wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Evento Inspira Bihat aborda diversos aspectos da sustentabilidade appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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Como explica a professora Cybeli Moraes, responsável pela atividade, uma das preocupações dos estudantes foi trazer assuntos que tivessem relação com temas ecológicos e sustentáveis não somente no espectro ambiental: “Estamos falando, também, das relações humanas, coletivas e da cidadania. Por isso, os temas foram variados e foram escolhidos pelos próprio alunos”, comenta.
Questões como sustentabilidade, assentamento humano, novos processos de ensino e aprendizagem, práticas de conscientização e proteção de animais e novos modelos sustentáveis e colaborativos de empreendedorismo foram abordados durante os encontros pelos convidados representantes das iniciativas. Foram as iniciativas convidadas: Apoena Socioambiental, Ecovila Bambu, Fundação Ayni, Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal e Ponto Inovação Social.
Na primeira live, que abriu a programação do Inspira, Daiana Schwengber, do coletivo Apoena, falou sobre a importância dos processos sustentáveis. Nesta matéria, você pode conferir melhor o que rolou no primeiro encontro. Para você não perder nada, o Mescla vai te contar o aconteceu nos outros quatro encontros.
Luis Pereira da Ecovila Bambu, na live do dia 30/10, falou sobre os desafios e as questões que envolvem construir e criar uma ecovila. Segundo o convidado, um dos elementos essenciais para uma boa convivência é a conexão e a relação entre todas as pessoas: “Um ponto importante para uma ecovila é descobrir o que cola as pessoas uma às outras”, explica Luis. Biocultura e formas de viáveis de financiamento para uma ecovila também foram pautas do encontro.
“Pensei em criar uma escola que deixasse as crianças em estado de paz”, resume Thiago Berto ao falar sobre as motivações para criar a Fundação Ayni, em live. Tudo começou com uma viagem de três anos para o Butão, o reino budista encravado no Himalaia e conhecido por pregar a felicidade interna. O destino o levou a uma série de questionamentos internos. Coletando informações e reunindo experiências, Thiago fundou a Ayni, em 2018, com o objetivo de criar novos processos de aprendizado focado na liberdade.
Nesta outra live, a representante do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, Vania Nunes, apresentou as ações realizadas pelo projeto, que já existe desde 2000. As iniciativas e campanhas estão focadas, principalmente, em ações contra a caça, maus tratos e experimentações em animais. Vania ainda apresentou o Grupo de Resgate de Animais em Desastres (GRAD), que realizou trabalhos após os desastres ambientais em Mariana – MG e Brumadinho – MG, e comentou sobre a principal missão do projeto: “O Fórum tem a missão de lutar contra as piores práticas em relação aos animais, pois toda forma de vida importa” resume.
A última live da série foi na semana passada, dia 20. Cláudio Oliveira do Ponto Inovação Social falou sobre as atuações e os projetos desenvolvidos pela empresa, que tem como objetivo gerar impactos positivos e sustentáveis nos negócios e na sociedade, desenvolvendo ideias criativas e estratéticas. Segundo o publicitário, um ponto importante para gerar empreendimentos de impactos sociais é olhar mais para fora, no caso, o que acontece no mundo: “Além de olhar mais para o mundo, precisamos viver, experimentar e criar novas conexões”, defende.
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As temáticas das aulas foram idealizadas pelos estudantes da disciplina Tópicos Especiais de Mercado 1, ministrada pela professora Polianne Espindola. “Por meio das sugestões dos estudantes, surgiu a ideia de trazermos profissionais ligados à área e que tivessem ligação com os temas propostos”, explica Polianne.

O tema da primeira aula, que ocorreu no dia 21/10, abordou as diferenciações estéticas em eventos. Participaram Bruna Ventura, Débora Vallis e Renata Thum. As convidadas também trouxeram suas experiências referente ao tema.
Já no segundo encontro, realizado no dia 28/10, Ana Alice Meireles, Jaciane Martins, Marina Miorim, junto com a tutora do EAD Ana Isaia Barretto, conversaram sobre as atualizações no setor de eventos pós-isolamento social.
Na aula do dia 4/11, a aluna Dandara Toniolo, acompanhada de Fernanda Furtado, que é gestora de Dandara, falaram sobre os projetos que desenvolvem no Instituto do Câncer Infantil do Rio Grande do Sul, localizado em Porto Alegre.
A quarta aula, realizada no dia 11/11, teve como tema o intercâmbio e seus impactos tanto na vida profissional quanto na vida acadêmica. Participaram como convidadas Jéssica Fabro e Thamara Moraes.
Para encerrar o circuito, na aula do dia 18/11, Cristina Kehl e Mateus Zafanelli, da agência Match, Giulia Silvestre, da agência Plural, e Suélen Hammes, da agência Querê, debateram sobre os desafios e possibilidade de empreender na comunicação.
