wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6260The post Público prefere indicações de conhecidos que de plataformas, diz pesquisa elaborada por alunos da Unisinos appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A atividade, orientada pela professora Taís Flores da Motta, envolveu etapas quantitativas e qualitativas, realizadas de maneira online e presencial. Mais de 300 pessoas responderam as questões, todos com até 30 anos de idade, via formulário divulgado entre grupos de WhatsApp e nas redes sociais dos estudantes.
A turma construiu e aplicou a pesquisa de forma coletiva. Desde a concepção dos objetivos, a construção do instrumento de coleta de dados, o pré-teste, a aplicação, a tabulação e a análise, todas as etapas foram desenvolvidas pela totalidade dos alunos. Para obter as informações dos respondentes da melhor forma, os estudantes foram divididos em cinco grupos. Cada um desenvolveu uma metodologia de coleta de dados diferente: dois grupos, na etapa qualitativa, trabalharam com a entrevista em profundidade, um com o grupo focal online e dois com grupos de discussão no WhatsApp.

Segundo o relatório final da pesquisa, a principal motivação dos alunos para a realização desse estudo foi compreender como o contexto social do usuário impacta na escolha dos conteúdos de plataformas de streaming, bem como analisar o papel da publicidade nesse contexto.
Dentre as principais descobertas, ficou evidenciado o consumo majoritário de 1 a 4 horas semanais em plataformas, a predileção pela Netflix, seguida do Prime Vídeo e da HBO Max, além de uma grande aversão por propagandas que interrompem a exibição das produções assistidas. O fator mais determinante para a escolha de um conteúdo é o seu gênero, como o de Comédia, que foi o mais citado entre o público.

A maioria dos participantes costuma assistir conteúdos recomendados pela plataforma e também leem avaliações e críticas antes de assistir a um título. Vale pontuar que os entrevistados também indicaram o hábito de comer enquanto assistem filmes, séries e documentários em aplicativos, e assinalaram uma suscetibilidade para consumir conteúdos indicados pelo “boca a boca”. Foi quase um consenso entre os entrevistados a preferência pelo lançamento das séries inteiras nas plataformas. Apenas um dos participantes teve uma opinião diferente: preferia lançamentos periódicos dos episódios, para “ter aquela sensação de ansiedade pela espera do próximo capítulo”.
No que diz respeito à publicidade feita para os serviços de streaming, os respondentes destacaram que o excesso de divulgação de determinadas obras pode acabar diminuindo o interesse em assisti-las. A repetição das campanhas em diferentes canais leva a uma saturação antes mesmo de assistir ao conteúdo, o que reforça a preferência por indicações provenientes de amigos e familiares.

Nadieli Kutacz, uma das alunas desenvolvedoras da pesquisa, achou interessante a percepção de uma entrevistada que apontou a relação dela com conteúdo que ganha muito “hype” nas redes sociais. “Ela destacou que, quando isso acontece, perde o interesse em consumir, o que, pra mim, foi bem curioso, já que as pessoas costumam se sentir atraídas e curiosas por produções que estão sendo muito comentadas”, avalia.

O maior desafio em uma pesquisa sempre é a localização das fontes, segundo ensina a professora Taís. “Encontrar pessoas dispostas a participar de forma séria e comprometida, gratuitamente, não é muito simples. Além disso, no meu papel, o mais desafiador é a turma toda trabalhar em um único projeto”, comenta. Taís explica que o trabalho coletivo é mais difícil, mas que, no caso de uma pesquisa, acaba sendo o melhor. “Mas a turma, apesar de achar que o trabalho é intenso, fez o que precisava ser feito com empenho e seriedade”, elogia.
Para a professora, o mais interessante foi perceber como as pessoas escolhem o que vão assistir. “Apesar de sabermos dos algoritmos presentes nas plataformas, a indicação de amigos e conhecidos ainda é importante quando resolvem assistir um filme ou série. Isso ficou mais claro na etapa qualitativa da pesquisa”, revela. Taís diz ainda que imaginava que os perfis das plataformas nas redes sociais eram seguidos por muito mais pessoas. “Vimos, com a pesquisa, que a maioria não segue”.

