wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Representatividade do negro na mídia é tema de evento appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Airan Albino, jornalista e um dos fundadores do grupo MilTons. Ele discutirá as masculinidades negras.
Iarema Soares, jornalista integrante do coletivo Nonada Travessia, da Rede de Ciberativistas Negras do RS. Ela é também voluntária do AfroPython.
Ketlyn Couto, relações públicas. Em seu trabalho de conclusão de curso, tratou sobre a construção identitária de negros a partir das representações das religiões afro-rio-grandenses na mídia.
O Big Talks tem entrada gratuita e ocorrerá em novembro, dia 28, das 19h às 22h, na Bighouseweb (Rua da República, 433, Porto Alegre). As inscrições devem ser feitas pelo e-mail philipe.bhw@gmail.com.
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]]>The post Workshop sobre Comunicação Integrada em Porto Alegre appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Entre os assuntos que serão abordados, estão a importância da presença das empresas nos diversos canais (como redes sociais, mídias impressas e atendimento ao cliente), o planejamento de comunicação, os pontos de contato com consumidores e os desafios da estratégia Omnichannel.
As professoras são Daniela Pedroso, Mestre em Comunicação e Executiva de Marketing, e Mariana Klein, Mestre em Administração e Gestora de Mídias Sociais. O workshop vai acontecer no dia 13 de novembro, a partir das 18h30, no Coletivo Workspace (R. Jaime Telles, 62 – Porto Alegre). A atividade terá três horas de duração e será fornecido certificado. O valor é de R$ 150 e há desconto de 15% para estudantes. As inscrições podem ser feitas pelo site da Petit Mídias Sociais.
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]]>The post Seminário discute coberturas midiáticas em casos de violência no Brasil appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Na ocasião, casos de violência que tiveram grande repercussão na televisão, em jornais impressos, rádio e internet devem ser debatidos, questionando o papel e a influência da mídia no Brasil. A jornalista Letícia Fagundes abordará o caso do linchamento de uma mulher inocente, que foi erroneamente acusada de bruxaria e homicídio de crianças em sites de redes sociais. O advogado Diego Silveira deve trazer apontamentos jurídicos a respeito do caso Isabella Nardoni e goleiro Bruno.
O seminário ocorre no dia 7 de dezembro, das 19h às 22h, na Associação de Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris). Interessados podem se inscrever através do e-mail brasileirosempauta@gmail.com.
O que: Seminário “Mídia Julgadora: Em quais mãos está o poder?”
Quando: 07 de dezembro, das 19h às 22h
Local: Ajuris – Associação de Juízes do Rio Grande do Sul (R. Celeste Gobbato, 81, Porto Alegre)
Inscrições: brasileirosempauta@gmail.com
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]]>The post Seminário de Jornalismo Criminal no Brasil aborda a situação de mulheres grávidas e prisão appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A motivação para preparar o Seminário surgiu por meio da percepção de Letícia Fagundes, egressa do curso de Jornalismo da Unisinos. A profissional defende que interatividade e o contato humano na profissão ainda são essenciais e, por isso, a discussão não pode permanecer apenas nas esferas virtuais.
A jornalista também defende que é necessário pautar os discursos das minorias, que não têm voz ou acesso às redes sociais, mas quais arbitrariedades de direitos humanos repercutem com facilidade. “O discurso que aborda a menina branca, do colégio particular, que quer ir pra escola de saia. Mas esquece da mulher que deu à luz à um bebê, sozinha, numa cela”, argumenta Letícia.
O evento em questão é o primeiro dos sete Seminários de Jornalismo Criminal que devem ocorrer até o final do ano. A intenção é motivar os profissionais para repensarem possibilidades de pautas, buscando informar sobre índices de desigualdade no país. “Descordo que o público goste de ver sensacionalismo”, declara Letícia. “Ocorre que é mais econômico mandar um jornalista cobrir um tiroteio na esquida da emissora do que mandar uma equipe inteira cobrir como a religião anda dando problema pros índios na Amazônia”, completa.
Além de Letícia, que participa do evento como jornalista, o Seminário conta com a palestra de outros dois profissionais: Dani Rudnicki, advogado e coordenador adjunto do Curso de Mestrado em Diretos Humanos da UniRitter e Janaíta Hartmann, professora da rede pública e ativista feminista do Levante Popular. Eles devem abordar feminismo e direitos humanos de mulheres presas, que enfrentam uma realidade violenta que não é representada nos espaços midiáticos.
