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]]>Nesta edição, os participantes terão de construir uma campanha de incentivo ao voluntariado para a ONG Parceiros Voluntários. O trabalho poderá ser desenvolvido individualmente ou em duplas, com o auxílio de um professor orientador. Serão selecionados três finalistas para participar do Salão ARP 2023, que será realizado em dezembro, em Porto Alegre. O projeto vencedor será anunciado durante o evento e os responsáveis serão intitulados como ‘Estudante(s) do Ano de 2023’ e ‘Professor do Ano’.
Para Geferson Barths, Diretor de Conexão com a Academia da Associação, é uma alegria realizar mais uma edição do ARP Academy. “O concurso ajuda a consolidar um espaço importante de representatividade acadêmica na ARP”, pontua.

Neste ano, além de levar para casa o troféu de estrela do Salão ARP na categoria Estudante do Ano, o aluno receberá uma premiação inédita: participar de três imersões em empresas premiadas no evento, nas categorias Agência do Ano, Anunciante do Ano e Veículo do Ano. Assim, o vencedor poderá desenvolver novas experiências profissionais e construir redes de contato durante o primeiro semestre de 2024.

Para Anaís Bertoni, coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da Unisinos, participar de premiações são sempre experiências significativas para os estudantes que buscam ter um diferencial em sua trajetória profissional. O que vale principalmente na área da Publicidade, em que tem a criatividade é um pilar. “Incentivo os estudantes que desejam ingressar na carreira que participem do Prêmio e sintam um pouco como é a prática da carreira”, completa.

As inscrições podem ser realizadas pelo site do ARP Academy, onde também está disponível o regulamento. A data limite é 31 de outubro.
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O evento faz parte do Fronteira – Festival Binacional de Enogastronomia, que teve início no dia 21 e segue até o dia 24 de agosto. Em sua 6ª edição, o objetivo é a integração turística e cultural entre brasileiros e uruguaios por meio da gastronomia, com destaque para a produção de vinhos, de azeite de oliva e de ovinos. O Festival atrai a atenção de universidades, chefs, pesquisadores, produtores, restaurantes, vinícolas, hotéis e o público em geral.
Diversas universidades dos dois países se inscreveram para participar do Concurso Binacional de Pratos a Base de Cordeiro, mas apenas seis foram selecionadas para competir. Entre elas, a Unisinos, que será representada por quatro alunos de Gastronomia. A tarefa será preparar e servir um prato para 200 jurados populares e 20 jurados técnicos. A avaliação será feita com base em alguns critérios pré-estabelecidos, entre eles a valorização da carne do cordeiro, as técnicas utilizadas, a apresentação do prato, a criatividade e a harmonia dos ingredientes. O prato vencedor será o que apresentar mais votos entre os jurados.
A orientação da equipe está nas mãos de Eduardo Leling, mestre em nutrição e alimentos pela Unisinos. Eduardo e os alunos tiveram reuniões para discutir ideias e possibilidades de preparo, e definiram a escolha pelo prato com maior aprovação da equipe: cordeiro prensado, molho demi-glace e texturas de moranga. “Escolhemos essa preparação porque nos possibilita a utilização de todas as partes do cordeiro, sem desperdícios, e também por apresentar a versatilidade da moranga com três texturas: purê, picles e crocante”, comenta o professor.

O curso de Gastronomia já esteve presente na primeira edição do Festival, como ouvintes. A ideia de participar do concurso chegou por intermédio das coordenadoras Flávia da Silveira e Sarah Winck, que tiveram o intuito de estimular os alunos a experimentarem atividades extracurriculares. “Fazia tempo que não representávamos a Unisinos em um concurso. Mas, sempre que possível, participamos de eventos na área”, conta Sarah.
Assim que a Unisinos foi selecionada pelo Festival, coordenação e professores começaram a divulgar a notícia para os alunos buscando incentivar a participação deles. A adesão foi tamanha que, além da equipe, mais seis professores e 34 alunos estarão presentes na fronteira do Estado.

