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Arquivos agências - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/agencias/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Fri, 26 Apr 2019 16:31:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 Aluna da Unisinos participa do Young Lions RS https://mescla.cc/2018/03/28/aluna-da-unisinos-participa-do-young-lions-rs/ https://mescla.cc/2018/03/28/aluna-da-unisinos-participa-do-young-lions-rs/#respond Wed, 28 Mar 2018 20:47:38 +0000 http://mescla.cc/?p=5160 Foto: Young Lions RS/Reprodução A aluna Débora Brião, estudante de Publicidade e Propaganda do campus Unisinos Porto Alegre, marcou presença no Portfolio Review Young Lions RS. Ocorrido no dia 20, terça-feira, na capital gaúcha, o evento recebeu 12 profissionais de criação do Rio Grande do Sul que avaliaram os trabalhos apresentados.  O encontro visa ajudar jovens profissionais e demais interessados a ordenar e planejar portfólios. Foram 17 participantes, sendo Débora e Arthur Paiva, ambos da Unisinos, os únicos estudantes no local. Aluna do quarto […]

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Foto: Young Lions RS/Reprodução

A aluna Débora Brião, estudante de Publicidade e Propaganda do campus Unisinos Porto Alegre, marcou presença no Portfolio Review Young Lions RS. Ocorrido no dia 20, terça-feira, na capital gaúcha, o evento recebeu 12 profissionais de criação do Rio Grande do Sul que avaliaram os trabalhos apresentados. 

O encontro visa ajudar jovens profissionais e demais interessados a ordenar e planejar portfólios. Foram 17 participantes, sendo Débora e Arthur Paiva, ambos da Unisinos, os únicos estudantes no local. Aluna do quarto semestre e estagiária na área de marketing, descobriu o evento através da publicação da coordenadora do curso, Anaís Schuler Bertoni.  

“A experiência foi muito importante. Todos (da banca) são famosos e já trabalham em agência. Recebi críticas construtivas sobre como melhorar meu portfólio”, relatou. Ainda segundo Débora, que participou como diretora de arte, após as apresentações, duas agências pediram seu contato. Ambas ficaram interessadas no trabalho que vem produzindo. 

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Estágio na Bublitz Design e Comunicação https://mescla.cc/2017/09/28/estagio-na-bublitz-design-e-comunicacao/ https://mescla.cc/2017/09/28/estagio-na-bublitz-design-e-comunicacao/#respond Thu, 28 Sep 2017 20:39:21 +0000 http://mescla.cc/?p=3223 A agência Bublitz, no mercado há três anos, está com vaga de estágio em criação/social media. Os requisitos para a vaga são: conhecimentos em Photoshop e Illustrator, ser heavy user de redes sociais, boa redação e domínio da língua portuguesa. Entre as atividades desenvolvidas pelo futuro estagiário estão o suporte no planejamento e produção de […]

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A agência Bublitz, no mercado há três anos, está com vaga de estágio em criação/social media. Os requisitos para a vaga são: conhecimentos em Photoshop e Illustrator, ser heavy user de redes sociais, boa redação e domínio da língua portuguesa.

Entre as atividades desenvolvidas pelo futuro estagiário estão o suporte no planejamento e produção de conteúdo de redes sociais, auxílio no tratamento de imagens, criação de peças gráficas e ajuda na elaboração de campanhas de comunicação. A carga horária é de 25h semanais.

Afinidade com ilustrações, simpatia, vontade de trabalhar, responsabilidade, proatividade e autenticidade são diferenciais buscados pela empresa. Currículo e portfólio devem ser enviados para curriculos@bublitzdesign.com.br

A Bublitz está localizada na Av. Wenceslau Escobar, 2666/217, em Porto Alegre.

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Qualquer um pode ser um influenciador digital? https://mescla.cc/2017/06/14/qualquer-um-pode-ser-um-influenciador-digital/ https://mescla.cc/2017/06/14/qualquer-um-pode-ser-um-influenciador-digital/#respond Wed, 14 Jun 2017 19:18:56 +0000 http://mescla.cc/?p=1729 (Texto: Cassiano Cardoso e Eduarda Bitencourt) As mídias sociais chegaram como um boom na vida das pessoas. Os smartphones se tornaram cada vez mais uma extensão do corpo humano. Assim, com toda essa interação e conteúdo produzido, tanto amador quanto profissional, alguns personagens destas redes acabaram recebendo notoriedade. É o caso dos influenciadores digitais, que […]

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(Texto: Cassiano Cardoso e Eduarda Bitencourt)

As mídias sociais chegaram como um boom na vida das pessoas. Os smartphones se tornaram cada vez mais uma extensão do corpo humano. Assim, com toda essa interação e conteúdo produzido, tanto amador quanto profissional, alguns personagens destas redes acabaram recebendo notoriedade. É o caso dos influenciadores digitais, que movem, produzem e atraem pessoas para marcas, atividades e serviços. E o mais incrível disso tudo: qualquer um pode ser um digital influencer!

