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Arquivos mestrado - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/mestrado/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Tue, 20 Apr 2021 19:34:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Egressos de RP da Unisinos conquistam espaços além da fronteira https://mescla.cc/2021/04/20/egressos-de-rp-da-unisinos-conquistam-espacos-alem-da-fronteira/ https://mescla.cc/2021/04/20/egressos-de-rp-da-unisinos-conquistam-espacos-alem-da-fronteira/#respond Tue, 20 Apr 2021 19:34:41 +0000 http://mescla.cc/?p=14894 Já está disponível no YouTube a primeira temporada da série Egressos Pelo Mundo, projeto do curso de Relações Públicas da Unisinos. Dividido em cinco episódios, ex-alunos contam as suas experiências profissionais e acadêmicas realizadas em outros países. Nos vídeos, Liliane Costa, Franciele Santos, Bruna Kievel, Samanta Souza, Bruna Rosa e Raul Engel falam sobre a […]

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Já está disponível no YouTube a primeira temporada da série Egressos Pelo Mundo, projeto do curso de Relações Públicas da Unisinos. Dividido em cinco episódios, ex-alunos contam as suas experiências profissionais e acadêmicas realizadas em outros países.


Nos vídeos, Liliane Costa, Franciele Santos, Bruna Kievel, Samanta Souza, Bruna Rosa e Raul Engel falam sobre a opção em dar continuidade aos estudos fora do Brasil e colocar em prática projetos ligados à profissão de relações-públicas e também sonhos pessoais.


Inspiração


A relações-públicas Cristiane Herold, da Agexcom, conta que o Núcleo de RP estava trabalhando na ideação de uma websérie em 2019. Por conta da pandemia, a proposta acabou arquivada. No final do ano passado, uma nova ideia surgiu: “Em outubro, recebemos uma mensagem de um egresso que mora em Portugal. Ele trabalha com poesia e música. A equipe dele fez um clipe para o lançamento do projeto nas redes sociais”, recorda Cristiane. “Nós também fizemos uma publicação com a hashtag ‘egressos pelo mundo’. Foi quando veio a inspiração. Começamos a pensar em valorizar o trabalho de ex-alunos com outro olhar, sem uma relação direta com a pandemia ou o home office.”


A proposta era mostrar que um relações-públicas pode ter – ou até criar – oportunidades também fora do Brasil. Para viabilizar a ideia, os vídeos necessariamente precisariam ser gravados pelos próprios egressos. Com ajuda de celulares e webcams, os protagonistas superaram o desafio com facilidade. O projeto da websérie foi aprovado pela coordenação do curso de RP, dando o start para a produção. Egressos Pelo Mundo é o primeiro trabalho audiovisual pensado, planejado e totalmente executado pelo Núcleo de RP da agência.


Episódios


Os cinco episódios podem ser assistidos em um único vídeo aqui. A seguir, os destaques de cada episódio:


Liliane Costa se formou em 2015 e, desde 2017, mora em Portugal, onde cursa o mestrado. Ela sinaliza aos estudantes que pensam em sair do país que, apesar de parecer muito burocrático no início, a experiência é enriquecedora e vale a pena.


Desde 2011 também em terras portuguesas, Franciele Santos faz mestrado em Empreendimento e Inovação Social. “Foi um empurrãozinho dos colegas de Relações Públicas”, revela no depoimento. Para ela, o mestrado e a experiência cultural agregam na vida profissional e pessoal.


Além do mestrado, Bruna Kievel trabalha na gestão de projetos de uma associação cultural. As suas atividades, comenta ela, vão além, inclusive, da comunicação. 


Saindo da Europa, aqui perto, em Santiago, no Chile, reside desde 2018 a Samanta Souza. Apesar de ainda não estar trabalhando na área, ela encontrou no país vizinho as oportunidades que precisava e, hoje, tem o seu próprio negócio. Ela lembra os estudantes que pensam em morar no exterior que é necessário ter o domínio de línguas estrangeiras, como inglês e espanhol.


Diretamente de Adelaide, na Austrália, Raul Engel conta sobre os diversos projetos em que atua. Desde 2014 no país, um dos seus trabalhos pessoais é o Investindo na Gringa, que justamente tem o propósito de ajudar brasileiros que moram fora e precisam aprender a cuidar das finanças.


Nova temporada confirmada


Cristiane adianta ao Mescla que a segunda temporada já está em estudo. “A repercussão da websérie foi ótima, então o curso de RP da Unisinos já nos solicitou a viabilidade de uma continuação”, revela. Segundo ela, ainda não há muitos detalhes para divulgar agora sobre a próxima temporada. “Sabemos, por enquanto, que ela deve ir ao ar ainda esse ano, possivelmente no segundo semestre”, avisa. Cris explica que devido à covid, alguns dos alunos que participarão da próxima temporada da websérie estão esperando o cenário atual da pandemia melhorar para poder dar o próximo passo: viajar para fora do Brasil e, assim, se dedicar aos seus projetos.

