wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Uma noite de homenagem à Sergio Endler appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Na última segunda-feira, 04 de dezembro, o Espaço Luís Fernando Veríssimo, localizado no campus Porto Alegre, recebeu o professor Sergio Endler, acompanhado de amigos, colegas, alunos e familiares, para uma homenagem pela sua jubilação após 37 anos de Unisinos. O professor chegou a ocupar o cargo de vice-diretor do Centro de Ciências da Comunicação, e foi quem idealizou e implementou a primeira agência de comunicação da universidade, a Agência Experimental de Comunicação (Agexcom).

Quem tomou à frente das festividades foram o ex-coordenador do curso de jornalismo Micael Behs e a atual coordenadora Débora Gadret. Eles destacaram, com um misto de respeito e admiração, que este foi um evento singelo perto da grandiosidade do professor, mas que possuiu um enorme simbolismo. Micael Behs fez um paralelo com o mundo do esporte, com o qual o professor sempre se identificou:
“Um jogador que para de jogar acaba se tornando um ex-jogador, mas um professor nunca será um ex-professor, porque as marcas que o dom de ensinar carrega acompanham esse profissional para sempre.”

Na sequência, o funcionário da Agexcom, Marcelo Garcia, o Marcelinho, alcançou a Endler um pen-drive. Um presente inusitado e fisicamente pequeno, mas que carregava um significado e valor enorme. O dispositivo continha o Mesacast idealizado e gravado pela Agexcom com figuras importantes da trajetória do Sergio na universidade, incluindo até mesmo seu filho, Guilherme Endler, que se formou em jornalismo e foi aluno do pai. Eles compartilharam histórias inspiradoras, divertidas e orgulhosas sobre a contribuição do professor em suas vidas.
Além dos coordenadores e da Agexcom, também houve espaço para os alunos de Endler manifestarem suas histórias com ele. O professor se emocionou ao receber a homenagem de Maria Carolina de Souza e Dener Pedro, que representaram os acadêmicos do curso que tanto aprenderam com Endler.
Além dos discursos carinhosos, entregaram uma camiseta autografada do time do coração de Endler, o Internacional. “Me senti muito honrada em poder participar desse momento tão importante na vida dele”, comenta Maria Carolina.

Durante o discurso, eles expressaram o quão difícil era estar ali representando todos os alunos.
“O Sergio marcou a vida das pessoas de formas diferentes e poder representar todas elas hoje foi muita responsabilidade, mas também foi um grande orgulho poder falar de um professor que marcou tanto a minha vida” revela Dener.
Falando um pouco sobre o convívio com o Endler em sala de aula, eles destacam a maneira como ele ensina o que é fazer jornalismo para os alunos, principalmente através das histórias que conta e das conversas pessoais.
“Isso faz com que o aluno tenha uma paixão pelo jornalismo que vai além do ensinado”, completa Dener.
Além disso, os egressos Leonardo Oberherr e Renan Neves também relembraram alguns momentos marcantes que tiveram com o professor. Entre eles, o dia da formatura de Leonardo, onde ele convenceu a sua turma a escolher Endler como paraninfo, em 2022.

