wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post “Vou do monastério à música eletrônica” appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Aos 16, se mudou para a cidade. Porém, nunca se distanciou da raiz espiritual. Em 2013, lançou o primeiro álbum, “Serviço”. Após, em 2016, escreveu o livro “Simpatia”. Com o tempo, conheceu muitas pessoas, dentre elas, alguns DJs. Foi assim, fazendo amizades e tocando em festas eletrônica que pegou intimidade com os sintetizadores e lançou o elogiado “Sintoma”, no ano passado.

“Foi num festival na Bahia que falei que o DJ é um novo poeta”, conta o músico sobre um episódio no qual foi bastante contestado. Sua experiência com o estilo eletrônico é bastante profunda e ele defende que os músicos do meio devem envolver mais o sentimento e ter mais profundidade no seu som: “utilizam o sintetizador de maneira muito pequena”, comenta criticando. Ele explica, comparando o mercado da música eletrônica com a indústria alimentícia: “A gente faz isso, banalizar um consumo que mata a gente”.
Ainda na palestra, Castello afirmou que para ele “poesia é como a gente sintetiza um sentimento”. Segundo ele, a síntese trabalha com repetição e frequência. O ser humano, por outro lado, se relaciona com tudo isso. Por ter passado a infância cantando mantras, ele entende que “a repetição leva ao entendimento do infinito”. “Os sintetizadores no álbum ativam o chacra”, fala. Sua relação com a música é uma forma de oração ao infinito.

“Sintoma” contém o yin e yang de Castello, misturando o lado mundano com o espiritual. Em entrevista para o Mescla, ele contou que seu estilo musical é o “ufolclore”, ideia de um amigo. O nome é a junção de “UFO” (sigla da língua inglesa que significa “objeto voador não identificado”), que traz a questão mística, astral e do universo, com a palavra “folclore”, que é mais terrena e o deixa presente no chão.
Quando perguntado sobre o porquê de seus trabalhos serem batizados com palavras iniciadas pela letra “s”, ele responde que não tem nada místico por trás. “Sempre tive algo com esse som da letra, mas confesso que não tem relação. O que aconteceu foi que eu ficava pensando em qual nome dar e acabava sempre voltando a uma palavra com a letra”.

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]]>O evento também está aberto para a comunidade em geral. A venda de ingressos será realizada até o dia 23. Para comprar, acesse aqui. O valor é de 35 reais – a meia entrada custa 17,50 reais. É obrigatório apresentar documentação que comprove o direito ao benefício. No dia do show, a compra poderá ser feita na bilheteria do teatro, a partir das 19h30min, ao custo de 40 reais (pagamento somente em dinheiro).
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