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Como fazer e falar sobre pesquisa em comunicação https://mescla.cc/2020/07/21/como-fazer-e-falar-sobre-pesquisa-em-comunicacao/ https://mescla.cc/2020/07/21/como-fazer-e-falar-sobre-pesquisa-em-comunicacao/#respond Tue, 21 Jul 2020 19:18:15 +0000 http://mescla.cc/?p=13577 Durante a graduação, os alunos sempre enfrentam disciplinas teóricas com diversos artigos acadêmicos. À primeira vista, lê-los pode ser um desafio. Pensando nessas dificuldades, os alunos do mestrado do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Unisinos realizaram, no último semestre, um projeto de divulgação da ciência. O Teorizadah começou como um podcast em Teorias […]

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Durante a graduação, os alunos sempre enfrentam disciplinas teóricas com diversos artigos acadêmicos. À primeira vista, lê-los pode ser um desafio. Pensando nessas dificuldades, os alunos do mestrado do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Unisinos realizaram, no último semestre, um projeto de divulgação da ciência. O Teorizadah começou como um podcast em Teorias da Comunicação do professor Rafael Grohmann – uma disciplina obrigatória para quem entra no mestrado. Depois, a professora Adriana Amaral também se juntou ao projeto com Estudos em Comunicação e Cultura Digital. Os alunos, então, realizaram um podcast com egressos das linhas de pesquisa, uma entrevista, disponibilizada no Medium, com um pesquisador internacional, também da linha, e vídeos falando sobre algumas teorias da comunicação voltadas para o digital.


Anderson Guerreiro e Leonardo Francisco, ambos da linha Linguagens e Práticas Jornalísticas do PPGCOM, produziram juntos um dos episódios do Teorizadah. O convidado foi o professor, e egresso do PPGCOM, Felipe Viero Kolinski Machado. O episódio foi gravado remotamente através do Discord e teve que ser dividido em duas partes, já que ficou extenso. Os temas são relacionados às linhas de pesquisa dos alunos e a ideia era trazer uma proposta mais acessível para quem não está no meio acadêmico. Para Leonardo, o principal desafio foram as três horas de conversa com o convidado. “Mas é muito divertido também, o que é muito importante para quem quer ingressar na pesquisa, porque o Felipe falou muito sobre a trajetória dele, então tu fica muito mais consciente em relação aos processos de ingresso na academia”, explica o mestrando.


Outro ponto positivo, para o mestrando, foram as entrevistas com os professores do PPGCOM. “Eu descobri que a professora Ana Paula é vegetariana, eu não sabia disso e ela foi minha orientadora do TCC. É muito legal trazer essa proposta, porque atrás de toda pesquisa tem um ser humano também”, comenta. As entrevistas com os pesquisadores internacionais foram as mais difíceis para os estudantes, já que alguns não deram retorno aos mestrandos. Sem falar nos problemas de tradução. Ainda assim, todos conseguiram entregar pelo menos um texto. 


Leonardo explica ainda que existe um pressuposto de que o campo acadêmico não é acessível. Então, durante as disciplinas, além de aprender as teorias, os alunos foram desafiados a tornar aquele conhecimento compreensível. “É essencial pra gente, como mestrandos, ter esse exercício de divulgação, de tornar a ciência acessível, para conseguir levar ela para outros campos”, completa. Ele ainda relata que, mesmo tendo a disciplina de estágio docência, eles não aprendem a ser professor, mas ser implica trazer clareza para o que se quer dizer. Dessa forma, a realização do projeto, segundo Leonardo, foi um ótimo exercício. 


O Teorizadah pretende continuar sendo utilizado como uma ferramenta de divulgação da ciência e os episódios do podcast já estão disponíveis no Spotify.

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Pesquisadora lança crowdfunding para publicar HQ https://mescla.cc/2019/09/25/pesquisadora-lanca-crowdfunding-para-publicar-hq/ https://mescla.cc/2019/09/25/pesquisadora-lanca-crowdfunding-para-publicar-hq/#respond Wed, 25 Sep 2019 20:19:22 +0000 http://mescla.cc/?p=11489 As histórias em quadrinhos comportam muitas temáticas, das aventuras de super-heróis para crianças a histórias sociais e até com tom jornalísticos, passando pelo clássicos da literatura. O que ainda é raro é ver uma HQ retratar percursos acadêmicos. A doutoranda Larissa Becko decidiu levar sua trajetória na universidade para o universo dos quadrinhos. De tão inusitado, […]

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As histórias em quadrinhos comportam muitas temáticas, das aventuras de super-heróis para crianças a histórias sociais e até com tom jornalísticos, passando pelo clássicos da literatura. O que ainda é raro é ver uma HQ retratar percursos acadêmicos. A doutoranda Larissa Becko decidiu levar sua trajetória na universidade para o universo dos quadrinhos. De tão inusitado, o fato ganhou destaque na imprensa local. O jornal Zero Hora dedicou um bom espaço no suplemento Segundo Caderno para contar essa história.