Renan Neves, que atualmente trabalha na Rádio ABC em Novo Hamburgo, comentou sobre o quão Sergio Endler é um nome importante para o curso de Jornalismo.
“Acima de qualquer coisa ele representou uma geração toda de jornalismo que sonhava em trabalhar em rádio, ele alimentou muito isso.”
Já Leonardo Oberherr, narrador da Rádio Pachola, afirma que “é uma responsabilidade grande, afinal são alunos ao longo de 37 anos, ele já dava aula antes de eu nascer, então poder representar todo mundo é uma grande honra, poder transmitir as emoções de tanta gente que ele ajudou a mudar as vidas. Mudou a minha.”
Cristiane Rodrigues, funcionária da Agexcom e responsável pela organização do evento, contou para o Mescla um pouco dos bastidores. A homenagem começou a ser idealizada no início de 2023, mas precisou ser arquivada até o começo desde semestre.
“Tivemos que pensá-lo (o evento) duas vezes, uma no final do primeiro semestre e depois tivemos que repensá-lo para o segundo semestre.”
Segundo ela o evento foi trabalhoso, pois nem toda equipe da Agexcom conhecia o professor e precisou ser feita uma grande pesquisa e levantamento das histórias e referências. Cris ressalta que, nos bastidores, foi pensado e organizado algo que, além de bonito, fosse legal para os convidados e, principalmente para o homenageado.
“Pensamos em um evento onde ele curtisse o momento e pudesse se ver em tudo naquilo.”
Em seu discurso a todos, Endler diz que pensou e ensaiou muito o que dizer, mas esqueceu tudo. Agradeceu rapidamente a todos os presentes e recebeu a homenagem de braços abertos e com muita felicidade.
Ao Mescla, o estimado professor compartilhou seus sentimentos na noite:
“Adorei a festa, adorei ver tantas pessoas. Foi excepcional porque, primeiro que é difícil tu se despedir do lugar em que tu está desde 1987. A primeira emoção é essa ansiedade de se despedir, mas por outro lado há uma esperança de ‘qual é essa nova onda que vai vir?’”
Ele diz que agora é o momento de se despedir e dar tchau para várias coisas, mas se sente, ao mesmo tempo, livre para “pintar e bordar aquilo que a minha cabeça atingir e as chances que foram dadas, isso é muito importante.”

“Chegadas e partidas acontecem toda hora, mas a gente às vezes não tem tempo de celebrar esses momentos, então precisamos de uma grande síntese, um grande momento igual hoje, em que a gente pensa, olha as fotos, olha os amigos de diversas épocas da vida ali, as alunas e os alunos, agradece, respira e toca fita.”
O desejo do professor para o futuro é que “todos fiquem firmes, fortes e livres”, e levem sempre sua gratidão pelas experiências passadas, desde os colegas e alunos mais antigos, antes os mais recentes.
Com certeza, o principal sentimento que fica para a comunidade acadêmica é de orgulho. Obrigado, Sergio!
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]]>The post Morre Jim Pompeu, ex-professor da Unisinos appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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Faleceu nesta segunda-feira (22) o publicitário e ex-professor da Unisinos Jim Pompeu. A notícia da morte foi transmitida no início da tarde de hoje pela filha Cristina Pompeu, via Facebook. O velório teve início às 16:30min, na Capela 7 do Cemitério João XXIII, em Porto Alegre. O enterro será às 20h.
Jim Pompeu completaria 85 anos em novembro. As causas da morte não foram confirmadas pela família. Além de publicitário, Pompeu lecionou na PUCRS e na Unisinos, onde deu aulas entre meados da década de 70 até início dos anos 2000. Também atuou como coordenador da Agência Experimental de Publicidade e Propaganda (AgexPP). Em 2002, com a fusão das agências experimentais dos cursos de Comunicação Social da Unisinos, Pompeu se tornou um dos coordenadores da Agexcom, a nova agência, junto com as professoras Thaís Furtado e Helenice Carvalho.
“O Pompeu levou para a Agexcom toda a experiência que ele tinha no mercado e na antiga agência de publicidade da Unisinos”, disse ao Mescla a coordenadora do curso de Jornalismo da UFRGS, Thaís Furtado. “Era uma pessoa que trabalhava com muita organização, competência e afeto, três grandes qualidades no mundo do trabalho. Ajudou na formação de muitos publicitários gaúchos. Vai ficar guardado de forma especial na memória de todos que o conheceram”, comentou.
O mesmo sentimento é compartilhado pela professora de relações públicas na UFRGS Helenice Carvalho. “Pompeu foi uma pessoa maravilhosa com a qual tive o prazer de trabalhar na Unisinos. Ele sabia tanto de publicidade que se permitia ser simples do jeito que só quem é grande se permite”, lembrou.

