência Estudantil (NAE) para dar atenção ao aluno que está passando por adversidades, incluindo questões que envolvem algum sofrimento de ordem psicológica.  

O NAE é composto por uma equipe multidisciplinar, envolvendo profissionais de várias áreas: uma assistente social, uma psicóloga, duas estagiárias de Psicologia e uma coordenadora pedagoga. O trabalho com a equipe multidisciplinar visa o bem-estar de quem a procura.  

Francisco* conta que não sabia que estava com depressão, pensava que era uma fase da adolescência e que logo iria passar. Após algumas crises, procurou um profissional particular que o diagnosticou e auxiliou com um tratamento. “Poxa, como eu ia saber? Por mais que seja óbvio, se ninguém fala, você não percebe”, comenta.  

“O bom é chegar e encontrar os amigos, mas quando entrava na sala de aula, era triste, me trazia desespero”, revela. A pior parte do problema era não encontrar alguma atividade que o fizesse bem, tudo estava vazio. Durante o tratamento, ele contou com a ajuda da família e de amigos. Atualmente, administra melhor as poucas crises que tem e se considera curado.   

Foto: Lucas Rafael Alves

A psicóloga e professora Dra. Paula Kegler defende que a sociedade é muito individualista e pouco fraterna, o que pode ampliar as crises. “A gente vê pessoas vivendo de uma forma muito sozinha. Isso gera solidão. Esse modo de vida acaba se manifestando também dentro da universidade”, relaciona. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos casos de suicídios poderiam ser evitados. Provocar o fim da própria vida está entre as principais causas de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil.  

“A primeira questão é que a maioria do público universitário é de jovens saindo da adolescência e entrando na vida adulta”, fala Paula. Ela explica que, nesta fase, eles estão buscando definição profissional e inserção no mercado de trabalho, tornando esse momento algo decisivo e com bastante peso na vida da pessoa. Ao mesmo tempo, existe a competitividade, que estimula um ambiente onde quem produz mais, tira boas notas e cumpre os deveres é considerado um “acadêmico melhor”, segundo a doutora. Ela conclui que essa situação é um reflexo da nossa sociedade contemporânea.   

Na universidade, assim como na sociedade, muitas pessoas não alcançam um nível de produtividade tão satisfatório quanto outras, colocando-as um pouco à margem. “Aquele que não consegue porque trabalha durante o dia, ou por ter alguma dificuldade cognitiva, ou porque está emocionalmente mais frágil e não consegue se concentrar ou focar na faculdade, fica à margem dessa performance produtiva que é exigida. Começa então a se deprimir, a ficar ansioso”, analisa Paula. Segundo ela, a competitividade do mercado é refletida na sala de aula e a falta de empatia em auxiliar o colega e criar vínculos é um dos grandes problemas da sociedade atual.   

 

Como funciona o Núcleo de Assistência Estudantil? 

Nem todos os estudantes conhecem o NAE, disponibilizado sem custos pela Unisinos. O Núcleo busca todas as formas possíveis de divulgação para que o atendimento seja cada vez mais utilizado. A coordenadora do Núcleo, Profª Drª Suzana Moreira Pacheco, explica os caminhos de acesso ao NAE. “O aluno pode vir a partir de um desejo individual dele, se ele sentir com alguma adversidade e quiser procurar uma escuta, um acolhimento, ele pode enviar um e-mail para assistência**”, explica. O Núcleo fica junto ao Atendimento Unisinos, no Centro Comunitário (redondo).  

Como o objetivo do NAE será sempre auxiliar o aluno, esse agendamento é feito rapidamente e em um horário acessível. No primeiro momento, conta Suzana, é feito um acolhimento com o aluno para entender o que ele precisa e para onde encaminhá-lo. O estudante que buscar o apoio poderá ter cerca de sete encontros gratuitos e sigilosos. Ela reforça que o atendimento com a psicóloga não tem procedimentos clínicos. É uma orientação, uma troca de ideias para entender a situação. O núcleo também pode auxiliar o aluno na procura de um atendimento psicoterapêutico na rede da cidade ou particulares (dependendo da condição do aluno) caso haja a necessidade.  