Todas as aulas estão disponíveis no canal do curso de Relações Públicas da Unisinos, no YouTube.
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Dentro desse cenário, a disciplina de Linguagens Artístico-Culturais II, do curso de Pedagogia, promoveu a live “A tv como objeto de estudo da escola”, na última quinta-feira, dia 5 de novembro. O encontro faz parte de uma trilogia de eventos para debater, com convidados especiais, temáticas interessantes à educação.
Os convidados foram Daniel Pedroso, professor dos cursos de Jornalismo e Realização Audiovisual da Unisinos, e Carol Anchieta, jornalista e assessora de Diversidade da Secretaria Estadual da Cultura (Sedac) do Governo do Rio Grande do Sul. A organização foi do professor Maurício Ferreira, responsável pela disciplina. A mediação ficou por conta das estudantes Bianca da Rosa, Eduarda Vieira, Gabriela Cela, Gabriela Mesquita e Isabela Ferreira.
“Ao invés de entrar em uma luta com a televisão, é melhor aprender como apropriar suas linguagens para poder usar isso na comunicação e na educação infantil”, explicou Maurício. Para ele, a percepção de que a televisão ainda é fonte importante de informações torna necessário que se pense, cada vez mais, na forma como ela influencia e educa, mesmo quando não é esse o intuito inicial.
“Fazer TV é um desafio dobrado”, concordou Carol. “Exige responsabilidade e tem que disputar com a internet, que proporciona uma gama grande de conteúdos com trabalho de poucas pessoas. Mas, embora a TV tenha enxugado o seu quadro profissional e os orçamentos de produção tenham baixado, ainda há um espaço nobre de construção audiovisual”, avaliou a jornalista, que é mestranda em Design Estratégico pela Unisinos.
Na opinião das estudantes presentes na live, o espaço nobre da TV ainda não reflete os apelos das pessoas. Para elas, as emissoras produzem um conteúdo, sobretudo de entretenimento, que não consegue captar as nuances da sociedade. A representação na televisão não chega até a realidade. “Eu não me sentia representada, mas só fui ter um olhar crítico quando morei no Rio de Janeiro e fui trabalhar no Futura”, comentou Carol.
Para a jornalista, que participa ativamente de movimentos feministas e antirracistas, a desigualdade racial dentro das emissoras ainda é alarmante. “Em um país que tem a maioria de sua população formada por pessoas negras, não é estranho que se possa contar o número de jornalistas negros nos dedos das mãos? Não é porque eles não querem trabalhar na televisão. Não dá para pensar assim.”
“Um dia, assistindo televisão, comemorei quando vi que vários apresentadores em sequência eram negros”, comentou Daniel, que também é doutor em Comunicação pela Universidade do Texas. “Mas é um absurdo que nós ainda tenhamos que ficar felizes com essas pequenas coisas”, criticou. Carol observou também que é hora de todos se posicionarem: “Enquanto a gente não agir sobre a reflexão, as coisas não vão mudar”.
Esse sentimento se reflete também no universo audiovisual, que hoje, além da TV, têm a presença das plataformas de streaming e dos produtores independentes de conteúdo. “Mais do que assistir e desfrutar da linguagem, temos que colocar mão na massa e fazer junto”, incentivou Daniel. “Como o pesquisador argentino Mario Carlón fala, ‘a televisão tem dois dispositivos atuantes’. Não é só a transmissão, a empresa. É o fazer e praticar esse conteúdo.”
Para o professor, chamar crianças e jovens a participarem faz parte do novo modelo a se pensar. “Assistir um documentário não é mais o suficiente. É preciso colocar as crianças para construir esse produto, explorar o objeto audiovisual, entregar trabalhos em vídeo, entrevistar pessoas”, acredita Daniel.
Para assistir o debate na íntegra, acesse este link e conheça a primeira live da trilogia. Também não esqueça de ficar ligado no canal da Escola de Humanidades para ficar sabendo dos próximos eventos.
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]]>The post Evento com o jornalista José Roberto de Toledo discute os rumos da profissão appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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O convidado foi José Roberto de Toledo, que reúne um currículo amplo. Toledo é ex-presidente da Abraji, precursor do jornalismo de dados no Brasil, colunista e editor na revista Piauí, editor executivo , debatedor do Foro de Teresina, podcast da Piauí. O jornalista ainda apresenta o Luz no Fim da Quarentena, um podcast que trata dos assuntos que estão em alta durante a pandemia da Covid-19. Bastante ativo nas redes sociais, principalmente na sua conta no twitter, o jornalista comenta que os podcast são uma ferramenta eficaz para se relacionar com o público jovem, que não espera mais pelo impresso.