“As pessoas tendem a pensar que a pesquisa é um processo linear, mas não é assim. Quando a gente escreve o texto final, tenta criar uma linha narrativa para que o leitor consiga entender como foram nossos processos empíricos, mas muitas coisas que eu achei legal viver como pesquisadora eu não consegui encaixar no trabalho. Então, decidi mostrar por meio de uma história em quadrinhos como uma pesquisa se desenvolve”, explica Larissa.

Ela concluiu o mestrado em março deste ano no Programa de Pós-graduação em Comunicação da Unisinos. Larissa desenvolveu uma pesquisa sobre fãs de super-heróis. Agora, ela é doutoranda na mesma linha de pesquisa, mas seu interesse é entender os fãs da cultura nerd como um todo. A HQ que desenvolve, “Caçadora de fãs: uma aventura acadêmica”, é um projeto que corre em paralelo ao doutorado.

Financiamento coletivo sendo feito

Em “Caçadora de fãs: uma aventura acadêmica”, Larissa se coloca como a personagem principal e mostra todos os altos e baixos da vida de pesquisadora. A ideia dessa HQ é ser divertida e acessível ao público em geral para que todos possam entender os processos por trás de uma pesquisa acadêmica.

Larissa não está sozinha nesse projeto. Ela conta com a parceria do roteirista Fabio Mesmo e do ilustrador Thiago Krening. Para viabilizar esse trabalho, a acadêmica está buscando apoio via crowdfunding, pela plataforma Catarse, com o objetivo de arrecadar R$ 10 mil até o dia 30 de setembro. Os valores doados para financiar o projeto podem ir de R$ 10 até R$ 120.

A pesquisadora conta que a divulgação do projeto feita pela Zero Hora contribuiu para a arrecadação de fundos. “Antes da publicação, estávamos em 40% da meta estabelecida no Catarse. Agora, passamos dos 60%”, conta Larissa. Se depender dos leitores do Portal Mescla, essa HQ vai acontecer, não é mesmo?

Página da HQ de Larissa Becko, com roteiro de Fabio Mesmo e ilustrações de Thiago Krening

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O presídio pelos olhos dos seus moradores https://mescla.cc/2019/07/26/o-presidio-pelos-olhos-dos-seus-moradores/ https://mescla.cc/2019/07/26/o-presidio-pelos-olhos-dos-seus-moradores/#respond Fri, 26 Jul 2019 20:46:13 +0000 http://mescla.cc/?p=10641 Não é de hoje que os presídios do Rio Grande do Sul e do Brasil são destaque em capas de jornais e pauta para os defensores de direitos humanos. São casos de superlotação, de péssimas condições de higiene, de abusos e maus-tratos. Sem mencionar os episódios de rebelião, com mortes de servidores e detentos, como […]

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Não é de hoje que os presídios do Rio Grande do Sul e do Brasil são destaque em capas de jornais e pauta para os defensores de direitos humanos. São casos de superlotação, de péssimas condições de higiene, de abusos e maus-tratos. Sem mencionar os episódios de rebelião, com mortes de servidores e detentos, como a que ocorreu em Manaus, capital do Amazonas, em maio deste ano. Uma briga entre os presos deixou 15 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).

Com esse cenário de violações, é natural que o público em geral forme uma imagem de que o presídio é somente caos, sofrimento e desordem. Mas qual a imagem do presídio para quem vive diariamente naquele espaço? Foi com esse pensamento em mente que o professor Flávio Dutra, dos cursos de Jornalismo e de Fotografia da Unisinos, resolveu pesquisar. A ideia surgiu após ter feito uma reportagem no Presídio Central de Porto Alegre e se dar conta do quanto aquele mundo tinha coisas distintas do que era mostrado para a população. A proposta dele foi  analisar os registros fotográficos feitos pelos detentos tanto do tradicional Presídio Central, como da Penitenciária Estadual de Porto Alegre, inaugurada há menos de um ano.*

“O que resolvi fazer é não ir pro presídio para eu fotografar, pro meu olhar de fora enxergar o que tinha ali dentro, mas de propor que eles enxergassem, que eles me mostrassem como eles veem, como eles vivem, o que eles veem” explica o professor. O trabalho integra sua pesquisa de mestrado no Instituto de Artes da UFRGS.