A morte do ex-professor foi repercutida nas redes sociais por alunos e professores que trabalharam com ele na época em que dava aulas na Unisinos. “Não vou me esquecer nunca do seu bom humor, do seu coração de ouro, do seu profissionalismo e, principalmente, das suas histórias, que eram infinitas e inspiradoras. Conto algumas até hoje para os meus alunos”, disse a publicitária Daniela Horta, que trabalhou com Jim Pompeu como redatora na extinta AgexPP. “Você foi uma lenda no mercado publicitário e um paizão para todos os seus funcionários e estagiários”, lembra Daniela em post no Facebook publicado à tarde.
“Ser inspirador, ousado, destemido, criativo, amoroso, com os braços sempre abertos para todos”, recorda Haradia Moraes, ex-diretora da arte da AgexPP. “Ele nos ensinou que a fonte da juventude é viver! Viver bem em todos os meios, com leveza, bom humor, perspicácia, postura e elegância”, escreveu Haradia nas redes sociais.
Sonia Haas, ex-aluna e ex-diretora de Marketing da Unisinos, também postou lembranças de Pompeu. “Grande mestre, da arte da produção gráfica e da vida! Jim Pompeu me encantou desde o primeiro dia de aula na antiga sede da Unisinos, em 1977, quando nos ensinava produção gráfica. Foram muitos anos de convivência depois, como colegas no curso e como coordenador da AgexPP. Ele ficará para sempre em nossos corações!”
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]]>The post Para repensar a Educação appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A contribuição pode ser vista no último sábado (7/4) durante a Virada Sustentável, que ocorreu na Casa de Cultura Mário Quintana. Transformando o auditório Luís Cosme em uma grande sala de aula onde todos contribuíam igualmente, o Fora da Asa propôs repensar a forma de trabalhar com a educação. Pedindo que se pensasse sobre a relação entre escola e as palavras “disciplina, controle, corpo, conteúdo, emoção e vida”, o debate se iniciou.

Professores dos mais variados níveis de escolaridade apresentaram vivências de sala de aula. A questão do controle e do corpo foram destaque na conversa. Diversos relatos apresentaram que muitas vezes não se percebe que o corpo está interligado com todo o processo de aprendizagem. Criando uma educação mais humana e mais contato com o ambiente, os educandos serão mais intuitivos e entenderão melhor a sua presença no espaço educacional. “Estamos aqui, no momento presente, e ao se colocar nesse espaço, a gente pode experimentar esse espaço de maneiras diferentes e se relacionar com ele de maneiras diferentes”, ressalta Camila.
Durante a segunda palestra realizada pelo grupo Fora da Asa na Virada Sustentável, os espectadores puderam participar de uma dinâmica um pouco diferente para debater design thinking para uma educação saudável. Logo nos primeiros minutos, foi proposto que eles resolvessem um problema. Os palestrantes Tiago Martins de Morais e Camila Alexandrini estavam deitados no chão do auditório, e o público tinha que encontrar uma solução.
Uma das principais propostas do debate foi a maneira como lidamos com situações problemáticas, erros e falhas, e como é necessário perceber o real sentido dela. De acordo com mais uma das idealizadoras do projeto e mediadora do debate, professora Mariana Aydos, resolver o problema é a parte mais fácil. “A gente é treinado para buscar soluções, a gente cria soluções, mas qual é a real questão?”
Para entender como encontrar o real sentido do problema, é necessário entender a metodologia do design thinking. “Quando se recebe uma informação, é necessário primeiro divergir o pensamento sobre ela. Antes de chegar em uma questão e resolver ela, a gente tem que abrir a nossa cabeça para mais possibilidades” conclui a professora Mariana.
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]]>The post Douglas Severo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Durante a quinta série do Fundamental, Douglas teve o primeiro contato com a língua inglesa. A motivação e empolgação da professora Vera deixaram marcas no garoto que, aos 12 anos, decidiu que também queria ser professor de inglês. “A professora falava inglês na sala e eu gostei muito daquilo. A minha escolha tem muito a ver com o que eu via nela e pensava que queria ser assim”, relembra.
Um currículo que focasse na língua inglesa foi o fator que sintetizou as opções dele para o vestibular. As faculdades que misturavam Inglês e Português pareciam cada vez menos atrativas. Douglas afirma que a opção de ter todas as cadeiras em inglês foi determinante para sua decisão. “O mundo está acontecendo em português. As aulas em inglês, onde a gente discute e aprende a língua são fundamentais”.

