Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6260
Arquivos comdig - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/comdig/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Wed, 19 Feb 2025 14:14:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 Aula Inaugural da ComDig traz Matheus Diniz, do Greengo Dictionary https://mescla.cc/2020/08/24/aula-inaugural-da-comdig-traz-matheus-diniz-do-greengo-dictionary/ https://mescla.cc/2020/08/24/aula-inaugural-da-comdig-traz-matheus-diniz-do-greengo-dictionary/#respond Mon, 24 Aug 2020 19:48:01 +0000 http://mescla.cc/?p=13754 Se você já viu, na internet, a expressão “Caramel Turn-Can” ou “Hair Styleila Leila”, então você conhece o Greengo Dictionary. Com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e diversas parcerias, o perfil criado por Matheus Diniz traduz para o inglês, de forma leve e humorada, o jeitinho brasileiro de levar a vida, seja […]

The post Aula Inaugural da ComDig traz Matheus Diniz, do Greengo Dictionary appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
Se você já viu, na internet, a expressão “Caramel Turn-Can” ou “Hair Styleila Leila”, então você conhece o Greengo Dictionary. Com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e diversas parcerias, o perfil criado por Matheus Diniz traduz para o inglês, de forma leve e humorada, o jeitinho brasileiro de levar a vida, seja mostrando algumas situações do cotidiano ou explicando algumas características culturais do Brasil.

E é para falar sobre a trajetória do Greengo Dictionary que o curso de Comunicação Digital (ComDig) da Unisinos (Campus São Leopoldo) convidou Matheus para a Aula Inaugural, que será realizada no dia 26 de agosto, das 20h às 22h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link. Perto da data do evento, os inscritos receberão por e-mail dados e informações para participação.

O convidado falará sobre a sua carreira, a criação do perfil e parcerias que são desenvolvidas com grandes marcas, como Bauducco e Imaginarium – com essa empresa, aliás, o Greengo cria produtos com frases do perfil. “Já adianto que não será uma aula com slides nem nada”, brinca Matheus ao reforçar que o encontro será uma conversa e uma troca de experiências.

Post do perfil explicando o clássico “Cheio de Manias”, da banda Raça Negra
(Foto: Reprodução Twitter)

Da teoria à prática

Nascido e residente em Goiânia, no Estado de Goiás, Matheus Diniz é formado em Design Gráfico, com especialização em Marketing Digital. Sua experiência na área começou com um estágio, ainda na faculdade, trabalhando nas redes sociais de uma aplicativo. Já formado, Matheus sentiu a necessidade de se aprofundar mais na parte teórica do design. Foi aí, então, que nasceu a ideia da página: “Eu queria aplicar na prática a teoria que eu estava estudando. Começou como um teste”, recorda Matheus.

Ele conta que jamais esperava tamanha repercussão: “O momento em que percebi que o projeto estava crescendo foi quando o perfil atingiu 10 mil seguidores. Depois de atingir 100 mil, em um mês, parei e pensei: ‘Certo, isso está se encaminhando para ser trabalho’”.

The post Aula Inaugural da ComDig traz Matheus Diniz, do Greengo Dictionary appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2020/08/24/aula-inaugural-da-comdig-traz-matheus-diniz-do-greengo-dictionary/feed/ 0
A cultura digital sob uma nova perspectiva https://mescla.cc/2020/08/13/a-cultura-digital-sob-uma-nova-perspectiva/ https://mescla.cc/2020/08/13/a-cultura-digital-sob-uma-nova-perspectiva/#respond Thu, 13 Aug 2020 19:35:42 +0000 http://mescla.cc/?p=13705 Alguns conceitos parecem mais desafiadores e o desafio dos professores é encontrar maneiras de tornar estes conhecimentos mais fáceis de serem assimilados. Uma destas alternativas vêm do Curso de Comunicação Digital da Unisinos. A atividade foi realizada nas disciplinas de Sociedade em Rede, ministrada pelo professor Rafael Grohmann, e de Ativismo Digital, ministrada pela professora […]

The post A cultura digital sob uma nova perspectiva appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
Alguns conceitos parecem mais desafiadores e o desafio dos professores é encontrar maneiras de tornar estes conhecimentos mais fáceis de serem assimilados. Uma destas alternativas vêm do Curso de Comunicação Digital da Unisinos. A atividade foi realizada nas disciplinas de Sociedade em Rede, ministrada pelo professor Rafael Grohmann, e de Ativismo Digital, ministrada pela professora Maria Clara Aquino Bittencourt, ambos professores do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Unisinos.

A ideia consiste em abordar alguns assuntos do contexto digital através de roteiros criados pelos alunos para serem dublados em trechos de filmes consagrados pela cultura pop. O método, já abordado pelo professor neste artigo, é usado desde 2012 pelo próprio Rafael: “O processo se dá a partir de alguns textos base do curso. Procuramos comunicar para um público não acadêmico os conceitos básicos daquelas referências, de alguma maneira, conceitos científicos”, explica.