O processo de internacionalização é bastante incentivado pela coordenação do curso. As temáticas tratadas ao longo do Festival serão trabalhadas, também, pelos alunos nas aulas. “Será uma experiência que irá agregar muito além da teoria e das práticas dentro da Universidade. A vivência com outras culturas e o contato com pessoas importantes do setor será, com toda certeza, muito construtivo para o processo de formação dos alunos”, avalia Sarah.
A equipe de competidores, composta por alunos que estão entre o quarto e o sexto semestre, será defendida por Gislyne Marques, Henrique Ferla, João Zaffari e Tais Zappas. João conta que ficou surpreso com o convite, e está confiante: “Tivemos ótimas ideias, e a equipe está bem unida. Com toda certeza será uma experiência muito boa para todos nós, além de ser um desafio”, empolga-se o estudante.
Tais contou que vale a pena se dedicar nas coisas em que acredita, e com a gastronomia não foi diferente. “Representar uma universidade tão bem conceituada está sendo um prazer”, disse. Ela também contou um pouquinho sobre o prato que vai ser desenvolvido na sexta-feira: “A ideia é aproveitar todas as partes do animal, por isso, vamos utilizar também os ossos para preparar o molho demi-glace. As texturas estão em jogo, compondo um prato agradável com diversos elementos sensoriais”.
A equipe chegou nesta quinta-feira, 22/8, na fronteira. A ansiedade e a vontade de fazer bonito está presente no discurso dos quatro alunos, principalmente com o concurso, que está a apenas algumas horas de começar. “Passa um milhão de coisas na minha cabeça. Começo a pensar como vai ser, como vamos fazer, o que vai estar nos esperando, mas, ao mesmo tempo, me sinto superconfiante”, revela Henrique.
Gislyne está indo pela primeira vez no evento, mas, assim como os outros colegas de equipe, tem outras experiências na área. Recentemente, ela ganhou uma competição de criação de um prato com Butiá. “A empolgação me guia, começando pela viagem, que vai nos possibilitar uma visão poética da terra e da vegetação. Isso vai nos inspirar para cozinhar para mais de 200 pessoas com muito carinho e dedicação”, enfatiza a estudante.
O concurso encerra a programação de sexta-feira do Festival, e o resultado será divulgado na mesma noite. Das 19h30 às 21h45, a equipe da Unisinos estará competindo por uma das três colocações. Para os demais alunos que viajaram juntos, resta acompanhar, torcer ou, também, fazer parte do júri popular.
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]]>Um time de 52 profissionais e acadêmicos, divididos em 31 categorias, são os responsáveis por avaliar mais de 300 trabalhos inscritos no Prêmio Unicos deste ano. Para comprovar que “seu trabalho merece todos os views”, o grupo é composto por pessoas atuantes em diversas frentes do mercado de trabalho da comunicação.
Conheça os jurados e suas perspectivas do evento:
Andrieli Magedanz possui 23 anos, é formada em Publicidade e Propaganda pela Unisinos e trabalha como fotógrafa e Social Media.
A publicitária comenta que o Unicos é uma forma de deixar seu trabalho inesquecível. “O princípio básico é dedicação para elaborar sempre o trabalho da melhor forma que você conseguir. Originalidade e criatividade são fatores que pesam durante a avaliação. Trabalhar com prazos e cronograma ajuda muito”, explica.
Formada desde 2016 em Publicidade e Propaganda pela Unisinos, Alana Paro iniciou a carreira trabalhando com uma fotógrafa publicitária. Dois anos depois, ingressou na agência SPR. Lá, tornou-se Diretora de Arte e, nos anos seguintes, atuou nas agências Matriz e Escala. Atualmente, trabalha como designer gráfica da Renner, criando estampas para a marca Bluesteel, no feminino jovem.
Alana afirma que para receber o prêmio, os trabalhos precisam conter criatividade como aspecto básico de construção. “Iniciativas como essa fazem os alunos pensarem além. Deixa de ser apenas um “trabalho da faculdade” e torna-se uma campanha minimamente pensada, um anúncio cuidadosamente construído, e esse processo criativo agrega na construção de carreira do aluno”, comenta.