Porém, dar início ao trabalho foi muito mais difícil do que ele esperava devido principalmente às questões burocráticas. O professor levou quase um ano para conseguir concretizar sua ideia.A romaria passou por apresentar seu projeto para os gestores das penitenciárias,  para a Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários) e esperar… Meses depois , a aprovação saiu. Depois disso, seu projeto precisou ser aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFRGS, o que, novamente, levou mais tempo para acontecer. Nesse meio tempo, as penitenciárias trocaram suas administrações, o que obrigou Flávio a negociar novamente com os presídios a possibilidade de fazer seu trabalho.

Quando achou que estava tudo ok para o primeiro dia… nova surpresa: ao chegar para o trabalho de pesquisa, ele foi informado de que deveria ter enviado um e-mail listando os materiais que ele estaria levando para dentro da instituição…Bom, resultado: o trabalho mesmo só começaria duas semanas depois. É, fazer pesquisa no Brasil não é moleza!

Começando com… caixas de fósforos?

Superados todos os obstáculos, o professor finalmente pôde realizar o seu projeto com os presos. Para isso, ele iniciou seus trabalhos ministrando oficinas de fotografia aos detentos, onde eles puderam ter suas primeiras noções sobre foco, obturador, diafragma, fotômetro, entre outros elementos técnicos da fotografia. Em seguida, era o momento de botar a mão na massa.

Foto por Gleison | Presídio Central de Porto Alegre

Para colocar na prática o que o Flávio explicou sobre fotografia, os apenados se utilizaram de câmeras analógicas compactas que são apelidadas de “saboneteiras”. Em seguida, o professor e os presos produziram juntos câmeras analógicas feitas a partir de caixas de fósforo, que são chamadas de “câmeras pinhole”. Esse tipo de câmera consiste, basicamente, em uma caixa onde não entra luz, exceto por um pequeno furo feito manualmente. Pode se produzir essas câmeras com latas, caixas de fósforo, de chá, de sapato, entre outros materiais.

“É diferente, obviamente, de uma câmera, desse processo banal que a gente faz o tempo todo com o celular, que vê uma coisa, aperta um botão e imediatamente vem uma imagem ótima. Com uma câmera assim, obviamente, você não vai ter uma imagem ótima, e claramente não vai apertar um botão e ela vai aparecer. É um processo muito mais artesanal e lento, nesse sentido” explica o professor Flávio.

Foto por apenados da Penitenciária Estadual de Porto Alegre

Um retrato bem-humorado

Com as câmeras pinhole, os detentos partiram para os cliques. A experiência resultou em imagens bem variadas do interior dos presídios. Para a psicóloga Cristina Magadan, que trabalha no Presídio Central de Porto Alegre e fez a mediação entre o Flávio e os detentos, as fotos são extremamente bem humoradas. “Ainda não tive a oportunidade de ver todas, mas as que vi procuravam retratar o cotidiano: brincadeiras, refeições, jogos entre eles e, principalmente, qualquer referência familiar que eles possuam na galeria”, conta Cristina.

A psicóloga afirma também que é importante para os reclusos que eles tenham contato com atividades novas – nesse caso, a fotografia – que fogem do seu cotidiano dentro da penitenciária e com as quais eles não têm familiaridade. Segundo ela, toda atividade que é levadas a eles, além de conhecimento técnico, acarreta também em elevação de autoestima e resgate da dignidade.

Pode rolar exposição!

Agora que Flávio finalmente está com as fotos em mãos ele está focado em entendê-las. O professor conta que o momento é de definir os critérios que ele utilizará para analisar as imagens e dar continuidade ao trabalho. Para esta parte de sua pesquisa, Flávio está utilizando o trabalho de autores como Georges Didi-Huberman, Michel Foucault e o cineasta Eduardo Coutinho.

Ele pensa também em, futuramente, organizar uma exposição das fotos. Porém, ele pretende primeiro escrever a dissertação, Mesmo assim, ele já conversou com os reeducandos sobre essa ideia de expor as fotos para todo mundo ver, e eles demonstraram entusiasmo com isso e deram ideias de lugares onde gostariam que a exposição acontecesse.