Em relação ao tema da pesquisa, era importante destacar a relevância de compreender o contexto social do usuário e o papel da publicidade nas plataformas de streaming. Taís observa que, no Brasil, existe uma desigualdade enorme entre as classes, fazendo com que as oportunidades de consumo não sejam as mesmas para todos. A professora explica que compreender as estratégias dos usuários para ter acesso aos conteúdos acaba sendo relevante para a publicidade. “Entender onde as pessoas consomem, em qual aparelho, que tempo disponibilizam, quem paga a assinatura e outros fatores pode nos ajudar a compreender como devemos nos relacionar e pensar a publicidade para os diversos tipos de consumidores”, sublinha.
A aluna Nadieli avalia que o seu maior ganho com a atividade foi ter entendido a complexidade de um processo de pesquisa de mercado. “É realmente um trabalho bem processual e metódico, em que você precisa cumprir as etapas com atenção, respeitando os públicos estipulados e os objetivos colocados”, disse. Para ela, é preciso ter muita clareza do que se quer discutir e refletir, se aquilo tem relevância e quais são as possibilidades. “A pesquisa de mercado, consumo e comportamento é imprescindível para a área da Comunicação, pois precisamos entender com quem dialogamos em cada situação e quais são as necessidades dessas pessoas”, comenta. Nadieli acredita que pesquisar é como conversar. “Nessa troca, creio que tenho a chance de aprender, e também, quem sabe, oferecer experiências mais qualificadas nos ambientes de trabalho que circular”.
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]]>The post Agexcom divulga lista dos selecionados para segunda etapa de processo seletivo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A próxima missão será a entrevista coletiva na Agexcom de São Leopoldo (sala D01 001), entre os dias 10 e 12 de dezembro. Segue a lista dos aprovados com as datas e horários que deverão comparecer. Mais informações serão passadas nesses dias. Fique atento!
Aidê Bianca Moser
Fernanda Brandão Kern
Guilherme dos Santos Gomes
Nadine Kern
Sandrine Liége Martins dos Reis
Bruna Luisa Bertoldi
Daniela Kühne Gonzatto
Lisandra Steffen da Silva
Maria Carolina G. de Mello
Patrícia Helena Wisnieski
Pedro Damasio Hameister
Tainara Braga Pietrobelli
Guilherme da Rosa Machado
Vitor de Fraga Bassotto
Bruna Bach
Gabriela Frosi Piva
Régis Pinheiro Valença
Andrei Krummenauer Silvestrin
Franciele de Figueredo Paulus
Guilherme Carniell
Luiz Alexandre dos Santos
Mateus Edu Silva
Tales Theisen
Arthur Freitas Silveira da Cunha Paiva
Eduardo Xavier Cézar
Felipe Feijó Marques
Gabriel Froener Sangoi
Laura Oliveira de Avila
Yasmin Flores
Matheus dos Santos Antunes
Guilherme Kreiss
Letícia Rosa Kur
Luisa Rodrigues
Wesley Pelissari Dutra
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]]>The post Workshop sobre branding reúne teoria e prática appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O facilitador do workshop será Paulo Lima, coordenador e professor da pós-graduação em Branding Experience do Istituto Europeo di Design (IED/SP). Paulo também é diretor e fundador da Consultoria Muutus, voltada para seguros, e do portal Ideia de Marketing, que reúne comunicação e empreendedorismo.
A atividade será realizada nos dias 23 e 24 de fevereiro, das 10h às 19h30, na Cazamata (Rua Mata Bacelar, 50 – Bairro Auxiliadora). O valor do ingresso é de R$ 649, incluindo coffee break e voucher de desconto para cursos da Ideia de Marketing, além de cerveja e petiscos ao fim do workshop. As inscrições devem ser feitas pelo site.
Módulo I – Introduzindo marcas
Módulo II – O porquê do branding
Módulo III – Ferramentas de diagnóstico e imersão
Módulo IV– Construindo a plataforma de marca
Módulo V: Gerenciamento de sistema de marcas
Módulo VI – Identidade de Marca
Módulo VII – Gestão e monitoramento
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]]>The post FIC2018 difunde a Inteligência Artificial no cotidiano appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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A Inteligência Artificial deixou de ser tema de ficção científica e se tornou parte da rotina diária de boa parte da população. Em um cenário cada vez mais onipresente, é necessário debatê-la e compreender seus impactos no cotidiano. Foi por esse motivo, que o Festival de Interatividade e Comunicação (FIC) de 2018 dedicou dois dias ao assunto.
Workshops e palestras ocorreram nos dias 29 e 30 de outubro na Unisinos campus Porto Alegre. O evento contou com representantes de grandes empresas tecnológicas como Google, IBM, SAP e Bradesco. O Portal Mescla esteve presente no primeiro dia de FIC e comenta os destaques:
Uma das atrações do primeiro dia foi a palestra de Rogério Gonçalves de Souza, da Tinbot Robótica. Ele é Chief Innovation Officer na empresa e mostrou na ocasião o pequeno robô Tinbot, que encantou o público. Ele sabe responder perguntas, contar piadas e pode desempenhar diversos cargos diferentes, de acordo com o que aprende.
Rogério, durante a fala, disse que na metade da última década foram criados mais dados do que nos 5 mil anos passados. É a partir dessas informações que robôs, como o Tinbot, aprendem a executar tarefas e melhorar a produtividade de empresas em todos os setores. A grande questão, no momento, é deixar as informações compreensíveis para as máquinas, afinal 80% dos dados existentes ainda não estão estruturados.
Um robô que atende rapidamente os clientes em casos de urgência, realizando tarefas como mandar um guincho sem que o motorista precise falar com um atendente. A BIA (Bradesco Inteligência Artificial) também responde dúvidas e processa pedidos de empréstimos rapidamente, tudo pelo telefone celular e por comandos de voz. A tecnologia é uma parceria do banco com a IBM e surgiu em 2016.
Quem apresentou a inovação no FIC foi o Líder de Projetos do Bradesco, Edilson Lima. Ele explicou que na época “ninguém do time sabia programar uma linha de código sequer”. Edilson também contou que, em sete meses, a “Bia” já sabia responder a quase todas as perguntas sobre os produtos do banco.
A parceria com o Google Assistant surgiu em 2018 e, agora, a “BIA” não é acessada somente pelo aplicativo do Bradesco. Ao fazer uma busca por voz no mecanismo de pesquisa, já é possível acionar a tecnologia do banco para tirar dúvidas e fazer solicitações.

