wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6260The post Mario Carlón appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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]]>The post Nossa viagem pela Fábrica do Futuro appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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O espaço fica no bairro Floresta, uma área que já foi uma verdadeira mata virgem, no século XIX (servindo de matéria-prima para as madeireiras da região). O prédio também já abrigou uma antiga fábrica de enfeites de Natal chamada Wanda Hauck, cuja estrutura foi reaproveitada pelo herdeiro para construir um ambiente totalmente inovador. Na entrada, o som dos músicos dava ritmo às pessoas, alguns agitados e dançando, outros preferiam apenas apreciar a música sentados, bebendo algo.
Dentro da fábrica, na parede do lado direito, fotografias projetavam corpos nus e sem padrões: magros, gordos, negros, brancos, altos e baixos. Naquele momento senti que o ambiente também era de liberdade, havia uma democracia de ideias, corpos e pensamentos, tudo junto e misturado. A feira maker, por exemplo, era um espaço formado por mentes criativas (expositores) dispostas a instigar aqueles que transitavam pelos corredores. A galera do Design da Unisinos, marcava sua presença com a impressora 3D.
A ideia era interagir. Os simuladores de corrida transformavam seus jogadores em pilotos com os óculos 3D, e os movimentos da cadeira davam um tom de realidade ao jogo. A arte do grafite convidava crianças e adultos que passavam pela mesa colorida na entrada da fábrica a produzir suas próprias pinturas. No final do primeiro andar, em uma imensa parede, se projetava um formigueiro, uma analogia ao conceito da Fábrica do Futuro, que só fui capaz de compreender com a fala do fundador Francisco Hauck: muitas formigas vivendo juntas e colaborando umas com as outras para criar um ambiente de inovação.
Evelyn Mendes, programadora, mulher trans, usava um boné vermelho escrito “Deusa”. Era bem humorada e tinha uma fala eloquente. Perguntamos a ela sobre a importância do evento; silêncio: “Sabe que eu nunca havia pensado nisso” disse. Então, resolvemos dar um tempo, deixá-la pensar. Evelyn contou que a imersão proporcionada pela Tech Art trazia muito mais coesão às palestras e atividades que estavam acontecendo. Em sua palestra “A importância da diversidade no universo tech”, falou sobre como o respeito deve ser gradativo, se não respeitamos o gênero feminino como podemos respeitar transexuais, travestis e intersexuais, a intolerância nunca é uma só e sim um conjunto.
Confere o teaser do evento e clica aqui para assistir à matéria em vídeo!
Seguimos; mais pessoas, vozes e agitação. Cada exposição carregava o desejo de mostrar algo inovador, experiências imersivas em 3D maravilhavam quem se arriscava a entrar em outras realidades. No segundo andar, o espaço Zen aliava meditação e tecnologia: enquanto corpos humanos permaneciam na terra, a mente viajava pelo universo digital. O pianista encantava ao som de comptine d’un autre été, a melodia suave do filme ˜O Fabuloso Destino de Amélie Poulain˜. Tentei registrar sua imagem, mas ele virou o rosto, queria ser apenas a trilha sonora.
No meio da multidão a voz que mais ecoava era a da mulher. Cynthia Zanoni, fundadora da WoMakersCode, uma comunidade técnica dedicada ao protagonismo feminino na tecnologia, estava lá para provar. Era gigante em sua objetividade e conhecimento, não à toa foi reconhecida como uma das mulheres mais influentes da América Latina, na área digital. Sua palestra era um convite a todas aquelas que já sonharam em trabalhar com tecnologia: “Mulheres na tecnologia – a hora é agora!”.
Marina Bortoluzzi, co-fundadora do Instagrafite, a maior galeria de arte de rua do mundo, falou sobre “A arte de interagir”. Para ela, hoje, a arte deixa de ser contemplação e passa a ser conteúdo, conceito conhecido como Spect-Actor, que envolve o espectador com a arte. Seu sorriso transcendia em cores, assim como seu projeto que buscava mudar realidades e criar um mundo mais próximo da cultura.