“Os seus problemas são viver de ilusão, desinformação é confusão” cantam Timão e Pumba, ao contrário do clássico Hakuna Matata, no vídeo feito pela Juliana Martellet e Rafaela Tabasnik (Foto: Reprodução Instagram)

Disponibilizados no instagram, no perfil Balbúrdia Organizada, (também produzido por alunos da ComDig), as dublagens são feitas a partir de obras fílmicas consagradas do mundo pop, como O Poderoso Chefão e Pantera Negra. Os alunos adaptaram os roteiros, incluindo conteúdos de livros e textos, usando suas próprias vozes na versão final.

Foi assim também que eles fizeram reflexões sobre o termo Smart Cities e a força do midiativismo, por exemplo. A professora Maria Clara destaca ainda a circulação dos vídeos como outro ponto importante do projeto: “Os trabalhos acabaram se espalhando por outros cursos, através de alunos e até mesmo professores. Isto foi um ganho bem interessante para os alunos”, destaca.

Já neste vídeo, usando a série da Netflix “Narcos”, os alunos Cícero Maciel, Gustavo Rossatto e Ígor Forte abordam o conceito de Coletivo Midiático, que identifica transformações, elementos e continuidades do jornalismo digital. (Foto: Reprodução Instagram)

“O processo de trabalho não foi muito fácil”, relembra a estudante Anna Letícia De Cesero. Ela explica que o primeiro passo foi a escolha do trecho audiovisual original. Logo após, eram escolhidas as cenas que tinham mais predominância de diálogos. As falas eram transcritas em um documento para depois serem alteradas com assuntos relacionados aos textos acadêmicos. O importante era trazer uma sequência lógica na montagem. Anna ainda conta sobre o desafio constante de traduzir as ideias sem tornar simplórias as discussões dos textos acadêmicos: “Corria o risco de deixarmos muito simples, perdendo a essência do autor. Teve dublagens que fizemos cinco roteiros diferentes, até chegar no oficial”, complementa.

Porém, o resultado final agradou: “Apesar de ter sido trabalhoso, o processo em si foi muito legal. Assistir os resultados no final da disciplina foi muito satisfatório”, corrobora Anna Letícia. Todas as dublagens estão disponíveis no IGTV, através deste link.

The post A cultura digital sob uma nova perspectiva appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2020/08/13/a-cultura-digital-sob-uma-nova-perspectiva/feed/ 0
Por que perguntar se você pode acompanhar? https://mescla.cc/2020/08/06/por-que-perguntar-se-voce-pode-acompanhar/ https://mescla.cc/2020/08/06/por-que-perguntar-se-voce-pode-acompanhar/#respond Thu, 06 Aug 2020 19:48:06 +0000 http://mescla.cc/?p=13644 “Acredito que o projeto surgiu em um momento perfeito. Não era comum pensarmos na trajetória das nossas aquisições, mas isso vem mudando com o tempo”. A opinião é da estudante de Publicidade e Propaganda da Unisinos Estela Freitas. Ela se refere ao app “Quem Faz?”, criado pelas amigas e colegas de faculdade Juliana Martellet e […]

The post Por que perguntar se você pode acompanhar? appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
“Acredito que o projeto surgiu em um momento perfeito. Não era comum pensarmos na trajetória das nossas aquisições, mas isso vem mudando com o tempo”. A opinião é da estudante de Publicidade e Propaganda da Unisinos Estela Freitas. Ela se refere ao app “Quem Faz?”, criado pelas amigas e colegas de faculdade Juliana Martellet e Rafaela Tabasnik, alunas do curso de Comunicação Digital (ComDig).

“Está mais do que na hora de nos conscientizarmos sobre o processo indefensável de produção em massa de lojas de departamentos, e está mais do que na hora de mudarmos os nossos hábitos de consumo, apoiando a produção local e o slow fashion”, defende Estela, que se tornou adepta e consumidora do projeto.

A ideia, que nasceu em 2018 na disciplina de Produto Colaborativo, comandada, na época, pelos professores Daniel Bittencourt e César Paz, foi trazida para 2020 após Rafaela e Juliana perceberem a importância e o impacto dos negócios locais, principalmente durante a pandemia de Covid-19. Contando com a ajuda do egresso Gabriel Foppa, também da ComDig, as estudantes desenvolveram o “Quem Faz?”,  destinado às pessoas que participam da cadeia produtiva da moda, seja para a marca, divulgando o seu trabalho focado na jornada de produção, ou para o consumidor final, avaliando todo o processo.

