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O coordenador da ComDig, Daniel Bittencourt, entende que, por ser hoje o maior fenômeno de comunicação no Brasil, a presença do Sleeping Giants na Aula Inaugural é fantástica. “A batalha contra a desinformação que o Sleeping promove se mostra extremamente necessária, pois as fake news são, no momento, as maiores ameaças contra a democracia no mundo”, acredita o professor. Para Bittencourt, o Sleeping Giants é a primeira vitória nessa luta desde 2016.
Participará também do encontro o diretor da Unidade Acadêmica de Graduação da Unisinos, Sérgio Eduardo Mariucci, que falará aos alunos sobre democracia e liberdade de expressão.
Fundado no começo de 2020, o Sleeping Giants Brasil trabalha, via redes sociais, alertando empresas a retirarem suas propagandas de sites que reproduzem notícias falsas e discursos racistas, homofóbicos e machistas. O objetivo é enfraquecer financeiramente esses portais. O projeto é inspirado no perfil de mesmo nome criado em 2016 nos Estados Unidos.
A versão brasileira do Sleeping Giants foi criada pelos estudantes de Direito paranaenses Leonardo de Carvalho e Mayara Stelle, ambos de 22 anos. “A ideia de iniciar o projeto começou quando eu li uma notícia no El País sobre a iniciativa americana e como ela tinha tirado 8 milhões de dólares de propagadores de fake news”, conta Leonardo. “Pesquisando sobre o Sleeping, percebi que era um projeto fácil de se fazer aqui no Brasil e que teria um grande impacto. Com ele, você consegue desincentivar, de alguma maneira, a produção de fake news”, acredita.
Para Leonardo, apesar do perfil ser mantido por ele e Mayara, o sucesso do Sleeping Giants Brasil em desmonetizar um sistema de distribuição de fake news muito bem estruturado está na atuação dos seguidores, que acham e cobram essas empresas que financiam quem divulga informações mentirosas. “Nosso objetivo contra as fake news e os discursos de ódio tem tido êxito por conta da nossa comunicação não-violenta. Nós nunca tentamos humilhar as empresas que têm anúncios nesses veículos. Nós apenas alertamos o que eles deveriam fazer”, reitera.

