wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6260The post Professor Manoel Marcondes Neto visita Unisinos appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Em visita ao Rio Grande do Sul, Marcondes esteve algumas Instituições de ensinos, veículos de comunicação e organizações gaúchas para divulgar o Observatório da Comunicação Institucional (OCI). O relações-públicas aproveitou a ocasião para negociar parcerias dos profissionais de comunicação na geração de conteúdo relevante sobre as causas que o OCI defende para serem publicadas no site, que são: transparência ativa, comunicação pública, jornalismo responsável e propaganda com ética. Além disso, propôs também que os professores da área utilizem o material que está disposto no site em sala de aula.
Na Unisinos, Marcondes conversou com a coordenadora do curso de relações públicas, Taís Motta, sobre garantir uma possível parceria do curso com o Observatório, que consiste em realizar a clippagem de dois jornais da região metropolitana sobre assuntos relacionados a comunicação que envolvam organizações. O profissional também conversou sobre o projeto acadêmico-cientifico do Observatório, lançado no congresso Mega Brasil de Comunicação, em maio de 2017, que afere o Índice de Transparência Ativa das organizações brasileiras, sejam elas públicas, privadas ou do terceiro setor.

O instrumento criado pela OCI apresenta por meio de números e relatórios o que deve ser melhorado na instituição. São 210 quesitos avaliados em cinco instâncias diferentes. A transparência dessas instâncias é medida com “scores” que vão de zero a 100. Para que uma instituição seja considerada transparente a pontuação deve estar entre 90 e 100 pontos. Hoje, essa ferramenta está disponível para implantação no mercado, sendo aplicada por profissionais credenciados, nas instituições cujos gestores queiram participar, por meio de uma auditoria funcional de comunicação.
O observatório surge em 2013 na vida de Manoel em parceria com mais três relações-públicas (Marcelo Lins Fischer, Lucia Duarte e Pollyana Escalante) que são pesquisadores. A intenção inicial era desenvolver um local para análise, reflexão e crítica aos assuntos referentes a comunicação. “As nossas causas em 2013 eram ‘Transparência’ e ‘Comunicação Pública’. Com o passar do tempo, percebemos que o fenômeno Fake News também deveria constar na nossa pauta e assim também decidimos trabalhar com os temas ‘Jornalismo Responsável’ e ‘Propaganda com Ética”, explica ele. Se no início a linguagem do Observatório era voltada mais para os RP’s, hoje ele se tornou mais eclético, abraçando mais áreas. Manoel afirma que todos os cursos da comunicação devem estar integrados, pois são afetados mutuamente por casos como as Fake News ‘É um problema nosso, a questão da Fake News, da comunicação em geral”, resume.
Manoel Marcondes Machado Neto tem um currículo extenso. É professor da Faculdade de Administração e Finanças da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ), doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP,) mestre em Sistemas da Informação Gerencial (UFRJ) e, atualmente, o diretor-presidente do Observatório da Comunicação Institucional.
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]]>The post Tecnologias digitais para o ensino de línguas adicionais appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O objetivo é desenvolver uma concepção crítica com os alunos sobre o uso de tecnologias digitais dentro e fora do contexto escolar, apresentar tecnologias digitais para o ensino de línguas adicionais. Além de promover um momento prático de reconhecimento, utilização e trabalho com as ferramentas apresentadas a fim de melhor instrumentalizar o profissional no ensino de línguas.
Podem participar da oficina professores, alunos e bolsistas de iniciação científica do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada (PPGLA) e dos cursos de Letras da Unisinos. O curso é gratuito e conta com a emissão de certificado mediante a presença do aluno.
A oportunidade é uma promoção do Núcleo de Estudos Avançado em Linguagem, Interação e Tecnologia – NEALIT, Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada – PPGLA e da Unisinos. O curso acontece na sala E12 109, na sexta-feira, 17 de novembro, das 12h às 13h30 e será ministrado pelo professor Marlon Machado Oliveira Rio.
As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de novembro, aqui no link.
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]]>Os alunos da turma de 2016 do curso de Comunicação Digital apresentaram na última quarta-feira, dia 28, os projetos da disciplina de Produto II. Enquanto em Produto I eles trabalharam sobre o tema “remix” (confira matéria aqui), dessa vez a proposta abordada era a “inovação social”. A apresentação ocorreu no Laboratório de Pesquisa Avançada em Comunicação e Informação, o LABTICS e contou com alunos, professores e banca avaliadora. A banca era composta pela coordenadora do Observasinos, Marilene Maia, Cláudia Backes da Unitec e Gustavo Mini, da agência DZ estúdio.