Formado pela Unisinos em Publicidade e Propaganda, Alberto iniciou a carreira como diretor de arte em Santa Catarina. Entre 2011 e 2013, trabalhou na empresa Construtora Fornace, período em que realizou pós-graduação em Marketing Empresarial e se especializou em modelagem e maquete 3D. Em 2014, abriu sua empresa, AoLeite Marketing e Design, onde presta assessoria de comunicação, design gráfico e projetos 3D. Em 2015, paralelo a AoLeite, junto com um sócio, abriu a empresa Barba Filmes, produtora audiovisual que trabalha com vídeos institucionais, comerciais, videoclipes, atém de fotografia de alimentos e produtos.
Alberto reforça o caráter de validação que o prêmio possui. Sobre os trabalhos já avaliados, ele afirma que “o nível está muito bom. Estes novos profissionais já demonstram técnica e qualidades para entrarem no mercado de trabalho com destaque”.
Andressa Xavier é jornalista formada pela Unisinos e atua como editora-chefe e apresentadora da Rádio Gaúcha. Começou na emissora como estagiária e passou pelas funções de produção, reportagem e chefia de reportagem. Foi a primeira voz feminina a apresentar o Correspondente Ipiranga, uma das principais sínteses noticiosas em rádio no país.
Andressa define o Unicos como uma “ótima vitrine” para os universitários que estão prestes a ingressar no mercado. Sobre os trabalhos avaliados, ela afirma que “é preciso ter forma, mas também muito conteúdo. Saber se comunicar com quem está recebendo a informação, buscar novos formatos, novas linguagens e sempre primar pela qualidade de apuração e debate”.
Formada em Relações Públicas desde 2013, Bruna Ventura trabalhou por cinco anos como Analista de eventos institucionais na Unisinos. Em 2016, assumiu a área de eventos do Colégio Farroupilha. Atualmente, trabalha na coordenação da área de relacionamento e eventos do Instituto Ling, de Porto Alegre.
Bruna reconhece o aspecto motivador do prêmio e afirma que enxerga o evento como uma oportunidade e desafio para os estudantes de todas as áreas da comunicação. Ela afirma que para levar um dos troféus para casa, é necessário “inovação, persistência, comprometimento e cara dura”.
Carlos Jahn é Jornalista e Doutor em Comunicação. Durante 14 anos, lecionou em diferentes disciplinas em Cursos de Comunicação da Unisinos. Desde 2015, trabalha com Educação Básica da Rede Jesuíta de Educação, como Diretor do Colégio Medianeira (Curitiba-PR) e acompanha processos de comunicação dos 14 Colégios da Rede.
Carlos Alberto salienta que o prêmio é uma iniciativa que traz peso ao currículo de jovens profissionais. “Uma ação como o Unicos pode ressignificar o papel da Universidade, o papel dos conteúdos, habilidades e competências adquiridos”, explica.
Carlos Machado é jornalista formado pela Ufrgs e atual repórter da rádio Guaíba. De 2012 a 2014, trabalhou na Fundação Cultural Piratini (TVE e FM Cultura), como apresentador dos programas Frente a Frente, Cidadania, Café Cultura e Cultura na Mesa.
O jornalista afirma que a premiação consolida a ligação necessária entre mercado e academia. “Academia e mercado de trabalho têm que andar juntos para a realização de um trabalho crítico, pois é através da crítica construtiva que nós podemos mudar o mundo em que vivemos”, comenta.
Carolina Konrath é formada em Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda, pela Ufrgs. Possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Hoje, exerce a função de Programadora Visual, no Jornal da universidade federal gaúcha.
Para Carolina, um dos destaques do prêmio é a busca pelo inovador e pelo diferente por parte dos alunos. No aspecto mercadológico, ela afirma que “os olhos do mercado estão sempre atentos às premiações acadêmicas. A conquista de um prêmio acadêmico torna-se destaque em um currículo porque, mais que ressaltar o bom desempenho, aponta aquele aluno que está envolvido de fato com o aprendizado”.
Carolina Quirino iniciou a carreira profissional na Agexcom, como estagiária de Atendimento, e até hoje segue nesta ocupação. Já trabalhou em diferentes agências de Porto Alegre, e, atualmente, exerce função em marketing digital.