Foto por apenados da Penitenciária Estadual de Porto Alegre

*Há autorização para divulgação das fotos tiradas pelos detentos

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Vanessa Furtado https://mescla.cc/2018/10/03/vanessa-furtado/ https://mescla.cc/2018/10/03/vanessa-furtado/#respond Wed, 03 Oct 2018 20:52:20 +0000 http://mescla.cc/?p=8014 Uma carreira que mistura audiovisual e educação, sempre com a leveza que só uma jornalista de 24 anos poderia proporcionar. Vanessa Furtado é mestra em Ciências da Comunicação pela Unisinos e atua como Designer Instrucional no Grupo A, em Porto Alegre. A empresa trabalha auxiliando as instituições de educação a modernizarem as metodologias e encontrarem novas soluções. O Grupo A faz a criação de livros, revistas, plataformas […]

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Uma carreira que mistura audiovisual e educação, sempre com a leveza que só uma jornalista de 24 anos poderia proporcionar. Vanessa Furtado é mestra em Ciências da Comunicação pela Unisinos e atua como Designer Instrucional no Grupo A, em Porto Alegre. A empresa trabalha auxiliando as instituições de educação a modernizarem as metodologias e encontrarem novas soluções. O Grupo A faz a criação de livros, revistas, plataformas e até aplicativos para o ensino. 

Em seu dia a dia de trabalho, Vanessa recebe os materiais didáticos dessas instituições e tem a missão de dar um olhar mais leve, tornando o entendimento mais fácil e o conteúdo mais atrativo para os alunos. Ela conta que esse processo é feito “visando sempre o melhor aprendizado, trazendo modernidade e tirando o engessamento”. 

Anteriormente, Vanessa atuou na criação de vídeos para o ensino a distância na Ulbra, em Canoas (RS), onde se graduou em Jornalismo em 2015. Na universidade, trabalhava junto com a mãe, Claudiane Furtado, que é especialista em psicopedagogia. “Minha mãe sempre me incentivou a entender todos os lados da história e ter a mente aberta”, conta Vanessa. Essa experiência de criar bons conteúdos e tornar o conhecimento atrativo é o que a levou ao cargo de Designer Instrucional do Grupo A. 

Pesquisa sobre serial killers na ficção

A jornalista, durante sua trajetória de graduação e mestrado, também participou de diversos eventos acadêmicos. O foco da pesquisa da jornalista são os serial killers da ficção. Em 2015, Vanessa apresentou na Intercom o seu TCC, “A construção do personagem na narrativa seriada televisiva contemporânea: um olhar à série Dexter”. Em 2017, como estudante de mestrado, apresentou o trabalho “A estetização do horror na série Hannibal” na Intercom e no SOCINE (evento da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual). 

A jornalista já apresentou seus trabalhos em diversos eventos. Foto: Reprodução

A ideia de Vanessa é entrar no doutorado e futuramente dar aulas na Comunicação. Experiência acadêmica ela tem de sobra: antes de atuar no EAD da Ulbra, trabalhou como bolsista de iniciação científica. Para o doutorado, a jornalista quer seguir o mesmo princípio de sua linha de pesquisa a abordar a série Mindhunterum drama policial. “Sempre tive curiosidade de entender como os serial killers são retratados na ficção”, conta. 

O interesse surgiu em 2011, quando Vanessa fez um curso de roteiro e construção de personagens. A jornalista recebeu críticas pela escolha do tema para uma pesquisa, pois algumas pessoas opinaram que as séries não deveriam ser analisadas no curso, apenas os programas noticiosos. Porém, ela acredita que faz parte da missão do profissional de Jornalismo estudar qualquer produto comunicacional. 

Sempre ver os dois lados da história

Sobre a relação da análise da ficção com a área jornalística, ela destaca o viés de aproximação: “toda vez que a gente conta uma história tem que ter vários pontos de vista”. Segundo ela, isso é o que acontece nas séries que retratam serial killers, sempre abordando todos os lados e mostrando o lado humano das personagens. A narrativa de crimes e suas consequências na sociedade também é algo em comum entre o jornalismo e as histórias fictícias estudadas por Vanessa. 

Para quem deseja seguir na área de educação dentro do Jornalismo, a profissional aconselha “procurar novidades e eventos nas áreas de tecnologia, informação e comunicação”. Vanessa também recomenda acompanhar as tendências dessas áreas no exterior. Com a educação, segundo ela, o jornalista pode atuar “na formação de indivíduos, muito mais do que a formação de opiniões”. 

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Christian Gonzatti https://mescla.cc/2017/12/15/christian-gonzatti/ https://mescla.cc/2017/12/15/christian-gonzatti/#respond Fri, 15 Dec 2017 17:10:33 +0000 http://mescla.cc/?p=4660 A camiseta do Harry Potter já dá o tom do encontro. Publicitário com o pé no jornalismo, Christian Gonzatti tem uma história de vida que poderia muito bem protagonizar os filmes de J. K. Rowling. Um menino que sofre com preconceitos, não desiste e usa os ensinamentos para crescer, vencer os monstros do passado e […]

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A camiseta do Harry Potter já dá o tom do encontro. Publicitário com o pé no jornalismo, Christian Gonzatti tem uma história de vida que poderia muito bem protagonizar os filmes de J. K. Rowling. Um menino que sofre com preconceitos, não desiste e usa os ensinamentos para crescer, vencer os monstros do passado e reescrever a própria história. Analogias à parte, não é exagero falar que a vida de Christian renderia um grande roteiro.

