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Arquivos industria da moda - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/industria-da-moda/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Fri, 19 Mar 2021 17:17:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 “Se a pessoa paga, ela tem o direito de usar uma estampa bonita” https://mescla.cc/2021/03/19/se-a-pessoa-paga-ela-tem-o-direito-de-usar-uma-estampa-bonita/ https://mescla.cc/2021/03/19/se-a-pessoa-paga-ela-tem-o-direito-de-usar-uma-estampa-bonita/#respond Fri, 19 Mar 2021 17:17:20 +0000 http://mescla.cc/?p=14777 “Não sou somente um ‘colono’ que decidiu tentar a vida na cidade grande”, sugere, aos risos, Jorge Luckemeyer. Natural de Santo Ângelo, no Noroeste gaúcho, o egresso da Unisinos trilhou seu caminho profissional no mundo da moda, que o levou até o outro lado do planeta, mais precisamente na China, a cerca de 18 mil […]

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“Não sou somente um ‘colono’ que decidiu tentar a vida na cidade grande”, sugere, aos risos, Jorge Luckemeyer. Natural de Santo Ângelo, no Noroeste gaúcho, o egresso da Unisinos trilhou seu caminho profissional no mundo da moda, que o levou até o outro lado do planeta, mais precisamente na China, a cerca de 18 mil quilômetros de distância da cidade natal.


Formado em Moda em 2013, Jorge atualmente está de volta a Porto Alegre, onde presta consultoria para diversos projetos, como coleções de estampas, e desenvolve estratégias para marcas. Além disso, também participa como palestrante em eventos de inovação.


A escolha pela moda


Aos 21 anos, Jorge se mudou para a Capital gaúcha. Antes de descobrir sua afinidade com a moda, tentou cursar Design em algumas instituições da Capital, mas não se identificou. “Não sentia uma proximidade com os professores, nem com o curso”, explica.


Apesar das incertezas sobre o que estudar, desde cedo Jorge começou a estagiar em grandes agências de publicidade, como Escala, DCS, Paim e Gad. Atuou em campanhas para pessoas famosas, como Gisele Bündchen, Alessandra Ambrósio e até mesmo para o ator Paul Walker, que morreu em 2013. Para fugir da rotina de trabalho, decidiu fazer algo que não fosse do seu dia a dia. Pensou até mesmo em cursar Biologia ou Física. Mas, para não perder definitivamente o contato com o mundo em que estava, escolheu Moda.

Além de designer e consultor, Jorge também é palestrante
(Foto: Marco Ferreira)


Uma experiência do outro lado do mundo


Em certo momento, Jorge passou a não se sentir mais motivado na publicidade: “Eu trabalhava com verbas milionárias, fazia catálogos, outdoors, trabalhava com Gisele Bündchen, porém não entendia a serventia do meu trabalho, sabe. Me sentia inútil”, revela. Decidiu, então, se aventurar na indústria. Foi quando surgiu uma oportunidade nas Lojas Renner.


Lá, o designer entrou com a mentalidade de democratizar a moda, principalmente relacionada às estamparias: “Eu penso que se a pessoa paga, ela tem o direito de usar uma estampa bonita”, acredita. Jorge foi um dos cinco primeiros designers gráficos da empresa. Quatro anos depois, percebeu que tinha chegado em seu limite de crescimento. Por isso, resolveu sair.


Após um período repensando a sua carreira, Jorge recebeu um convite para trabalhar na Adidas. Detalhe: na China. Como representante do Brasil, sua missão no país mais populoso do mundo era liderar a estrutura criativa de estampas da marca. Além de viver em um local com uma cultura totalmente diferente, o trabalho para a marca internacional serviu para que Jorge confirmasse algumas crenças que já o acompanhavam aqui no Brasil. “Na Renner, eu me questionava se alguns processos de trabalho estavam certos ou errados. Às vezes, eu ficava meio desacreditado. Porém, quando eu cheguei na Adidas, tudo o que eu pensava e acreditava fazia sentido. Foi muito importante para minha confiança”, explica.