Carolina relembra a experiência profissional dentro da Agexcom como elo entre universidade e mercado de trabalho, e afirma que o Unicos é uma extensão disso. “Acredito que a experiência que tive na Agexcom foi fundamental para o desenvolvimento da minha carreira e a me conhecer no âmbito profissional, e poder participar de um evento tão importante mostra que a relação com a universidade ainda permanece”.
Débora é Relações Públicas. Formada pela Unisinos em 2014, já trabalhava com eventos desde 2012. Organizou o 14th ICWE (14th International Conference of Wind Engineering), promovido pela Ufrgs em 2015. Entre os anos de 2015 e 2017, trabalhou na central de eventos da Unisinos e, atualmente, atua na área de eventos do Colégio Farroupilha em Porto Alegre.
Para Débora, no caso dos trabalhos em grupo, a união é fundamental. “É preciso ter muito foco e pesquisa, e se o trabalho é em grupo, é preciso que todos saibam trabalhar em conjunto com ideias, problematizações e discussões, para chegar num projeto final que tenha a possibilidade de ser executado e não fique somente no papel”, salienta.
Com duas graduações, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, ambas da Unisinos, Fernanda Antunes também é pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas pela FAEL. Atualmente, ela trabalha no setor de eventos na FIERGS, mas também possui em seu currículo passagens pela VOLVO e pela coordenação de eventos da Unisinos.
Em suas impressões sobre o prêmio, Fernanda assinala a força e motivação que os universitários trazem para o mercado. Para ela, quem quer levar o prêmio para casa precisa de “estudo, dedicação, envolvimento com a pesquisa e uma boa dose de café”.
Fernando Schmitt é fotógrafo, professor e curador independente. Formado em Jornalismo e mestre em Comunicação Social, faz parte do espaço Planta Baja em Porto Alegre. Ensina na Escola Fluxo de Fotografia Expandida. Deu aulas no Senac-SP, MIS-SP, Unisinos-RS, PUC-RS e Ufrgs. Com a pesquisadora Fabiana Bruno, desenvolveu a série de workshops “A Fotografia no Limite”, já realizados em São Paulo, Porto Alegre, Recife e Belém.
Fernando explica que um trabalho no prêmio leva o estudante a ser avaliado de forma diferente daquela que ele está acostumado. “Inscrever um trabalho em um prêmio significa submetê-lo a uma avaliação por critérios que não são os de aula e, em alguma medida, alcançar alguma visibilidade fora do ambiente acadêmico. Por isso, faz-se necessário ter cuidado ao avaliar os resultados e receber com alegria e sem euforia exagerada o prêmio”, conta.
Fernando Zanuzo é jornalista e radicado em Porto Alegre. Atualmente, edita e apresenta o Correspondente Ipiranga, da Rádio Gaúcha. Também é narrador (freelancer) dos canais Premiere Globosat/Sportv. Em 12 anos de profissão, já passou por jornais e emissoras de rádio do interior até chegar ao Grupo RBS em 2005.
O radialista afirma que o Unicos faz com que o estudante tenha a certeza do esforço recompensado. “Penso o Unicos como resultado de todo o conhecimento agregado pelos alunos durante o curso. Os trabalhos condensam toda a experiência acadêmica e por isto torna o prêmio um termômetro fundamental do nível dos estudantes”, comenta.
Jarbas é formado em Publicidade e Propaganda pela Unisinos. Atualmente, é pós-graduando em Desenvolvimento de Aplicações Mobile, também na Unisinos. Jarbas é diretor na isDesign e sócio fundador juntamente com Jardel. Atua com programação BackEnd e trabalha com criação de e-Commerces, Sistemas em Nuvem, e soluções para IOT (internet das coisas).
Jarbas afirma que o Unicos é uma maneira de aproximar os estudantes da realidade do mercado de trabalho. Em sua experiência pessoal, ele conta que a premiação sempre o instigou a buscar mais. “Eu ganhei três Propaganderias (nome que era dado ao prêmio antes de se tornar Unicos) e, mais do que aparecerem como nota de rodapé no currículo, eles me induziram a buscar sempre o melhor nos trabalhos que eu faço. O prêmio me imputou um perfeccionismo que me acompanha nas batalhas diárias do mercado de trabalho”, comenta.