Vinicius Soares, fundador da “Mais A.I.”, empresa focada na Consultoria, Desenvolvimento e Capacitação ligada à Inteligência Artificial, apresentou os tipos de problemas que ocorrem dentro de um sistema A.I. e como eles podem ser classificados.
Esses dispositivos tecnológicos que simulam o raciocínio humano apresentam seus erros divididos em situações antes ou após seu lançamento, influenciados pelo ambiente, por erro, forma intencional e independente. E esses problemas são classificados em Causas Externas ou Internas.
As situações de causa externa apresentam exemplos como robôs assassinos ou treinados com dados inseguros, vírus, hacking de sistemas, manipulação mal-intencionada, erros relacionados ao seu sistema operacional. Já a Causa Interna acontece, segundo Vinicius, pela aquisição de recursos, superhuman intelligence, sociopatia, aprendizagem a partir de dados errados ou pela tendência a decisões satisfatórias em detrimento da razão.
O palestrante também mostrou exemplos de inteligências artificiais que passaram por algum dos tipos de erros do sistema. Como os “Slaughter Bots”, drones policiais que, ao reconhecer a face da pessoa que estavam procurando, acionam um explosivo em sua testa; o “Bot Tay”, uma A.I. desenvolvida pela Microsoft que, em menos de um dia atuando nas redes sociais, havia publicado mensagens homofóbicas, racistas e antifeministas.
Em casos extremos, acidentes podem ser causados por falha mecânica de robôs com tecnologia de inteligência artificial. Vinicius relatou uma situação em que o carro autônomo do aplicativo Uber, resultou em um atropelamento de ciclista nos Estados Unidos. Mesmo com uma motorista para ficar monitorando o veículo, os sensores do carro não avistaram a bicicleta.