Como representante brasileiro da Adidas, Jorge liderou
a estrutura criativa de estampas da marca na China
(Foto: Arquivo Pessoal)


Na China, Jorge teve que lidar com uma cultura ímpar. “O mais impactante foi perceber como são diferentes as percepções culturais sobre algo”, comenta. Ele cita como exemplo sua primeira reunião com o RH da Adidas. No meio da conversa, a funcionária da empresa arrotou e, após isso, seguiu a reunião com normalidade. “No início, eu estranhei muito. Mas depois de conversar com algumas pessoas que já moravam lá há algum tempo, entendi que, para os chineses, o corpo precisa ser livre de privações e restrições.”


No país milenar, Jorge presenciou, também, momentos desagradáveis, como o caso de homofobia em que foi vítima. Ao sugerir que ele mesmo retomasse um projeto sobre gênero fluido, que estava parado, pois poderia ter mais facilidade, já que era homosexual, se deparou com a surpresa de três funcionárias asiáticas. “Elas falaram abertamente que não estavam confortáveis com aquilo, por eu ter falado, claramente, que era gay”, revela.


De volta ao pampa


Após a experiência vivida no outro lado do mapa, Jorge retornou a Porto Alegre. Não tinha, segundo ele, muita ideia do que faria a partir de então. “Eu só queria deixar as coisas acontecerem, sem pressão. Por isso, decidi trabalhar sob demanda”, conta. Foi então que resolveu investir em uma carreira autônoma, realizando trabalhos como freelancer para clientes próprios. “A experiência na China me ajudou a ter a confiança para tomar essa decisão”, esclarece Jorge.


Dos diferentes projetos futuros que o designer tem em mente, um está ligado diretamente com o local onde nasceu. Após iniciar um processo de desconstrução, com o objetivo de entender melhor qual era sua raíz e sua cultura, Jorge quer devolver à região missioneira tudo que aprendeu. “Vejo que o povo indígena está perdendo suas raízes em comparação a outras culturas contemporâneas. Entendo que ele podia ser mais valorizado e celebrado”, avalia.


Por isso, Jorge idealiza desenvolver produtos a partir da tradição indígena. “A ideia é vender e reverter os valores para que eles possam produzir suas próprias criações. Quero usar dos meus privilégios para retribuir.”

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Entrevista com Guilherme Roennau, da Multiply Clothing https://mescla.cc/2017/07/04/entrevista-com-guilherme-roennau-da-multiply-clothing/ https://mescla.cc/2017/07/04/entrevista-com-guilherme-roennau-da-multiply-clothing/#comments Tue, 04 Jul 2017 20:22:56 +0000 http://mescla.cc/?p=2113 A Multiply Clothing utiliza os conceitos de streetwear, life style e hip hop para criar roupas que estampam os gostos dos integrantes do projeto. Estudante de Comércio Exterior e sócio do empreendimento, Guilherme Roennau conta um pouco sobre a história da marca e inspira quem quer começar um negócio. Mescla: Como surgiu a ideia de […]

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A Multiply Clothing utiliza os conceitos de streetwear, life style e hip hop para criar roupas que estampam os gostos dos integrantes do projeto. Estudante de Comércio Exterior e sócio do empreendimento, Guilherme Roennau conta um pouco sobre a história da marca e inspira quem quer começar um negócio.

Mescla: Como surgiu a ideia de ter uma marca?

Guilherme Roennau: A Multiply nasceu de uma forma bem despretensiosa, na verdade. Eu e o Guilherme Stacke sempre falávamos sobre ter um negócio próprio, fazer algo por nós, mas ficávamos sempre na conversa. Não sabíamos direito o que fazer e, na época, estávamos mais ou menos na metade da faculdade, trabalhando em empregos paralelos e em dúvida sobre o futuro.

Esse lance do streetwear era um negócio novo pra nós. Curtíamos o estilo e as roupas, mas não conhecíamos a fundo o conceito. Também unimos isso ao lance de que gostávamos de rap, grafite, a cultura hip hop em geral e pensamos: “Vamos fazer umas camisetas”. Nisso, chamamos o Luc Mushumba para participar do projeto, que tinha o mesmo pensamento que eu e o Stacke quanto a esse lance da moda, do rap, etc. Depois de algumas reuniões, então, surgiu a Multiply.