A discussão é complexa, como reforça Dani. “A mulher tem o direito de ficar com o filho, mas a criança tem direito à um ambiente saudável. E então, o que é melhor? E para quem? “ questiona o professor. Na palestra do Seminário, ele deve levantar questões que geram legais em toda comunidade acadêmica, como a paternidade, o ambiente de convívio participação de agentes penitenciários na educação das crianças .
Para Janaíta, é necessário pensar quem são os cidadãos que ocupam os presídios brasileiros. “É o povo pobre, da periferia, que tem os Direitos Humanos não atendidos”, afirma a professora. Dentro desse recorte, o feminismo vem pautado com relação às interações nas redes sociais. “Falar de feminismo tá em alta. Tem debate sobre usar a roupa que quiser, sobre ser respeitada na rua. É muito importante pois abarca todas as mulheres. Porém, como podemos discutir a situação de mulheres que sofrem variadas perdas de direito?”, argumenta a ativista em relação às presidiárias.
A expectativa é que o evento funcione também como um espaço de ampliação de debate e percepção dos profissionais da comunicação. “O jornalista e estudante que se inscrever vai ter que pensar em suas próximas pautas em saber fazer do limão uma limonada”, afirma Letícia. O Seminário Jornalismo Criminal no Brasil oferece certificado de participação. Para participar, é necessário inscrição prévia através do email brasileirosempauta@gmail.com. O valor de contribuição é de R$ 10,00 para estudantes e R$ 20,00 para profissionais.

Serviço:
O que: Seminário Jornalismo Criminal no Brasil – Mulheres grávidas e prisão – Qual o papel da Mídia, do feminismo e Direitos Humanos?
Quando: 24/10 às 19h
Onde: Faculdade EST – Rua Amadeo Rossi, 467 – São Leopoldo
Investimento: R$ 10,00 (estudantes) e R$ 20,00 (profissionais)
Inscrições: brasileirosempauta@gmail.com
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]]>The post Aula Magna Crime, mídia e moral: este é um país de torcedores? appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O tema da palestra de Streck é “Crime, mídia e moral: este é um país de torcedores?
A atividade ocorre no Laboratório de Pesquisa Avançada em Comunicação e Informação (Labtics), localizado onde ficava o Auditório Érico Veríssimo, no prédio D1, no campus da Unisinos em São Leopoldo. O início será às 14h. A entrada é gratuita e aberta a todos alunos da Universidade.
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]]>The post Jornalista Deysi Cioccari comanda debate na Unisinos appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>No dia 8 de maio (segunda-feira), às 19h30min, a jornalista e apresentadora Deysi Cioccari virá à Unisinos para realizar um debate sobre sua trajetória profissional com foco em política, imagem e fotografia. Doutora em Ciências Sociais pela PUC/SP e mestre em Comunicação pela Casper Líbero, em São Paulo, ela já trabalhou nas campanhas eleitorais para o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, em 2006, na Prefeitura de Porto Alegre, em 2008 e Presidência da República, em 2010, como coordenadora de mídias sociais.
Membro da Academia de Letras dos Municípios do Rio Grande do Sul, é pesquisadora do grupo Comunicação e Política na Sociedade do Espetáculo e do Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política. Além disso, a jornalista escreveu três livros, o Rio Grande de outrora: hábitos, costumes e valores, Mídia e Política e Comunicação Entretenimento e Imagem.
A professora Maria Clara Aquino Bittencourt está organizando o evento e os interessados podem entrar em contato através do e-mail jaquino@unisinos.br
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]]>The post Um jornalismo mais humano e independente appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>“O Jornalismo comunitário tenta capturar o dia-a-dia de uma comunidade, narrar as histórias das pessoas, os modos de dar sentido a suas existências”, define Sonia Montaño, professora de Jornalismo da Unisinos e responsável pelas aulas de Jornalismo Cidadão. Segundo a professora, que semestralmente produz o Enfoque Vicentina, jornal que relata experiências do bairro leopoldense, o jornalismo comunitário oportuniza aos moradores serem protagonistas e se sentirem incluídos na sociedade

“O jornalismo comunitário se preocupa com o direito à comunicação. Esse direito produz um empoderamento na comunidade que contribui para que os moradores se tornem protagonistas de suas lutas. Contar suas histórias, sonhos, metas alcançadas, a vida que construíram, na maioria das vezes de forma muito solidária e com todas as contradições que qualquer existência e comunidade tem, é algo que produz efeitos que, na experiência, sempre me surpreenderam”, relata.