Pensando nisso, a Abicalçados reuniu especialistas na área da comunicação para falar sobre o assunto no 21º Seminário Nacional da Indústria de Calçados. Nesta terça-feira (13) pela manhã, no Anfiteatro Padre Werner, foram convidados diferentes palestrantes que explicaram quem realmente são estes influenciadores.

O jornalista Cristiano Santos foi um dos primeiros a mover uma massa de usuários no Facebook Brasil, ainda em 2011. Foi um caso da Voe Azul, na qual ele engajou milhares de pessoas numa campanha para que a empresa fizesse uma promoção de passagens a R$ 8 – em alusão aos 8 milhões de clientes comemorados pela companhia à época. “Quando vi as pessoas se movimentando para que aquilo acontecesse, me senti famoso. Foi diferente”, conta.

O jornalista Cristiano Santos fala sobre sua campanha no Facebook. (Foto: Cassiano Cardoso)

Segundo ele, através desta e outras experiências qualquer pessoa pode ser uma influenciadora digital e mobilizar pessoas a utilizar uma marca. “Qualquer um pode se tornar influenciador. Nem sempre é uma profissão. São momentos em que uma pessoa ganha visibilidade”. Para ele, são pessoas comuns que conseguem transmitir algo para outras. “Estamos falando de gente que produz conteúdo e consegue passá-lo adiante. Engajar pessoas. São gente como a gente e é exatamente por isso que fazem sucesso”,  explica.

Cristiano Santos fez um apontamento importante: “As pessoas influenciam pela naturalidade e na produção de conteúdo delas. Não existe influenciador sem conteúdo. É assim que se projeta seu nome e consequentemente a sua empresa”, disse. De acordo com o jornalista, um digital influencer é referência naquilo que escreve, porém, é necessário ter conteúdo para trabalhar, investir e produzir nisso e, assim, engajar seu próprio nicho.

A Agência e os influenciadores

Seguindo o tema de influência da Web, Tiago Niederauer e Patrícia Angeletti, da Agência W3haus entraram no palco para falar sobre a visão de quem trabalha com esses profissionais. Os critérios escolhidos para optar entre um influenciador e não outro, as dificuldades, o mercado e o papel da agência em um cenário reconfigurado foram temas do debate.

A atenção do consumidor, hoje, é um recurso escasso. Centenas de informações e propagandas chegam diariamente a cada um. Segundo a diretora de mídia Patrícia, o segredo é descobrir “quais vão ser as marcas e propagandas que vão ficar em nossa cabeça e vão ser utilizadas e recomendadas por nós”, explica. É nesse cenário que entra o influenciador digital, ele é o upgrade das recomendações antes feitas por amigos de sua rede de contatos.

A tecnologia encurtou nosso relacionamento com as marcas, logo todos podem comentar ou falar sobre determinado produto. A internet faz parte de 80% da faixa etária economicamente ativa e ainda está em crescimento constante.

Relembrando o sociólogo Marshall McLuhan, Patrícia diz que “O meio é a mensagem. Então colocar o anúncio em um meio – internet – que faz parte da rotina do consumidor é mais fácil para vender determinado produto”. Ela ainda afirma que “Aceitamos melhor esse tipo de publicidade. O influenciador é como eu, é gente como a gente. As celebridades antes pareciam viver em um universo particular próprio, o influenciador é mais próximo, ele pode estar no mesmo grupo que nós, consumindo as mesmas coisas”, explica.

Antes as publicações eram simples de serem trabalhadas, a campanha era feita através de espaços publicitários, seja em um outdoor, jornal, revista ou televisão, agora são usadas pessoas para falarem e advogarem em nome da marca. As agências têm que entender como trabalhar com o influenciador como plataforma de mídia.

Tiago Niederauer e Patrícia Angeletti da Agência W3haus contaram sobre o papel da agência que trabalha com influenciadores. (Foto: Cassiano Cardoso)

Uma das maiores dificuldades é que nem sempre o cliente entende os influenciadores digitais ou seu exato papel no mercado. Eles querem utilizar a linguagem mais tradicional da marca e isso não é aceito pois faz com o influenciador perca sua autenticidade e audiência. A agência surge para fazer esse meio de campo, convencendo o cliente que aquela forma de publicidade é válida e trabalhar mais com sugestões do que roteiros para os divulgadores.