A faculdade trouxe novas possibilidades e desafios. O estudante recorda com diversão que achava que só estudaria gramática, mas a realidade foi melhor do que ele esperava “Eu achei que ia sair daqui um livro de gramática ambulante, mas o curso te abre muitas possibilidades. Nós temos estudos sobre língua, linguagem e interação social. O estudo sobre formação de professores também abre um leque gigante, todos eles são essenciais”. Apesar do estranhamento inicial com a língua, Douglas superou as dificuldades e tornou-se monitor dos alunos que tinham o mesmo problema. Ele conta que o maior segredo para conseguir ir bem é “levar o curso a sério e gostar do que faz”.
Durante a graduação, ele foi professor de diversos cursinhos de Inglês, porém esse não era seu objetivo inicial. “Eu sempre quis dar aulas em escola. Na minha visão, eu só seria professor de verdade quando eu estivesse em uma escola e tivesse um caderno de chamada e um quadro negro. Eu não queria uma turma de dez ou oito alunos, eu queria uma turma de vinte ou trinta” conta ele.
Ainda durante a graduação, foi chamado para dar aulas em uma escola particular, o Centro Educacional Santa Isabel – CESI. Ser professor do Ensino Médio expandiu os horizontes do estudante que passou a ver os conteúdos da universidade de uma forma mais realista. Segundo Douglas, a aplicação em sala de aula dos conceitos aprendidos na graduação contribuíram muito para sua formação. Após trabalhar no CESI, ele foi chamado para dar aulas no Colégio João XXIII, que trabalha com foco em projetos e aulas mais elaboradas, ele diz que se sentiu em casa durante esse período. Douglas relembra que no processo de contratação houve uma prática em sala de aula e, no final do dia, os alunos fizeram um coro cantando “contrata” para ele e a orientadora.
Para os alunos, Douglas também quis proporcionar a chance de viajar para o exterior. A ideia surgiu depois de comentários durante as aulas sobre os países que conheceu e ele começou organizar um grupo para viagem. “Todo ano eu levo um grupo de alunos para fazer intercâmbio para fora. Eu já levei para a Inglaterra duas vezes e para o Canadá três vezes”. Durante um mês, os alunos têm a oportunidade de estudar uma língua e cultura estrangeira. “A vivência no exterior faz com que os alunos venham mais maduros e com uma visão maior de mundo. Eles aprendem a respeitar culturas diferentes. Dar essa oportunidade para os alunos é uma forma de me sentir como parte de vida deles, acho que é uma realização pessoal”, resume.

