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]]>O curso Pra Ontem ocorrerá em Porto Alegre. Ele ensina estudantes e profissionais da comunicação a elaborarem projetos e aprenderem mais sobre o dia a dia de uma empresa da área. Os participantes criarão um Plano de Projeto ao final da atividade para colocar os conhecimentos em prática.
Quem ministrará a atividade será Francisco Zanetti, designer gráfico pela UFPel, com Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos. Francisco atualmente cursa Pós-MBA em Gestão Estratégica em Serviços na Unisinos. Já liderou projetos multidisciplinares para marcas, como Mondelez (LACTA, BIS, Sonho de Valsa, belVita), Reckitt Benckiser (Veja, Airwick, SBP, Dermodex) e FILA.
O Pra Ontem ocorre dia 8 de dezembro, sábado, das 9h às 17h. O local será o Atum Workstyle (Av. Nilo Peçanha, 3228. 2º andar – Chácara das Pedras – Porto Alegre). O valor para estudantes é de R$ 499, e para o público geral, R$ 549. As inscrições podem ser feitas online.
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]]>Essa é a oitava edição do encontro, que antecede a abertura do 16º SBPJor (evento da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo). A apresentação dos trabalhos, que foram criados para as disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), acontecerá com a mediação de professores e alunos de pós-graduação da Escola de Comunicações e Artes da USP.
Um dos artigos feitos na universidade é “O ativismo LGBT no YouTube: uma proposta de mapeamento”, feito por Anderson Guerreiro com a orientação da professora Maria Clara Aquino Bittencourt. A pesquisa foi motivada pelo interesse de Anderson pelo tema e sua participação em um trabalho de Maria Clara sobre a midiatização do ativismo.

O jovem pesquisador destaca como vantagens de participar do encontro as vivências e a valorização do currículo. “Com meus planos de entrar para o mestrado, eventos do porte da JPJor se somam a um aprendizado que julgo importante para um pesquisador júnior”, destaca.
Jornalista formada pela Unisinos, Caroline Garske Rosa, estará no evento com o trabalho “A Representação da Brasilidade na transmissão das cerimônias de abertura e de encerramento dos Jogos Olímpicos de 2016”, orientado pela professora Sabrina Franzoni. Pesquisar sobre o assunto, conforme Caroline, não é somente observar a cultura do país, mas como ela é construída. “É uma forma de entendermos o que somos, por que somos e as diversas formas de manifestações culturais do Brasil”, afirma.
Para a jovem, a representação do que é ser brasileiro está ligada à comunicação, por ser vista em novelas, reality shows e programas de auditório. O trabalho se destaca por abordar a cobertura de um evento esportivo sob a ótica de representatividade. Caroline espera de sua ida ao JPJor o crescimento de sua bagagem acadêmica e cultural.
Além da bagagem acadêmica, um artigo de destaque pode ser uma motivação para o início de um mestrado. É o caso de Eduarda Moraes, que estará no encontro com o artigo “Jornalismo e conflito: singularidades da cobertura do site El País durante retaliação dos EUA na Síria”. Eduarda espera no futuro seguir com essa linha de pesquisa, sendo o próximo artigo sobre correspondentes internacionais que cobrem conflitos.