Jardel Orlandin estuda software e design desde 2007. É formado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda e, atualmente, é mestrando em Ciências da Comunicação, ambas na Unisinos. Em 2013, ele iniciou a isDesign Softwares junto com Jarbas Orlandin. Hoje, Jardel é responsável pelo design de interfaces (UI) e pela usabilidade (UX) dos sites e sistemas.
Sobre os trabalhos que está avaliando, Jardel destaca o nível de finalização e profissionalização dos projetos. Para o mestrando, a combinação de vários fatores resulta na premiação final. Ele destaca que “é preciso que haja um conhecimento interdisciplinar para que bons trabalhos sejam realizados. Mais importante ainda é um cuidado com o trabalho, um acabamento especial que o destaque dos demais. É se importar com aquilo que ninguém mais se importaria, é planejar cada detalhe do projeto”.
Graduada em Realização Audiovisual na Unisinos em 2015, Joana fez estágio com foco em Montagem na Casa de Cinema de Porto Alegre. Em 2017, estreou como continuísta no novo longa-metragem de Jorge Furtado, “Rasga Coração”, produzido pela Casa de Cinema e Globo Filmes. Joana segue atuando na área da continuidade em produções como a série “Chuteira Preta”, dirigida por Paulo Nascimento, da Accorde Filmes, e no longa-metragem “Disforia”, de Lucas Cassales, produção da Sofá Verde Filmes e Epifania Filmes.
Para Joana, a experimentação audiovisual possibilitada pelo ambiente acadêmico é sempre um ponto forte das premiações universitárias. “É sempre legal ver um portfólio que conte com trabalhos realizados na universidade, e é mais legal ainda quando esses trabalhos são reconhecidos e valorizados”, fala.
João Vitor Santos é bacharel em Jornalismo e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Atualmente é jornalista da Revista IHU On-Line, do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, e acadêmico do curso de graduação em História na Unisinos, mesma instituição em que desenvolve atividades na pesquisa de iniciação científica. Já atuou como produtor executivo na RBS TV e Rádio Gaúcha e em coberturas especiais para os jornais Zero Hora e Diário Gaúcho.
João acredita que o Prêmio Unicos é uma forma dos alunos da graduação se inspirarem a produzir trabalhos mais qualificados. “O grande diferencial desse prêmio é que se dá em nível universitário, o que não tem nada a ver como “amador” ou “menos profissional”. Pelo contrário, o fato de não estar atrelado a um mercado permite o experimento, a criação, o inusitado, aquela abordagem que a universidade, enquanto celeiro de ideias, permite” afirma.
Joyce é jornalista, formada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, com experiências voltadas para televisão, produção de conteúdo audiovisual e web. É especialista em Televisão e Convergência Digital pela mesma universidade. Atua como repórter do G1 e foi produtora na RBS TV. Venceu o 33° Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo (2016) com o trabalho Marcas da Violência, e do Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão (2015), promovido pelo Instituto Vladimir Herzog, com o documentário Três Crimes e Uma Sentença.
Joyce afirma que o prêmio representa a concretização de oportunidades para os estudantes. “O Prêmio abre muitas portas, não só no mercado de trabalho, como na própria universidade. O aluno passa a ser reconhecido por professores e pelos próprios colegas. Isso faz com que seja lembrado e tenha outras oportunidades futuramente. Foi recebendo o Prêmio Unicos, enquanto era estudante de jornalismo na Unisinos, que estou tendo essa oportunidade de ocupar a posição de avaliadora hoje. Isso é muito gratificante.”
Lívia é jornalista, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Ufrgs e repórter da TVE desde 2014. Antes de atuar na reportagem, foi locutora e apresentadora do Jornal da TVE e do programa Canal Aberto, na mesma emissora.
Lívia comenta que é necessário primar pela ética e relevância social na escolha do conteúdo na busca da premiação. “Pude perceber que os estudantes apresentam uma visão crítica sobre os diferentes temas apresentados e conseguem propor discussões interessantes em seus trabalhos. Essa visão crítica é extremamente importante para o crescimento do profissional ao longo de sua carreira”, fala a jornalista.