Para falar sobre a evolução tecnológica dos dispositivos eletrônicos, Marco Oliveira, funcionário do Google Assistant na geração de uso e engajamento do sistema, explicou como a voz é uma ferramenta importante na tecnologia atual.
O Google Assistant é o aplicativo oficial da Google, ele permite que você transforme o seu smartphone em um assistente virtual. O dispositivo é comandado pelo reconhecimento da sua voz, e Marco explicou como essa tecnologia ajuda pessoas com deficiência nos movimentos do corpo. Com o Google Assistant, é possível ligar aparelhos sem a necessidade de controle remoto, apenas com o uso da fala.
Para ajudar nas tarefas do dia a dia, Marco explicou que o aplicativo é útil em diferentes momentos da rotina pela sua capacidade de conhecer os gostos da pessoa que o utiliza. O reconhecimento do som, de intenção, o aprendizado de máquina e o processamento de linguagem natural são essenciais para o funcionamento do aparelho. A tecnologia está mais capaz de entender.
Diferente da ficção científica, na realidade, os robôs não são do mal. O primeiro dia de FIC veio para provar isso: os empregos não serão extintos, mas reformulados. Tarefas repetitivas são processos que serão assumidos pelas máquinas. A Inteligência Artificial entra no mercado de trabalho para realizar atividades que não demandam tanto julgamento ou criatividade. Com isso, os profissionais (de todas as áreas) ficam cada vez mais livres para inovar, planejar, adquirir novos conhecimentos e reduzir a carga de trabalho para aumentar a qualidade de vida.
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]]>The post Curso ensina a analisar dados de mídia appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Serão abordadas as métricas digitais mais importantes, que são também conhecidas como indicadores chave de performance ou KPIs (key performance indicators). Essas métricas podem servir para startups, e-commerces, blogs ou campanhas de marketing digital. O objetivo final de fazer essas análises é melhorar a criação de relatórios e fazer tomadas de decisão mais rápidas e assertivas.
A atividade será ministrada por Evandro Carter, palestrante e consultor de conteúdo digital. Evandro já atuou na Melissa, CPFL Energia e Keko Acessórios. Atualmente, a empresa em que é sócio atende clientes como Banco do Brasil, Livepass, Schaefer Yatchs, Fundação Getulio Vargas, entre outros.
O curso ocorre no dia 1º de dezembro, das 9h30 às 18h30, na CC10 (Av. Cristóvão Colombo, nº 100 – Porto Alegre). Haverá uma aula online pré-curso obrigatória aos participantes. No final da atividade, será concedido certificado e os alunos poderão ficar com o material dado no curso. Quem se inscrever também ganha uma hora de assessoria online com Evandro Carter para tirar dúvidas. As inscrições podem ser feitas pelo EventBride.
Mensuração em Marketing Digital: O que é e como medir os resultados reais?
Métricas e KPIs: Definindo o que é importante para a sua marca.
Definição e Combinação de Métricas: Como cruzar dados corretamente para melhorar seus resultados!
Mensuração e Planejamento: Formas de combinar ambos para gerar mais resultados.
Insights sobre Mensuração: Refletindo sobre dados e resultados.
Coleta de Dados: Ferramentas e formas de extrair dados analíticos de marketing digital
Relatórios: Como montar relatórios e apresentar corretamente os dados para uma tomada de decisão?
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]]>The post Workshop sobre Comunicação Integrada em Porto Alegre appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Entre os assuntos que serão abordados, estão a importância da presença das empresas nos diversos canais (como redes sociais, mídias impressas e atendimento ao cliente), o planejamento de comunicação, os pontos de contato com consumidores e os desafios da estratégia Omnichannel.
As professoras são Daniela Pedroso, Mestre em Comunicação e Executiva de Marketing, e Mariana Klein, Mestre em Administração e Gestora de Mídias Sociais. O workshop vai acontecer no dia 13 de novembro, a partir das 18h30, no Coletivo Workspace (R. Jaime Telles, 62 – Porto Alegre). A atividade terá três horas de duração e será fornecido certificado. O valor é de R$ 150 e há desconto de 15% para estudantes. As inscrições podem ser feitas pelo site da Petit Mídias Sociais.
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]]>The post UOL busca editor de imagem para atuar em Porto Alegre appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A empresa de serviços e conteúdos para internet busca alguém para trabalhar no desenvolvimento de projetos gráficos, criação de identidade visual e peças de comunicação para redes sociais. A vaga é destinada para a cidade de Porto Alegre. O selecionado trabalhará na UOL Edtech, dentro do parque tecnologico da PUCRS.
O horário de trabalho será das 8h às 17h. A empresa oferece salário de R$ 1.627,00, vale-transporte, vale refeição, assistência médica e odontológica. UOL também remunera considerando a participação do funcionário nos resultados obtidos. Os interessados deverão encaminhar currículo para: curículosvaga89@gmail.com.
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]]>The post Estágio em monitoramento e social analytics na Global AD appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Entre as atividades a serem realizadas, estão o monitoramento de menções a marcas em redes sociais, métricas e análise focada em otimização dos conteúdos publicados nos canais da empresa. A pesquisa e inovação também fazer parte do trabalho, assim como o direcionamento da criação.
Os requisitos para a vaga são: o conhecimento de conceitos básicos de marketing digital, organização, facilidade em lidar com números, planilhas, gráficos e apresentações, boa redação e conhecimento em redes sociais.
O estágio é de 6 horas diárias. Os currículos devem ser enviados para rh@globalad.com.br, sendo que o assunto do e-mail deve ser “Estágio em Monitoramento e Social Analytics”.
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]]>The post Hack the city: a criatividade a favor de soluções para a cidade appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O evento, que ocorreu no Campus Unisinos Porto Alegre nos sábados de 29 de setembro e 6 de outubro, foi composto por palestras e atividades práticas. No primeiro encontro, os alunos receberam orientações para a criação e prototipação de cada projeto, dos ministrantes e funcionários da Shoot The Shit: Manuella Stangherlin Graff, Marcos Vinícius Machado de Oliveira e Priscila Czuka Guaglianoni. No segundo encontro, o momento foi de colocar as ideias em prática.