No terceiro andar, In Hsieh, sócio da China Innovation, empresa que fomenta a aproximação entre mercados do Brasil e China, falava sobre como criar unicórnios binacionais. Fiquei um pouco confuso até descobrir que se tratava de startups capazes de arrecadar valores muito altos antes mesmo de vender suas ações ao público.
O estúdio Audio Porto, com uma área de mais de 900m², destacava-se por sua acústica impecável. O músico Ian Ramil, filho de Vitor Ramil, encantava o público com sua melodia autêntica e provocadora. Ao som do violão, Ian, que já levou o Prêmio Açorianos de melhor compositor em 2016 e o Grammy Latino de melhor álbum de rock em língua portuguesa, quebrava o silêncio do público que o ouvia atentamente.
O ambiente era de compartilhamento, interação e principalmente de aprendizado. Apesar de ser um espaço descontraído o papo era sério! A ideia era falar do futuro, sobre ideias e expectativas a serem realizadas. Estava em um universo de possibilidades, onde a transformação começava a partir de si. Todos sabiam que aquele evento era apenas o início de uma série de mudanças em busca de um mundo cada vez melhor.
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]]>The post Ditadura na tela: o ex-delegado do DOPs que hoje é pastor appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Conhecido como Pastor Cláudio, nome que deu origem ao título do documentário, o agora bispo evangélico descreve com detalhes o trabalho que exerceu durante os anos de ditadura, em especial na “Operação Radar” (1973-1976). Entre as funções como delegado do Dops, estava a de descartar corpos de torturados e desaparecidos políticos. Um dos métodos que o atual pastor contou ter utilizado foi a incineração.
Os detalhes vieram à tona em uma sala escura, lotada por quatro câmeras e um projetor. A entrevista para o documentário foi filmada e dirigida por Beth, porém conduzida por um pesquisador com experiência em tratamentos relacionados às vítimas de violência, sejam elas físicas ou psicológicas, especialista na escuta de pessoas, o psicólogo Eduardo Passos. Durante quatro horas, Cláudio Guerra relembrou os tempos do regime militar, revelou o paradeiro de vítimas da ditadura e disse ter encarado alguns dos fantasmas que o acompanham há mais de 40 anos.
A diretora do documentário Beth Formaggini, sem saber, teve o primeiro contato com a história do ex-delegado Guerra em 2007, quando produziu seu primeiro longa sobre a ditadura: “Memória para Uso Diário”. Foi com esse trabalho que ela conheceu Ivanilda da Silva Veloso, uma das mulheres que tiveram os seus maridos assassinados pelo regime militar.
Ivanilda era esposa de Itair José Veloso, com quem teve quatro filhos. No documentário, Beth acompanha a viúva e sua incessante busca atrás de pistas que indicassem o paradeiro do marido desaparecido durante o AI 5. No decorrer dos 94 minutos de filme, surge uma possível explicação para o ocorrido: Itair teria sido preso pela Operação Radar.
A história de Ivanilda, mesmo após o documentário, não saiu dos pensamentos de Beth. Cinco anos após se conhecerem, a produtora encontrou uma segunda pista. O livro “Memórias de Uma Guerra Suja”, lançado em 2012 e escrito por Rogério Medeiros e Marcelo Netto, trazia algumas declarações de um ex-delegado do Dops que participara da Operação Radar: Cláudio Guerra.
“Eu procurei a viúva e falei para ela: olha, Ivanilda, eu li um livro que tem aqui um pastor que assassinou um membro do partido comunista que morreu na mesma operação que o teu marido. Aí eu falei para ela: vou procurar ele para ver se sabe alguma notícia do Itair ” – conta Beth.

A entrevista que originou o documentário foi feita após Beth captar recursos junto a editais e outras parcerias. A gravação entre o ex-delegado e o psicólogo foi feita em único dia, ao longo de quatro horas, em 2015. Nessa entrevista, o então agente foi questionado sobre o paradeiro de 19 vítimas – uma delas sendo Itair. Cláudio Guerra apresentou uma história distinta daquela tida, até então, como a oficial.
O material produzido em 2015 foi utilizado para fazer dois filmes. Um deles, um curta-metragem lançado no mesmo ano, chamado “Uma Família Ilustre”, revela a história da Operação Radar. O segundo filme, lançado em 2019, é o longa-metragem “Pastor Cláudio”.

Sindicalista e integrante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Itair José Veloso nasceu em 1930 em Faria Lemos (MG). Tinha 45 anos quando desapareceu. Informações oficiais apontam que ele foi levado por agentes do DOI-CODI/SP, preso por praticar crimes de atividades subversivas em nome do PCB.
O nome de Itair consta nos registros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. Ele é o número 155 de uma lista com 362 vítimas. O texto da Comissão traz o depoimento do sargento Marival Chaves em uma entrevista dada à revista Veja em 1992. Segundo o sargento, Itair teria morrido devido a tortura (choque térmico). O corpo, junto de outros, foi jogado da ponte do Rio Novo, em Avaré (SP).
A versão do agora pastor Cláudio foi outra. Na época em que era delegado do Dops e agente do SNI, Guerra foi um dos militares que participaram da Operação Radar – o movimento militar responsável pelo sequestro de Itair e outras 12 vítimas, todas do partido comunista brasileiro. Eles teriam sido torturados, mortos e levados até Guerra. O ex-delegado contou que incinerou as vítimas na Usina de Açúcar de Cambaíba, em Campos dos Goytacazes (RJ), cerca de 280km da capital do estado carioca. Apesar de ter tido a responsabilidade de dar destino aos corpos, Cláudio Guerra matou pelo menos uma das vítimas – Nestor Vera. Segundo o ex-delegado, Nestor encontrava-se extremamente ferido após uma sessão de tortura. O ex-delegado caracterizou o disparo contra a vítima como um “gesto de misericórdia”.
São duas versões para os mesmos assassinatos, mas as documentações oficiais, disponíveis no site da Comissão e publicados pelo Diário Oficial da União (DOU), não levam em conta as revelações do ex-agente do SNI, conhecidas desde 2012, a partir da investigação disponível no livro “Memórias de Uma Guerra Suja”. Nem Itair nem Nestor foram, oficialmente, queimado e morto pelo atual pastor.