Tiago, que trabalha na área de criação da agência conta que essa parte do trabalho foi reformulada. “Nós começamos a questionar o papel da agência. Quando temos duas forças criativas trabalhando juntas, agência e influenciador, fica confuso saber quem cria o que e quem faz o que. Não faz sentido criar roteiros para pessoas que fazem sucesso exatamente por causa disso”, explica.

Segundo Tiago “A publicação tradicional passa por diversas etapas, através do brainstorm surge o conceito que se transforma em uma sinopse, essa vira um storyboard e só então vai para a gravação. O influencer mudou isto, eles fazem tudo, então a agência tem que só dar insights e sugestões de conteúdo.”  O processo que era natural e acompanhado de vários ângulos passa a ser mais tenso para a agência, pois a liberdade criativa se torna muito maior, assim como o número de pessoas envolvidas. O desafio é acolher tudo isso com naturalidade, não fazendo com que transpareça na campanha.

Patrícia diz que A internet potencializa a divulgação das marcas, pois existem muitas pessoas parecidas comigo no mundo inteiro.” Os influenciadores representam essa potencialização. A realidade é que esse profissionais vieram para ficar e o poder de engajamento deles é forte e real, o destaque no mercado será dado pelo conteúdo autêntico e de qualidade.

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7º Colóquio das agências experimentais debate autenticidade https://mescla.cc/2017/05/09/7o-coloquio-das-agencias-experimentais-debate-autenticidade/ https://mescla.cc/2017/05/09/7o-coloquio-das-agencias-experimentais-debate-autenticidade/#comments Tue, 09 May 2017 20:13:03 +0000 http://mescla.cc/?p=1055 Por Eduarda Bitencourt e Thamyres Thomazini  Na última sexta-feira (05), ocorreu, no Campus da Unisinos Porto Alegre, o 7° Colóquio das Agências Experimentais de Comunicação, que teve como tema a autenticidade no ambiente experimental. A anfitriã deste ano foi a Agexcom, da Unisinos, e a organização ficou a cargo dos estagiários e professores. Compareceram 11 […]

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Por Eduarda Bitencourt e Thamyres Thomazini 

Na última sexta-feira (05), ocorreu, no Campus da Unisinos Porto Alegre, o 7° Colóquio das Agências Experimentais de Comunicação, que teve como tema a autenticidade no ambiente experimental. A anfitriã deste ano foi a Agexcom, da Unisinos, e a organização ficou a cargo dos estagiários e professores. Compareceram 11 agências de diferentes partes do Estado, algumas delas com quase duas décadas de história e dezenas de estagiários, outras com pouco menos de um ano e núcleos pequenos. Entre veteranos e novatos foram cerca de 150 inscrições.

As faculdades convidadas chegaram no credenciamentos por volta das 9h e, às 10h30mim, as atividades tiveram início. Na abertura oficial, Gustavo Severo Borba, diretor do PPG de Design, fez uma breve explicação sobre o conceito das novas salas do campus, que receberam uma reforma. As paredes riscáveis e cadeiras foram desenvolvidas e projetadas pelo próprio curso da universidade.”Todo o conceito dos espaços tem por trás uma lógica de design experiência de sala de aula e quando a gente recebe um evento com pessoas de todo o estado para uma discussão coletiva enriquece a vida de todo mundo”, ressaltou.

Foto: Cassiano Cardoso

A expectativa dos alunos e coordenadores durante o evento era de trocas de ideias, compartilhamento de experiências e informar-se sobre o mercado atual da comunicação. Para a coordenadora da agência Multiverso, do IPA, Valéria Deluca, o evento é de grande importância. “Eu acho que a finalidade do colóquio va,i muito além de vir aqui apresentar o trabalho que a gente desenvolve, a finalidade do colóquio é buscar o aprimoramento do ensino da comunicação social”, explica.

A estudante e estagiária da Verso Agex, da FADERGS, Caroline Rolim, 25 anos, trabalha no núcleo de produção multimídia e redes sociais e participou pela primeira vez de um colóquio. “Eu espero pegar muitas experiências, ideias e inspirações das outras agências porque a nossa está no primeiro ano e fazemos nossa própria demanda, então vai ser muito bom”, disse.