Já com a ideia de fazer um mestrado no exterior, Douglas aproveitou a última viagem com os alunos ao Canadá para ir até a universidade Western. A documentação online já havia sido enviada quando ele decidiu fazer uma entrevista. “Não precisava fazer entrevista, mas eu fui lá na universidade e expliquei toda a situação. Mandei um e-mail pedindo se eles poderiam me receber e fui aceito. Consegui falar com a secretária e com o coordenador. Eles gostaram de saber que eu era professor do Ensino Médio.” Aos poucos, tudo se encaminhou e Douglas conseguiu a bolsa para o Mestrado em primeiro lugar., durante dois anos ele será aluno e professor da graduação de lá “Isso é um sonho. Desde o ensino médio eu quis estudar fora. Eu sempre quis ser exposto a língua e ter aulas, mas nunca imaginei que eu iria dar aula.”
A despedida dos alunos daqui foi difícil, ser professor representa uma grande responsabilidade para Douglas. “Professor não forma só opinião, mas forma pessoas. A gente marca a vida dos alunos. Eu tenho 3 alunos fazendo Letras por minha causa. Eu fui influenciado por uma professora e, hoje influencio alunos. É uma corrente do bem que vai alcançando outras pessoas”, resume ele.
Para o futuro Douglas imagina um doutorado e, claro, continuar ensinando. A certeza é que Graduação e Ensino Médio continuarão a ser parte da sua vida. “Eu me vejo com Doutorado e como professor acadêmico, mas eu não quero sair da escola. Eu não quero perder a chance de formar professores, mas também não quero perder esse contato”, completa. Se o futuro se mostra cheio de possibilidades, o presente pode ser resumido em apenas uma palavra: gratidão.
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]]>The post 3º edição do Prêmio Professor Imprensa appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Os alunos podem indicar professores, orientadores de TCC e coordenadores de jornal-laboratório por meio deste link. Há também uma categoria especial para premiar eventos na universidade e/ou semana de comunicação.
As inscrições ficarão abertas até o dia 15 de setembro. Os professores mais indicados participarão de uma votação popular, a partir de 25 de setembro, que definirá os vencedores.
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]]>The post Semana Pedagógica Unisinos encerra com atividades na Fundação Iberê Camargo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Na última sexta-feira (4), ocorreu o encerramento da Semana Pedagógica da Unisinos, com duas atividades na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre. O dia abriu com o Talk Show: Diálogo sobre uma boa aula, ministrado pela professora Gabriela Gonçalves, e foi finalizado com uma visita mediada às exposições da casa: “Depois do Fim” e “No Drama”.
Para a visita guiada, os participantes foram divididos em dois grupos: Um começou a visita pelo primeiro andar e outro, pelo último. Nos primeiros três andares encontra-se a exposição “Depois do Fim”, que contém obras de mais de 40 artistas, e tem como premissa abordar questões apocalípticas. Nela estão expostas obras de mais de 40 artistas.
No térreo está o início da mostra, que começa com uma introdução, contendo obras de diferentes épocas conversando entre si. No segundo piso, encontra-se uma arte mais decorativa, com um sentido de casa. Nela aparecem obras de tanto de artistas contemporâneos, quanto de artistas do século XX. Já no terceiro andar, tem-se uma temática mais sombria, com cores escuras, e obras representando sentimentos, como a tristeza.
No quarto, e último andar, está a exposição “No Drama”. Ela conta com obras de Iberê Camargo, e mostra uma face do artista pouco conhecida pelo público, dando destaque para a relação do artista com a dramaturgia. Um dos destaques da mostra fica por conta dos estudos de figurino e cenário feitos por Iberê, no final dos anos 50, para uma montagem não realizada do Balé Rudá, de Villa-Lobos.
Para Fernando da Luz, professor do curso de Arquitetura, a atividade foi positiva para os docentes em um contexto geral, mesmo que para ele esse tipo de evento seja algo natural para a atividade exercida. “Para quem não lida tão diretamente com esse universo, a atividade foi bastante motivadora, achei muito positiva a ideia da visita”, completou o docente.
O também professor de Arquitetura Fernando Duro pensa parecido com o colega. Para ele, uma visita como essa é proveitosa, e pode ser motivadora para os professores. “Iniciar o semestre visitando uma exposição, é sempre uma atividade interessante, que pode vir a acrescentar na formação do profissional”, conclui.
Além dos docentes, alguns alunos também participaram da atividade, dentre eles, Igor Sampaio, estudante de Biomedicina. Ele conta que gostou da visita, pois achou as obras curiosas e interessantes, ainda mais com o auxílio dos guias, explicando algumas delas. “Achei interessante, pois as obras ficaram distribuídas de forma que conseguimos ver sob a ótica do que o autor da obra planejou”.