Em um universo tão amplo como inovação social, no início do semestre foi escolhido o tema de abuso e exploração sexual infantil em que os alunos desenvolveriam soluções de comunicação digital para isso. Apesar das dificuldades iniciais em lidar com o tema, os estudantes utilizaram o design centrado no ser humano para o desenvolvimento dos produtos que auxiliam vítimas e profissionais que têm contato direto com esse mundo.

O primeiro projeto a se apresentar foi o Liberte-se, uma plataforma colaborativa desenvolvida pelos alunos Bernardo Dal’Bó, Betina Palma, Fabricio Barili, Gabriel Foppa e Juliana Viegas. O Liberte-se parte do princípio que “a falta de conversa gera falta de informação” e, assim, quer colocar em pauta o assédio infantil. A plataforma recebe vídeos e depoimentos de profissionais do assunto e pessoas que já passaram por tal situação. Seguindo os moldes da campanha no twitter #MeuPrimeiroAssédio, as pessoas são convidadas a contar sua história de forma espontânea e anônima para que haja conscientização sobre o assunto.
As apresentações seguiram com o grupo Tina & Guigo, um desenho infantil voltado a crianças de dois a seis anos. Desenvolvido pelos alunos Aline Bernardes, Francine Lüedtke, Leonardo da Silva e Nathalia Haubert, o desenho apresenta uma linguagem lúdica para ensinar as crianças sobre o assunto. Com o lema de “juntos não sentiremos frio” os pinguins Tina & Guigo saem do online para o mundo real e são tema de livros de histórias e brinquedos levados a abrigos e escolas.
O projeto Seiva foi o terceiro a se apresentar, e mostrou uma consultoria de comunicação pró infância. Produzida para auxiliar os diversos órgãos e projetos sociais que trabalham com abuso e assédio infantil, a Seiva traz soluções na abordagem de comunicação para essas organizações. O projeto foi criado pelos estudantes Bruno Machado, Daniel Weiler e Laura Morais e traz como lema “Uma boa comunicação é capaz de mudar vidas”

O último grupo a se apresentar foi o Charlotte’s Demons, um jogo que traz a história de uma menina que foi abusada e está sumida. O jogador busca entender o que aconteceu com Charlotte e precisa encontrá-la através do celular da personagem. Feito pelos alunos João Pedro de Oliveira e Valesca Ribas, o jogo tem como público alvo os adolescentes e busca conscientizar através da gamificação.
A banca ficou impressionada com a consistência dos projetos e trouxe soluções e dicas para aprimorar as iniciativas.
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]]>O primeiro projeto apresentado foi o Bumerangue, dos alunos Andersen Lopes, Bruno Machado, Daniel Weiler e Laura de Oliveira. A ideia parte da premissa de que “tudo que é bom volta” e trabalha com a nostalgia e memórias afetivas do público produzindo experiências para eventos. Sua primeira ação foi relembrar a infância e brincadeiras tradicionais uma corrida de carrinho de lomba dentro do campus da Unisinos São Leopoldo. Todo feedback do evento, como fotos e vídeos, foi transmitido para os participantes via redes sociais.

Os alunos Fabricio Barili, Gabriel Foppa, João Pedro Duarte e Valesca Ribas apresentaram o Post It Now, uma interface para eventos que permite que pessoas a customizem e possam divulgar seus pensamentos e opiniões de forma anônima. Possibilitando a integração em ambiente físico, cartazes foram pendurados em banheiros com a provocação para as pessoas deixarem recados. Após recolhidos, os materiais passam por uma digitalização e curadoria e são postados na rede social da interface, retornando ao público do eventos de forma anônima os melhores “posts” da festa.

