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A disciplina teve parceria com a atividade de Projeto Experimental, orientada pelo Prof. Flávio Dutra no primeiro semestre de 2022. Os ensaios fotográficos produzidos pelos alunos da atividade de PE ilustram as reportagens. Foi também naquele semestre, o início de outra parceria inédita com o jornal Extra Classe. Os alunos que fizeram o ensaio fotográfico para a reportagem sobre dupla maternidade foram Douglas Glier, Marília Port e Sofia Goulart.
Quem foi receber o prêmio foi a estudante Júlia Möller, já que o restante do grupo mora longe da capital. A Júlia está se encaminhando para o 7º semestre e contou um pouco sobre a experiência: “Foi muito legal, porque nenhuma de nós é formada, nenhuma de nós ganhou o diploma de jornalismo, então, receber um prêmio assim antes mesmo de se formar, acho que mostra, muito nítido, que a gente está no caminho certo”. A Júlia disse que a sensação de ouvir, no dia da premiação, os nomes do grupo serem chamados, canalizou a emoção e mostrou que era concreto o que parecia loucura.


A premiação do Ministério Público tem seis categorias: Patrimônio Público, Proteção Social, Saúde e Educação, Segurança Pública, Sustentabilidade e Reportagem Universitária. Cada categoria tem 1º, 2º e 3 º lugar. Na categoria Reportagem Universitária, os autores dos três melhores trabalhos receberam certificados, nas demais categorias, o prêmio é um troféu.
O coordenador de Jornalismo de São Leopoldo, Micael Behs, comentou que o prêmio conquistado a partir de reportagem produzida na atividade de Jornalismo Investigativo significa muito para o curso. “Indica que estamos produzindo conteúdo relevante e comprometido com a vocação social da profissão”, disse. Micael parabenizou as alunas e a professora e deseja que o prêmio conquistado incentive outros estudantes a inscreverem suas produções em concursos.
Além disso, a Caroline Garske Rosa, egressa de Jornalismo da Unisinos, também recebeu um prêmio. Ela conquistou o segundo lugar com reportagem sobre o programa “Busca Ativa Escolar e Recuperação de Aprendizagens e o impacto no Vale do Rio Pardo”, publicada no jornal Gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul. Foi um belo dia para o Jornalismo da Unisinos.
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]]>Um deles teve o resultado publicado no dia 26 de outubro. As alunas Vanessa Fontoura e Tainah Gil Camargo, da disciplina de Beta Redação / Investigativo, do campus São Leopoldo, produziram a reportagem “Cerca de 70 % dos menores abrigados não podem ser adotados”. Elas foram as vencedoras da categoria Universitário do Prêmio Livre.jor de Jornalismo-Mosca. A dupla concorreu com outros 13 trabalhos. A avaliação ficou por conta de João Frey e José Lázaro Jr., que levaram em consideração “a malícia de ver nos dados uma pauta que não era óbvia de antemão”, como publicaram no site da premiação. Esta foi primeira edição do concurso, que não contou com solenidade de entrega dos prêmios. Os contemplados irão receber os certificados por correio.
Segundo Vanessa, 24 anos, ao longo do semestre, a ideia para a reportagem foi mudando. A aluna conta que primeiro pensaram em abordar o fenômeno das pessoas desaparecidas, mas a falta de dados foi um empecilho na hora de recolher as informações. Então, optaram em falar sobre adoção e como a vidas das crianças são impactadas após a destituição do poder familiar. A estudante comenta que foi uma surpresa ter ganho o prêmio. “Quando inscrevi o trabalho, não imaginava que ganharíamos. Foi o meu primeiro prêmio. Fiquei feliz com o reconhecimento. Foi uma matéria sensível e muito boa de trabalhar, com um tema muito relevante para a sociedade”, disse Vanessa, que vai se formar no inverno de 2020.
