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Arquivos oficina - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/oficina/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Wed, 08 Jun 2022 19:41:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Desafio Nuvem Unisinos promove nova oficina de educação midiática neste sábado https://mescla.cc/2022/06/08/desafio-nuvem-unisinos-promove-nova-oficina-de-educacao-midiatica-neste-sabado/ https://mescla.cc/2022/06/08/desafio-nuvem-unisinos-promove-nova-oficina-de-educacao-midiatica-neste-sabado/#respond Wed, 08 Jun 2022 17:00:55 +0000 http://mescla.cc/?p=16555 O Desafio Nuvem de Educação Midiática da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) promove a segunda oficina do programa de treinamento online para professores do ensino básico neste sábado, 11 de junho, das 10h às 12h. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo site Eventos Unisinos, em bit.ly/desafionuvem2022.  Estarão presentes as especialistas Tessa […]

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O Desafio Nuvem de Educação Midiática da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) promove a segunda oficina do programa de treinamento online para professores do ensino básico neste sábado, 11 de junho, das 10h às 12h. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo site Eventos Unisinos, em bit.ly/desafionuvem2022

Estarão presentes as especialistas Tessa Jolls, presidente e CEO do Center for Media Literacy (EUA), e Nina da Hora, pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (CTS-FGV). A oficina tem como título “Colocando em Prática: ferramentas e recursos para trabalhar letramento midiático na educação básica”, e a mediação será realizada por Daiana Campani, doutoranda em Linguística Aplicada pela Unisinos. 

Essa será a última formação do programa, que tem apoio da Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil. Na próxima etapa do Desafio Nuvem, os professores inscritos serão convidados a compartilhar planos de ensino que abordem a educação midiática para publicação em um e-book. Serão selecionados 10 projetos, de diferentes áreas do conhecimento e níveis de ensino, do fundamental ao médio.  

Sobre as palestrantes 

Tessa Jolls é presidente e CEO do Center for Media Literacy, uma organização sem fins lucrativos que fornece pesquisas e newsletters sobre o tema de educação midiática. Jolls também é Visiting Scholar na American University/Bruxelas, UCLouvain. Em 2020, recebeu o Prêmio Fulbright de Estudos de Segurança da OTAN, e em 2015 recebeu o Global Media and Information Literacy Award, em reconhecimento ao seu trabalho em Media and Information Literacy and Intercultural Dialogue, da Unesco em cooperação com a United Nations Alliance of Civilizations (Unaoc). Jolls se concentra em projetar, implementar e avaliar programas de alfabetização midiática e fornecer desenvolvimento profissional. 

Nina da Hora é pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV (CTS-FGV), divulgadora científica e hacker antirracista. Criadora de duas iniciativas de educação computacional, o Computação da Hora e o Ogunhê, foi uma das jovens lideranças indicadas na lista da Forbes Under 30, em 2021. Atualmente, é colunista sobre ciência, tecnologia e sociedade no MIT Technology Review Brasil e Canal Futura. 

As inscrições para o Desafio Nuvem permanecem abertas até o dia 11 de junho e as oficinas não possuem custo algum para os participantes e contam com tradução simultânea para o português, não sendo necessário ter fluência em inglês para acompanhar o programa. Para receber certificado de participação, os inscritos devem entrar na chamada da plataforma Zoom pela área do participante, fazendo login na própria página de inscrição do programa. Mais informações no site nuvem.unisinos.br ou pelo e-mail nuvem@unisinos.br

SERVIÇO 

O que: Desafio Nuvem de Educação Midiática, programa de formação gratuita e online para professores do ensino básico promovido pela Unisinos com apoio da Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil 

Quem: Tessa Jones (Center for Media Literacy) e Nina da Hora (CTS-FGV)  

Quando: 11 de junho, sábado, das 10h às 12h  

Onde: online, pela plataforma Zoom  

Quanto: gratuito  

Como: inscrições até 11 de junho em bit.ly/desafionuvem2022  

Contato: nuvem@unisinos.br  

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Os desafios de trabalhar com letramento midiático em sala de aula https://mescla.cc/2022/06/02/os-desafios-de-trabalhar-com-letramento-midiatico-em-sala-de-aula/ https://mescla.cc/2022/06/02/os-desafios-de-trabalhar-com-letramento-midiatico-em-sala-de-aula/#respond Thu, 02 Jun 2022 20:06:50 +0000 http://mescla.cc/?p=16545 O workhop ocorreu no final de maio e foi transmitido via zoom para todos os professores do ensino básico que se inscreveram no Desafio Nuvem de Educação Midiática, programa da Unisinos com o apoio da Embaixada e Consulado dos Estados Unidos no Brasil.  “Aprofundando conceitos: desinformação, algoritmos, fact-checking e letramento midiático” foi o título da oficina […]