Formado há dois anos pela Unisinos, Christian nasceu em Esteio, Região Metropolitana de Porto Alegre, onde passou os primeiros anos da infância. No início do Ensino Fundamental, mudou-se com a família para Sapucaia. Seus pais, sem estudo e com poucas condições financeiras, sempre trabalharam muito para não lhe deixar faltar o essencial: comida, roupa e educação.

É aqui que um traço marcante da personalidade de Christian começa a ser traçado. Mesmo com todas as dificuldades, ele sente-se privilegiado. “Eu sou um menino pobre, vim de uma escola precária. A única comida que meus colegas tinham no dia era a merenda, mas eu tive sempre alguns privilégios”, refletiu.

Fotos: Reprodução Facebook

Mesmo criança, ele sempre soube quem era. A percepção de mundo que Christian carrega existe desde seus primeiros anos de vida, quando já tinha consciência do discurso social no qual estava inserido. E se no seu filme tivesse uma cena inicial, antes mesmo da introdução, seria a de uma “criança viada”, no sentido mais literal da palavra, brincando escondido com seus bonecos do Power Ranger, porque já sabia que aquilo seria mal interpretado pelas pessoas ao seu redor.

É muito engraçado porque eu fui uma criança ‘super viada’. Desviada das normas, dos padrões masculinos. Eu sempre soube que era gay, e quando eu tinha cinco ou seis anos, eu já tinha essa noção, eu já percebia nos discursos pessoais, nos discursos midiáticos aquela coisa que ser gay é errado. Aí eu escondia, mas com os meus bonequinhos, do Ranger vermelho e do Ranger azul, eu fazia eles namorarem sem ninguém saber”, contou aos risos.

“A maior criança viada que você respeita!” escreveu Christian em uma postagem no Facebook

O consumo de produções da cultura pop começou a fazer parte de sua vida, quando ele desenvolveu práticas fãs e virou consumidor assíduo de Harry Potter, visitando diariamente sites de notícias, esperando eternidades na internet discada de casa para baixar pôsters em HD do filme, lendo livros e participando de comunidades nas redes sociais sobre a saga do menino bruxo.

Com jeito mais afeminado – modo de portar-se destinado às mulheres – aprendeu desde cedo que teria que enfrentar um mar de preconceitos por sua orientação sexual. Com 12 anos, em uma apresentação no show de talentos da escola, uma música do Rouge – grupo formado pelo programa Popstar, que Christian acompanhou incessantemente com sua mãe – o expôs a homofobia do ambiente.

“No final falaram ‘a gente vai colocar uma música para as meninas e uma para os meninos”. E aí, a música das meninas era justamente ‘Ragatanga’, e minha mãe super ingênua disse ‘vai lá, tu sabe a coreografia’ e eu fui na frente das meninas, de  toda a escola, e comecei a dançar toda a coreografia. Todo mundo riu e foi a saída do armário porque depois disso não pararam de me infernizar”, relatou.

Aliás, um dos únicos assuntos capazes de tirar o brilho no olho de Christian é a adolescência conturbada. As agressões físicas e verbais foram desencadeadas diversas vezes a partir do consumo de produções da cultura pop. “ A primeira vez que apanhei de um colega, ele me perguntou se eu preferia comprar uma revista da Playboy ou um pôster do Harry Potter. Eu falei que o pôster do HP. Ele começou a dar tapas na minha cara, dizendo ‘tu é muito viadinho mesmo’”, contou, lembrando do episódio ocorrido enquanto ainda frequentava o Ensino Fundamental.

Sua mãe passou a ver que o consumo de produções como Harry Potter, incentivava o filho a buscar conhecimento. Sem condições de custear a graduação em uma universidade privada e tendo convicção que queria estudar, Christian decidiu que entraria no Ensino Superior por meio do Enem. Para isso, procurou instituições de Ensino Médio com boas colocações na prova.

Christian com seu namorado Guilherme.

Em sua busca, encontrou uma escola técnica em eletromecânica e eletrotécnica, que no ano anterior ao seu ingresso, esteve na segunda colocação entre as escolas estaduais no Enem. Para buscar o sonho de cursar o Ensino Superior, encarou o desafio de estudar em uma escola majoritariamente masculina, e decidiu tentar.