Lucas Morellato é bacharel em Comunicação Social – habilitação em Publicidade e Propaganda pela Unisinos. Atua com Atendimento Publicitário na DZ Estúdio, em Porto Alegre. Já teve experiências como Diretor de Arte e Planejamento Digital, mas acabou no Atendimento pela motivação em desenvolver relações mais próximas com os clientes e uma maior integração entre núcleos de trabalho.
Lucas vê o prêmio como a resposta de anseios da graduação que todo aluno passa. “Acho que a grande vantagem é o reconhecimento de profissionais de fora da universidade e a certeza de que se está no caminho certo. Às vezes, a gente cria alguma coisa nas aulas e fica se perguntando se isso daria certo no ‘mundo real’. Eu acho que um Prêmio Unicos pode ser a resposta que a gente tanto quer”, explica.
Maria Inês Mollmann é graduada em Relações Públicas e Jornalismo pela PUC-RS. É Especialista em Administração de Empresas pela PUC-RS e pós-graduada em Educação, Estudos Culturais pela ULBRA. Atualmente, trabalha como professora no Farol – hub empreendedor.
Para ela, o Unicos oportuniza que professores e alunos conheçam trabalhos de outras disciplinas. “Além de um provável reconhecimento por parte do futuro empregador, um prêmio contribui para o autoconhecimento, algo importante para a construção da confiança do futuro profissional em sua capacidade de realização”, esclarece.
Marina Rodrigues Martins é Bacharel em Relações Públicas pela Unisinos e especialista em Marketing Digital, pela ESPM-Sul. Atualmente, é Bolsista CAPES e Mestranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Informação da Ufrgs e membro do Núcleo de Pesquisa em Arquivamento da Web e Preservação Digital (NUAWEB), também na federal.
O reconhecimento aos comunicólogos é um dos pontos altos do prêmio, segundo Marina. Ela enfatiza que os trabalhos avaliados unem as diversas faces da comunicação. “Isso é extremamente importante no flutuante mercado em que vivemos. Temos que saber falar todos os tipos de linguagem, lidar com todos os tipos de cliente e profissionais. Somos governamentais, acadêmicos, privados, sociais, comunicólogos, comunicadores. Somos públicos”.
Marlon Santa Maria Dias é doutorando em Ciências da Comunicação pela Unisinos. É mestre em Comunicação e bacharel em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria. Marlon é criador e editor da revista proa, projeto editorial de jornalismo literário. Vencedor de prêmios concedidos pela Intercom na área de telejornalismo e de jornalismo literário. No campo profissional, já atuou em núcleo de comunicação de coletivos culturais, assessoria de comunicação institucional e telejornalismo.
Marlon explica que existem dois fatores centrais para se destacar no Unicos: criatividade e criticidade. “Sendo a universidade esse espaço plural aberto à reflexão, é importante que os estudantes desenvolvam o senso crítico na elaboração de seus projetos. Seus trabalhos devem mostrar que o processo de produção (produto, pesquisa e texto) foi desenvolvido a partir de um processo crítico, reflexivo e atento às atuais configurações de nossa área e, de modo geral, às conjunturas sociais. Além disso, certamente receberá destaque o trabalho que apresenta um processo criativo em sua elaboração”, acrescenta.
Moisés Sbardelotto é mestre e doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), na linha de pesquisa Midiatização e Processos Sociais. Possui graduação em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É autor dos livros “E o Verbo se fez rede: religiosidades em reconstrução no ambiente digital” e “E o Verbo se fez bit: A comunicação e a experiência religiosas na internet”.
Para o pesquisador, o Unicos representa uma forma de amadurecer a produção acadêmica através da avaliação. “Mesmo que pareça clichê, o mais importante não é ganhar. É ter a coragem de colocar a sua produção em jogo, para ser avaliada. Não há trabalho perfeito, nem trabalho perdido: tudo soma em termos de experiência e sempre é possível melhorar”, reforça.
Formada em Relações Públicas pela Unisinos e especialista em Moda e Gestão de Eventos, Monique Amaral tem quase 20 anos de experiência em Departamentos de Marketing e Eventos. Atuou na Copa do Mundo, Rock in Rio e Jornada Mundial da Juventude. Hoje, está à frente da MÔ AMARAL – Consultoria, Planejamento e Gestão de eventos.