O método utilizado é o storytelling, como explica Juliana: “A ideia é que o ambiente digital seja colaborativo e que os usuários possam avaliar as empresas e recomendá-las de acordo com a sua preferência, compartilhando as suas histórias, ou seja, o feedback que completa toda a jornada”, complementa. Hoje, o Quem Faz? conta com páginas no Instagram e no Behance. Para o futuro, o projeto pretende se tornar um aplicativo para smartphone.

https://www.instagram.com/tv/CAaRxu0jmvh/

Um movimento que inspira

O dia 23 de abril de 2013 mudou a indústria da moda em todo o mundo e, indiretamente, a vida de Juliana e Rafaela. O desabamento do prédio Rana Plaza, localizado em Dakha, capital de Bangladesh, que acomodava confecções de roupas e produzia para marcas conhecidas em diversos países, resultou em mais de 1 mil mortes e impulsionou diversos movimentos ao redor do planeta. Um deles foi o Fashion Revolution.

O Quem Faz?, inspirado no Fashion Revolution, tem o objetivo de criar uma consciência em cima do tema “moda sustentável”. E isso é muito importante, na opinião de Estela, amiga das fundadoras. “O projeto, que junta quem faz com quem quer saber como é feito, facilita a trajetória do consumidor e dá mais visibilidade para os empreendimentos.”

The post Por que perguntar se você pode acompanhar? appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2020/08/06/por-que-perguntar-se-voce-pode-acompanhar/feed/ 0
Alunos da ComDig criam aplicativo que une música e viagem https://mescla.cc/2020/07/15/alunos-da-comdig-criam-aplicativo-que-une-musica-e-viagem/ https://mescla.cc/2020/07/15/alunos-da-comdig-criam-aplicativo-que-une-musica-e-viagem/#respond Wed, 15 Jul 2020 18:56:51 +0000 http://mescla.cc/?p=13546 Quem não gosta de viajar e ouvir música? Pensando nisso, os alunos da disciplina de Análise de Produto Experimental do curso de Comunicação Digital (ComDig) da Unisinos (campus São Leopoldo), orientados pelo professor Silvio Alves, desenvolveram, neste primeiro semestre de 2020, o Trilha App. Lançado no dia 7 de julho, o aplicativo tem o objetivo […]

The post Alunos da ComDig criam aplicativo que une música e viagem appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
Quem não gosta de viajar e ouvir música? Pensando nisso, os alunos da disciplina de Análise de Produto Experimental do curso de Comunicação Digital (ComDig) da Unisinos (campus São Leopoldo), orientados pelo professor Silvio Alves, desenvolveram, neste primeiro semestre de 2020, o Trilha App.

Lançado no dia 7 de julho, o aplicativo tem o objetivo de potencializar a identificação do usuário com o território em que ele está por meio da música. O projeto surgiu, inicialmente, no segundo semestre de 2019, na disciplina de Produto Experimental, com os alunos Rafaela Tabasnik, Juliana Martellet e Igor Fortes, orientados pela professora e coordenadora da Agência Experimental de Comunicação (Agexcom) Cybeli Moraes e pelo professor João Bitencourt.

Como funciona

O usuário deve digitar o local escolhido para encontrar a sua trilha
(Imagem: Reprodução)

Acessando o aplicativo neste link, o usuário pode procurar músicas a partir de diferentes regiões. Basta inserir o nome do local e clicar em Ver trilha. Após isso, a plataforma irá fazer uma busca pelas músicas que foram compartilhadas pelos usuários no Twitter com a hashtag #trilha+nome do local (Exemplo: #trilhaPortoAlegre).

Aproximar as pessoas dos lugares

Por meio de uma pesquisa por passagens aéreas realizada pelos estudantes no Google Trends, foi identificada uma procura por excursões para festivais de música, ou seja, as pessoas viajam para algum lugar por causa de shows e festivais. Além disso, os alunos perceberam, após terem acesso a um estudo sobre psicologia histórico cultural, que sentimentos e reações despertados pela música não são iguais para as pessoas nas diversas épocas e nos diferentes lugares. Com base nessas análises, o Trilha foi criado para aproximar as pessoas dos lugares.

Cada aluno ficou responsável por uma função no projeto. Anna Letícia de Cesero foi a programadora, Cléo da Rosa atuou como redatora, Clederson Bonatto trabalhou na edição de vídeo e experiência de conteúdo, Cícero Maciel como UX, Gustavo Rossatto e Igor Fortes assumiram a direção de arte e UI, Juliana Martellet foi a gerente de projeto e planejamento, Rafaela Tabasnik atuou no planejamento e redação e Samuel Gomes trabalhou na programação e design de produto.

Para o estudante Clederson Bonatto, desenvolver esse projeto foi marcante. “Foi uma experiência única poder ver esse projeto sair do papel e ganhar um protótipo funcional. Ele nos desperta a vontade de ressignificar o novo normal”, comenta.

Apesar do desafio de lidar com as mudanças e alterações no projeto devido à pandemia do novo coronavírus, Silvio Alves avalia a importância da disciplina como um local de experimentações: “É um espaço de projetação e de trazer possibilidades de experiências da equipe em condução de projetos desse tipo, porque é exatamente isso o que acontece lá fora”, explica o professor.