Nós não tínhamos nenhuma experiência sobre fazer camisetas. Porém essa ideia de poder expressar por meio dos produtos o que nós gostávamos foi o que nos deu essa vontade de transformar esse projeto de negócio próprio numa marca.

Mescla: Como vocês descrevem o conceito do projeto?

Guilherme: No começo, bem no começo mesmo, pensamos mais em uma marca voltada para o rap. Não tínhamos um conceito bem definido para ela, e talvez isso tenha sido um dos nossos primeiros erros. Nem tudo saiu como planejado, inclusive, nem fizemos um planejamento, simplesmente começamos o negócio.

Não tínhamos um motivo para fazer essas camisetas, um propósito. Fizemos algumas unidades, estampamos, vendemos pra ganhar um dinheiro para fazer mais unidades, com estampas diferentes, para aí fazer mais dinheiro e assim por diante. No fim das contas, não tínhamos criado uma identidade muito forte para marca. Foi somente aí que começamos a ver a necessidade de um conceito por trás da Multiply, de um propósito.

Então, a gente foi construindo o conceito com o passar do tempo, aprendendo algumas coisas, mudando atitudes, renovando nosso logotipo e parando de simplesmente fazer camisetas por fazer.

Agora, vejo que nós, no momento em que estamos, queremos passar para as pessoas, através dos nossos produtos, muito mais do que só o rap. Também queremos passar o nosso estilo de vida, ou como a gente se refere normalmente: o nosso lifestyle. Dentro desse lifestyle, a gente transmite tudo o que nós gostamos, e é aí que entra o rap, skate, grafite, streetwear, moda, cultura da rua, do hip hop etc.

Mescla: Qual o público-alvo da Multiply?

Guilherme: Nós tentamos não nos definir como uma coisa só. A gente faz o que a gente gosta. Se a pessoa simpatiza e se identifica com essa atitude e com o estilo, ela é parte da Multiply também. Essa é a nossa multiplicação. O público que a gente tenta atingir é aquele que gosta e simpatiza com essas mesmas coisas que nós.

No começo, a gente fazia camisetas com foco no público masculino. Agora, vemos o estilo das nossas roupas como unissex. Isso se deu porque muitas meninas gostam dos modelos, compram um tamanho até grande, às vezes, e personalizam, fazem um vestido, removem a gola, diminuem a manga ou até compram um tamanho que sirva bem e usam como camiseta normal.

A gente percebeu que mesmo fazendo camisetas masculinas as meninas também se interessavam. Então, decidimos não definir como masculino e feminino. Se tu gostaste do estilo, da cor, da estampa, do boné, da camiseta, então sinta-se livre para comprar. O importante é se identificar com a marca.

Mescla: Acha que os estudos de vocês na faculdade influencia de alguma forma a marca?

Guilherme: Eu e o Luc cursamos Comércio Exterior, o Guilherme Stacke Publicidade e Propaganda, o Martin Mayer Administração de Empresas. Já o Ramon Oliveira e o João Scholz não estão fazendo faculdade. No momento, essas são as pessoas que estão compondo a equipe, com exceção do Luc e do Martin, que estão se dedicando a outros projetos também, mas ainda participam da marca de outras formas.

Nosso conceito de equipe não é muito formal. Nós consideramos parte do time qualquer um que esteja disposto a nos ajudar no trabalho, seja da forma que for. Se nós formos nos engajar em um projeto e de alguma forma tu puderes contribuir, então tu vais ser parte da equipe, mesmo que não seja para sempre.

De fato, o curso não é primordial para o trabalho que a gente faz, mas, com certeza, ajuda bastante. Por exemplo, o João e o Ramon não estão fazendo faculdade no momento, mas participam ativamente da marca. O João cursava Engenharia da Computação, algo assim. Ou seja, um curso que não tem nada a ver com a marca. Mesmo assim, de alguma forma, ele consegue se encaixar para ajudar em coisas que talvez os outros integrantes não tenham muito conhecimento. Independente de cursar algo ou não, nós acreditamos que as pessoas sempre vão poder te ensinar e ajudar.

Mescla: Vocês têm outros empregos?