Visitar este período tão difícil da história brasileira não foi tarefa fácil para a documentarista. O trabalho de Beth teve duração de 1 ano e 4 horas. Um ano de preparação, quatro horas de entrevista. Cláudio Guerra, segundo Beth, aceitou prontamente ser entrevistado já no primeiro convite. A documentarista não se encontrou com o pastor antes ou depois do dia da gravação. O único contato presencial foi durante a gravação da entrevista, como diretora de cena: “Estar trancada dentro de um estúdio com uma pessoa que revela ter cometido violações tão graves é uma experiência muito dolorosa, muito difícil”, revelou a produtora.
Apesar das dificuldades emocionais de voltar ao passado, Beth, que é historiadora de formação, entende ser fundamental revisitarmos o regime militar de nosso país. Para ela, conhecer a história é uma forma de evitar que graves violações, como a tortura, se repitam no presente.

Beth vê necessidade de debater o período de 21 anos (1964 – 1985) também em função dos movimentos que pedem pelo retorno do regime militar. “Acredito que grande parte das pessoas que pedem a volta da ditadura, é pura falta de informação. Esse filme vem para ajudar as pessoas a se informarem e a debater a história. E isso não é crime”, argumentou.
O “Pastor Cláudio” foi financeiramente produzido pouco a pouco. Isso explica o gap entre o lançamento do curta e a estreia do longa. Foram quatro anos de trabalho para finalizar a obra. Tudo começou quando a historiadora ganhou dois editais da RioFilme. O dinheiro desses editais somado a parcerias comerciais mais finanças da 4Ventos (produtora de Beth) bancou a história do bispo evangélico.

Lá no site da 4Ventos, você pode assistir de graça dois dos documentários sobre a ditadura militar: “Memória para Uso Diário” e “Uma Família Ilustre”.
De todo o material pesquisado, Beth destacou alguns livros e documentários que a auxiliaram durante essa jornada. No card abaixo, destacamos alguns deles:

Essa aqui é a equipe responsável pela produção do documentário:

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]]>The post Carlo Franzato appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Neste primeiro episódio, o decano comenta sobre a própria Escola, seus limites, potencialidades e a participação dela no cotidiano do profissional criativo.
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]]>The post Museu de Comunicação Hipólito José da Costa reabre as portas appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Diretora do Museu de Comunicação, Elizabeth Corbetta lembra que assumiu a direção em outubro também com uma missão: a de abrir as portas do museu. Foram meses de trabalho árduo e dedicação as questões de acessibilidade até que o museu pudesse ser novamente aberto ao público – o espaço estava aberto apenas para pesquisas com agendamento prévio. O prédio, de 1922, recebeu o museu em 1974 e fechou em 2016 devido a infiltrações e problemas na rede elétrica. Segundo Elizabeth, todas as questões de risco já foram resolvidas e em breve a acessibilidade também deixará de ser um problema.

