wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Projeto traz integração para a comunidade gamer appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O projeto foi elaborado por Gabriel Ferri, Daniela Gonzatto e Lucas Kominkiewicz para a disciplina de Convergência de Narrativa e Programação para a Internet. Por meio dele, os estudantes querem criar um maior engajamento entre os gamers da Unisinos através de tópicos para serem discutidos, incluindo dicas para quem quer trabalhar com criação de games até a questão da representatividade nesse mercado. Além disso, o projeto também organiza partidas on-line para aumentar ainda mais a integração.
Gabriel Ferri conta que o grupo teve a ideia de realizar esse trabalho ao unirem duas vontades que eles tinham: trazer integração aos alunos da Unisinos e falar sobre games. “É um trabalho relevante porque, principalmente nesse momento, estamos carentes de contato com as outras pessoas. Além disso, a comunidade gamer tem muita coisa bacana pra compartilhar entre si e com os outros, como experiências, histórias, etc. Os games são uma maneira de unir todo mundo”, afirma o estudante.
A professora Taís Seibt, que ministra a disciplina junto com o professor Silvio Alves, diz que ficou satisfeita com o projeto criado pelos alunos. “Esse grupo fez um trabalho muito interessante por terem se utilizado do isolamento para seu projeto. A universidade não consiste apenas em salas de aula, temos também as demais atividades e encontros que acontecem nela. E o grupo teve uma boa proposta ao criar um trabalho que mantém os encontros entre os universitários, mesmo que virtualmente”, conta a professora.
Além dos professores, os integrantes do grupo também ficaram satisfeitos com o seu trabalho. Agora, o grupo pretende levar o Gamers Universitários Isolados adiante para manter a integração na comunidade gamer durante o isolamento social.
“A ideia é continuar, mas diminuir a frequência em função de outros projetos pessoais e compromissos. Mas vamos manter a conta e trazer, de vez em quando, algum conteúdo relevante para o público-alvo”, diz Ferri.

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]]>The post Ginga no pé e nos controles appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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A partir das 20h30, as atividades serão transmitidas pelo Facebook, direto do Labitics (Laboratório Avançado de Tecnologias e Informação), com a participação dos alunos da disciplina de Laboratório de Jornalismo na Editoria de Esporte. Os alunos são responsáveis pela organização do evento, narração, comentários, transmissão e edição das imagens. Eles ainda são os players do game FIFA, reproduzindo jogos entre os times do Barcelona, Juventus, Manchester City e Paris Saint-Germain.
O evento tem supervisão dos professores Sérgio Endler, Silvio Alves e de um dos coordenadores do curso de Jornalismo, Micael Vier Behs. Segundo Micael, “O Arena Beta e-Sports demanda trabalho em equipe, exigindo dos alunos o acionamento de várias competências desenvolvidas ao longo do curso”. A necessidade de pensar rápido e em equipe é o que traz a experiência mais perto de um evento profissional.
Para o professor Ender, o objetivo é investir na capacitação dos alunos, levando para a prática os ensinamentos teóricos dos semestres que antecedem a disciplina, além de projetar a ideia de empreendedorismo e a constituição de novas narrativas.
Além da live no Facebook, o evento é aberto aos alunos interessados que quiserem assistir no Labitics.
*A Beta Esporte é uma das editorias da Beta Redação, o Laboratório de experimentação jornalística do Curso de Jornalismo da Unisinos.

Narração: Renan Neves e Leonardo Oberher
Comentários e Reportagens: Gustavo Gomes Machado e Bruno Flores
Núcleo TV e Imagem: Julio Cesar Hanauer, Lucas Alves, Caroline Tidra e Isabelle Wrasse
Núcleo de Redes Sociais: Juliana Borgmann, Gustavo Bauer, Bibiana Faleiro, Stefany de Jesus Rocha e Juliane Kirschener
Núcleo Edição, Redação, Fotos e Vídeos:
– Editores: Mateus Friedrich e Júlia Ramona
– Redação: Isabelle Wrasse, Elias Vargas
– Fotos e Vídeos: Thiago Borba e Mailson Portalete
Núcleo de Jogadores: Bibiana Faleiro, Júlia Ramona, Mateus Fridrich e Elias Vargas
Suporte Técnico no Labtics: Samuel Gomes
Professor em Estágio Docente: Pedro Vasconcelos
Supervisão Geral: Micael Vier Behs, Silvio Alves e Sergio Endler.