Para Monique, ganhar o Prêmio Unicos é fruto de uma combinação de fatores. “Ter comprometimento, amor pelo que faz, ser curioso, empenhado, querer fazer algo diferente. É aproveitar as oportunidades para testar o que se está aprendendo em um ambiente que irá te apoiar, te corrigir para que você faça melhor”, explica.
Natalia Barone é bacharel em Publicidade e Propaganda pela Unisinos e pós graduada em Comunicação e Marketing pela ESPM. Ela trabalha como executiva de contas na Agência Escape.
A publicitária afirma que a grande vantagem do Prêmio Unicos é “o destaque no ramo, o estímulo aos jovens para que sigam em busca dos seus sonhos e um diferencial curricular para quem procura investir e se especializar nisso.”
Rafael Peçanha é editor e atua há 21 anos na comunicação. Trabalhou como produtor, como assistente de direção e como editor (montador e finalizador) de Chamadas, Programas Especiais e como Finalizador nos programas Vida e Saúde, Anonymous Gourmet, Teledomingo, Jornal do Almoço e Galpão Crioulo.
Ravel Scola é formado em Publicidade e Propaganda pela Unisinos em 2016. Atualmente, empreende no segmento de marketing digital e design. Para Ravel, o prêmio fomenta a ideia de produção de conteúdo e incentiva a originalidade.
Ricardo Machado é jornalista, mestre em Comunicação e especialista em Filosofia. Atualmente, é doutorando em Cultura e Significação na Ufrgs. Já recebeu cinco prêmios de Jornalismo, três deles vinculados aos Direitos Humanos. Profissionalmente, atua como Coordenador de Comunicação no Instituto Humanitas Unisinos – IHU, dedicado ao site e à revista IHU On-Line, onde já publicou, nos últimos cinco anos, mais de 70 edições da revista. Já trabalhou em redação de jornais diários nas editorias de Geral e Política.
Ricardo destaca a dedicação do aluno como diferencial na escolha dos premiados. “Ter uma postura profissional desde a graduação se torna, sim, um diferencial importante. Como fazer isso? Simples: suando muito. Não tem saída. É preciso fazer, errar, perceber os erros para depois, com um processo de crítica séria e profunda, acertar”, diz.
Graduada em Relações Públicas na Unisinos em 2017, Rossana Pires atuou na Autarquia de Turismo Gramadotur, colaborando na realização dos principais eventos públicos da cidade de Gramado, como o Natal Luz e o Festival de Cinema. Hoje, é Auxiliar de Cultura no Sesc, na unidade centro de Porto Alegre, trabalhando à frente nas modalidades de audiovisual, dança e artes visuais.
Rossana reforça o caráter estimulador do evento e a valorização que o prêmio carrega consigo. Para ela, o aprofundamento dos temas é necessário para ganhar a disputa. “É necessário ter consciência sobre o contexto social atual, escolher temas relevantes para a sociedade, ambiente acadêmico e mercado de trabalho”, acrescenta.
Stéfani Käfer, há nove anos, trabalha no mercado da comunicação, dos quais cinco foram atuando em agências de publicidade e em projetos multidisciplinares.
Stéfani afirma que o Unicos é bem mais que portfólio para os estudantes da comunicação, é incentivo a melhorar as produções. Para ela, dedicação e criatividade são as características que possibilitam que o estudante se destaque e leve o prêmio para casa.
Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual (Unisinos) e Artes Visuais (UFRGS), é mestre em História, Teoria e Crítica da Arte, também pela UFRGS. Dirigiu e roteirizou filmes premiados no Brasil e exterior: “Aos Pés” (Melhor Filme Júri Popular Festin Lisboa 2009); “O Guri” (Festin Lisboa 2011); “Glauco do Brasil” (39ª Mostra SP e 10ª Bienal Mercosul); “Em 97 Era Assim” (Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards).
Zeca explica que, para ele, a importância da premiação se dá na revelação de novos talentos. Ele também destaca como as novas mídias estão influenciando o trabalho dos realizadores e se mostram presentes no novo imaginário digital. “Muitas vezes, ideias simples e singelas se revelam mais poderosas e potentes do que invenções mirabolantes que nos afastam da realidade”, explicou.