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O workhop ocorreu no final de maio e foi transmitido via zoom para todos os professores do ensino básico que se inscreveram no Desafio Nuvem de Educação Midiática, programa da Unisinos com o apoio da Embaixada e Consulado dos Estados Unidos no Brasil.  “Aprofundando conceitos: desinformação, algoritmos, fact-checking e letramento midiático” foi o título da oficina que durou quase duas horas e contou com a pesquisadora americana, Katya Vogt e com o pesquisador brasileiro Raphael Kappa.  O evento teve a mediação da professora do Curso de Letras e do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Unisinos, Maria Eduarda Giering. 

A primeira palestrante foi Katya Vogt, Mestre em Políticas de Educação Internacional pela Harvard Graduate School of Education, que falou de de Washington. Ela é autora do Learn to Discern (L2D), projeto integrado à ONG IREX que capacita os cidadãos a navegarem no ambiente contemporâneo de informações “de maneira segura, saudável, responsável, crítica e orientada para a empatia”. A apresentação, que teve como título “O papel dos educadores em construir resiliência a informações manipuladas” abordou as competências e habilidades necessárias para tornar os alunos mais responsáveis, críticos e empáticos ao ambiente informacional.  

A palestrante trouxe dados importantes sobre o contexto no qual estamos inseridos, como a de que “90% dos dados que temos hoje foram criados nos últimos dois anos”. Isso se revela na quantidade de conteúdo que é criada e consumida.   

Palestrante Katya Vogt (Reprodução via Zoom)

Durante a oficina, Katya comentou que há uma clara dependência dos jovens ao ambiente digital, e que o tempo médio em que um adolescente americano passa nas redes é de nove horas. “É muito mais do que o tempo que passam dormindo”, comentou.   A especialista listou nove problemas que assolam o público mais jovem que estão associados à avalanche de informações falsas a que estão submetidos:  sobrecarga de informações; autoimagem negativa; estereótipos enviesados; inabilidade para fazer uma decisão baseada em fatos; uma saúde mental abalada, como altos níveis de ansiedade; animosidade; intolerância, polarização; e déficit de confiança.  

A pesquisadora finalizou destacando que é também tarefa dos professores ajudarem crianças e adolescentes a reduzirem seus tempos de tela: “Seja atento ao seu espaço informacional, abandone seu vício digital, desligue o piloto automático e dome suas emoções”,  

O combate à desinformação não pode ser feito apenas com checagem 

A dependência dos dispositivos e suas interfaces com as mídias também foi destacada por Raphael Kapa, o segundo a palestrar. Para o jornalista, que é doutorando em história, é preciso lembrar que os estudantes passaram por uma longa exposição às mídias em função da pandemia e das restrições sanitárias. “Você tira o celular e eles têm uma relação de adição, parece que você está tirando uma questão existencial, então a gente precisa trabalhar isso aos poucos”, apontou. 

 Kappa é coordenador de Educação na Agência Lupa, uma das pioneiras em checagem de informação no país, e tem se dedicado ao combate à desinformação tanto como jornalista como educador. E é por aliar estes dois campos que Kapa alerta que o combate à desinformação requer um esforço que vai além da checagem, que por mais que ela seja fundamental não pode estar sozinha. Kapa afirma que é necessário um trabalho de longo prazo capaz de causar um impacto geracional. A educação midiática deve ser pensada para cada região do Brasil, aproveitando-se das mídias e suportes disponíveis para cada lugar, criando assim um sistema mais efetivo.  