A formanda Tainah, 25 anos, conta que já tinha inscrito outros trabalhos, mas apenas em premiações da própria Unisinos. “Foi ótimo conquistar um prêmio externo! Ficamos muito contentes, porque nos doamos de verdade para essa matéria, e foi trabalhoso produzi-la. Além da satisfação de ter criado uma reportagem extremamente relevante, este foi o reconhecimento de que valeu a pena investir no tema”, conta, orgulhosa.
Na última terça-feira (10), na sede da OAB/RS, em Porto Alegre, os alunos da disciplina de Jornalismo Impresso e Reportagem, do campus da capital, foram premiados com o terceiro lugar na categoria Acadêmico do 36º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo. A turma, composta por Allonso Santos, Carlos Barcellos, Denilson dos Santos Flores, Fernanda Ferreira, Fernanda Romão, Guilherme Machado, Josi Skieresinski, Juliana Coin e Thiago de Loreto, com orientação da professora Taís Seibt, conquistou o prêmio com a edição 13 do jornal experimental Lupa. A publicação concorreu com 44 trabalhos.
Denilson, 30 anos, conta que o tema do jornal surgiu a partir de uma discussão em sala de aula. Quando a pauta “Vidas Negras” foi apontada, a turma aprovou, apesar do receio em falar sobre representatividade por alunos de uma turma majoritariamente branca. “Encaramos o desafio e aqui está o resultado de um belo trabalho realizado por todos”, avalia o estudante. Denilson, que está no quarto semestre, diz que sempre que há oportunidade inscreve seus trabalhos no Prêmio Únicos. “Em 2015, ganhei com uma colega o Prêmio Unicos na categoria de de Produção Sonora com a reportagem ‘Jovens Empreendedores’, relembra. “Ganhar o Direitos Humanos foi sensacional, é a coroação de um trabalho coletivo bem realizado. Para quem já pensou em dar uma pausa no curso, serve de estímulo para continuar a caminhada”, aponta o futuro jornalista.
Taís Seibt, professora da disciplina, conta que o Lupa é uma construção coletiva. A partir da escolha do tema central, cada aluno apresentou uma sugestão de pauta para a sua reportagem. “As sugestões também foram discutidas no grupo, numa grande reunião de pauta, para que fosse sempre considerado o conjunto da edição. Conseguimos abordar diversas dimensões desse grande tema, contando histórias de personagens que lutam por sua representatividade em várias esferas da sociedade”, comentou. Taís acredita que a produção do jornal extrapolou a disciplina, gerou discussões em todas as fases da produção e também após a publicação. “Levamos para a sala de aula fontes entrevistadas nas matérias para aprofundar discussões. Exemplares foram distribuídos em uma série de eventos externos ao campus, em entidades que atuam na defesa de direitos”, lembra a professora, emocionada com a repercussão.
Nesta quinta-feira (12), as alunas Caroline Tentardini e Luana Rosales, ambas do oitavo semestre, receberam do Ministério Público do Rio Grande do Sul o prêmio de segundo lugar na categoria Universitário do 21º Prêmio Jornalismo do MPRS. O material premiado foi a reportagem “80% dos crimes virtuais investigados no RS estão ligados à pedofilia”. A matéria já foi destaque aqui no Mescla: confira os detalhes sobre a reportagem e o prêmio.
Mescla: Por que é importante os alunos inscreverem seus trabalhos em premiações?
Taís: Um prêmio é mais uma dessas maneiras de dar visibilidade ao que está sendo produzido em sala de aula. Isso é importantíssimo para os alunos, porque enriquece o portfólio e dá fôlego para a continuidade da carreira profissional. É muito importante também para o curso, pois valoriza a qualidade da formação que buscamos oferecer para nossos alunos. No caso específico do prêmio recebido pelo jornal Lupa, reforça também a importância de valores humanistas nessa formação.
Mescla: Todo trabalho pode ser inscrito? Como saber se vale a pena concorrer?