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]]>The post Evento ensina matemática usando diversão appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A professora da Licenciatura em Matemática e membro da organização do evento Rosane Wolff conta que as atividades foram elaboradas pelos alunos do curso. As horas de prática, que são previstas no currículo, são usadas na realização do festival. “A proposta é desmistificar a matemática, que para muitas pessoas é só as quatro operações aritméticas. Matemática não é isso, trata de forma de pensar e existem jogos que propiciam isso”, observou.
As atividades promoveram a competição entre as crianças para desenvolver o raciocínio lógico. A estudante de Matemática do terceiro semestre Mariane Renner ficou responsável por um jogo com formas geométricas. “São seis tabuleiros, três de cada lado, e o primeiro jogador que conseguir completar os três com as formas disponíveis ganha o jogo, sem um tempo pré estipulado”, explicou Mariane.
Os jogos com dados também foram usados no evento. O estudante de Matemática Guilherme Guerra orientou um jogo de tabuleiro em que os competidores podiam somar os números do dado, subtrair, multiplicar ou dividir para ter mais chances de avançar. “Quando eles caem numa casa amarela, podem tirar uma carta da mesma cor, que é uma coisa boa. Quando estão em uma casa vermelha, tiram uma carta vermelha, que é uma coisa ruim”, contou Guilherme. Ganha o primeiro jogador que chegar ao final da trilha.

A história da matemática também esteve presente no festival. A professora Rosane diz que cada grupo de alunos do curso fez um banner, explicando sobre a origem da matemática em alguma parte do mundo. A estudante de Matemática Ediane Meier, por exemplo, estava participando de uma apresentação da história da matemática chinesa, hindu e arábica.
Ela conta que, no início, não se usava o sistema posicional para os números. “Vinte e três, antigamente, não era escrito ‘vinte mais três’, era ‘duas vezes o dez mais o três’. Na índia, por exemplo, eles não tinham símbolos para os números, escreviam por extenso o nome deles. Depois, na Arábia, foram criados símbolos que originaram os que usamos hoje”, explicou. Ediane diz que esse é o motivo do nome do sistema de números que usamos atualmente se chamar Hindu-arábico.
O Festival da Matemática RS ocorre uma vez por ano e é voltado para as escolas e jovens da comunidade do Vale do Sinos, com inscrição prévia. Outro projeto para esse público na universidade é o Programa Educação e Ação Social (Educas). No projeto, Pedagogia, Psicologia e demais licenciaturas prestam atendimento gratuito às crianças e jovens, para qualificar os processos de aprendizagem.
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]]>The post Google I/O 2018 Extended ocorre no Teatro da Unisinos appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>No ano passado, o evento teve 400 participantes e desta vez promete dobrar o número. Com 33 palestrantes confirmados, 17 a mais que o ano passado, a conferência ocorre das 8h30min às 18h. Para mais informações sobre palestrantes e compras de ingresso, clique aqui.
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]]>The post Joarez Santini appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Diferente de outras crianças, Joarez não usava o videogame apenas para jogar, ele era um meio de explorar a criatividade. Logo, ele começou a desenhar os personagens do jogos que gostava, e também a criar labirintos e desafios para que a família jogasse. Naquela época ele ainda não sabia que estava dando seus primeiros passos na sua profissão de game design.
Apesar de companheiros constantes, os jogos ainda não haviam se mostrado para Joarez como uma carreira profissional. Foi só no segundo ano do Ensino Médio que ele vislumbrou essa possibilidade. Durante seis meses ele fez o curso de jogos do Senac, no qual depois descobriu o graduação de Jogos Digitais.