Todas as áreas do conhecimento sofrem com falta de informação midiática 

Kapa ressaltou que uma das áreas que carece de letramento midiático é a matemática: “você vê como as pessoas são enganadas em percentuais e amostragens, principalmente neste período em que a confiabilidade da vacina é tão importante”, destacou.  Outro exemplo ocorre nas atividades de humanas.: “Com geografia, filosofia e sociologia a relação com a fonte, primária, secundária, todos estes ensinamentos dos professores precisam ser incorporados à educação midiática, para que os educadores possam trabalhar na formação crítica usando diferentes mídias, conforme prevê a Base Nacional Curricular Comum”. O jornalista ainda trouxe dados de uma pesquisa realizada pelo OCDE que aponte que 67% dos jovens de 15 anos não sabiam a diferença de fato e opinião.  

 A próxima oficina do Desafio Nuvem de Educação Midiática será no dia 11 de junho, com especialistas do Brasil e do Estados Unidos. Intitulada, “Colocando em Prática: Ferramentas e Recursos para Trabalhar Letramento Midiático na Educação Básica”, estarão presentes Nina da Hora, pesquisadora do Centro e Sociedade da FGV e Tessa Jolls, Presidente e CEO do Center for Media Literacy.  A mediação será realizada pela doutoranda em Linguística Aplicada pela Unisinos, Daiana Campani.  

O Desafio Nuvem é um programa gratuito de letramento midiático para professores da rede básica de educação do Rio Grande do Sul promovido pela Unisinos com apoio da Embaixada e Consulados dos Estados Unidos no Brasil.  Ao final do desafio, os professores participantes poderão enviar seus projetos para uma banca, 10 trabalhos serão selecionados para serem publicados em um e-book.  

As inscrições devem ser feitas pela plataforma Eventos Unisinos ou pelo link: bit.ly/desafionuvem até dia 11 de junho. Para mais informações, acesse: nuvem.unisinos.br ou envie um e-mail para nuvem@unisinos.br. 

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Feira do Livro é cenário de aprendizado para futuros jornalistas https://mescla.cc/2019/11/14/feira-do-livro-e-cenario-de-aprendizado-para-futuros-jornalistas/ https://mescla.cc/2019/11/14/feira-do-livro-e-cenario-de-aprendizado-para-futuros-jornalistas/#respond Thu, 14 Nov 2019 15:05:43 +0000 http://mescla.cc/?p=12203 Às vezes, o que os estudantes mais querem são oportunidades além das que o espaço acadêmico pode oferecer. Viver isso em uma empresa de comunicação pode ser o que falta para dar uma complementada no currículo. A Record RS abriu esse espaço e selecionou 30 estudantes de Jornalismo de todo o estado para três oficinas: […]

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Às vezes, o que os estudantes mais querem são oportunidades além das que o espaço acadêmico pode oferecer. Viver isso em uma empresa de comunicação pode ser o que falta para dar uma complementada no currículo. A Record RS abriu esse espaço e selecionou 30 estudantes de Jornalismo de todo o estado para três oficinas: rádio, impresso e TV.

Serão seis dias de aprendizagem e trabalho intenso, com plantão no feriado e no sábado, 15 e 16 de novembro, para que os futuros jornalistas já saibam como realmente é a rotina de uma redação,  utilizando a Feira do Livro de Porto Alegre como cenário. A partir das pautas e fontes, os alunos produzirão um material que será veiculado ao Jornal Correio do Povo, na Rádio Guaíba e na programação da Record TV. As oficinas ocorrem uma vez por ano e estão na sua 19º edição.

Primeira impressão

Bem, agora falando como uma das selecionada, fiquei muito feliz com a oportunidade de poder participar de algo tão bacana. Assim como os demais inscritos, tive que enviar uma pauta, um texto e – como queria a oficina de rádio – um boletim gravado. O áudio foi avaliado pela comissão do veículo e também por uma fonoaudióloga, uma seleção bem rigorosa segundo Sinara Félix, editora da Rádio Guaíba.

Estou na equipe de rádio, e já no primeiro dia fomos a campo atrás de pautas e fontes. Gravaremos boletins para a programação da Rádio, além de uma entrada ao vivo. Na quinta-feira haverá um coquetel para a turma da oficina, e na sexta, visitaremos o estúdio de TV. A recepção do Marcos Santuário, editor do Jornal Correio do Povo, da Sinara Félix, e da Viviane Finkielsztejn, editora de texto na Record TV, foi bem acolhedora. Eles também nos passaram calma,  e demonstraram que estavam felizes com essa semana, tanto,quanto nós.  