Uma referência no jornalismo de profundidade, Toledo respondeu perguntas durante a live e fez uma série de comentários sobre o momento que o jornalismo vive hoje. “Quando eu era jovem, havia debater na TV aberta. Alguns eram bem improvisados. Mas acho que nós retrocedemos nesse setor”, diz ele. Um dos problemas, segundo o jornalista, é que a mídia deixou de ouvir cientistas, epidemiologistas, para focar na declaração de autoridades políticas, atrasando a informação. “É preciso dar voz à ciência.” Este seria um das lacunas que motivou a criação do Luz no Fim da Quarentena, um programa mais simples, menos complexo de editar, e focado em descomplicar as novidades científicas ligadas à Covid.
O jornalismo declaratório foi outra questão pontuada por ele. “Isso não é jornalismo. Tanto que no momento os políticos perceberam que não precisavam mais de nós, deixaram na mão e criaram seus próprios canais”, salienta José Roberto. Essa possibilidade de comunicação na mão de todas as pessoas, segundo o jornalista, transformou o problema de escassez no problema da inundação de informação imediata.
“Quando comecei, os jornalistas tinham o monopólio da informação. Hoje dia qualquer pessoa com um celular e uma conta se torna cinegrafista”, comenta o jornalista de 54 anos. “Isso tem aspectos positivos. Mas um dos negativos é que o financiamento via publicidade está se esgotando rapidamente. Nunca fomos tão vistos, tão lidos e ouvidos, e nunca fomos tão mal pagos.”
Essa falta de publicidade gera o que chamamos de deserto de notícias, que é o fechamento de redações, gerando cidades sem nenhum tipo de veículo de comunicação. Como a migração para o meio digital é uma das possibilidades, José Roberto alerta para os perigos de se trabalhar tendo em vista apenas a instantaneidade da rede. “A prioridade é contar boas histórias, mas é preciso se adequar. As matérias acabam sendo menores e apuradas mais rapidamente.”
A internet trouxe um nível de feedback que não era possível antes, por isso, o aspecto positivo é o fato do jornalismo ser provocado a sair da bolha, ou seja, deixar de escrever pensando principalmente nos outros . “A gente tem mais chance de não falar só com uma bolha, graças a esse feedback amplo. Mas se só der o que o leitor quer, vai ficar na média. E na média não é bom.”
Para os novos jornalistas, José Roberto de Toledo recuperou dicas básicas que sempre funcionam: ouvir muitas fontes para se aproximar da verdade, ter matérias que fogem do agendamento e ter uma boa relação com as fontes. Segundo ele, nunca antes tivemos tantos dados e informações disponíveis para se trabalhar e fazer um bom jornalismo.
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]]>The post Alunos participam de live com o jornalista paulista Arnaldo Ribeiro appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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A conversa teve mediação dos professores da disciplina Sérgio Endler e Micael Behs, responsáveis pela supervisão das reportagens na editoria de esporte. “Apesar de instabilidades iniciais no sistema, a aula foi um sucesso”, comenta Micael. A proximidade com jornalistas renomados e experientes acabou sendo um dos diferenciais possibilitados pelas lives, que se popularizaram durante a pandemia.
“Achei uma oportunidade incrível”, concorda a estudante do 7º semestre, Letícia Guintani da Costa. “O Arnaldo possui experiências muito importantes e enriquecedoras para o esporte, como a cobertura de Copas do Mundo. Algo que é um sonho para todo jornalista que trabalha na área.”
O ambiente virtual tem proporcionado encontros antes não pensados como possíveis. Para o jornalista da SPORTV, essa transformação deve perdurar após o fim da pandemia. “Os entrevistados se sentem mais à vontade em suas casas e dificilmente recusam entrevistas”, salienta ele. O professor Endler situa as lives como uma possibilidade importante para esse período de isolamento físico entre as pessoas. “Foi uma conversa ótima pela qualidade das informações, das perguntas”, observa ele.
Com liberdade para questionar, os alunos aproveitaram para saber sobre as polêmicas envolvendo as declarações fortes do jornalista, como quando disse que “Romário é superestimado, além de ser muito chato”. “Eu realmente acredito no que eu falo. Tenho orgulho das minhas opiniões e não faço delas bandeiras, são espontâneas e eu gosto de defendê-las.”
Outra opinião defendida por Ribeiro é que a adaptação precisa ser protagonizada pelo jornalista, antes mesmo dos das empresas jornalísticas. Passando por veículos impressos, como os grandes jornais de São Paulo e uma revista especializada em esportes, o jornalista teve de acompanhar a evolução das tecnologias e procurar reinventar o lugar do esporte no mundo do consumo informativo. Hoje, inclusive, Arnaldo Ribeiro mantém um canal no Youtube onde produz material jornalístico e opinativo sobre futebol e tem conseguido maior alcance durante a pandemia.