“Nós somos um pouco diferentes dos outros museus”, explica Elizabeth sobre a área de pesquisa que seguiu aberta. “Somos um marco, uma referência para pesquisa, guarda e tutela de objetos de comunicação”. O museu conta com materiais de pesquisa para jornal, televisão, rádio, vídeo e fotografia e um dos maiores acervos de material de jornal impresso da América Latina.
A nova exposição “Do Fotograma ao Cinema” relata a história do cinema de 1950 até 1980 por meio de projetores, câmeras e instrumentos de produção cinematográfica da época. Com a curadoria de Ivo Czamanski, a exposição é uma parceria entre a Associação dos Amigos do Museu com a Caixa Econômica Federal. Entre as inovações, Elizabeth relata a abertura da antiga rotativa do Diário Oficial durante a “Noite dos Museus” desse ano. A peça nunca havia sido aberta ao público e hoje pode receber visitas perante a agendamento. Sobre novas exposições ela comenta “Sem spoilers, mas nós vamos fazer uma exposição com material da casa, com acervo nosso. É infindável o nosso material e eu não tenho direito de deixar isso aqui dentro fechado”.
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]]>The post Vlogs literários têm unido leitura e web appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Alguns dos canais especializados em literatura já acumulam centenas de milhares de seguidores. São diversos canais que utilizam linguagens diferentes para todos os públicos. Nós separamos alguns desses booktubers que vale a pena conhecer, acompanhar e se inscrever nos canais.
Com um pouco mais de 24 mil inscritos no canal do Youtube, o Pipoca Musical é protagonizado por Raquel Moritz, uma leitora compulsiva que demonstra isso em seus vídeos. Mas não é somente de leitura que sobrevive o canal. Raquel comenta filmes, indica quadrinhos e tem uma série de vídeos especial sobre Neil Gaiman.
O que chama atenção nas resenhas do Pipoca Musical, é o embasamento das resenhas. Com um vasto conhecimento, as críticas são muito bem feitas e ajudam o leitor em suas escolhas de títulos. Uma das coisas mais legal do canal, são os vídeos indicando autores e obras sobre determinado assunto. Se você ficar em dúvida de qual sua próxima leitura, confere no Pipoca, que com certeza vai te ajudar.
Com mais de 10 anos de história no Youtube, sendo um dos primeiros canais do gênero, o Tiny Little Things, ou TLT, é feito pela Tatiana Feltrin, que é graduada em Letras e tem pós-graduação em ensino de idiomas. São mais de 262 mil inscritos, seus vídeos aculumam números impressionantes de visualizações e, é claro, seguidores assíduos, que não perdem uma crítica.
São dezenas de vídeos que sobre diversos assuntos, mas o que chama a atenção, são as preferências por livros clássicos, como “O tempo e o Vento” que resultou em uma série de vídeos detalhados sobre a obra. No ar desde 2007, tem um ar bem de bate-papo com os seguidores. Uma coisa bacana que rolou no canal, também, foram resenhas dos livros indicados em alguns vestibulares, como o da Fuvest.
Um pouco mais modesto, o Who’s Geek é feito por Gabi e Roberto. Não é focado somente em livros, mas também, como o nome indica, em todo o universo geek. São discussões sobre filmes, séries, ficção científica e cultura pop no geral. O canal tem em torno de 10 mil inscritos e está no ar desde 2013.
Além de lerem muitos livros e compartilharem suas críticas com os seguidores, o Roberto, está em processo de escrita de seu próprio livro e compartilha tudo com a galera. Sejam momentos criativos e até crises durante o processo. Vale a pena conferir o canal.
São mais de 145 mil inscritos no canal da publicitária Bel Rodrigues, que acompanham resenhas sobre livros, séries e filmes. A linguagem é muito bacana e voltada para interagir diretamente com o público. Cada vídeo faz com que os seguidores criem, ou aumentem, as suas listas de leituras e de filmes para assistir.
Bel sempre teve uma paixão pela escrita e é teve participação na escrita do livro “O Amor Nos Tempos de #Likes”. Ela estava escrevendo um livro solo, que prometia ser publicado este ano. Sem mais spoilers, vale muito a pena correr para o canal e conferir os vídeos. Ah, ela é apaixonada pela Agatha Christie e por Thrillers, o que dita algumas de suas críticas. A Bel tem uma interação antiga e foi influenciada pela protagonista do próximo canal da nossa lista.
São mais de 215 mil inscritos. Pam é publicitária e escritora e iniciou sua trajetórias com resenhas e críticas literárias em 2009, em seu blog. Em 2014, ela migrou para o Youtube e dedica seus vídeos em, não somente falar sobre os livros que leu, mas reunir informações sobre literatura. Ela se desafia em ler um determinado número de livros por semana e comentar todo o processo com seus seguidores.
https://www.youtube.com/watch?v=rKAqHFIPm5Q
Olha só, a Pam é escritora, e lançou dois romances solo: “Boa Noite” e “Uma história de Verão”, além de ter participado das coletâneas: “O Amor Nos Tempos de #Likes” e “Turma da Mônica Jovem: Uma Viagem Inesperada”.
Com cerca de 150 mil inscritos no Youtube, o canal não faz somente críticas de livros, mas aproveita o espaço para discutir questões polêmicas na literatura. Filmes e séries também são o alvo da equipe. E sim, eles são um grupo de pessoas que se une para falar sobre literatura e o mundo nerd, no geral.
https://www.youtube.com/watch?v=bWXncn1Hi-c
São centenas de vídeos que foram ao ar desde o início do canal, que está é um dos pioneiros neste tipo de construção e está no ar desde 2011 e, apesar das alterações na equipe, segue com o mesmo propósito e formato do início.
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