Taís: Nem todo trabalho vale prêmio e nem todo o prêmio vale o trabalho. É preciso considerar a relevância de cada premiação. Há prêmios que tem como principal valor o reconhecimento no meio, é o caso deste que ganhamos (Lupa). Trata-se de um prêmio tradicional, de reconhecimento nacional, gerido por entidades respeitadas e sem valores em dinheiro (nem para profissionais). O que está em jogo é a relevância social dos trabalhos. Não quer dizer que prêmios com valores envolvidos não sejam relevantes. Há concursos importantíssimos que pagam os vencedores e isso também acaba sendo importante para jornalistas que, no geral, têm baixa remuneração ou trabalham de forma independente. Mas é como no dia a dia do repórter, vale sempre analisar os interesses envolvidos. Nem sempre um currículo recheado de prêmios é um atestado de competência. Mas, muitas vezes, é uma oportunidade de aumentar a visibilidade de um trabalho. Isso ajuda a pensar se devemos ou não inscrever: um trabalho que nos orgulha, a gente quer que todo mundo veja. O Lupa 13 era um desses trabalhos.
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Criado em 1998, o Prêmio Jornalismo Ministério Público do Rio Grande do Sul é um incentivo à divulgação de ações que retratam o trabalho do Ministério Público. As matérias que concorrem são das áreas de Segurança Pública, Sustentabilidade, Proteção Social, Combate à Corrupção, Saúde e Educação. As estudantes receberam o segundo lugar na categoria relativa à produção de estudantes de jornalismo publicadas em veículos universitários. A reportagem “80% dos crimes virtuais investigados no RS estão ligados à pedofilia” está disponível no medium da Beta Redação, além de ter sido replicada pela publicação independente Ponte Jornalismo, voltado aos Direitos Humanos, Segurança Pública e Justiça e ainda no jornal Sul 21


A disciplina de Jornalismo Investigativo trabalha com pesquisa de dados, geralmente fornecidos pelos órgãos via Lei de Acesso à Informação e foi com essa premissa que as estudantes começaram a investigar. “A Lei de Acesso é um direito de todo cidadão brasileiro. No caso dos jornalistas, tem sido uma ferramenta cada vez mais utilizada para identificar dados macro, de contexto.”, explica Luciana, professora nos cursos de Jornalismo e Realização Audiovisual da Unisinos.
“A ideia inicial era fazer uma matéria sobre os crimes virtuais mais freqüentes, porém, ao solicitar esses dados via lei de acesso à informação, nos deparamos com a porcentagem de que 80% dos crimes cometidos virtualmente estão ligados à pedofilia.”, explica Caroline. Para Luana, esse foi o ponto crucial na decisão. “Nos deparamos com esse número impactante e pensamos, ta aí a nossa pauta”, concorda.
As estudantes solicitaram a informação à Secretaria de Segurança Pública (SSP) e se depararam com outra situação. “Esses dados não estavam disponíveis no portal transparência.”, conta a professora. “Como elas entraram com o pedido e foi um volume de dados interessantes, a própria secretaria acabou disponibilizando esses dados no portal. Uma solicitação de duas estudantes, de uma atividade de faculdade, acabou beneficiando vários pesquisadores e outros jornalistas.”, diz Luciana. “A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) estimula esta ferramenta, e nós, professores, também temos indicado cada vez mais este caminho para os alunos”, comenta.
Por se tratar de um assunto delicado, o cuidado foi em dobro e metódico para chegar às fontes. “Tivemos que buscar pessoas que concordassem em falar e que também sustentassem um indicador tão grave.”, diz Caroline. Mesmo com o suporte de delegacias e estatutos responsáveis e os dados da SSP-RS, ainda foi necessário construir uma espécie de confiança com os envolvidos na matéria. “Entramos em contato por telefone, informamos que tínhamos recebido esses dados da Secretaria e com isso tentamos deixar o assunto fluir naturalmente para que conseguíssemos as informações necessárias. É um assunto muito delicado por tratar de crimes que envolvem crianças e adolescentes.”, comenta.
Com a dificuldade de encontrar vítimas que pudessem contar suas experiências, já que geralmente pessoas que sofreram abusos preferem não falar sobre, as estudantes foram atrás de casos registrados no Tribunal de Justiça. Como eles correm em segredo de justiça, recorreram aos acórdãos, que é quando os processos vão para segunda instância. Nesses casos, um resumo é anexado ao processo e pode ser visualizado. “Alguns têm detalhes tão sórdidos que não daria para colocarmos nas matéria”, conta Luana.