O Trilha está disponível somente na versão web, porém os alunos pensam em aprimorar o aplicativo para lançar também em sistemas Android e IOS.

The post Alunos da ComDig criam aplicativo que une música e viagem appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2020/07/15/alunos-da-comdig-criam-aplicativo-que-une-musica-e-viagem/feed/ 0
Como você está usando seu tempo no isolamento social? https://mescla.cc/2020/06/09/como-voce-esta-usando-seu-tempo-no-isolamento-social/ https://mescla.cc/2020/06/09/como-voce-esta-usando-seu-tempo-no-isolamento-social/#respond Tue, 09 Jun 2020 20:38:27 +0000 http://mescla.cc/?p=13274 Para entender um pouco mais sobre o conceito de produtividade, consultamos o Rafael Grohmann, professor da Indústria Criativa e do PPG de Comunicação da Unisinos. Rafael, que também é editor da newsletter DigiLabour  – projeto que fala sobre o mundo do trabalho e tecnologia – comenta que a produtividade tem um duplo sentido: “Eu posso […]

The post Como você está usando seu tempo no isolamento social? appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
Para entender um pouco mais sobre o conceito de produtividade, consultamos o Rafael Grohmann, professor da Indústria Criativa e do PPG de Comunicação da Unisinos. Rafael, que também é editor da newsletter DigiLabour  – projeto que fala sobre o mundo do trabalho e tecnologia – comenta que a produtividade tem um duplo sentido: “Eu posso ser produtivo para a minha vida, para os meus propósitos, algo que seja cheio de sentido e significado, e que eu me sinta bem com isso, ou pode ser uma produtividade que é incrustada na própria racionalidade empresarial, e que me deixa mais ansioso, sofrendo e estressado. Ou seja, a produtividade tem esses dois lados” explica Rafael. No mundo do trabalho, nos últimos 30 anos, a noção de produtividade foi ligada à competitividade entre os trabalhadores, acentuada por lógicas de gestão, como a gamificação, por exemplo. Isso faz com que as pessoas produzam para determinados propósitos e de forma acelerada, aumentando a ansiedade (do trabalhador), o que seria negativo, como esclarece o professor.

Um exemplo é o Google. Rafael explica que por mais que haja no imaginário a percepção de que trabalhar na empresa é divertido, e até tenha uma regra que reserve 30% da carga horária para trabalhos destinados a projetos pessoais, os funcionários já declararam que não existe tempo para isso. Este é o contexto de uma produtividade a partir de uma lógica empresarial.

Sede do Google, o Googleplex está localizada na Califórnia, nos Estados Unidos (Foto: Reprodução Facebook)

O professor deu sugestões de produtos midiáticos para pensar e problematizar um pouco mais o tema, como o canal no Youtube Vida Organizada, da Thais Godinho, o podcast PapoCom, da Universidade Federal do Ceará e a Newsletter DigiLabour, na qual Rafael é Editor. Além disso, o professor indicou dois livros: A Nova Razão do Mundo, do Pierre Dardot e Christian Laval, e O Culto da Performance, do Pedro Fernando Bendassolli e Alain Ehrenberg.

Da produtividade para a gestão do tempo…

A gestão do tempo sempre foi assunto nos meios de trabalho e de estudo. Qual o melhor aplicativo para se organizar no trabalho? Ou qual o melhor método para evitar as distrações durante os estudos? Essas perguntas ganharam ainda mais relevância após o distanciamento social. Por isso, o Mescla conversou com alguns professores do curso de Comunicação Digital para ouvir as suas sugestões e entender um pouco mais sobre a relação tempo e produtividade. Antes, é importante lembrar que os métodos de organização variam de pessoa para pessoa. Por exemplo, o repórter que escreve esta matéria ainda é adepto do post-it grudado na parede. Entender como você se comporta diante das tarefas diárias é um passo importante para definir qual método será melhor.

A dica do Fernando Krum, que é professor em vários cursos da Indústria Criativa dentre eles Comunicação Digital, Jogos Digitais, e Design, é a aplicação Focus To-Do, aplicativo para organizar as suas tarefas e projetos. Segundo Fernando, a plataforma, além de já incorporar a Técnica Pomodoro, agrega características que são essenciais para evitar possíveis distrações: “Algo que acontece muito quando trabalhamos de casa é que acabamos misturando um pouco o que é espaço de lazer com espaço de trabalho, por isso, encontrarmos “slots” de tempo para realizarmos os pontos que determinamos em nossa agenda pode ser uma ótima prática. Outro problema, também, é a distração com ruídos alheios, por isso a música instrumental é muito boa. Existem várias playlists de Deep Focus Music no Youtube”, explica o professor.