Desde o seu começo, o Sleeping Giants Brasil já conseguiu tirar 5,4 milhões de reais em sites de discurso de ódio e fake news. Em 40 campanhas, 900 empresas foram informadas de que possuíam anúncios nesses portais. Como retorno, o projeto obteve 740 respostas positivas. “Vejo que as empresas estão tendo mais cuidado com os lugares onde o dinheiro de sua publicidade está sendo investido. Na verdade, se pararmos para pensar, é dinheiro que está indo para o ralo”, afirma Leonardo.
É claro que a luta contra quem produz e compartilha esse tipo de discurso trouxe alguns problemas para a dupla fundadora do perfil. “Tentamos ao máximo nos resguardar, pois sabíamos que seríamos alvo do discurso de ódio e das fake news. A Mayara acaba sofrendo mais ataques por ser mulher, mas é como o jogo funciona para esses caras”, revela Leonardo. “Porém, a partir do momento que começaram a divulgar nossos dados e endereços, a gente resolveu revelar nossas identidades, até para tentar mostrar para as pessoas que é possível lutar contra esse sistema baseado em espalhar mentiras”, explica.
Mesmo assim, apesar das hostilidades sofridas nos últimos meses, Leonardo e Mayara entendem que o trabalho feito pelo Sleeping não pode parar. “Vivemos na era da pós-verdade. Por isso, o nosso papel de conscientização é tão importante e faz com que a gente continue, mesmo com todos os problemas”, acredita Leonardo.
Leonardo e Mayara ainda não se acostumaram com o reconhecimento público do trabalho realizado e os convites para eventos na área da comunicação. “Para nós, ainda é novo falar sobre o Sleeping Giants externamente e perceber a quantidade de pessoas capacitadas interessadas no que fazemos. Mas acreditamos muito na importância dessa troca de ideias com a sociedade acadêmica”, diz Leonardo.
Para a Aula Inaugural da Comdig, a dupla está preparando um levantamento histórico para provar que a comunicação não-violenta é o grande motivo do sucesso do projeto. Para eles, o curso tem tudo a ver com o trabalho desenvolvido no Sleeping Giants. “Apesar de sermos do Direito, hoje nossa atividade está totalmente relacionada à comunicação”, avalia Leonardo.
O que: Aula Inaugural da ComDig
Convidados: Leonardo de Carvalho e Mayara Stelle, responsáveis pelo Sleeping Giants Brasil
Quando: Quarta-feira, 31 de março
Horário: 19h30min
Onde: Transmissão via Teams (http://bit.ly/SGCOMDIG)
Investimento: Gratuito
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Causa ou efeito da indústria digital, está a dependência crescente das pessoas com as redes sociais. O documentário O Dilema das Redes, disponibilizado na Netflix, traz um alerta feito por especialistas em tecnologia e profissionais da área sobre os riscos do uso das redes em nossa sociedade e para nossa democracia.
A produção aborda um problema que está apenas na ponta do iceberg, porém, é necessário ir da superfície ao fundo para entender melhor a situação em que estamos. Com uma narrativa didática, o documentário utiliza depoimentos de ex-funcionários, até mesmo de alto escalão, das big techs (Facebook, Google e Twitter) utilizando uma narrativa como pano de fundo, com o objetivo de mostrar como e por que está cada vez mais difícil parar de usar smartphones e redes sociais.
Mesmo com um cenário propício ao aumento do uso, algumas pessoas preferem abrir mão da conexão instantânea, como é o caso do professor da Escola da Indústria Criativa da Unisinos Gilberto Pires de Assis Brasil. O ‘Giba’, como é profissionalmente conhecido, também é carinhosamente reconhecido pelo seu posicionamento crítico às redes sociais, e ao monopólio das grandes empresas de comunicação, como o Google, por exemplo.
Foi por e-mail que o professor respondeu às questões propostas pela reportagem. De formação jornalística, especializado em montagem e com um vasto currículo que inclui trabalhos como Ilha das Flores (1989) e O Homem que Copiava (2003), Giba fez das respostas uma importante reflexão sobre como as necessidades se criam e como não pensamos sobre elas.
Com um estilo transparente e direto, o professor começa sua resposta como uma breve apresentação: “Antes de tudo, se é para me apresentar como um personagem estranho, já adianto que eu também não sei cozinhar nem dirigir automóvel. Não acredito em Deus, no livre mercado, nem em direito autoral. E não respondo pesquisa: acho que ninguém tem o direito de pegar a minha opinião e transformá-la na média da opinião dos outros, e vice-versa. E o mais estranho de tudo: não sei descascar laranja.”, revela.
Antes de contar sobre sua experiência com as plataformas, Giba trouxe uma interessante reflexão sobre duas personagens do mundo da tecnologia e informação: Julian Assange e Mark Zuckerberg. Como elucida o professor, um rouba informações de governos e grandes empresas e distribui de graça para toda a população, enquanto o outro rouba informações de toda a população e vende por muito dinheiro para governos e grandes empresas. A questão é, ao mesmo tempo que um deles está preso e exilado, o outro está entre as pessoas mais ricas do planeta. E o fato de não prestarmos atenção em quem é qual pode ser preocupante.
Por isso, logo na minha pergunta sobre o por que ele não utiliza redes sociais, o professor questiona o espanto que, normalmente, causa nas pessoas por não ter redes sociais: “A verdadeira pergunta, como diria o soldado do passo errado, é: por que tanta gente usa?”. Ele entrou no Facebook em março de 2010, principalmente, pelo fato da plataforma ser uma grande e divertida perda de tempo, como descreviam seus amigos. E Giba sempre gostou de perder seu tempo com algumas coisas que ele diz serem inúteis, como assistir futebol e fazer palíndromos, conforme ele mesmo revela.