Guilherme: A Multiply não é o único trabalho dos integrantes. A marca ainda não se sustenta financeiramente. Então, ainda temos que, de outras maneiras, gerar uma renda por mês para nos mantermos. Esse é um dos motivos para o Luc e o Martin não conseguirem participar tão ativamente da marca nesse momento.

Eu, o Stacke, o Ramon e o João trabalhamos juntos também para a Lift Movies. Esses e outros serviços que realizamos nos trazem uma garantia financeira. São projetos paralelos, que andam junto como um coletivo.

Mescla: Qual foi o maior desafio para tirar do papel as ideias que tinham para o projeto?

Guilherme: Creio que ter uma marca em si já é o nosso maior desafio, mas, para tirar as ideias da cabeça e fazer acontecer, o que mais nos bloqueia é a situação financeira. Talvez por algumas decisões erradas que tomamos no passado, por ser difícil de empreender no Brasil, por termos custos altos para realizar qualquer coisa com a marca, isso nos impeça de concretizar algumas dessas ideias que temos, pois para tudo precisa de dinheiro.

Durante toda a existência da marca, nos deparamos com diferentes desafios. Até chegou um momento em que a gente ficou completamente sem dinheiro, parou um pouco de se dedicar para a marca e precisou desenvolver outros projetos, para gerar uma renda. Com isso, a gente conseguiu se estabilizar e voltamos a olhar para a marca. Quase sempre vão acontecer coisas que vão te desanimar e dar vontade de desistir de tudo, mas são coisas que servem de aprendizado paro o futuro.

Mescla: Qual foi o momento de maior satisfação até agora em relação a marca?

Guilherme: Acho que o melhor momento como marca está sendo o que estamos vivendo agora. Temos diversos projetos para serem desenvolvidos, parcerias, voltamos a trabalhar diariamente na marca e estamos com uma visão de negócio completamente diferente e reestruturada. Ainda assim, temos muitas coisas para acertar e evoluir, o que vai acontecendo com o tempo se mantermos a dedicação.

Nossa maior satisfação é ver quando as pessoas gostam e reconhecem o teu trabalho. Quando acertamos parcerias com nossos amigos e quando temos a oportunidade de ajudar aqueles que, assim como nós, também estão no desafio de ter seu negócio próprio.

Temos amigos que estão começando nessa jornada, que compartilham dos mesmos ideais que nós, estão pelas mesmas causas. Poder trabalhar junto com eles é sempre muito gratificante. Quanto mais pessoas gostarem das nossas ideias, dos nossos produtos, quanto mais elas multiplicam isso, maior nossa satisfação com o trabalho que realizamos.

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Projetos de moda em outro formato de negócio https://mescla.cc/2017/07/04/projetos-de-moda-em-outro-formato-de-negocio/ https://mescla.cc/2017/07/04/projetos-de-moda-em-outro-formato-de-negocio/#respond Tue, 04 Jul 2017 20:12:33 +0000 http://mescla.cc/?p=2102 Criar uma marca que vá além da moda, que abrace estilo de vida, colaboração e, ao mesmo tempo, que consiga engajar uma comunidade. Os caras da Multiply Clothing e da CopyNPaste têm exatamente esses ideais. Utilizam a moda para estampar seus gostos, acreditando em um estilo de negócio diferente do tradicional. A Multiply Clothing é […]

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Criar uma marca que vá além da moda, que abrace estilo de vida, colaboração e, ao mesmo tempo, que consiga engajar uma comunidade. Os caras da Multiply Clothing e da CopyNPaste têm exatamente esses ideais. Utilizam a moda para estampar seus gostos, acreditando em um estilo de negócio diferente do tradicional.

A Multiply Clothing é uma marca de roupas e acessórios que nasceu, de forma despretensiosa, entre três amigos. Eles gostavam da cultura hip hop e streetwear. A partir disso, decidiram fazer camisetas que estampavam esses conceitos.

Da esquerda para direita os integrantes do projeto Luc Mushumba, Guilherme Roennau, Guilherme Stacke e Martin Mayer. Foto: Divulgação Multiply Clothing

“Não tínhamos nenhuma experiência sobre como fazer camisetas. Porém a oportunidade de expressar o que nós gostávamos por meio de produtos foi o que nos motivou a transformar um projeto de negócio próprio em uma marca”, conta Guilherme Roennau, sócio da Multiply.