Fernando Krum ainda lembrou que existem ferramentas que fazem o registro do que nós estamos fazendo para nos sentirmos mais produtivos e para evitarmos a procrastinação (Foto: Reprodução Facebook).

“Acho que tem uma palavra: foco, que vale para qualquer atividade. Na minha visão, perseguir isso é importante”, é o que resume Silvio Alves, professor da Indústria Criativa e Engenheiro de Software da equipe de Produtos Digitais do Grupo RBS. Além das ferramentas necessárias, estipular prioridades é essencial para manter a organização do fluxo de trabalho. Vindo de uma formação no campo das ciências exatas, Silvio explica que a busca pela produtividade, que para ele implica na entrega rápida  de produtos sem perda de qualidade, sempre esteve presente nas suas relações de trabalho. Um dos processos utilizados para alcançar este objetivo são os métodos ágeis, que consistem em um grupo de boas práticas que inclui reuniões diárias de até 15 minutos, por exemplo: “Essas reuniões servem para as pessoas falarem o que já fizeram, o que conseguiram fazer, quais foram as suas dificuldade e o que está previsto para entregar”, complementa. Junto com os métodos, o professor comenta que algumas plataformas podem auxiliar nessa organização. São elas o Trello, para organizar as atividades diárias, o Slice, que auxilia nas reuniões e nos brainstorms e o Jira, para planejar vários projetos.

Silvio Alves reforça ainda que a disciplina de manter um conjunto de boas práticas ajuda tanto o profissional, individualmente, quanto a sua equipe de trabalho (Foto: Reprodução Facebook)

The post Como você está usando seu tempo no isolamento social? appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2020/06/09/como-voce-esta-usando-seu-tempo-no-isolamento-social/feed/ 0
Pablito Aguiar em Palavras https://mescla.cc/2019/08/05/pablito-aguiar-em-palavras/ https://mescla.cc/2019/08/05/pablito-aguiar-em-palavras/#respond Mon, 05 Aug 2019 19:30:33 +0000 http://mescla.cc/?p=10787 Conheci o Pablito no início de 2019, quer dizer, não exatamente ele, mas seu livro – Alvorada em Quadrinhos. Foi na exposição Redesenhando Alvorada, e lembro das coordenadoras da exposição falarem com entusiasmo sobre o jovem artista que iria expor na Galeria Experimental, em Sapucaia do Sul. Pablito Aguiar é formado em Comunicação Digital pela […]

The post Pablito Aguiar em Palavras appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>

Conheci o Pablito no início de 2019, quer dizer, não exatamente ele, mas seu livro – Alvorada em Quadrinhos. Foi na exposição Redesenhando Alvorada, e lembro das coordenadoras da exposição falarem com entusiasmo sobre o jovem artista que iria expor na Galeria Experimental, em Sapucaia do Sul. Pablito Aguiar é formado em Comunicação Digital pela Unisinos, além de ser ilustrador e quadrinista. Esses quadrinhos que eu vi no livro surgiram, primeiro, em um jornal de Alvorada como forma de valorizar a história da cidade. E, agora, ele iria expor essas obras no Vale dos Sinos. 


Alguns meses se passaram, e eu ouvi o nome dele de novo na Agexcom, onde fica a redação do Mescla, como proposta de pauta. Ficou combinado que a conversa não seria sobre o artista, mas com o artista. Marcamos o encontro em Porto Alegre. Em uma manhã de quarta-feira, depois de sair do trem e caminhar pela Rua da Praia, cheguei ao Margs. Entrei em uma cafeteria de tons avermelhados. Fui a primeira cliente a chegar no local. Além de mim, apenas a funcionária.


Pablito chegou de touca, mochila e pasta. Ele tinha a agenda cheia naquele dia. No meio da conversa, perguntei sobre como a ilustração entrou na vida dele. Ele contou que desenha desde pequeno, mas teve dúvidas, em certo momento: “Eu dei uma parada, porque eu fiquei desestimulado”, revelou. Pablito só voltou a usar o bloquinho e o lápis no caminho para a faculdade. Como morava  em Alvorada e estudava em São Leopoldo, gastava horas no transporte público, principalmente no trem. Para passar o tempo, Pablito tirava fotos das pessoas que mais lhe chamavam a atenção e as desenhava. Dessa forma, acabou se aperfeiçoando no hobby. A universidade também teve um papel importante, especialmente a partir do incentivo das professoras: “Eu nem mostrava muito os meus desenhos, mesmo assim elas me incentivaram”, relembrou. Assim, Pablito se encorajou para divulgar as ilustrações em um site que ele mesmo criou. O retorno que recebia deu mais gás para continuar.