Conforme Joarez, apesar de ser um curso bem geral, ele lhe mostrou que essa era a área certa para seguir. “Quando eu descobri que tinha uma faculdade
de jogo, não pensei duas vezes, me inscrevi. Optei pela Unisinos porque era um das primeiras universidade de jogos do Brasil. Ela já tinha um background e professores com experiência”, fala ele.
Apesar de uma área que está apenas começando aqui no Brasil, Joarez conta que seus pais sempre o apoiaram “Meus pais sempre me estimularam a crescer. Desde cedo, eles perceberam que era isso que eu gostava de fazer. Na época, a gente ainda não sabia como funcionava o mercado, então ainda tinha um pouco dessa dúvida de se ia dar certo. Quando eu entrei na faculdade, eu fui puramente por gostar de videogame, eu não tinha conhecimento nenhum de como era o mercado nacional, mas eu sempre tive apoio.”
A visão sobre a área de jogos mudou muito durante o curso. Acostumado a referências do mercado internacional, Joarez percebeu que a abrangência do profissional no cenário nacional é bem maior. As dúvidas sobre qual área seguir eram frequentes durante o curso e foi só com a ajuda de um professor que ele soube que seu destino era no game design. “O professor de game design foi o que me inspirou a ir para essa área, o Maurício Gehling. Quando eu entrei no curso, eu não sabia nada, eu não sabia se eu seria game design, artista ou programador, mas com aulas dele eu conheci melhor o game design e acabei optando por essa área”, conta ele.
Uma das coisas que mais marcou Joarez durante a faculdade foi o tempo em que ele trabalhou como estagiário na Atomic Rocket Entertainment, o estúdio de jogos do curso. “Tudo o que aprendi de desenvolvimento na Atomic, eu levei para minha empresa, a Riftpoint. Tanto na questão das técnicas de produção, como também a questão dos clientes de como conversar com os eles e desenvolver o que foi pedido. Foi a minha primeira experiência profissional na área”, recorda-se.
A Riftpoint também surgiu durante a faculdade como um grupo de amigos que gostava de desenvolver jogos no tempo livre. “Começou sem nenhuma intenção, na faculdade, um grupo para desenvolver jogos fora das aulas que virou uma empresa. Eu me uni com dois colegas e a gente fundou a Riftpoint. Na época, eram só projetos secundários, a gente se reunia e decidia fazer um jogo. Aí a gente desenvolvia esse jogo e colocava o nome “Riftpoint”, mas não era nada oficial, não era uma empresa propriamente dita na época. Na medida que a gente viu que podia dar certo, a gente fundou realmente a empresa, registramos CNPJ e agora estamos bem focados.”
A Riftpoint cresceu, hoje conta com uma equipe fixa de cinco funcionários e já conquistou vários prêmios em eventos de criação de jogos. As Global Game Jams são uma das paixões da empresa. Essas competições são maratonas de 48 ou 72 horas de programação de jogos e a equipe busca participar de todas elas.
Joarez conta que esses eventos já trouxeram muitas recompensas, em mais de um festival eles ficaram em primeiro lugar e um dos jogos desenvolvidos, o Think Different alcançou mais de 72 mil jogadas durante o evento, sendo um dos maiores sucessos da empresa. ”Esses eventos são muito bons, por serem curtos. Tem aquela filosofia que eu gosto de seguir que é “falhar rápido”. É importante para aprender falhando rápido, se o projeto for feito em uma empresa, não vai ficar pronto em só dois dias. Pode levar meses e, até mesmo, anos e se o jogo não der certo tu vai ter perdido todo esse tempo. Com esses eventos se tem pouco tempo para fazer, e se não der certo tu ganhou experiência fazendo ele, melhorou o entrosamento da equipe, sem falar que dá uma quebra no trabalho do dia a dia de trabalhar sempre no mesmo projeto.”

A principal inspiração de Joarez é o japonês Shigeru Miyamoto, o game design que criou jogos como Mario, Donkey Kong e The Legend of Zelda. A nintendo também é a empresa que mais inspira Joarez no seu dia a dia.