Jonathan sempre quis ter várias experiências e explorar todas as áreas do Jornalismo
(Foto: Josi Skieresinski)

Um dos meus colegas é o Jonathan Rosa, de 25 anos, do terceiro semestre do Centro Universitário Ritter dos Reis. O estudante foi incentivado pela coordenadora de seu curso para fazer a inscrição,  já que na grade da sua faculdade, a cadeira de Rádio é ofertada apenas uma vez ao longo do curso. “Uma oportunidade de aprofundar mais o conhecimento. E, eu, gosto muito de rádio. É democrático, todo mundo pode escutar rádio. Em qualquer lugar, a qualquer momento. É acessível para as pessoas não alfabetizadas e para os deficientes visuais também”, avalia o estudante.

Eduarda sonha em trabalhar em TV desde que decidiu seguir a profissão
(Foto: Josi Skieresinski)

Já a Maria Eduarda Rocha, de 19 anos, estudante do quarto semestre da PUC, conta que decidiu participar da Oficina de TV porque se identifica muito com essa mídia e sempre participa de atividades extra- curriculares. “Eu sempre busco uma experiência diferente, que vá além do ambiente acadêmico e que possa me agregar mais”, comenta a futura jornalista. 

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Mini oficina de Texto para Web em Porto Alegre https://mescla.cc/2018/11/27/mini-oficina-de-texto-para-web-em-porto-alegre/ https://mescla.cc/2018/11/27/mini-oficina-de-texto-para-web-em-porto-alegre/#respond Tue, 27 Nov 2018 19:44:21 +0000 http://mescla.cc/?p=8903 Como escrever para leitores e buscadores, como o Google, é o tema da Minioficina de Texto para Web, promovida pela Metamorfose Cursos. Serão abordadas as principais práticas de SEO, técnica que tem o objetivo de elevar páginas nos mecanismos de busca.  O evento será ministrado por Carolina Magalhães, jornalista que atuou por 13 anos no Grupo RBS nas áreas de Redação, […]

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Como escrever para leitores e buscadores, como o Google, é o tema da Minioficina de Texto para Web, promovida pela Metamorfose Cursos. Serão abordadas as principais práticas de SEO, técnica que tem o objetivo de elevar páginas nos mecanismos de busca. 

O evento será ministrado por Carolina Magalhães, jornalista que atuou por 13 anos no Grupo RBS nas áreas de Redação, Produto e Publicidade. A aula ocorre no dia 12 de dezembro, quarta-feira, das 13h às 16h, no Espaço Metamorfose (Av. Getúlio Vargas, 1691, sala 301, Porto Alegre). O valor da mini oficina é de R$ 70 e a inscrição deve ser feita no site da escola. 

Confira quais conteúdos serão abordados no encontro: 

  • Como definir a pauta? O timing de escrita para web é diferente?; 
  • Conteúdo além do texto (Imagens, vídeo, Interatividade); 
  • A estrutura do texto para a Web (título, subtítulo, intertítulos, itens, links); 
  • Ferramentas para definir pautas e escolher as melhores palavras-chave: Google SuggestUbber Suggest, Google Keyword Planner, Google TrendsAnalytics; 
  • Métricas para avaliar o sucesso de um conteúdo: tempo de permanência, taxa de rejeição, engajamento. 

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Criatividade e conhecimento ofertados em Oficina de Encadernação https://mescla.cc/2017/11/21/criatividade-e-conhecimento-ofertados-em-oficina-de-encadernacao/ https://mescla.cc/2017/11/21/criatividade-e-conhecimento-ofertados-em-oficina-de-encadernacao/#respond Tue, 21 Nov 2017 18:28:39 +0000 http://mescla.cc/?p=4254 Dia 30 de novembro, quinta-feira, ocorre a oficina de encadernação manual Copta, com a facilitadora Vanessa Fuzina. A atividade, destinada para iniciantes, tem duração de quatro horas, e deve ocorrer das 14h às 18h no Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo, em Porto Alegre. A técnica Copta, desenvolvida pelos egípcios, é um método artesanal de encadernação […]

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Dia 30 de novembro, quinta-feira, ocorre a oficina de encadernação manual Copta, com a facilitadora Vanessa Fuzina. A atividade, destinada para iniciantes, tem duração de quatro horas, e deve ocorrer das 14h às 18h no Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo, em Porto Alegre.