Os desenhos no trem | Foto: Reprodução (Instagram)


Perguntar sobre a inspiração para um artista é sempre uma tarefa difícil, mas eu tentei. Pablito olhou o cardápio e pensou: “Não consigo identificar esse padrão”. A verdade é que ele tenta sempre ser diverso. A vontade de desenhar é o principal critério. E mesmo não seguindo sempre uma regra para escolha do personagem, a estratégia para criar essas ilustrações é quase sempre a mesma: ele olha para alguém que chama a atenção; tira uma foto; faz um esboço com o lápis; finaliza com uma caneta nanquim; e, por último, pinta o resultado final. Ultimamente, Pablito utiliza mais a pintura digital, no computador, mas também já finalizou desenhos com aquarela e outros tipos de pintura.


A curiosidade e dedicação de um artista


Quando ainda trabalhava no jornal, Pablito percebeu que não conhecia muito sobre sua cidade, e foi deste sentimento que surgiu a ideia do Alvorada em Quadrinhos. “Então, o projeto nasceu para isso, para contar um pouco sobre a cidade, para registrar e ter um documento sobre Alvorada”, relatou. O trabalho foi um sucesso, virou livro e inspirou o projeto atual dele: Porto Alegre em Quadrinhos.

A paixão pelo que faz se reflete no cuidado que tem com as ilustrações e as pessoas que interage | Foto: Reprodução (Instagram)


Hoje, Pablito trabalha com publicações independentes e participa de feiras gráficas. Lançou dois livros infantis, fanzines e o Alvorada em Quadrinhos. “Eu fiz os livros para experimentar esse tipo de trabalho e também para praticar o desenho”, contou. Para ele, é fundamental estar sempre desenhando. Por isso, além do Porto Alegre em Quadrinhos, o ilustrador desenha moradores de Alvorada, com o projeto “Alvoradenses”. Parecida com a ideia que fez Pablito começar, a intenção é observar os moradores da cidade e ilustrar aqueles que mais chamam a atenção. “Já fiz cerca de 50 desenhos. Quero chegar a 100 para fazer um livro”, revelou.


Pablito escuta minhas perguntas com atenção. A nossa conversa flui naturalmente. Quando eu pergunto sobre a rotina de trabalho, ele trava. É difícil pensar nisso quando você tem de tudo, menos um padrão de atividades. Ele responde explicando como realizou seu último quadrinho: a vida do pescador Deraldo. Acordou às 4h30, andou de lancha e barco e passou o dia compartilhando da rotina de trabalho do Deraldo. Tudo isso tirando fotos, gravando e anotando. Depois de conhecer o pescador, Pablito voltou pra casa e mergulhou de vez em cima do projeto. Passou alguns dias transcrevendo a história, duas semanas desenhando e mais duas semanas colorindo. O trabalho e o esforço do Pablito foi o mesmo em Alvorada em Quadrinhos e Porto Alegre em Quadrinhos. Mas existe uma diferença importante: no último, Pablito se retira da narrativa. O personagem fala com uma pessoa oculta, o leitor.

A história de Deraldo rendeu 10 imagens na rede social | Foto: Reprodução (Instagram)


Histórias que não costumam ser contadas


Pablito diz que todo o tempo e dedicação vale a pena pelo retorno que recebe. Como o Porto Alegre em Quadrinhos só está na internet, ele procura a pessoa entrevistada e mostra o trabalho final impresso. “Eu quero ver a reação deles, é importante pra mim essa troca”, explicou. Um dos planos futuros de Pablito é transformar esse projeto em mais um livro, e convidar todos os entrevistados para o lançamento.


O ilustrador gosta de conversar com os leitores e participar de prêmios. Ano passado, ele ficou em primeiro lugar no 25º Salão Internacional de Desenho para Imprensa com a história da Rita de Cássia, e, esse ano, ficou em segundo lugar no Concurso Sulamericano “Historias de vida que sobreviven la violencia y persecución en el campo en Sudamerica” contando a vida de Janja, moradora do Quilombo dos Alpes. “Esse foi legal, porque teve um prêmio em dinheiro e eu consegui dividir com a Janja”, contou, com orgulho.

Quadrinho que rendeu um prêmio à Pablito | Foto: Reprodução (Instagram)


Pablito esperava a garçonete trazer a água enquanto pensava na última pergunta que ouviu. “Como funciona para escolher as pessoas que desenho? Áh, é muito por indicação”, respondeu. Morando em Alvorada, é mais difícil conhecer as pessoas na Capital, por isso, ele costuma conversar com moradores de Porto Alegre, que o apresentam possíveis entrevistados. O ilustrador tenta ser diverso nas escolhas e tem uma preocupação social. “A palavra final é a minha curiosidade”, contou Pablito. 


O trabalho é todo publicado nas redes sociais do quadrinista, que está sempre ativo no Instagram. “Eu tenho mais liberdade e posso fazer um conteúdo mais longo, já pensando no livro”, explicou. Além disso, Pablito expõe suas obras em galerias e outros espaços de arte. “Eu gosto, porque são pessoas de Alvorada que eu levo para outros lugares e faço elas circularem”, contou.