 

“A nossa ideia é, quando ele entrar em contato com o NAE, ser incluso numa rede. A gente só pode soltar essa rede na hora que ele realmente estiver bem. Esse é o nosso objetivo. O aluno precisa estar em condições de saúde física e mental para que ele possa ter sucesso na escolha que faz na universidade, na trajetória acadêmica que ele tem, mas vivendo bem e convivendo bem, consigo e com os outros”, comenta Suzana. 

 

O serviço do NAE é oferecido nos campi de São Leopoldo e Porto Alegre. O atendimento na Capital é realizado mediante a agendamento. “A gente também atende alunos que estão com uma questão pontual, urgente, naquele dia. Que teve uma crise. Nunca deixamos de atender”, explica Suzana. 

Já os alunos de inclusão, aqueles que possuem deficiências físicas ou limitações cognitivas, são acompanhados pelo NAE desde o vestibular. Antes da prova, é feito um contato para verificar a necessidade de algum atendimento especial. Ao identificar a situação do aluno, o Núcleo também faz o contato com os professores que irão recebê-lo.    

Outra forma de o aluno chegar ao NAE pode ser através de indicações. Seja dos coordenadores dos cursos, dos colegas ou até mesmo da família ao perceberem algo acontecendo com o estudante. “Sempre temos uma atitude respeitosa para com o aluno. Nós queremos acompanhar, mas não queremos invadir. Mostramos que estamos aqui e que vamos acompanhar a trajetória sua trajetória dentro da Universidade”, afirma Suzana.   

O NAE, atualmente, conta com o programa TCCendo (link interno) e pretende lançar o Viva Junto Unisinos, que buscará fomentar o convívio na comunidade acadêmica. “O que a gente via na base desses atendimentos todos, muito presentemente, estava a solidão, viver só, sentir-se só diante de determinadas problemáticas ou situações”, explica Suzana. A partir dessa constatação, o grupo pensou em revitalizar o ambiente, com uma ideia de cultura circular. O projeto pretende realizar pontos de encontro, em eventos que já acontecem na Unisinos, em atividades culturas nos campi, de maneira que os participantes aumentem suas relações e passem a não se sentirem só.   

 

O NAE realizou mais de 1.200 atendimentos em 2017. Entre os diversos serviços disponíveis, o mais procurado foi o atendimento psicológico. No total, 279 alunos buscaram esse tipo de apoio no ano passado.

 

Você também pode auxiliar uma pessoa que passa por essa situação 

Segundo Suzana, é fundamental dar atenção e também escutar aquele que passa por mudanças de comportamento e sinais de solidão, tanto pessoalmente, quanto nas redes sociais. Como dica para auxiliar pessoas que estejam passando por essas situações frágeis, Suzana esclarece, “O que não fazer? Calar. O que fazer? Mostrar que identificou algo. Não funcionou? Procura uma referência no curso, muitas vezes o coordenador é acionado por um colega, um amigo”, explica e ainda ressalta: “o que a gente não pode fazer é fingir que não vê”.  

Paula acredita que a saída para algumas situações existentes na contemporaneidade e, consequentemente, na universidade, é resgatar vínculos. “Tirar um tempo para conversar com o colega, convidar para fazer algo que sabe que ele gosta ou perguntar o que gostaria de fazer, se colocar como companhia, como uma presença sensível, que possa oferecer aquilo que talvez a pessoa não esteja conseguindo buscar sozinha”, comenta a doutora sobre soluções para o grande caos em que algumas mentes possam se encontrar.  