A técnica Copta, desenvolvida pelos egípcios, é um método artesanal de encadernação artística. É produzida por meio de costura trançada, proporcionando resistência e facilidade de manuseio das peças. Além da prática, o encontro também vai apresentar ferramentas básicas para encadernação, formas de utilização de gabarito, dobras e vincos, costuras e miolo de encadernações.  

Interessados em participar podem se inscrever pelo e-mail vanessafuzina@gmail.com ou através do whatsapp (51) 99754-3946. Não há pré-requisitos e todos materiais são fornecidos pela organização. O valor da oficina é de R$ 85, com vagas limitadas, a serem confirmadas via depósito bancário.

Vanessa Fuzina é responsável pela Fuzina Oficina de Encadernações. Atua como facilitadora, sendo pós-graduada em Arte e Educação pela Universidade Luterana do Brasil e  associada junto à Associação Brasileira de Encadernação e Restauro (ABER). Com turmas de encadernação, já facilitou mais de 35 oficinas em Porto Alegre somente neste ano. Também  já trabalhou no Acervo do Arquivo Histórico da Cúria Metropolitana de Porto Alegre e tem trajetória por diversos cursos voltados para a gestão de acervos, educação patrimonial e restauração.

O que: Oficina de Encadernação em Porto Alegre
Quando: 30 de novembro, quinta-feira. Das 14 às 18h.
Onde: Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo (Rua dos Andradas, 1223 – Porto Alegre)
Valor:  R$ 85,00

Informações: https://goo.gl/w9wzeW

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Tecnologias digitais para o ensino de línguas adicionais https://mescla.cc/2017/10/31/tecnologias-digitais-para-o-ensino-de-linguas-adicionais/ https://mescla.cc/2017/10/31/tecnologias-digitais-para-o-ensino-de-linguas-adicionais/#respond Tue, 31 Oct 2017 18:49:23 +0000 http://mescla.cc/?p=3947 Uma oficina de capacitação para o uso e manipulação de diferentes tipos de ferramentas tecnológicas digitais com vistas ao ensino de línguas adicionais, como aplicativos de smartphones, websites, softwares educacionais, plataformas educacionais, entre outras, será ministrada no dia 17 de novembro. O objetivo é desenvolver uma concepção crítica com os alunos sobre o uso de […]

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Uma oficina de capacitação para o uso e manipulação de diferentes tipos de ferramentas tecnológicas digitais com vistas ao ensino de línguas adicionais, como aplicativos de smartphones, websites, softwares educacionais, plataformas educacionais, entre outras, será ministrada no dia 17 de novembro.

O objetivo é desenvolver uma concepção crítica com os alunos sobre o uso de tecnologias digitais dentro e fora do contexto escolar, apresentar tecnologias digitais para o ensino de línguas adicionais. Além de promover um momento prático de reconhecimento, utilização e trabalho com as ferramentas apresentadas a fim de melhor instrumentalizar o profissional no ensino de línguas.

Podem participar da oficina professores, alunos e bolsistas de iniciação científica do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada (PPGLA) e dos cursos de Letras da Unisinos. O curso é gratuito e conta com a emissão de certificado mediante a presença do aluno.

A oportunidade é uma promoção do Núcleo de Estudos Avançado em Linguagem, Interação e Tecnologia – NEALIT, Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada – PPGLA e da Unisinos. O curso acontece na sala E12 109, na sexta-feira, 17 de novembro, das 12h às 13h30 e será ministrado pelo professor Marlon Machado Oliveira Rio.

As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de novembro, aqui no link.

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Egressa Luana Moscardini, do curso de Moda, ensina técnica de tingimento vegetal https://mescla.cc/2017/09/28/egressa-luana-moscardini-do-curso-de-moda-ensina-tecnica-de-tingimento-vegetal/ https://mescla.cc/2017/09/28/egressa-luana-moscardini-do-curso-de-moda-ensina-tecnica-de-tingimento-vegetal/#respond Thu, 28 Sep 2017 21:15:12 +0000 http://mescla.cc/?p=3229 A disciplina de Tecnologia Têxtil II, do curso de Moda da Unisinos Porto Alegre, ministrada pela professora Paula Cristina Visona, é repleta de atividades práticas que estimulam o aluno a colocar a mão na massa e exercitar o que foi aprendido em sala de aula. No dia 13 de setembro, a egressa do curso de […]

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A disciplina de Tecnologia Têxtil II, do curso de Moda da Unisinos Porto Alegre, ministrada pela professora Paula Cristina Visona, é repleta de atividades práticas que estimulam o aluno a colocar a mão na massa e exercitar o que foi aprendido em sala de aula. No dia 13 de setembro, a egressa do curso de Moda, Luana Moscardini, participou da aula ensinando os estudantes a técnica de tingimento vegetal, prática aprendida durante a faculdade e desenvolvida em seu TCC.