“Dada a forma como a sociedade sempre impôs um binarismo para as profissões, ela só tinha meninos. Nessa escola foi horrível porque eu me sentia muito excluído, eu não conseguia apresentar um trabalho, eu não conseguia falar, foi a pior experiência da minha vida”, confessou. 

“Eu fazia coisas de me cortar, eu ficava muito triste e não podia falar nada pros meus pais porque se falasse pra eles eu teria que dizer que eu era gay. Eu já tinha aceitado pra mim mas é tanto preconceito que a gente tenta negar. ‘Eu não sou, é uma coisa da minha cabeça, vai passar’ ou ‘eu posso casar com uma menina e fingir que sou hetero’ eu dizia”, revelou.

Harry Potter é ciência

Ainda no Ensino Fundamental, Christian decidiu desenvolver um trabalho na feira de ciências da escola sobre Harry Potter. Vestido como o protagonista e contando com a ajuda de uma amiga, que trajou a roupa de Hermione Granger, mudou a lógica que perseguia as feiras tradicionais da escola, que geralmente exibiam trabalhos sobre dinossauros, drogas etc. “Colocamos umas capas bem bregas de TNT mesmo, e foi o máximo, amaram. A partir daquilo minha mãe viu que Harry Potter me estimulava a estudar, porque ela sempre falou assim “se tu quer ser alguém, estuda’”, contou.

Ao ingressar na Iniciação Científica, já no seu primeiro ano no curso de Publicidade e Propaganda na Unisinos, o primeiro livro que recebeu para leitura foi o “Cultura da Convergência” de Henry Jenkins. A obra trata de produções como Matrix e o próprio Harry Potter , o que o fascinou e lhe deu a possibilidade de enxergar a cultura pop como pesquisa. O grupo de pesquisa foi encerrado no mesmo ano, mas já encantado pelo mundo acadêmico, Christian iniciou uma busca por professores com vagas na equipe.

“Foi aí que eu conheci o professor Ronaldo. Eu estava terminando o ‘Cultura da Convergência’ e não queria parar. Ele estava iniciando uma pesquisa sobre ciberacontecimento. Deu umas duas semanas e aconteceu um ciberacontecimento em torno de Harry Potter e essa foi a minha primeira apresentação em uma amostra de Iniciação Científica. Eu comecei a ver esses processos como uma possibilidade de trazer toda essa questão de gênero e sexualidade articulada a cultura pop”, contou.

Apresentação no evento “Mapeando Cenas da Música Pop”

Além da saga do bruxo em Hogwarts, Glee, uma série de televisão americana, participou ativamente da vida de Christian e apareceu na iniciação científica como pesquisa. Quando a série estreou, foi sua mãe que o incentivou a assistir, usando uma frase de quem conhece as preferências do filho: “Cris acho que tu vai gostar muito dessa série”.

“Tinha um adolescente que era gay, o Kurt, e tinha toda a representação da homofobia no ensino médio. Minha mãe amava o Kurt, ela defendia o Kurt, torcia pro Kurt. Aí eu pensei ‘peraí, se ela tá adorando o Kurt porque ela não amaria o próprio filho?’ Aí foi que caiu a ficha que havia uma brecha para que eu me aceitasse. Que contasse para as pessoas o que eu realmente era”, relatou. Coincidência ou não, o primeiro artigo científico produzido por Christian, foi em torno do universo Glee.

Apresentação no I Encontro de Diversidade Sexual e de Gênero

Os rostos que estampavam os pôsters que a mãe de Christian trazia para o filho, sempre muito fã de alguma coisa, tornaram-se nomes que ilustraram trabalhos acadêmicos, recheados pela convivência difícil com o fato de ter crescido homossexual em comunidades preconceituosas. Analisar produções de sentido e acionamentos que comunidades LGBTQs e demais minorias provocam nas redes sociais remete às interações dos fandoms no Orkut, lugar no qual Christian buscava apoio e um ambiente para se encaixar.

Justamente por pesquisar questões de gênero, sexualidade e o mundo pop – universos que ele conhece muito bem – traz para a pesquisa a vivência e intensifica a sua fala quando o assunto é tocado. Apaixonado pela sala de aula, teve a oportunidade de ministrar aulas para os alunos da graduação, em seu estágio docente. Na disciplina de Teorias da Comunicação, levou seu projeto e sua experiência para a sala de aula e foi capaz de inspirar diversos alunos.

Queer

“Queer” é uma expressão utilizada no inglês para denominar, de forma pejorativa LGBTQs, podendo ser traduzida como “bixa”, “viado” ou “sapatão”. Na tradução literal ela significa estranho. Seja por uma ou outra, queer é algo que Christian sempre foi, e faz questão de ser.