Andrei de Souza, 23 anos, está no quinto semestre do curso de Jornalismo, na Universidade Feevale e conta que este é seu segundo colóquio: “A experiência do outro colóquio foi de buscar um conhecimento diferente que eu não tinha, não estava habituado. Até então eu só conhecia o trabalho da nossa agência, da AGECOM, então a primeira vez que eu vim tentei ficar prestando atenção no trabalho das outras agências, até para buscar um maior aproveitamento dos nossos projetos e tentando ter uma ideia nova pra apresentar esse ano”.

Bate-papo com comunicadores de sucesso

Após as apresentações, teve início um bate-papo com cinco convidados a respeito da autenticidade e inovação no mercado de trabalho da comunicação. Guilherme Massena e Eduardo Seelig, da Dobra, de carteiras sustentáveis, o publicitário Luciano Braga, do estúdio de comunicação Shoot the Shit, Júlia Maciel, estudante de Jornalismo e social media do portal Mecasei.com e Alexandra Zanela, fundadora da Padrinho Agência de Conteúdo, estiveram presentes.

Foto: Cassiano Cardoso

Durante a apresentação, Luciano Braga refletiu sobre as imposições e padrões do mercado e contando suas experiências. Depois de se decepcionar no antigo trabalho, resolveu fazer algo diferente na vida, indo contra os estigmas tradicionais. “Muitas agências, as principais e maiores tornaram-se indústrias de anúncios. Na nossa nós aceitamos receber menos, ter uma vida mais simples, mas ter nossa autenticidade, fazer apenas aquilo que acreditamos”.

Entre os assuntos mais discutidos estavam a prática da autenticidade no dia a dia, a  monetização das inovações desenvolvidas, os desafios enfrentados e as transformações na sociedade. Alexandra acredita que o modelo de mercado está mudando e os consumidores também. “O mercado precisa e quer autenticidade e inovação, mas tem medo de contratar empresas não tradicionais”, refletiu.

A social media Júlia Maciel também contou um pouco da sua trajetória, tanto pessoal quanto profissional. Ela relata que mesmo dentro da comunicação há certos padrões e por não se encaixar neles busca arriscar diariamente em suas ações. “Eu queria arriscar, não trabalhar em um veículo. Porque comunicação não é só trabalhar em algum lugar, comunicação é o mundo. E o Mecasei, que é uma startup, me deu essa oportunidade, me abriu esse mundo. Ela me faz ver que eu posso ser diferente, ter minha ideias, trabalhar no meu horário e do meu jeito, produzir da minha maneira ao invés de ter que ficar repetindo funções o tempo inteiro”.

Foto: Cassiano Cardoso

Respondendo a pergunta de um aluno sobre o conservadorismo de grande parte dos leitores, Alexandra enfatizou que o público resiste a mudanças, mas se adapta facilmente, assim como o mercado do jornalismo. “A informação não é mais uma exclusividade jornalística, nós somos curadores hoje. A partir da criação do facebook como uma nova forma de distribuição, como um compartilhador,  as capas de jornais não são mais a fonte primária de informação”.

Nathana Guedes, da Agência A4, da Universidade de Santa Cruz, achou a experiência positiva, ainda mais por ser sua primeira participação. “Os convidados literalmente combinam com o tema, eles são realmente autênticos. E, realmente, o mundo está despriorizando o coletivo para as individualidades das pessoas. Eles estão preferindo as peculiaridades, ou seja, essas ideias fora da caixa. Então esse momento, da fala deles, eu achei bem legal, porque além de tudo foi dinâmico, foi descontraído e eles falaram numa linguagem bem clara”, disse.

Integração entre agências 

No período da tarde, uma atividade integradora juntou alunos e funcionários de diferentes agências em grupos criados de forma aleatória. Peças de quebra-cabeça foram entregues no início do colóquio aos participantes, que formavam personagens de animações famosas. A missão era pensar na autenticidade de seus respectivos desenhos, relacioná-los com uma agência de comunicação e aplicá-los em uma campanha.

Foto: Cassiano Cardoso

A aluna da agência Nexjor, da UPF, Caroline Beccari estava participando de seu segundo colóquio e considerou a integração muito interessante por ter unido os alunos e movimentado o pessoal. “Pessoas de diversas áreas e agências trabalhando juntas para um produto final. É importante, pois são jeitos diferentes de pensar então acabou juntando um pouquinho da ideia de cada um e surgiram grandes projetos e ideias”.

Foto: Cassiano Cardoso

Finalizando o 7° Colóquio, os estagiários apresentaram as campanhas, mostrando criatividade e, principalmente, autenticidade, divertindo o público e demonstrando que o evento cumpriu seu papel. Entre as expectativas e planos futuros, está o desenvolvimento de um trabalho integrador entre diversas agências experimentais de comunicação do estado.

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