O trabalho de conclusão de Luana, orientada por Paula, tinha como tema principal o minimalismo e o consumo consciente, como eles poderiam se relacionar. A egressa fez um estudo sobre a sociedade de consumo, da fase consumista até os dias de hoje, na qual mesmo que devagar, as pessoas têm procurado saber sobre a origem das coisas compradas.

Um assunto bastante abordado em seu trabalho foram as diversas formas de exploração que existem no ramo da Moda, tanto ambiental quanto humana. “A ideia foi apresentar algum tipo de solução para isso. Como resultado criei uma marca de slow fashion minimalista, que usa tingimento vegetal”, explicou Luana.

De acordo com Luana, ela escolheu essa técnica por ser uma forma de tingimento não poluente e mais saudável pois não leva nada de componentes químicos. “Além de ser mais sustentável, escolhi o tingimento vegetal por trazer uma identidade para peça, pois nenhuma peça fica igual a outra, o que eu acho incrível”, contou a egressa.

A professora Paula conta que, para realizarem a aula, os estudantes tiveram que utilizar os laboratórios e as panelas do curso de Gastronomia. “Para poder soltar a tinta da casca da cebola e do hibisco (materiais utilizados no processo), temos que ferver os produtos em um recipiente”, contou. De acordo com Paula, após a fervura, os alunos tiveram que colocar o tecido na panela e ferver junto com a tinta, para poder fazer o tingimento propriamente dito. Cada estudante trouxe uma peça para ser utilizada na experiência.

(Reprodução: Facebook Paula Cristina Visona)

De acordo com Paula, a ideia de levar Luana para a sala de aula é de mostrar a técnica pros outros alunos, no sentido deles poderem utilizar logo o que foi aprendido na faculdade. “Além disso, quis mostrar a eles esse tipo de iniciativa e mostrar que o TCC é um espaço de experimentação”, declarou a professora. “Por outro lado, a ideia de levar  Luana era também para valorizar o que ela fez no trabalho de conclusão, que foi muito bom. E para animar os alunos e mostrar que estamos ali mais para ser um mediador e articulador de conhecimentos, e que eles vão poder experimentar as coisas, e tudo bem se não der certo”, completou.

Segundo Luana, essa foi sua primeira experiência de ensinar essa técnica para alguém. “Foi muito legal! Minha preocupação era deixar o assunto interessante, e não deixar que eles sentissem que foi um desperdício. É um tema que eu gosto muito, então poder passar adiante foi bem enriquecedor, despertar a curiosidade deles sobre o assunto foi muito legal e os feedbacks foram bem incríveis”, declarou.

(Reprodução: Facebook Paula Cristina Visona)

 

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Oficina de Escrita Criativa ensina poesias e sensibilidade https://mescla.cc/2017/08/07/oficina-de-escrita-criativa-ensina-poesias-e-sensibilidade/ https://mescla.cc/2017/08/07/oficina-de-escrita-criativa-ensina-poesias-e-sensibilidade/#respond Mon, 07 Aug 2017 20:27:07 +0000 http://mescla.cc/?p=2595 Na última quinta-feira (3) ocorreu na Unisinos Porto Alegre a “Oficina de Escrita Criativa”, ministrada pela professora Patrícia Balestrin e pela psicóloga Renata Lisbôa. No evento, que fez parte da Semana Pedagógica, os professores escreveram poesias inspiradas em vídeos e em frases que estavam espalhadas pelas paredes das salas. As ministrantes propuseram aos professores que […]

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Na última quinta-feira (3) ocorreu na Unisinos Porto Alegre a “Oficina de Escrita Criativa”, ministrada pela professora Patrícia Balestrin e pela psicóloga Renata Lisbôa. No evento, que fez parte da Semana Pedagógica, os professores escreveram poesias inspiradas em vídeos e em frases que estavam espalhadas pelas paredes das salas.