Para Marcos Oliveira, o evento foi uma experiência interessante, porque além de idealizar os projetos, os estudantes tiveram a oportunidade de executá-los. “Ver o projeto saindo do papel ajuda a inspirar e motivar a fazer mais, além de gerar um certo senso de pertencimento à cidade”, comenta.
“O principal foco do workshop e das palestras é a sensibilização dos alunos para pensarem como aplicar os seus conhecimentos em prol da sociedade, e nisso acho que o resultado foi mega positivo”, afirma Marcos Oliveira.
A coordenadora do curso de Publicidade e Propagando em Porto Alegre, Anaís Schuler Bertoni, afirma que unir os cursos de PP e Design de Produto foi relevante aos alunos, pois eles tiveram a oportunidade de criar, juntos, a resolução de um problema, com total dedicação em todos os processos, desde a identificação do tema a ser tratado até a execução do mesmo. “A ideia deste workshop é instigar competências focadas na colaboração, comunicação e resolução de problemas”, afirma.

Os alunos foram divididos em quatro grupos (mistos entre os cursos), cada um com o mesmo objetivo: através de uma ideia simples, criativa e replicável, causar algum impacto positivo nos arredores da Unisinos Porto Alegre.
Durante o primeiro sábado do evento foram utilizados dois projetos na tentativa de inspirar os universitários. São eles: “Minha Porto Alegre”, de Elisa Bonotto, e “Hack a Town”, de Renata Pacheco Rodeghiero. Ainda na busca por inspiração, os quatro grupos tiveram metodologias parecidas. Os estudantes se reuniram e caminharam pelo campus tentando identificar problemas e, consecutivamente, suas soluções.
O primeiro grupo, formado pelos alunos William Botlender, Julia Names, Leonardo Weeck, Bruna Barboza e Marta Tonel decidiu gamificar as lixeiras. O projeto levou o nome de “Esse lixo dá jogo”. Pinturas nas calçadas guiam pedestres até lixeiras, conscientizando sobre limpeza pública. As latas de lixo foram transformadas no Pikachu, personagem do desenho Pokémon. O trabalho, no aspecto social, também