Para falar sobre o assunto e evitar uma compreensão errônea, a matéria também se preocupou em explicar os conceitos de estupro de vulnerável, pornografia e de pedofilia, que não consiste por si só em um crime. Depois de todo o trabalho, o retorno veio na forma do prêmio do Ministério Público.
“É um sentimento muito bom de reconhecimento do nosso trabalho, de saber que estamos fazendo algo de qualidade e relevante. Ter esse aval de pessoas que entendem de jornalismo e desse tema jurídico representa um reconhecimento sincero de que a matéria está bacana.”, confessa Luana.
“O sentimento foi de dever cumprido, porque além de nenhum meio de comunicação ter feito uma matéria parecida, os dados também não estavam disponíveis antes de solicitarmos. Depois que ela foi publicada, alguns veículos e órgãos replicaram nos seus sites, e agora o prêmio. Ficamos muito orgulhosas pelo nosso trabalho”, concorda Caroline.
A cerimônia de entrega da premiação ocorrerá no dia 12 de dezembro, em local e horário a serem divulgados.
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Guilherme inscreveu o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), cujo título é “‘O lixo da internet’: um estudo sobre o vídeo enquanto recurso de comunicação e propagação de informações falsas no mundo ciberlíquido”, orientado pela professora Lisiane Cohen. Ele foi o único brasileiro a ficar entre os finalistas.
Durante a graduação, conta Guilherme, buscou aproveitar ao máximo todas as oportunidades. Ele destaca os 12 Prêmios Unicos que conquistou, além da bolsa integral de estudos na Universidade de Salamanca, na Espanha. “Fiquei curioso em saber como todo esse esforço, representado pelo meu TCC, seria avaliado em um concurso internacional e ter o feedback de uma universidade europeia”, comenta Guilherme.
Guilherme apresentou o seu TCC e se formou em 2017/2. Ele acredita que o processo do trabalho é um resumo do caminho percorrido durante a graduação. “Eu penso que o processo de produção de um TCC se dá ao longo do curso, e ele acaba sendo o reflexo dos nossos esforços nessa trajetória”, avalia.
Para ele, é necessário estimular o interesse do aluno pelos estudos acadêmicos, e esse tipo de premiação é uma ótima oportunidade. “Creio que uma colocação como essa demonstra que a formação da Unisinos está alinhada ao padrão de ensino das universidades internacionais”, ressalta Guilherme.
Lisiane Cohen avalia que os alunos precisam participar mais desses concursos. “Vejo que, para muitos, o processo do TCC é de sofrimento. Apesar disso, no fim, temos trabalhos muito bons. Devíamos participar mais para fazer todo esse sofrimento valer a pena”, salienta.
Ao todo, o concurso registrou 42 inscritos de nove países: Brasil, Espanha, Argentina, Portugal, Bolívia, Venezuela, México, Cuba e Uruguai. Desses, três eram brasileiros: Guilherme e mais dois estudantes da Universidade Federal da Bahia (UFB), com os trabalhos “Participação on-line e off-line nas eleições presidenciais brasileiras de 2014” e “A inovação no jornalismo em revistas para tablets: uma análise a partir das affordances e da convergência de conteúdos jornalísticos”.
E agora, quem será o novo corajoso ou corajosa de 2020? O Prêmio de Investigação em Comunicação Digital aceita trabalhos de diversas áreas da comunicação, desde que eles abordem a comunicação digital. Quer saber mais sobre o Prêmio? Acesse o site.
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Na 32ª edição, cerca de 3550 alunos concorreram em alguma das 28 categorias. Mais de 700 trabalhos foram inscritos e a Agexcom esteve presente com oito indicações. Ao longo dos 17 anos de agência, sempre ocorreu essa participação no SET e todos os anos a Agexcom trouxe, pelo menos, um prêmio para casa. Em 2019 não foi diferente: com o trabalho realizado para o IV Encontro Internacional do Interacionismo Sociodiscursivo (ISD) a agência levou o prêmio de Melhor Campanha. Esse é a 80º premiação conquistada pela Agexcom em eventos, concursos ou congressos.