Aos poucos o professor do curso de Realização Audiovisual foi descobrindo que por mais que gostasse muito dos seus amigos e parentes, ele não fazia a menor questão de saber o que faziam a cada 15 minutos: “Eu já tinha ultrapassado a marca de mil ‘amigos’ e senti que aquilo tudo não me deixava mais próximo de nenhum deles”, explica. Ele revela, ainda, que muitas pessoas, das quais passou a vida inteira gostando, estavam se tornando, um pouco, insuportáveis. E, no fim, ele sabia que o problema não era ele, nem as pessoas. O tempo ‘conectado’ no Facebook durou um ano e, após isso, o professor conta que nunca teve vontade alguma de voltar para lá.
Com o Whatsapp foi a mesma coisa, o professor da Indústria Criativa até tentou se ambientar a plataforma, pois era uma maneira fácil e barata de se comunicar com a sua filha, que estava morando no Rio de Janeiro. Porém, com o tempo, aquele sinalzinho que soava toda hora por coisa nenhuma e mais ainda a neurose de quando o sinalzinho ficava muito tempo sem soar, o aplicativo começou a ser um problema.
E, talvez, por uma certa sorte, um assalto o ‘ajudou’ a se livrar da ferramenta, como Giba mesmo explica: “Tive que comprar outro celular e, antes de apagar o aplicativo, coloquei no meu “status”, bem claro: “Eu não uso essa merda!”. Apesar disso, de vez em quando ainda recebo e-mails indignados: “Te mandei um Whats. Por que não respondeste?”, comenta. Aliás, confesso que, como repórter, deveria ter prestado atenção no status do entrevistado quando fiquei esperando por uma resposta.
“Estas ações estão produzindo modos de existência e estão articulando importantes processos de subjetivação”, explica a professora do Doutorado em Informática na Educação da UFRGS, Vanessa Maurente. Graduada em psicologia, Vanessa também prefere refletir sobre os sentidos produzidos pelo uso da tecnologia. Ela comenta que é muito desafiador optar por não fazer o uso de certas tecnologias, já que vivemos em um mundo que opera sob esses processos.

Vanessa entende que devemos questionar que padrões atencionais as tecnologias ajudam a acionar: “Que tipos de relacionamentos se normatizam? Que modos de conhecer se instauram?”, questiona.
Pensando nestas outras possibilidades de viver a tecnologia, ela, juntamente com os professores Cleci Maraschin e o Luis Artur Costa, coordena um projeto de pesquisa, intitulado Oficinando em Rede: Figurações Corporificadas. O projeto consiste em um jogo digital direcionado a crianças com idades entre 7 a 12 anos.
O jogo envolve os participantes em uma narrativa imersiva, através da descrição de situações contextuais vividas por crianças fictícias, que incluam os marcadores sociais da diferença. Os participantes devem discutir em plataformas de aprendizagem online ou aplicativos de bate papo, quando eles consideram que a criança personagem da situação experiencia sentimentos mais sofridos, como, por exemplo, a raiva ou o medo: “O objetivo é trabalhar temáticas relativas ao racismo, gordofobia, desigualdade de gênero, classe e inclusão”, explica Vanessa. Um jeito de operar produzindo novos sentidos aproveitando as lógicas comunicacionais das próprias crianças.

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]]>The post Curso de Relações Públicas promove debates e reflexões appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Seguindo essa ideia, surgiu uma iniciativa realizada por alunos monitores, juntamente com a coordenadora do curso de RP, professora Taís Motta: o Comunicando às quintas. Disponibilizado no Instagram do curso, por meio de vídeos que vão ao ar toda quinta-feira no IGTV, o projeto fala sobre como profissionais de relações públicas – todos egressos da Unisinos – estão trabalhando durante a pandemia. Além de contarem sobre a sua rotina, os ex-alunos da Universidade falam um pouco sobre as suas experiências de trabalho e as transformações que estão ocorrendo no cenário atual da profissão.
No primeiro episódio, Bruna Ribeiro, analista de Projetos Digitais da Unisinos, contou sobre a experiência e o desafio de trabalhar, pela primeira vez, em regime home office.