Jornalismo em quadrinhos


No fim da nossa conversa, falamos sobre jornalismo. Pablito, que também é ótimo entrevistador, quis saber sobre como é ser repórter e usar as palavras, sem os quadrinhos, para contar histórias. Descobri que ele se apaixonou pelo jornalismo depois da faculdade, quando já trabalhava como diagramador no jornal A Semana, em Alvorada. Pablito citou a premiada jornalista Eliane Brum quando disse que, com um bloco e uma caneta, pode entrar em qualquer lugar, e aquilo o marcou. “Com os quadrinhos, eu também posso entrar na casa das pessoas e contar aquelas histórias”, explicou.


Eliane Brum disse, há alguns anos, que ser repórter é ser protagonista de uma construção, e isso Pablito faz com maestria. Ao desenhar os alvoradenses ou publicar o Alvorada em Quadrinhos, o artista mostra um novo lado da cidade, que geralmente aparece na mídia como uma das cidades mais violentas do Estado. Pablito dá voz e cor àqueles que, frequentemente, acabam passando despercebidos no cotidiano. Muito mais que um hobby, o trabalho de Pablito é um projeto social importante para a sociedade.

The post Pablito Aguiar em Palavras appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2019/08/05/pablito-aguiar-em-palavras/feed/ 0
Alunos da ComDig apresentam projetos de Produto II https://mescla.cc/2017/06/30/alunos-comdig-apresentam-projetos-produto/ https://mescla.cc/2017/06/30/alunos-comdig-apresentam-projetos-produto/#respond Sat, 01 Jul 2017 00:38:53 +0000 http://mescla.cc/?p=2056 (Foto de capa: Juliana Borgmann) Os alunos da turma de 2016 do curso de Comunicação Digital apresentaram na última quarta-feira, dia 28, os projetos da disciplina de Produto II. Enquanto em Produto I eles trabalharam sobre o  tema “remix” (confira matéria aqui), dessa vez a proposta abordada era a “inovação social”. A apresentação ocorreu no […]

The post Alunos da ComDig apresentam projetos de Produto II appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
(Foto de capa: Juliana Borgmann)

Os alunos da turma de 2016 do curso de Comunicação Digital apresentaram na última quarta-feira, dia 28, os projetos da disciplina de Produto II. Enquanto em Produto I eles trabalharam sobre o  tema “remix” (confira matéria aqui), dessa vez a proposta abordada era a “inovação social”. A apresentação ocorreu no Laboratório de Pesquisa Avançada em Comunicação e Informação, o LABTICS e contou com alunos, professores e banca avaliadora. A banca era composta pela coordenadora do Observasinos, Marilene Maia, Cláudia Backes da Unitec e Gustavo Mini, da agência DZ estúdio.

Banca avaliadora (Foto: Juliana Borgmann)

Em um universo tão amplo como inovação social, no início do semestre foi escolhido o tema de abuso e exploração sexual infantil em que os alunos desenvolveriam soluções de comunicação digital para isso. Apesar das dificuldades iniciais em lidar com o tema, os estudantes utilizaram o design centrado no ser humano para o desenvolvimento dos produtos que auxiliam vítimas e profissionais que têm contato direto com esse mundo.

Apresentação do projeto Liberte-se (Foto: Juliana Borgmann)

O primeiro projeto a se apresentar foi o Liberte-se, uma plataforma colaborativa desenvolvida pelos alunos Bernardo Dal’Bó, Betina Palma, Fabricio Barili, Gabriel Foppa e Juliana Viegas. O Liberte-se parte do princípio que “a falta de conversa gera falta de informação” e, assim, quer colocar em pauta o assédio infantil. A plataforma recebe vídeos e depoimentos de profissionais do assunto e pessoas que já passaram por tal situação. Seguindo os moldes da campanha no twitter #MeuPrimeiroAssédio, as pessoas são convidadas a contar sua história de forma espontânea e anônima para que haja conscientização sobre o assunto.

As apresentações seguiram com o grupo Tina & Guigo, um desenho infantil voltado a crianças de dois a seis anos. Desenvolvido pelos alunos Aline Bernardes, Francine Lüedtke, Leonardo da Silva e Nathalia Haubert, o desenho apresenta uma linguagem lúdica para ensinar as crianças sobre o assunto. Com o lema de “juntos não sentiremos frio” os pinguins Tina & Guigo saem do online para o mundo real e são tema de livros de histórias e brinquedos levados a abrigos e escolas.