Para as disciplinas práticas da Beta Redação, que também conta com editorias de Economia, Política, Cultura e Geral, as lives se tornaram uma dinâmica funcional para reunir alunos e profissionais.
Para conferir a cobertura da live e outras matérias, acesse o medium da Beta Esporte.
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]]>The post Querem lives sobre diversidade? Temos! appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Segundo o relatório Digital in 2019, do site We Are Social, as redes sociais mais usadas no Brasil, em ordem de popularidade, são: Youtube, Facebook, WhatsApp, Instagram, Facebook Messenger, Twitter, LinkedIn, Pinterest, Skype e Snapchat. Não é atoa que a popularidade das lives do Youtube explodiram nos últimos meses. As produções brasileiras com mais visualizações são dos artistas sertanejos. O topo da lista ficou com a “rainha da sofrência”, Marília Mendonça, com 54,5 milhões de acessos até o momento; na sequência, Bruno e Marrone, com 31,1 milhões; Henrique e Juliano, com 27,1 milhões; e Luan Santana, com 16,8 milhões.
Mas existem também outros formatos de lives que podem ser tão interessantes quanto as de música, mesmo que não alcancem milhões de pessoas. Então, resolvemos trazer três perfis locais que já mobilizavam temas sobre diversidade antes da pandemia e seguem atuando nas redes. Para que mais pessoas tenham a possibilidade de conhecer gente engajada nas causas de empoderamento feminino, empreendedorismo, movimentos LGBTQ+, movimentos antigordofóbicos, políticos e sociais, aqui vão alguns perfis:
Professora, filósofa, poeta, escritora porto-alegrense. Atena usa seus perfis no Instagram e Facebook, que juntos somam mais de 7,6 mil seguidores, para debater e reafirmar os papéis de pessoas transsexuais e travestis. Ela se pauta nas áreas da educação e política para desenvolver questionamentos e pensamentos acessíveis aos seus seguidores.

Atena traz em suas lives convidados especiais para as discussões, como Duda Salabert, primeira pessoa trans a se candidatar para o Senado, em 2018, e Maria Eduarda, advogada e presidente do Grupo Pela Vidda, do Rio de Janeiro. Os encontros acontecem geralmente nas terças e sextas-feiras, às 20h.
Fora o bate-papo com seus convidados, a educadora social também interage em suas redes a partir de suas próprias reflexões. Em suas contas, ela costuma compartilhar sua arte e poesia existencial, experiências que antes se davam presencialmente, em escolas e outros espaços da cidade e do estado.
O Papo Plus é o novo projeto administrado por Doris Macedo e Luiz Pablo Gawlinsk, em Porto Alegre, que tem como temática o combate à gordofobia. Atualmente com mais de 500 seguidores no total, os programas são transmitidos pelas lives do Instagram, e em cada episódio há um convidado especial para debater a pauta proposta.

As lives ocorrem às quartas-feiras, às 21h. As edições já apresentadas abordaram temas como pressão social, ansiedade, sexualidade, concursos de beleza, assédio moral e muitos outros, sempre na perspectiva da vivência de pessoas gordas.
Doris, idealizadora do programa, é coordenadora do Fórum Combate à Gordofobia RS, fundado em 2019, que luta por espaços de inclusão para pessoas gordas. Luiz Pablo é modelo plus size e integrante do Coletivo Gordoridade. A dupla define o programa como “um espaço de fala, onde a gordofobia é tratada de forma educativa, informativa e, acima de tudo, de forma ética”.
O evento, fundado e ministrado por Miriã Antunes, já foi tema aqui no Mescla, na reportagem “Lugar de mulher é onde ela quiser”. Este ano, devido à Covid-19, o coletivo Minas de Propósito, que alcança mais de 4,4 mil seguidores, propõe que o encontro entre mulheres e suas vivências se dê no digital.

O evento, que está na sua décima edição, traz como tema “Histórias que inspiram”, e conta com quatro convidadas caxienses: Fran Hermoza, que é estilista e criadora da marca com o mesmo nome; Carolina Dal Pont Branchi, chef e proprietária da Amada Cozinha; Mariana Ozeika, empresária e professora de idiomas; e Andreia Fontana, jornalista e presidente da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) da Serra Gaúcha. Para participar desta edição, que será realizada no dia 3 de junho, às 19h, você pode se inscrever aqui. O evento é gratuito.
Vale lembrar que em tempos de proliferação de bots e perfis fakes, não é demais enfatizar que essas personalidades, que têm tido espaço no digital, são pessoas reais, que voltam suas existências para o coletivo, com projetos e ações para melhorar a vida em sociedade.
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