Os jogos, que o acompanharam durante toda vida, são muito importantes para Joarez.”A importância dos jogos para mim é ver as pessoas se divertindo e a reagindo a eles, a melhor coisa que tem é ver pessoas jogando seu jogo e rindo. Eu posso dizer que eu faço jogos com essa finalidade, ver as pessoas se divertindo”, orgulha-se ele.
Para o futuro, Joarez diz que seus sonhos são vários. “Meus sonhos profissionais e pessoais se entrelaçam. Antes, meu sonho era trabalhar na nintendo, mas agora é fazer a Riftpoint crescer, ser reconhecida no mercado e lançar algum jogo que seja reconhecido internacionalmente. Outra possibilidade que penso é dar aulas e ministrar cursos sobre game design. Eu tive algumas oportunidades, durante a faculdade, de dar aulas para crianças, ensinar como programar um joguinho básico e gostei bastante disso”, conta ele.
Joarez deixa uma dica para aqueles que estão ingressando na área “A principal dica que eu tenho é desenvolvam jogos. Não espere conseguir um emprego, o que mais importa para o mercado nacional é portfólio. Toda vez que enviar um currículo eles vão olhar teu portfólio então desenvolvam no tempo livre, mesmo que não seja sério, desenvolvam” finaliza ele.
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]]>Para o jornalista e professor Bernardo Cortizo de Aguiar, os newsgame “são jogos que são produzidos como forma de apresentar um conteúdo editorial jornalístico. Pode ser desde apresentar uma reportagem especial mais aprofundada e interativa ou até mesmo uma questão no estilo charge, uma opinião de cunho político ou social em um formato mais solto.” Esses jogos podem ser divididos em várias categorias como atualidades, infográficos, documentários, educativos e sempre são vinculados a uma reportagem ou conteúdo especial feito por um meio de comunicação.
Os newsgames começaram em 2001 com o game “Kabul Kaboom”, que foi desenvolvido pelo criador do termo “Newsgame”, Gonzalo Frasca. O jogo falava sobre os bombardeios feitos pelo EUA no Afeganistão após o ataque de 11 de setembro do mesmo ano. Seguindo a mesma crítica aos bombardeios americanos, em 2003 foi desenvolvido o jogo “September 12th” primeiro projeto do newsgaming.com e que seria considerado o primeiro sucesso na área. Em “September 12th” o jogador devia combater terroristas através de bombardeios enquanto poupava civis, porém logo se percebia que o jogo tornava impossível salvar todos os civis mostrando que violência não era a resposta.

Em 2004, o jornal El País desenvolveu o seu primeiro newsgame o “Play Madrid”, jogo simples que era uma homenagem às vítimas do atentado que ocorreu na cidade em março de 2004. Em 2007, New York Times e CNN também entraram na produção de jogos jornalísticos. “Food Import Folly” do NYT trouxe uma crítica a pouca fiscalização na importação de alimentos. “Presidential Pong” da CNN era um ping-pong entre os candidatos à presidência dos EUA, as habilidades dos personagens eram o reflexo de como eles iam nas pesquisas eleitorais.
No ano de 2007 também surgiram esses jogos no Brasil. O portal do G1 criou um jogo chamado “Nanopods da política internacional” que era basicamente identificar os políticos de vários países. Porém o grande sucesso só veio um ano depois, em 2008, quando a revista Superinteressante produziu uma reportagem especial sobre as novas tecnologias usadas pelos peritos criminais. A matéria chamada “Ciência contra o crime” vinha acompanhada de um jogo sobre perícia criminal em que o leitor poderia se colocar na pele de um CSI. Após isso a Superinteressante lançou vários outros newsgame de sucesso, como “Jogo da Máfia” e “Filosofighters” e se tornou referência mundial no assunto.
O jornalista Fred di Giacomo estava no núcleo jovem da editora Abril quando o primeiro jogo, foi lançado. Na época Fred trabalhava com infográficos, onde já eram inseridos alguns games e puzzles. Em 2009, ele assumiu a editoria do núcleo e se tornou referência nacional no assunto newsgame. Para Fred o principal propósito de um newsgame é informar e divertir. “O Rafael Kenski, pioneiro na criação de newsgames e alternate reality games jornalísticos, tinha uma definição de que um newsgame precisa informar e divertir, se ele só informa é apenas ‘news’ e se só diverte é apenas ‘game’”, conta ele.