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]]>O público-alvo da competição são os acadêmicos de graduação dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura, além de estudantes de nível técnico e médio. Durante o evento, os estudantes devem projetar e construir uma ponte em escala reduzida, feita com palitos de bambu. O formato da ponte será livre e os estudantes podem contar com a ajuda de professores e profissionais. Todos poderão usar as instalações dos laboratórios da Unisinos.
O coordenador da atividade Prof. Dr. Uziel Cavalcanti de Medeiros Quinino diz que o objetivo do concurso é que “o aluno use o modelo de ponte para aplicar o conhecimento que tem de análise de estruturas”. Ele conta que as etapas são a escolha do projeto (que deve ser feita antes do evento), o dimensionamento e o planejamento da quantidade de palitinhos. Essa é uma questão importante, pois o grupo que utilizar menos materiais para construir uma ponte terá uma bonificação na nota.
“Tivemos alunos que foram para a área de cálculo estrutural após o último concurso. Alguns membros do grupo vencedor da última edição estão trabalhando na área”, conta Uziel. O professor também destaca que é comum os alunos participarem durante anos para aperfeiçoarem seus projetos.
Sobre as características importantes para se dar bem na atividade, o professor conta que “é imprescindível ter acesso ao conhecimento, desenvolver as habilidades e melhorar a cada competição, sabendo identificar as falhas e repetir”. A responsabilidade com a atividade e a preocupação em fazer um trabalho bem feito também são destacadas pelo coordenador.
A edição de 2017 da Competição Estudantil de Pontes de Bambu contou com 23 equipes competidoras. O prêmio foi uma calculadora HP Prime e a ponte que ficou em primeiro lugar tinha uma capacidade de carga de 632,4 kgf. Os responsáveis pelo projeto foram cinco acadêmicos de Engenharia Civil da Universidade de Caxias do Sul.
Camila Mascarello foi uma das vencedoras da última edição e diz que aprendeu na prática os conceitos vistos em sala de aula, como o planejamento, o cumprimento de prazos e regras e o trabalho em equipe. A dica que a estudante dá para quem deseja participar é “ter um planejamento de como a ponte irá ser construída para que a fase de execução tenha um bom resultado, além da escolha correta de materiais”.
Outra vencedora de 2017 é Fabiana Tessari. Ela conta que se inscreveu para ter a oportunidade de aprender fazendo, enfrentando as dificuldades de colocar a mão na massa. Os benefícios do evento para Fabiana foram “ter contato com trabalho em equipe, assim como lidar com os problemas da construção”. A estudante descreve o concurso como um dia de conhecimento, aprendizado e diversão.

O evento irá acontecer no Auditório Central da universidade, na terça-feira (13) de novembro, das 10h às 12h e das 14h às 17h e na quarta-feira (14), das 9h às 12h e das 14h às 19h. Os participantes irão receber 20 horas complementares e os premiados 30 horas.
Não há custo para participar, mas os alunos já devem levar os projetos, palitinhos de churrasco e cola. As inscrições podem ser feitas pela página do evento no site da universidade. O edital está aberto até o dia 3 de novembro. É recomendado que os estudantes leiam previamente o Regulamento da competição.
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]]>The post Unisinos realiza concurso de bandas appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>As inscrições para o concurso, que será realizado no Espaço Unisinos, em Porto Alegre, já começaram e vão até o dia 30 de maio. Os vencedores ganharão oito agendas remuneradas no Garden Pub e ainda terão a oportunidade de gravar uma música em estúdio profissional.
Faça já sua inscrição ou acesse mais informações aqui.
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]]>The post Concurso premia melhor embalagem criada por estudante de design appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Serão sete categorias: Azeites, Bebidas não alcoólicas, Cervejas, Destilados/Alcoólicos, Espumantes e Sidras, Potes, Vinhos. Alguns dos critérios que serão utilizados para avaliação do produto são: criatividade, desenvolvimento e sustentabilidade. O vencedor irá representar o nosso país em um evento internacional.
Para mais informações, clique aqui.
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