O trabalho teve a orientação da professora Anelise Zanoni e analisa a relação entre o jornalismo e os conflitos. Para a estudante, as guerras têm o poder de dar mais visibilidade ao trabalho jornalístico. “Por alguns motivos, que especifico no artigo, o público em geral é atraído por situações conflituosas””, relata.
Na categoria de Comunicações Livres, considerada mais profissional, está o trabalho “Jornalismo e alteridade: narrativas de viagem na reconstrução da Colômbia como destino turístico”. O artigo foi feito por Manoela Petry com a orientação de Anelise Zanoni. Manoela celebra sua participação no SBPJor, que será o primeiro evento acadêmico que participará fora da Unisinos e também como jornalista graduada. “Espero que seja uma experiência enriquecedora para minha vida profissional e também pessoal”, comenta a jovem pesquisadora.
O trabalho da professora, voltado para narrativas de viagem, foi uma motivação para que a então estudante escolhesse o tema para a pesquisa. Anelise, além de dar aulas na universidade e atuar como pesquisadora, mantém o site de viagens Travel Terapia.
Uma área desejada por muitos estudantes, o jornalismo esportivo estará representado no evento com o trabalho “O Comentarista Esportivo no Radiojornalismo: uma enunciação técnica e cultural, por meio de uma linguagem crítica e opinativa” de William Szulczewski. O jornalista encara o artigo e sua presença no JPJor como um ponto de partida para a sua carreira na área em que deseja atuar: “Meu maior desejo é iniciar o Mestrado e, futuramente, atuar na profissão de comentarista esportivo”.
O trabalho do jornalista diplomado pela Unisinos teve a orientação de Sabrina Franzoni. Com a pesquisa, ele descobriu mais sobre o perfil dos comentaristas esportivos do Rio Grande do Sul, além das particularidades desse trabalho. As descobertas foram baseadas nas entrevistas realizadas com oito comentaristas do estado.
Para quem quiser conferir os trabalhos selecionados para o evento, a organização do JPJor 2018 irá disponibilizar pelo site o acesso completo em outubro.
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]]>Um emprego que não trazia satisfação e uma graduação chegando ao final foram o impulso que Vinícius precisava para modificar sua vida. Morador de Novo Hamburgo, viu na cidade, que ostenta o título de capital Nacional do Calçado, um mercado aberto para um produto calçadista diferenciado.
”Eu identifiquei o mercado de Novo Hamburgo como uma indústria calçadista gigantesca e ao mesmo tempo pouco explorada. Decidi criar o meu próprio produto da maneira como eu gostaria de consumir”, contou Vinícius.

Sustentabilidade e consciência ambiental são as bases da Elef Shoes, que nasceu em 2015 para pensar fora da caixa quando o assunto é calçados de couro. O solado dos sapatos são feitos com borracha natural e borracha reciclada, esta última um resultado da junção de restos de borracha, garrafas pet e resíduos de outros calçados. Nenhum tipo de corante tóxico é utilizado, o que fica visível ao olhar para a sola. Até mesmo o couro, principal produto da fabricação, é proveniente de retalhos da indústria local.
Engana-se quem pensa que a pegada sustentável deixa de lado os conceitos de moda e design. Os calçados da Elef têm um cuidado especial com isso. Inclusive, eles tecem mais uma revolução no mercado. Quem acessa o e-commerce da marca, percebe que não existem diferenças entre os calçados masculinos e femininos. Mais uma amostra dos pilares que sustentam a empresa.

Hoje, a Elef Shoes emprega cerca de 12 pessoas, direta e indiretamente. Entre os colabores estão freelancers de Social Media, e uma galera que fabrica artesanalmente cada par de sapatos vendido pela marca. Em dois anos de empresa, o crescimento foi superior a 200%. Presente em lojas físicas em pelo menos quatro estados brasileiros, o objetivo da empresa é alavancar o e-commerce.

O início é árduo para qualquer negócio e, por apostar na terceirização da produção, Vinícius conta que viu muitas portas sendo fechadas para ele. Foi na luta por buscar pessoas que acreditam no seu conceito e parceiros, que aprendeu a valorizar e a oportunizar o crescimento no trabalho de todos. Um exemplo disso é o novo editorial da marca que está a caminho, que conta com a proposta de ser desenvolvido junto ao alunos do curso de Fotografia da Unisinos.
Com certeza, a cereja do bolo da Elef, é a participação de um programa em parceria com a Ong internacional “Trees for the Future”, que atua na área de reflorestamento em países africanos, como Senegal, Uganda, Kenya e Tanzânia. E o mais bacana disso tudo, é que em cada par de sapatos da Elef, a coordenada de onde a árvore será plantada, vem estampada. Assim, a árvore foi simbolicamente plantada pelo comprador, que pode até chamá-la de sua.

Infelizmente, não é possível estampar em cada par um local de plantio diferente para cada árvore, mas as coordenadas indicam uma citie, ou vila, onde o reflorestamento acontece. A “Trees for the Future” providencia para as comunidades, mais do que alimento e moradia. O plantio das árvores traz educação, empoderamento, união e desenvolve liderança, além de salvar vidas. Mas o importante, é a mudança na vida que projetos como este providenciam para os habitantes das comunidades ajudadas.
Confira na galeria, o editorial da Elef Shoes:
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