Para o universitário Leonardo Weeck, do curso de Publicidade, foi gratificante ver o projeto finalizado e as reações das pessoas ao se depararem com a ideia. “Quem participou do projeto adquiriu não só habilidades de design, mas também de cidadania e desenvolvimento comunicacional”, comenta.
O segundo grupo, composto por Kelly Romano, Fernanda Ongaratto, Gabriel Palma, Fernanda Santos e Isadora Salines optou pelo incentivo ao exercício com o projeto “Parada Fit”. Com materiais colados em paradas de ônibus, a ideia estimula a movimentação enquanto o transporte público não chega.


Segundo o estudante de Publicidade, Gabriel Palma, a grande diferença na elaboração do projeto, além de trabalhar junto a estudantes de Design de Produto, foi “colocar a ideia em prática. Normalmente paramos no conceito, então foi bastante desafiador e gratificante”, afirma.
“Se essa calçada fosse minha” é o nome do terceiro projeto. Criado pelos estudantes Eduardo Xavier, Francine Marin, Juliana Costa e Andressa Meinerz, a proposta chama atenção para um problema: as complicações existentes na estrutura física das calçadas ao redor da universidade, em especial a falta de rampas de acessibilidade.


Eduardo Xavier, da Publicidade, diz ter aprendido muita durante o workshop. De toda a experiência, ele cita o ganho da empatia. “Olhar os problemas que para a gente, muitas vezes, pode ser bobo, mas para outros é algo sério”, conta.
Shayane Azevedo, Gabriel Dihl, João Elsner, Estela Freitas e Gabriel Varella são o quarto grupo, que trabalhou com a ideia de colaboração. Em diferentes espaços da universidade, o grupo criou atividades que promovem o contato entre pessoas. O projeto “Interage Unisinos” desenvolveu um jogo dentro dos elevadores, e posicionou um painel na rádio universitária, dando espaço para que alunos escrevam o nome de uma música que pode mudar o dia de alguém.


Para Estela, estudante de PP, o workshop foi uma experiência que agregou conhecimento, em especial tratando-se de estabelecer e cumprir metas. “Foi muito legal porque nos deu uma perspectiva em relação à resolução de problemas e um norte para conseguirmos caminhar na direção certa sem desviar do foco”, explica.
Os alunos foram unânimes ao afirmar que o workshop atingiu as expectativas. Além disso, há um incentivo claro para quem quiser participar de novas edições Hack the city.
“Antes de passar por esse processo, abram suas mentes e se disponibilizem a pensar em uma cidade melhor. Pensem que vocês não precisam de grandes ações para mudar o seu contexto. Tenham coragem de se arriscar e pensem afim de ajudar o outro”, diz Leonardo Antunes Weeck, aluno de Publicidade.
“A dica é ir com muita vontade de botar a mão na massa. Não tem como se preparar, é sempre uma surpresa o que vamos fazer. Tem que ir disposto a trabalhar em equipe, quebrar a cabeça para atender o briefing, ter as ideias mais malucas e encontrar a melhor forma de colocar elas em prática”, afirma Shayane Azevedo dos Passos, da Publicidade.
“A dica que eu dou para quem participar dos próximos workshops é: se dedique 100% ao seu projeto porque o orgulho vem em dobro ao ver o resultado pronto”, aconselha a estudante de PP, Kelly Romano.
Interessado em saber mais sobre o Hack the city? A Shoot the Shit produziu uma série de vídeos sobre a primeira edição do evento, que ocorreu no Rio de Janeiro, em 2017. Para assistir, é só clicar aqui.
Usar ideias inovadoras e criativas para mudar o entorno de cidades não é exclusiva da empresa Shoot. O canal National Geographic produziu uma série documental em São Paulo acompanhando pessoas que, com e sem incentivo, tentam melhorar o ambiente através do design e da tecnologia. Os episódios estão disponíveis aqui.
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