As ministrantes propuseram aos professores que escrevessem uma poesia e compartilhassem a mesma com os colegas. Para isso, os professores deveriam se inspirar em suas experiências e em frases escritas nas paredes e nos vídeos mostrados. “Trouxe os vídeos do poeta Manoel Barros como dispositivo e gatilhos para poder inspirar os professores a entrar em contato com esse aspecto da emoção que faz brotar a escrita criativa”, declarou a psicóloga.

Foto: Francine Marin

Segundo Renata, ela e a Patrícia pensaram em propor para os professores essa atividade para que ela pudesse ter um caráter lúdico e espontâneo, porque é a partir da espontaneidade e da ludicidade que a escrita autoral e criativa pode então aparecer e se manifestar.

Ao começar a ler seu texto, um professor falou que sua poesia era extremamente pessoal e que ele a compartilharia com os colegas justamente para mostrar que não tem problema em ser tão aberto. Ele se inspirou em todas as frases que estavam escritas na sala mas principalmente na frase: “coisas raras que caem do céu”. “Estar aqui, lembrar de ti. Pensar porque que tu não lembras de mim? Não nesse momento, não dessa maneira. Tem um pedaço de vidro (celular) aqui na minha frente que pode tirar essa dúvida em um instante. Melhor não. Mas bem que eu queria. Ascendente em aquário. Porque não?”.

Foto: Francine Marin

De acordo com Renata, uma das tarefas do professor é levar encantamento e contagiar os alunos. “A gente pensa que através dessa possibilidade – de escrever e entrar em contato com a imaginação – possa inspirar o professor na sua prática docente e também a transmitir aos alunos toda essa potência pro semestre que começa. As aulas podem ser inventivas e despertar esse interesse maior no estudante”, explicou.

Foto: Francine Marin

O coordenador do curso Jornalismo de São Leopoldo, Edelberto Behs, também se inspirou na frase “coisas que caem do céu” para fazer o seu poema. “Olha, que pergunta é essa? Posso observar a chuva, o raio, o relâmpago, a neve. A natureza nos responde. Mas como vamos corresponder ao universo no que se espera que seja natural. Por que não cai a grama, a árvore, o boi, a cerca, o elefante, a ponte, a superfície para o céu? Mas isso seria transfigurar o mundo, transver o mundo, mas talvez seja uma boa opção. Nesses tempos de poucos fatos (…)”.

Ao colocar os pés nas salas, todos acabavam sentindo as boas vibrações que a oficina transmitia. “Clarice Lispector falava de epifania em suas obras e foi o que vocês me proporcionaram agora”, declarou Renata emocionada ao ler uma poesia e após escutar as escritas dos professores.

Foto: Francine Marin

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Palhaçaria: um encontro com o seu melhor humor https://mescla.cc/2017/03/16/palhacaria-um-encontro-com-o-seu-melhor-humor/ https://mescla.cc/2017/03/16/palhacaria-um-encontro-com-o-seu-melhor-humor/#respond Thu, 16 Mar 2017 19:24:04 +0000 http://mescla.cc/?p=301 Incompreendido por muitos, o palhaço é quase como um “eu” interior. Algo que se desperta e transparece às pessoas ao redor. É assim que a oficina ZIP: Zona de Investigação de Palhaçaria, promovida pela Trupe Zona de Teatro, busca apresentar a palhaçaria aos alunos recém chegados. A atividade, ministrada pelos palhaços Melissa Dornelles e Fábio […]

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Incompreendido por muitos, o palhaço é quase como um “eu” interior. Algo que se desperta e transparece às pessoas ao redor. É assim que a oficina ZIP: Zona de Investigação de Palhaçaria, promovida pela Trupe Zona de Teatro, busca apresentar a palhaçaria aos alunos recém chegados. A atividade, ministrada pelos palhaços Melissa Dornelles e Fábio Castilhos, força os participantes a serem “ridículos” – essencial para a arte clownesca – naturalmente.