Atualmente, são seis profissionais envolvidos com a marca. A forma como lidam com o negócio foge do tradicional. “Nosso conceito de equipe não é muito formal. Nós consideramos parte do time qualquer um que esteja disposto a nos ajudar no trabalho, seja da forma que for”, comenta Roennau.

Dois dos integrantes estudam Comércio Exterior, um estuda Publicidade e Propaganda, outro Administração de Empresas e os outros dois não estão estudando no momento. “Independente de cursar algo ou não, nós acreditamos que as pessoas sempre vão poder te ensinar e ajudar em algo”, afirma.

Foto: Divulgação Multiply Clothing

A marca ainda não está se sustentando financeiramente, de acordo com Roennau, que estuda comércio exterior. A situação financeira acaba sendo o maior desafio para a Multiply. “Quase sempre vão acontecer coisas que vão te desanimar e dar vontade de desistir de tudo, mas são coisas que servem de aprendizado para o futuro”, aconselha.

Confira a entrevista completa com Guilherme Roennau no link.

Impulsionando ideias

O criador da CopyNPaste, Henrique Barbosa, define a marca como um selo criativo, uma espécie de impulsionadora de ideias. “Senti a necessidade de ter um espaço onde eu pudesse desenvolver meus projetos e agregar o trabalho de amigos, que muitas vezes não conseguem um canal legal para expor seu trampo”, conta Barbosa.

A CopyNPaste desenvolve produtos, como acessórios, camisetas, documentários, playlists e outras formas de expressão artística. A primeira colaboração que a marca recebeu foi exatamente da Multiply Clothing. “Pensamos em criar não só uma camiseta com um gráfico, mas desenvolver a camiseta a partir de uma história”, recorda Barbosa, estudante de Publicidade e Propaganda. O mesmo ocorreu em outras parcerias, inclusive na produção de uma playlist mixada e gravada durante um documentário do produtor de conteúdo Martin Mayer.

Foto: Divulgação parceria Multiply Clothing e CopyNPaste

Barbosa afirma que vários momentos o realizam no empreendimento. “Vendo os amigos colando os adesivos (do projeto), querendo adquirir os produtos, comentando as fotos e até mesmo quando usuários do Instagram fazem perguntas”, conta.

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Semana de moda e sustentabilidade em Porto Alegre https://mescla.cc/2017/06/13/semana-de-moda-e-sustentabilidade-em-porto-alegre/ https://mescla.cc/2017/06/13/semana-de-moda-e-sustentabilidade-em-porto-alegre/#respond Tue, 13 Jun 2017 17:00:37 +0000 http://mescla.cc/?p=1716 Entre os dias 19 e 23 de junho, vai ocorrer na Casa Epohke (Rua da República, 125), palestras voltadas para a indústria da moda. O evento abordará temas como as mudanças que estão surgindo no mundo da moda a partir da conscientização da população. Programação: (19/06) Stella Bittencourt, Life Strategist. Tema: Sustentabilidade nas relações interpessoais. […]

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Entre os dias 19 e 23 de junho, vai ocorrer na Casa Epohke (Rua da República, 125), palestras voltadas para a indústria da moda. O evento abordará temas como as mudanças que estão surgindo no mundo da moda a partir da conscientização da população.

Programação:

(19/06) Stella Bittencourt, Life Strategist.

Tema:

Sustentabilidade nas relações interpessoais.

(20/06) Cacá Camargo, professora de moda (Unisinos), representante do Fashion Revolution Brasil e pesquisadora de moda sustentável.

Tema:

Design Activism e negócios de moda – Como se posicionar num cenário pós-consumista?

(21/06) Andréia Marin, mentora em sustentabilidade. Tema:

O que é um negócio sustentável? – Como comunicar a sustentabilidade.

(22/06) Natalia Guasso, idealizadora do Brechó de Desapegos.

Tema:

Relações de consumo: qual o papel dos brechós na sociedade, atualmente?

(23/06) Tainá Gross, representante da SUEKA, marca brasileira sustentável.

Tema:

Como gerir uma marca sustentável? – O que é a SUEKA, propósito, valores, produção sustentável e upcycling.

Para mais informações, clique aqui.

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