Segundo Fred, a apuração para jogos assim é a mesma que a apuração para uma notícia normal “A parte de apuração jornalística segue a mesma, o que muda é o objetivo desta apuração. As informações coletadas não vão mais se transformar num texto, mas serão a base de um game e devem ser transmitidas não só através de blocos de texto, mas do cenário, da mecânica, das interações e do diálogo.”
A parte que leva mais tempo e é mais complicada é o desenvolvimento do jogo. “Tudo começa com a pauta, a história que queremos contar, muito parecido com uma matéria tradicional. Por exemplo, no ‘Pule o muro’ da revista Galileu a pauta era contar quais foram as fugas mais espetaculares tentadas da Alemanha Oriental para Ocidental. Às vezes a pauta já vem com a “sacada” do jogo; o ‘Filosofighters’ por exemplo, já nasceu um “jogo de luta com filósofos”. Em cima da pauta, o repórter vai fazer a pesquisa. Com esses dados e estatísticas na mão, o game designer parte para criação do ‘gameplay’ ou ‘mecânica’. Como aquela pauta vai ser melhor contada? Através de um jogo de luta? De um jogo de tiro? Etc. Com o documento de game design pronto, o pessoal da arte vai criar as ilustrações e animações e os desenvolvedores programam o jogo. No final, gasta-se bastante tempo testando o jogo e corrigindo seus bugs” explica Fred.

Os newsgame, assim como a notícia passa por um ciclo de produção, publicação e consumo. Para o professor Bernardo os newsgame são muito importantes para contextualizar a notícia e apresentar a informação de forma mais dinâmica. “Eu acho que a importância é oferecer um contexto maior. Essa questão de ser você que está decidindo o que acontece ali e ver efetivamente as consequências das decisões oferece uma visão macro e mais completa do que está acontecendo” argumenta Bernardo.
Segundo Fred di Giacomo, a maior dificuldade na produção desses jogos é a combinação entre pouco tempo e dinheiro, tendo em vista que o capital aplicado para um newsgame nem sempre é o mesmo de um jogo tradicional. Esses fatores tornam o futuro da área incerto no país “Bom, acho que essa área tem um passado bacana no país (já fomos o país que mais produziu newsgames no mundo) e um presente ok, não sei quanto ao futuro, pra ser sincero. Acho que os grandes grupos de mídia precisam investir mais em formatos diferenciados e sair do feijão com arroz da foto mais texto.”
Fred atualmente é consultor e tem uma empresa que fabrica conteúdos multimídias, incluindo newsgame e infográficos. Como dicas para quem está entrando nessa área Fred diz “Pense por que a história que você quer contar será melhor contada no formato de game e não em outro como um vídeo ou um texto. Evite colocar muito texto no seu jogo, a história deve ser contada através do gameplay. E não esqueça que as pessoas têm que sair da experiência tendo se informado e se divertido!”
September 12th: Jogo sobre atentado de 11 de Setembro de 2001.
Play Madrid: Jogo homenagem às vítimas do atentado terrorista em Madri em março de 2004.
Presidential Pong: Jogo de pingue-pongue entre candidatos à presidência dos EUA de 2008.
Cutthroat Capitalism: Simulação de negociações e táticas da pirataria da costa da Somália.
Pule o muro: Homenagem aos 25 anos da queda do muro de Berlim. No jogo, o jogador deve tentar pular o muro enquanto aprende sobre diversas tentativas de fuga históricas.
Spent: O jogo simula diversas situações diárias ensinando o jogador a poupar.
Comande você mesmo a bateria de uma escola de samba: O infográfico gamificado ensina como funciona a bateria de uma escola de samba e mostra como funciona cada instrumento individualmente
Supercrise: Um super trunfo com dados e índices dos países
Filosofighters: Jogo clássico de luta entre os principais filósofos da história.
Science Kombat: Seguindo a mesma linha de “Filosofighters”, um combate entre nomes famosos da ciência.
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