Inicialmente, os alunos se apresentaram. Muitos deles eram estreantes nas artes cênicas e outros, apesar de estudarem teatro, estavam pela primeira vez numa aula sobre palhaçaria. Participantes de todas as idades e até uma mãe que levou a filha para partilharem do momento juntas. Então, Melissa contou um pouco sobre as origens dos palhaços. “O mais conhecido é o bobo da corte. O que fala as verdades para o rei, mas sempre se policiando para não acabar perdendo a própria vida. Afinal, se tirar muito o rei, vai pra forca”, relembrou.

Segundo ela, o nariz é como um portal que a leva a ser uma outra persona: a palhaça. “Ele traz outro estado, que não é do nosso cotidiano”, completa. Depois de todos se apresentarem e contarem suas perspectivas sobre a palhaçaria, iniciou uma meditação em grupo. Com uma música ao fundo, eles buscaram “sentir” – palavra de Melissa – o palhaço que tem dentro de si. Depois, com uma coreografia, todos seguiram em sintonia, apenas sentindo a música, quase como um mantra.

Após o exercício de concentração, eles fizeram uma atividade de interação entre si. Caminhavam rápido e interagiam. Uns com caretas, outros dando tapas na bunda de outros, mas o fato é que deveriam interagir de alguma forma inesperada. “Sente o teu corpo. A liberdade. Ele é teu guia. Teu mestre”, bradava Melissa para os alunos.

Divididos em duplas, com os narizes de palhaço já colocados, os alunos tinham de interagir contando de um a cinco para o outro. Entretanto, aos poucos, os números foram sendo trocados por ações definidas em conjunto com a turma. Aí, passou a se notar uma diferença entre eles: o ridículo do palhaço começou a transparecer naturalmente. Ao final da atividade, as duplas se apresentaram para o resto do grupo, cada um com seu trejeito.

Já com a performance da palhaçaria tomando conta, os alunos trocaram de duplas e a atividade mudou. Um virava as costas e o outro deveria fazer algo para que essa pessoa risse, sem que ela visse de frente. Ao rir, o aluno deveria virar e fazer o outro rir, também de costas. Ali, surgiram tentativas criativas de surpreender o colega, o que gerou muitas risadas entre todos os participantes.

Estudante de Teatro e Cinema no Galpão das Artes, Joana Caspar, 19 anos, era estreante em oficinas de palhaçaria e conta que sempre teve um “q” para a área. “Sempre fui bastante palhaça. Não tive dificuldade em colocar isso para fora. Gostei muito. As primeiras atividades te dão uma leveza e logo de cara tinha que fazer todo o público rir, né?”, lembra. Entretanto, ela conta que também se sentiu um pouco desconfortável. “Tu sente aquele desespero das pessoas não rirem de ti e buscar um outro caminho. Descobrir o teu palhaço é bastante difícil”.

“Com uma oficina só, não tem como eu saber de tudo. Mas pelo que eu percebi no final, o palhaço mais sério, que se acha mais, é o que mais tem a ver comigo”, tenta decifrar Joana, apesar de dizer que este lado, mesmo fazendo com que ela se sinta bem como palhaça, não é habitual dela.

Como se forma o palhaço?

Segundo um dos ministrantes da oficina, Fábio Castilhos, a ideia do palhaço é encontrar o teu lado ridículo. “Dizem que o nariz de palhaço é a menor máscara do mundo. Ela revela o teu lado ridículo. É uma visão tua sobre isso”, explana.

Fábio conta que a atividade foi conduzida para que eles chegassem a esse ponto de extrapolar e se exporem ao ridículo. “O palhaço é um estado. Tem a ver com a condução da oficina. Ao repetirem os números e errarem entre si, o exagero e a inadequação começam a aparecer”, esclarece.

Para ele, o palhaço funciona como uma linguagem. E compartilhar esse estado causa o efeito de humor nas pessoas. “Um palhaço bom está aqui jogando seus sentimentos e sua percepção ao público. Trazendo uma leveza. Ele é a própria graça”, acredita o artista. Castilhos também comenta que não há diferença entre o palhaço de circo do teatro ou do hospital. Eles têm apenas abordagens diferentes para com o público. “Um palhaço de circo é mais chamativo, pois tem que atrair o olhar da grande plateia e o de hospital, por exemplo, precisa ser mais sensível”, define.

“Trabalhamos muito com educação. É um braço que parte da nossa alma de artista. A formação de palhaços é reciclar o conhecimento e experimentar visões. A gente cresce junto”, explica Castilhos.

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