Já no segundo episódio, Christian Mendes, consultor de Marketing de Negócios Pessoais e especialista em Liderança de Pensamento, falou sobre as mudanças nas relações de trabalho entre o profissional de RP e o cliente.

A produção começou em maio e se estenderá até a última quinta-feira de junho, como conta o estudante Marcelo Schneider, um dos responsáveis pelas redes sociais do curso. Junto com Marcelo, os estudantes de Relações Públicas Vítor Kochhann, Otávio Costa e Bianca Nunes também participam da organização.

Além do Comunicando às quintas, o curso de Relações Públicas projetou um cronograma com diferentes ações virtuais para se aproximar tanto dos alunos como da comunidade acadêmica. Uma destas ações foi a Aula Aberta, que ocorreu no dia 12 de maio e que teve a participação da professora e pesquisadora Marlene Marchiori. A aula foi realizada pelo aplicativo de vídeochamada Teams e foi transmitida para todos os alunos que tinham aula no dia. Outra ação é o Webinar, que ocorrerá em julho. A ideia do projeto é dar dicas trazidas também por alunos egressos do curso sobre diferentes temáticas no campo de RP.

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]]>The post Querem lives sobre diversidade? Temos! appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Segundo o relatório Digital in 2019, do site We Are Social, as redes sociais mais usadas no Brasil, em ordem de popularidade, são: Youtube, Facebook, WhatsApp, Instagram, Facebook Messenger, Twitter, LinkedIn, Pinterest, Skype e Snapchat. Não é atoa que a popularidade das lives do Youtube explodiram nos últimos meses. As produções brasileiras com mais visualizações são dos artistas sertanejos. O topo da lista ficou com a “rainha da sofrência”, Marília Mendonça, com 54,5 milhões de acessos até o momento; na sequência, Bruno e Marrone, com 31,1 milhões; Henrique e Juliano, com 27,1 milhões; e Luan Santana, com 16,8 milhões.
Mas existem também outros formatos de lives que podem ser tão interessantes quanto as de música, mesmo que não alcancem milhões de pessoas. Então, resolvemos trazer três perfis locais que já mobilizavam temas sobre diversidade antes da pandemia e seguem atuando nas redes. Para que mais pessoas tenham a possibilidade de conhecer gente engajada nas causas de empoderamento feminino, empreendedorismo, movimentos LGBTQ+, movimentos antigordofóbicos, políticos e sociais, aqui vão alguns perfis:
Professora, filósofa, poeta, escritora porto-alegrense. Atena usa seus perfis no Instagram e Facebook, que juntos somam mais de 7,6 mil seguidores, para debater e reafirmar os papéis de pessoas transsexuais e travestis. Ela se pauta nas áreas da educação e política para desenvolver questionamentos e pensamentos acessíveis aos seus seguidores.

Atena traz em suas lives convidados especiais para as discussões, como Duda Salabert, primeira pessoa trans a se candidatar para o Senado, em 2018, e Maria Eduarda, advogada e presidente do Grupo Pela Vidda, do Rio de Janeiro. Os encontros acontecem geralmente nas terças e sextas-feiras, às 20h.
Fora o bate-papo com seus convidados, a educadora social também interage em suas redes a partir de suas próprias reflexões. Em suas contas, ela costuma compartilhar sua arte e poesia existencial, experiências que antes se davam presencialmente, em escolas e outros espaços da cidade e do estado.
O Papo Plus é o novo projeto administrado por Doris Macedo e Luiz Pablo Gawlinsk, em Porto Alegre, que tem como temática o combate à gordofobia. Atualmente com mais de 500 seguidores no total, os programas são transmitidos pelas lives do Instagram, e em cada episódio há um convidado especial para debater a pauta proposta.