Durante sua performance em uma disciplina do mestrado

Publicitário por formação, sempre esteve próximo ao jornalismo. Desde o primeiro grupo de iniciação científica, no qual ingressou, sempre pesquisou assuntos jornalísticos. Mesmo no mestrado, também na Unisinos, essencialmente por estar envolvido na área de jornalismo pop, é visto como um estranho dentro do grupo. “As pessoas tendem a ler este jornalismo pop como não jornalismo. ‘Isso não é jornalismo, divulgar o clipe da Lady Gaga, isso não é notícia, não é acontecimento’, só que os fãs precisam disso, as comunidades da cultura pop consomem esse tipo de informação”, problematizou.

Em sua curta experiência no mercado de trabalho, foi a pessoa que não aceitou normas de produção das empresas. Questionou trabalhos e chefes. Levantou questões de gênero e preconceitos. Não foi refém da lógica de produção dentro da publicidade e nunca acreditou que questões incômodas para a sociedade devessem ser deixadas de lado em vista do lucro. Dentro de seus estágios afrontou assuntos que achasse pertinente debater. “Eu tive uma trajetória infeliz no mercado, mas que eu considero necessária. O incômodo é importante, a crítica perturba mas transforma, quando a gente está aberto a refletir”. 

Um ticket para o sucesso

Neste ano, um dos grandes acontecimentos da vida de Christian foi uma viagem para a Europa, onde apresentou uma pesquisa em um evento exclusivo de Game of Thrones. Foram 15 dias de viagem acompanhado do namorado, Guilherme.

Pausa para a foto em Londres

“A academia tem sido uma transformação para mim. Inclusive no sentido de ter esses privilégios de poder conhecer outras culturas, desenvolver outras pesquisas”. Ele conseguiu levar algo próximo do que pretende estudar em seu doutorado, que são os coletivos midiáticos feministas de cultura pop que fazem críticas sobre as produções midiáticas.

Além da visita mágica ao antigo continente, o mais gratificante foi ver o reconhecimento do trabalho pelos pesquisadores locais, que acharam fantástica a pesquisa que vem sendo desenvolvida por aqui. Aliás, internacionalizar a pesquisa é um dos grandes objetivos de Christian.

Representando a Unisinos na Game of Thrones: An International Conference, na Inglaterra

Christian finaliza o mestrado no final deste ano, mas já pode ser considerado mestre em ensinar empatia para as pessoas ao seu redor. Quando fala em minorias, sempre se coloca na fala, se referindo as lutas delas como “nossas lutas” e de suas vitórias como “nós conseguimos”. Ele coloca na mochila uma carga de sentimentos e experiências adquiridas ao longo de seus 24 anos. Pouca idade aos olhos de quem olha para a certidão de nascimento, mas para quem conhece sua história, parece que 1993 aconteceu há 50 anos atrás.

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Unisinos HUB apresenta a Nova Pós-Graduação https://mescla.cc/2017/11/30/unisinos-hub-apresenta-nova-pos-graduacao/ https://mescla.cc/2017/11/30/unisinos-hub-apresenta-nova-pos-graduacao/#respond Thu, 30 Nov 2017 16:10:09 +0000 http://mescla.cc/?p=4415 A Unisinos promove, de 5 a 7 de dezembro, mais uma edição do Unisinos HUB, destinado à discussão de temas que impactam nas dinâmicas de empresas e organizações. Voltado a profissionais de todas as áreas, o Unisinos HUB trará palestras e oficinas que abordam inovação, liderança e sustentabilidade. O evento também apresentará aos participantes a […]

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A Unisinos promove, de 5 a 7 de dezembro, mais uma edição do Unisinos HUB, destinado à discussão de temas que impactam nas dinâmicas de empresas e organizações. Voltado a profissionais de todas as áreas, o Unisinos HUB trará palestras e oficinas que abordam inovação, liderança e sustentabilidade. O evento também apresentará aos participantes a Nova Pós-Graduação Unisinos.

Em cada dia, as discussões serão realizadas em uma cidade diferente: no dia 5, em Porto Alegre; no dia 6, em São Leopoldo; e no dia 7, em Caxias do Sul. Na oportunidade, será possível tirar dúvidas sobre os cursos de MBAs, Especializações, Pós-MBAs e Mestrados Profissionais da Unisinos. O objetivo é discutir e decidir qual a formação ideal para responder às necessidades e exigências de cada profissional presente no evento, tudo isso de olho no mercado de trabalho.  

O Unisinos HUB é uma promoção da Unidade Acadêmica de Pesquisa e Pós-Graduação (UAPPG) da Unisinos, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Para realizar inscrição e tirar dúvidas sobre os locais do evento, clique aqui.

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