 

* Nome fictício para proteger a identidade da fonte 

**assistencia@unisinos.br  

The post Iniciativa busca cuidar dos estudantes integralmente appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2018/10/03/iniciativa-busca-cuidar-dos-estudantes-integralmente/feed/ 0
Saúde mental em foco https://mescla.cc/2018/08/31/saude-mental-em-foco/ https://mescla.cc/2018/08/31/saude-mental-em-foco/#respond Fri, 31 Aug 2018 18:29:46 +0000 http://mescla.cc/?p=7475 No dia 29, antecedendo o Setembro Amarelo, mês voltado para atenção e prevenção ao suicídio, ocorreu o encerramento do Ciclo de Atividades de Atenção ao Aluno: Saúde Mental, Qualidade de Vida e Inclusão. Duas palestras simultâneas fizeram parte da programação.   Uma delas foi ministrada pelo mestre e coordenador do curso de Produção Fonográfica Frank Jorge, denominada “Caminhando e cantando […]

The post Saúde mental em foco appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
No dia 29, antecedendo o Setembro Amarelo, mês voltado para atenção e prevenção ao suicídio, ocorreu o encerramento do Ciclo de Atividades de Atenção ao Aluno: Saúde Mental, Qualidade de Vida e Inclusão. Duas palestras simultâneas fizeram parte da programação.  

Uma delas foi ministrada pelo mestre e coordenador do curso de Produção Fonográfica Frank Jorge, denominada “Caminhando e cantando e, assim… relaxando e trabalhando”. Focada em mostrar como a música entra em nossas vidas e de que maneira ela auxilia no dia a dia. Para Frank, a música começa a exercer influência nas pessoas ainda no ventre das mães. “Tu já tens, no DNA, uma propensão a gostar de música, pela questão cultural, por ouvir música na barriga da tua mãe”, fala.  

Segundo o músico, após o nascimento, a exposição à arte possui várias camadas: a internet, os seriados, influencers, canais de televisão e festivais musicais. Ele ainda comenta sobre o poder da música, capaz de marcar momentos e sentimentos. “Quando algo marcante acontece e estamos ouvindo música, certamente se ouvirmos essa mesma música depois, lembraremos desse momento, da sensação que tivemos durante ele”, explica. 

Frank falou sobre o aspecto técnico e comercial da música. Pregou que a música precisa ser monetizada por gerar diversos gastos e que, independentemente de como o artista a produz, é necessário muito trabalho e esforço. “Discordo do Vitor Ramil quando ele afirmou que músico precisa de ‘vagabundagem’”, comenta, propondo que esse tipo de pensamento é um vislumbre contraditório da área.  

Compositor de sucessos como Amigo Punk e Menstruada, Frank Jorge falou sobre a cena musical e disse que aposta em músicas de outros artistas. “Não é pecado tocar música cover” e defendeu o uso de referências musicais, inclusive diretas, em apresentações. “Dependendo do público, também do artista, é viável tocar covers”.  

Foto: Gabriel A. Ost

A outra oficina, denominada “Você, seu maior e melhor projeto” buscou salientar o poder pessoal na carreira, buscando qualidade de vida e protagonismo dos alunos. Foi ministrada por Luciane Leila Linden Gottschalk, César Karnal e Denise Dauber Vieira, todos psicólogos coordenadores do núcleo de Atenção ao Aluno da Unisinos.  

Após a conversa, os participantes foram convidados a assistir a trechos do filme “Onde vivem os monstros”, que aborda formas de lidar com sentimentos. Posteriormente, os alunos dialogaram sobre a importância de cuidar da saúde mental e lidar com os desafios que surgem no cotidiano, tanto no trabalho, quanto na sala de aula.  

A coordenadora do núcleo de Atenção ao Aluno e organizadora do evento, Suzana Moreira Pacheco, comenta sobre como atividades nessa área são fundamentais no meio acadêmico. “Busca fazer com que o aluno pense na qualidade de vida e saúde mental e, consequentemente, previne o suicídio”, diz.  

The post Saúde mental em foco appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2018/08/31/saude-mental-em-foco/feed/ 0