As lives ocorrem às quartas-feiras, às 21h. As edições já apresentadas abordaram temas como pressão social, ansiedade, sexualidade, concursos de beleza, assédio moral e muitos outros, sempre na perspectiva da vivência de pessoas gordas.
Doris, idealizadora do programa, é coordenadora do Fórum Combate à Gordofobia RS, fundado em 2019, que luta por espaços de inclusão para pessoas gordas. Luiz Pablo é modelo plus size e integrante do Coletivo Gordoridade. A dupla define o programa como “um espaço de fala, onde a gordofobia é tratada de forma educativa, informativa e, acima de tudo, de forma ética”.
O evento, fundado e ministrado por Miriã Antunes, já foi tema aqui no Mescla, na reportagem “Lugar de mulher é onde ela quiser”. Este ano, devido à Covid-19, o coletivo Minas de Propósito, que alcança mais de 4,4 mil seguidores, propõe que o encontro entre mulheres e suas vivências se dê no digital.

O evento, que está na sua décima edição, traz como tema “Histórias que inspiram”, e conta com quatro convidadas caxienses: Fran Hermoza, que é estilista e criadora da marca com o mesmo nome; Carolina Dal Pont Branchi, chef e proprietária da Amada Cozinha; Mariana Ozeika, empresária e professora de idiomas; e Andreia Fontana, jornalista e presidente da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) da Serra Gaúcha. Para participar desta edição, que será realizada no dia 3 de junho, às 19h, você pode se inscrever aqui. O evento é gratuito.
Vale lembrar que em tempos de proliferação de bots e perfis fakes, não é demais enfatizar que essas personalidades, que têm tido espaço no digital, são pessoas reais, que voltam suas existências para o coletivo, com projetos e ações para melhorar a vida em sociedade.
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Conhecido por diversos nomes, como Intervalo, Gerente, Mimi, ele gosta mesmo é de ser chamado de Uni Cat. Pelo menos foi o que o candidato a gato mais popular do campus de Porto Alegre disse para nós, em uma conversa “animal”, via redes sociais. De pelo cinza com branco e olhos cor de mel, Uni Cat revelou ter chegado na Unisinos entre 2014 e 2015. “Estou a mais tempo no campus que o pessoal do curso de Engenharia”, brinca.
Entre os locais que mais gosta de ficar estão as almofadas localizadas na entrada do prédio LAB, o Laboratório de Rádio e o Laboratório da Atomic/Agexcom, onde tem até sua própria cadeira. Sim, ele tem uma poltrona! Bem acomodado, Uni Cat recebe diariamente petiscos dos estagiários do local. De barriga cheia, nada melhor do que se espreguiçar ao sol dando uma volta na vaga reservada que possui no estacionamento.

Mas a rotina do Uni Cat não se resume apenas em descanso, carinho e petiscos. A sua curiosidade gera alguns desentendimentos com os gambás, mas ele não nega que gosta da adrenalina do momento. “Às vezes, eu acho que chego perto demais do telhado onde eles ficam com os seus filhotes, e me botam para correr!”, conta o felino. O Uni Cat explicou que gosta muito do campus e que já escolheu o local como lar. Quem está todos os dias pela Unisinos Porto Alegre diz que o bichano é ousado. Segundo ele, se pudesse, gostaria de cursar Relações Internacionais.
Será que Uni Cat gostaria de ser amigo do gato João? Ele afirma que sim. “Não conheço ‘gatoalmente’, só pelo Insta, mas adoraria ser amigo dele”. Enquanto a dupla de felinos mais conhecida da Unisinos não marcam um encontro para falar sobre suas aventuras entre os universitários, você, pode conhecer um pouco mais do Uni Cat acessando a página do felino no Instagram.
Evidentemente que não foi o Uni Cat que respondeu nossas perguntas sobre sua vida. Após a simpática entrevista, uma dúvida ficou: quem será a alma humana por trás dele nas redes sociais? Essa foi a única pergunta que Uni Cat apenas miou, deixando o mistério no ar.