O coletivo “Você me vê?” ajuda empresas a se engajarem em causas sociais. Criado pelos alunos Aline Bernardes, Juliana Viegas, Bernardo Dal’Bó, Leonardo Francisco, Francini Luedtke e Nathalia Haubert, produz ações digitais e fora da rede e consultoria para as empresas que não sabem em qual causa investir. O objetivo dessas ações é atingir e mobilizar as pessoas para realidades não vistas. O coletivo acredita que as empresas podem mudar a forma com que o público vê sua marca através do apoio a minorias.

A última apresentação da noite foi a plataforma Have Meta. O site ajuda com que as pessoas definam metas de curto prazo para atingir um objetivo maior. A criadora do projeto, Betina Palma, prevê que o projeto se torne uma aplicativo no futuro. A plataforma envia lembretes diários com mensagens motivadoras para o usuário que o ajudam a cumprir suas metas. Além disso, a plataforma atende empresas e apresenta uma publicidade dirigida para os clientes.

Apesar de já estarem trabalhando em novos produtos para a cadeira de Produto II, os alunos apresentaram interesse em continuar trabalhando com seus projetos iniciais.
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]]>The post Os aplicativos e redes sociais a favor da leitura appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Segundo dados da pesquisa Retratos da Leitura de 2015 do Instituto Pró-Livro, existem 104,7 milhões de leitores no país. Desse número, 60% usam a internet frequentemente para redes sociais e aplicativos. As primeiras redes sociais literárias surgiram há aproximadamente dez anos, hoje, os números se multiplicaram e centenas de aplicativos desse gênero podem ser encontrados na web.
As estantes virtuais se destacam nesse meio. Livreto e Orelha de Livro são exemplos disso, possibilitando que o leitor organize seus livros entre categorias como “lidos”, “quero ler”, “desejados” e “tenho”, esse tipo de rede social foca na organização e em apresentar dados sobre os hábitos de leitura de cada usuário. A rede social que mais se destaca nesse nicho é o Skoob que, além de apresentar as categorias de organização, também torna possível a interação entre os usuários, a publicação de resenhas, trocas de livros, metas de leituras e sorteios.
Segundo a cofundadora do Skoob, Viviane Lordello, atualmente são 4,3 milhões de usuários e os números aumentam a cada dia. “O grande diferencial do site é que ele é uma rede social desenvolvida por leitores e para leitores, e isso torna a relação mais próxima”, complementa. Viviane ainda cita que a rede social se tornou uma importante ferramenta para o leitor escolher sua próxima leitura baseando-se em avaliações isentas feitas por outros usuários.
Mas não só de organização e listas vivem as redes sociais literárias, é possível também escrever suas próprias histórias na web. Wattpad e Scribe possibilitam a jovens autores publicarem na rede e até mesmo conseguir contato com editoras. O Wattpad é multiplataforma, está disponível como aplicativo e site. Com uma interface simples, ele convida o leitor a explorar suas 23 categorias atrás de novas histórias. O Scribe funciona apenas como site. O cadastro do usuário pode ser feito como leitor ou escritor. O site é recheado de contos, poesias e romances completos.
O entretenimento e os serviços também estão representados nessa área. O LivraLivro é um exemplo de serviço, funciona exclusivamente para a troca de livros. Pode-se afirmar que ele é a digitalização do sebo tradicional. Através de um sistema de pontos, o usuário se conecta e troca livros com outras pessoas.
O Book4you quebra a velha história de julgar o livro pela capa. O site e aplicativo apresentam várias readlists que trazem vários temas como “Para Chorar”, “Prêmio Pulitzer”, “Brasileiros Contemporâneos”, etc. Ao acessar a readlist se tem apenas a sinopse do livro, o usuário/leitor não tem acesso ao título da obra, autor ou capa descobrindo essas informações só depois de dar um “amei” na história. Após isso, o leitor pode organizar os livros “amados” em diferentes categorias disponibilizadas pelo site que também indica valores e onde comprá-los.
Assim como os livros, os aplicativos literários também podem ter uma longa vida. Profissionais da área afirmam que o futuro para a literatura no mundo virtual é concreto, mas o fator decisivo será a capacidade de entender as necessidades dos leitores.
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