Foi pensando em atender a comunidade que, em 2011, o jornalista Márcio Figueira, em parceria com o amigo Jeferson Camisolão, decidiu criar a TV Restinga, canal que pudesse mostrar aspectos positivos bairro porto-alegrense, popularmente conhecido pela violência e criminalidade. “Estamos acostumados a ver apenas o lado negativo da Restinga, o que é apenas uma parte da realidade do bairro. Nosso canal permite que os moradores conheçam o bairro sob uma outra ótica: mostrando projetos e fatos positivos que ocorrem aqui. Somos uma associação comunitária educativa, e não trabalhamos com nenhum aspecto comercial”, explica Márcio.

Atualmente, a TV Restinga conta com um canal no Youtube, site de notícias e página no Facebook, onde relatam e informam sobre os acontecimentos do bairro. Segundo Márcio, a maioria das pautas são passadas pelos próprios moradores, que participam ativamente da apuração das notícias. “Oitenta porcento das pautas vêm dos moradores. Seja por meio de mensagem, ligação ou e-mail, eles sempre nos notificam quando algo está acontecendo, e então vemos como podemos ajudar”, comenta. De acordo com Márcio, a TV Restinga participa de ações que visam o desenvolvimento do bairro. “Contamos com pessoas voluntárias, que também aderem à luta pela democratização da comunicação, e nos preocupamos em noticiar assuntos que envolvem segurança, saúde, transporte e moradia”, relata.
Fundada em 2001, a rádio comunitária A Voz do Morro se preocupa em transformar a realidade da região de Morro Santana, Zona Leste de Porto Alegre. Segundo um dos membros do coletivo, o estudante de jornalismo Filipe Rossau, o grupo trabalha de forma conjunta no processo jornalístico. “A rádio não lida com a ideia de coordenadores e coordenados, todos participam do processo. De forma prática: são organizadas reuniões mensais entre os membros do coletivo para definir agenda, fazer avaliação e críticas e encontrar formas de resolver os problemas encontrados, com cada membro assumindo as tarefas que julga conseguir cumprir, sem deixar de apoiar os demais”, explica.
A programação conta com debates e convidados especiais, que falam sobre temas como educação, representatividade, questões de gênero, além de entrevistas sobre assuntos culturais e coberturas de eventos da comunidade. “A programação também é construída de forma coletiva, com cada um dos programas organizado e levado ao ar por grupos definidos desde a retomada das atividades da rádio, em 2016. A ideia é que ninguém esteja sozinho na execução dos programas, mas que haja um compromisso do grupo pelo andamento da rádio”, aponta Filipe.
Questões financeiras e de estrutura são as maiores dificuldades
Por ser um canal independente, Márcio destaca que a maior dificuldade é a questão financeira. O trabalho é realizado na residência do jornalista, que conta com equipamentos pessoais e doados. “O maior desafio é trabalhar com a sustentabilidade, sendo que o investimento que deve ser feito com equipamentos é muito alto. Sem dúvidas, o lado financeiro e a falta de patrocínios são nossas maiores dificuldades para manter o canal, mas a luta continua”, aponta.
“Falta uma estrutura melhor pelo fato de não haver apoio financeiro externo, mas apenas cooperação entre os membros que participam do coletivo. Ou seja, só há entrada de dinheiro por meio de ‘vaquinhas’, financiamentos coletivos e ações como venda de comidas e bebidas em eventos realizados pela rádio”, pontua Filipe.
Márcio ressalta que, apesar das dificuldades, o reconhecimento do trabalho é gratificante. “A TV Restinga é acessada por 180 países e nosso esforço para mostrar a realidade do bairro vem sendo compensada pelo bom recebimento das pessoas e estímulo dos moradores. Com certeza tudo isso já é uma vitória”, comemora.
Para Filipe, o trabalho realizado pelos veículos que não pertencem aos grandes grupos de mídia são importantes e devem ser mais valorizados. “Todas as rádios comunitárias que se comprometem a ter uma construção coletiva, horizontal e com autonomia e abertura de participação para as pessoas que compõem as comunidades que vivem nas áreas das rádios precisam ser definidas como ferramentas de empoderamento para essas comunidades. Em um cenário de controle dos principais canais de comunicação por grandes grupos, em que as emissoras e publicações de maior alcance e prestígio têm os valores de um jornalismo ético atravessado pelos interesses dos acionistas e anunciantes, o jornalismo de base comunitária precisa ser visto como possibilidade de subversão dessa ordem”, enfatiza.
Sonia acredita que a luta para a valorização do jornalismo comunitário ainda precisa ser estimulada. “Esse tipo de jornalismo exige uma ampla experiência de democracia, de decisão em conjunto e de muita escuta, algo muito difícil de construir. Ainda assim, podemos dizer que qualquer iniciativa de jornalismo comunitário é válida e dignifica a comunidade”, pondera.
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