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]]>The post Estudantes de jornalismo discutem Deep Fakes appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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Segundo a publicação Verbete Draft: O que são Deepfakes, a técnica é utilizada em vídeos que manipulam a realidade com alta tecnologia. É possível sobrepor o rosto de uma pessoa sobre o de outra e até mesmo mudar a voz. Para isso é utilizado uma Inteligência Artificial que usa dados de fotos para aprender as expressões das pessoas. A professora Taís Seibt escreveu um artigo sobre o tema na sua página do Medium. No texto Deep Fakes: a nova fonteira no campo da desinformação, ela alerta que essas trucagens podem ser percebidas por pessoas treinadas, mas para leigos podem passar despercebidas.
A inteligência artificial utilizada por Bruno para fazer os vídeos, é composta por bibliotecas de aprendizado de máquina que usam milhares de imagens e geram os novos rostos nas posições escolhidas. A inteligência está no fato da máquina analisar as imagens, aprender como se comportam, para depois conseguir colocar em outras posições. Ele conheceu o programa através de um fórum na internet há cerca de um ano e meio. Antes, Bruno já trabalhava fazendo paródias relacionados a região onde mora. Quando descobriu a IA e começou a estudá-la, logo viralizou. “Pretendo continuar com esses vídeos que misturam humor e crítica social, não apenas na minha região, mas com assuntos nacionais, onde o campo é bem maior”, afirma Bruno.

Bruno conta que já recebeu ameaças devido aos vídeos, e que alguns chegaram a ser removidos de sua conta por causa de denúncias. Mesmo assim, afirma não ter enfrentado nenhum tipo de problema de âmbito legal. “Eu utilizo a imagem de políticos para fazer sátiras e críticas, o que é totalmente assegurado pela nossa constituição”, observa.
Ele completa dizendo que enquanto o seu trabalho se mantiver abordando a vida pública dos políticos, e não a pessoal, e sem falsificar informações, não haverá problemas. Bruno defende que que os estudantes de jornalismo devem aprender sobre esses programas, para que possam avaliar o que é fake, Deep Fake ou Verdade.
Ficou curioso? Para ver os vídeo do jornalista, é só acessar o canal dele no Youtube, Bruno Sartori.
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]]>The post O caminho para ganhar dinheiro produzindo conteúdo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Quem ministrará o curso “Como criar conteúdo digital de forma rentável para as redes sociais” é a graduada em Moda pela Unisinos Andressa Martins. Ela tem um canal no Youtube, que leva o seu nome, com mais de um milhão de inscritos. A youtuber irá ensinar sobre planejamento, aumento de seguidores e dicas para trabalhar com marcas.
As aulas ocorrem nos dias 20 e 21 de fevereiro, das 18h às 22h, na Unisinos Porto Alegre. Alunos e diplomados da Universidade pagam R$ 167 pelo curso. Mais informações e matrículas podem ser obtidas neste site.
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]]>The post Workshop sobre Comunicação Integrada em Porto Alegre appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Entre os assuntos que serão abordados, estão a importância da presença das empresas nos diversos canais (como redes sociais, mídias impressas e atendimento ao cliente), o planejamento de comunicação, os pontos de contato com consumidores e os desafios da estratégia Omnichannel.
As professoras são Daniela Pedroso, Mestre em Comunicação e Executiva de Marketing, e Mariana Klein, Mestre em Administração e Gestora de Mídias Sociais. O workshop vai acontecer no dia 13 de novembro, a partir das 18h30, no Coletivo Workspace (R. Jaime Telles, 62 – Porto Alegre). A atividade terá três horas de duração e será fornecido certificado. O valor é de R$ 150 e há desconto de 15% para estudantes. As inscrições podem ser feitas pelo site da Petit Mídias Sociais.
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]]>The post Curso de Instagram para negócios em Novo Hamburgo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Quem ministrará o encontro é Tamires Costa, criadora de conteúdo e social media. Ela é responsável pelo projeto Prefiro Hostels, que divulga informações sobre economia criativa, colaborativa e nomadismo digital.
“Como performar no Instagram” será realizado das 9h às 17h na Vip Empreendedorismo (Rua Tamandaré, 140 – Sala 1.404 – Novo Hamburgo/RS). Apenas o segundo lote de ingressos ainda está disponível, no valor de R$ 250. Mais informações neste link.
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