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]]>The post Luciana S. Brentano appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Luciana de Souza Brentano chegou sorridente à Unisinos, sua casa por mais de nove anos. Foi nessa universidade que ela se formou em 2005, e do local guarda boas memórias. “A experiência como aluna da Unisinos foi muito feliz. Tive o privilégio de contar com profissionais qualificados e com uma estrutura propícia e favorável”, comenta.
A escolha pelo curso de Letras se deu na infância, segundo ela. Desde pequena, ela simulava aulas e colocava os bichos de pelúcia como alunos. Mais tarde, na adolescência, se formou em Magistério e logo depois ingressou no curso de Pedagogia, onde ficou por apenas um semestre, até mudar definitivamente para o curso de Letras. “Fiquei na universidade por um longo período de tempo, mas foi importante, pois fui adquirindo experiência e pegando a prática. Amadureci muito”, aponta.
Na época, Luciana unia os estudos ao ensino de inglês, na Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH). De acordo com ela, o fato de estudar e trabalhar na área foi fundamental para que ela se convencesse do caminho escolhido. “Tive o privilégio de colocar em prática tudo o que estava estudando, o que foi importante para ter uma noção sobre o que eu queria”, afirma.

Aos 29 anos, quando estava no último semestre de faculdade, ela teve que estudar à distância por conta de uma realização pessoal: estava esperando o primeiro filho, Augusto, que hoje tem 12 anos. “Fiquei bem aflita, pois achava que teria que interromper os estudos. Mas tive a sorte de contar com profissionais prestativos, que compreenderam minha situação e me passaram material para que eu pudesse ter aulas à distância”, relembra. Além de Augusto, ela também é mãe de Rafaella, de dois anos e meio.
Hoje, Luciana é supervisora pedagógica da Instituição e foi uma das responsáveis por implantar o currículo bilíngue na IENH. “Fizemos uma pesquisa no Vale dos Sinos e também estudamos muito sobre quais seriam as tendências em educação. Como resultado, tivemos a procura por um currículo bilíngue (português e inglês), e resolvemos implantar na nossa instituição”, relata.
O currículo bilíngue da IENH conta com dez períodos semanais de aulas de inglês para alunos do Ensino Fundamental e nove períodos para os alunos da Educação Infantil. Segundo Luciana, a oportunidade de aprender mais uma língua é fundamental para as crianças. “A educação bilíngue é um diferencial para a formação dos pequenos. Eles aprendem desde cedo a pensar em mais de uma língua”, coloca. Segundo a supervisora, a IENH tem aproximadamente 1200 alunos do nível infantil até o médio.

Além da formação em Letras – Português/Inglês, Luciana também fez Pós-Graduação em Ensino e Aprendizagem de Línguas e Mestrado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além disso, ela participa do grupo de pesquisa em bilinguismo e cognição da UFRGS e do BRAZ-TESOL –SIG bilingualism, que estuda bilinguismo no Brasil e promove uma série de reuniões que divulga o trabalho bilíngue no país.
Luciana lamenta a falta de espaço para o tema, principalmente nas escolas públicas, onde o ensino ainda é precário. “O ideal seria que todos pudessem ter acesso a um currículo bilíngue, mas infelizmente não é isso que acontece. Assim, a segunda opção é investir em um curso de línguas”, opina. “A carga horária das aulas em escolas públicas é muito baixa, o que dificulta o aprendizado e o aprofundamento das línguas estrangeiras. Até mesmo os professores têm essa consciência: o ensino de línguas nas escolas não é efetivo”, aponta.
Aos 41 anos, ela é uma admiradora da profissão: “Apesar das críticas, a presença do professor é essencial. Ele não pode ser substituído por máquinas, tem o dever de ensinar o aluno a pensar. Além disso, é importante que os profissionais estejam sempre pesquisando, buscando novos conhecimentos e que sejam criativos”, frisa.

Pingue-pongue
Um professor inesquecível: Élvio Funk
Uma vez matei aula para… Estudar para uma prova de outra cadeira
Um amigo que fiz durante a faculdade: Aline Jaeger
Um livro marcante: Os Neurônios da Leitura, do Stanislas Dehaene
Um mico que paguei na faculdade: Entrar na sala errada no momento de uma apresentação
Meu lugar favorito na Unisinos: Fratello
Todo professor é… Sonhador
Todo professor deveria ser… Pesquisador
Um profissional na área que foi referência para mim: Ingrid Finger
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