O projeto Seiva foi o terceiro a se apresentar, e mostrou uma consultoria de comunicação pró infância. Produzida para auxiliar os diversos órgãos e projetos sociais que trabalham com abuso e assédio infantil, a Seiva traz soluções na abordagem de comunicação para essas organizações. O projeto foi criado pelos estudantes Bruno Machado, Daniel Weiler e Laura Morais e traz como lema “Uma boa comunicação é capaz de mudar vidas”

Último projeto a se apresentar, Charlotte’s Demons (Foto: Juliana Borgmann)

O último grupo a se apresentar foi o Charlotte’s Demons, um jogo que traz a história de uma menina que foi abusada e está sumida. O jogador busca entender o que aconteceu com Charlotte e precisa encontrá-la através do celular da personagem. Feito pelos alunos João Pedro de Oliveira e Valesca Ribas, o jogo tem como público alvo os adolescentes e busca  conscientizar através da gamificação.

A banca ficou impressionada com a consistência dos projetos e trouxe soluções e dicas para aprimorar as iniciativas.

The post Alunos da ComDig apresentam projetos de Produto II appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2017/06/30/alunos-comdig-apresentam-projetos-produto/feed/ 0
Alunos da ComDig apresentam projetos de Produto I https://mescla.cc/2017/05/12/alunos-da-comdig-apresentam-projetos-de-produto/ https://mescla.cc/2017/05/12/alunos-da-comdig-apresentam-projetos-de-produto/#comments Fri, 12 May 2017 19:23:58 +0000 http://mescla.cc/?p=1180 Os alunos do curso de Comunicação Digital apresentaram, na última segunda-feira (dia 8), os produtos e empresas criados para a disciplina de Produto I. Sob o tema “Remix”, os projetos e suas aplicações foram apresentados para três profissionais do mercado. Os representantes, Alisson Bitencourt do Senac, Antônio Gabiatto, da produtora de eventos Inventa, e Lucas […]

The post Alunos da ComDig apresentam projetos de Produto I appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
Os alunos do curso de Comunicação Digital apresentaram, na última segunda-feira (dia 8), os produtos e empresas criados para a disciplina de Produto I. Sob o tema “Remix”, os projetos e suas aplicações foram apresentados para três profissionais do mercado. Os representantes, Alisson Bitencourt do Senac, Antônio Gabiatto, da produtora de eventos Inventa, e Lucas Oliveira, da empresa Mova, questionaram os alunos sobre as aplicações para mercado, custos dos projetos e deram dicas para o aprimoramento das ideias.

O primeiro projeto apresentado foi o Bumerangue, dos alunos Andersen Lopes, Bruno Machado, Daniel Weiler e Laura de Oliveira. A ideia parte da premissa de que  “tudo que é bom volta” e trabalha com a nostalgia e memórias afetivas do público produzindo experiências para eventos. Sua primeira ação foi relembrar a infância e brincadeiras tradicionais uma corrida de carrinho de lomba dentro do campus da Unisinos São Leopoldo. Todo feedback do evento, como fotos e vídeos, foi transmitido para os participantes via redes sociais.

Foto: Fanpage Bumerangue/Reprodução

Os alunos Fabricio Barili, Gabriel Foppa, João Pedro Duarte e Valesca Ribas apresentaram o Post It Now, uma interface para eventos que permite que pessoas a customizem e possam divulgar seus pensamentos e opiniões de forma anônima. Possibilitando a integração em ambiente físico, cartazes foram pendurados em banheiros com a provocação para as pessoas deixarem recados. Após recolhidos, os materiais passam por uma digitalização e curadoria e são postados na rede social da interface, retornando ao público do eventos de forma anônima os melhores “posts”  da festa.

Foto: Fanpage Post it Now/Reprodução

O coletivo “Você me vê?” ajuda empresas a se engajarem em causas sociais. Criado pelos alunos Aline Bernardes, Juliana Viegas, Bernardo Dal’Bó, Leonardo Francisco, Francini Luedtke e Nathalia Haubert, produz ações digitais e fora da rede e consultoria para as empresas que não sabem em qual causa investir. O objetivo dessas ações é atingir e mobilizar as pessoas para realidades não vistas. O coletivo acredita que as empresas podem mudar a forma com que o público vê sua marca através do apoio a minorias.

Foto: Fanpage Você me Vê/Reprodução

A última apresentação da noite foi a plataforma Have Meta. O site ajuda com que as pessoas definam metas de curto prazo para atingir um objetivo maior. A criadora do projeto, Betina Palma, prevê que o projeto se torne uma aplicativo no futuro. A plataforma envia lembretes diários com mensagens motivadoras para o usuário que o ajudam a cumprir suas metas. Além disso, a plataforma atende empresas e apresenta uma publicidade dirigida para os clientes.

Foto: Fanpage Have Meta/Reprodução

Apesar de já estarem trabalhando em novos produtos para a cadeira de Produto II, os alunos apresentaram interesse em continuar trabalhando com seus projetos iniciais.

The post Alunos da ComDig apresentam projetos de Produto I appeared first on Portal da Indústria Criativa.

]]>
https://mescla.cc/2017/05/12/alunos-da-comdig-apresentam-projetos-de-produto/feed/ 1