O ISD foi direcionado para pesquisadores e estudantes debaterem questões relacionadas ao desenvolvimento da linguagem, sobretudo na área das Letras e da Linguística. Esse foi o segundo ano que a Agexcom trabalhou em conjunto com a organização do evento. Na primeira edição, foi realizada a identidade visual do encontro. Já em 2019, os organizadores solicitaram uma campanha maior para tornar o evento mais atrativo. De acordo com Cristiane Rodrigues, laboratorista de Relações Públicas da Agexcom que participou do processo de criação e execução da campanha, foi um trabalho bem diferente para a agência. “Ainda não trabalhávamos com eventos para além dos cursos da comunicação e o público também foi bem diverso, já que eram estudantes e pesquisadores nacionais e internacionais”, contou.
Cristiane ainda acredita que outro estímulo importante para a equipe foi o fato de criar ações que fossem criativas e atrativas, sem cair muito no lúdico. Os estagiários que participaram da criação e execução foram Fernanda Kern e Luan Maciel, estudantes de Relações Públicas, e Ina Pommer, Mateus Edu e Matheus Antunes, de Publicidade e Propaganda.
Matheus Antunes participou da parte final do projeto, e contou que esse foi o primeiro prêmio que ganhou fora dos eventos Unisinos. “É bom ter esse reconhecimento, estava acompanhando pela transmissão ao vivo, durante a aula, e quando eu vi o símbolo do ISD, fiz muita festa no meio da aula. Ninguém entendeu nada”, contou orgulhoso.
Já Matheus Edu falou um pouco dos bastidores da campanha e relatou que esse foi seu primeiro trabalho ao entrar na agência. “Acho que esse projeto foi o que mais teve esforço da equipe, porque foi o primeiro, e é muito bom e gratificante ter esse retorno”, completou. O prêmio do SET veio para consolidar o sucesso da campanha.
Voa Agexcom! 
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]]>Na sétima edição, o prêmio tem como conceito “seu trabalho vale todos os views”. Intensificando a ideia de que a produção dos alunos merece reconhecimento, seja no ambiente físico ou virtual. Para reforçar o conceito, os vencedores da edição de 2017 comentaram sobre a relevância do prêmio na sua vivência acadêmica.

Jardel Orlandin é um colecionador de prêmios. Em quatro anos, foram dez premiações em nove categorias diferentes. Para ele, que acompanhou a evolução do Unicos, o prêmio representa uma forma de incentivo para produzir trabalhos melhores. “As produções nunca eram só para a disciplina, sempre queria fazer um bom trabalho. Algo que ficasse bacana e fosse além da nota. No final, ela nem era tão importante quanto o aprendizado que nós tivemos desenvolvendo essas ideias”, complementa. Em 2017, Jardel venceu nas categorias de Instrumento de Comunicação Institucional, Áudio Promocional e Estratégia para Mídias Digitais, todos em grupo.

Malíbia Bier é formada em Fotografia e foi a primeira a ser chamada para buscar o troféu na noite de premiação do ano anterior. Ganhadora nas categorias de Fotografia Experimental e Retrato Fotográfico, ela reforça o sentimento de reconhecimento. “Ganhar o Unicos foi uma belíssima forma de autoconfiança. Às vezes, a gente está meio desacreditado e não vê potencial em nosso trabalho e é muito bom ver outras pessoas darem suas perspectivas e opiniões”, explica.

A fotografia também foi o motivo de Júlia Koch Becker vencer o prêmio. Já formada, ela decidiu inscrever o trabalho do semestre anterior “aos 45 do segundo tempo” como define. O prêmio não resultou apenas em reconhecimento, mas também em oportunidade. Depois de ganhar na categoria de Fotografia Institucional, Júlia conseguiu novos clientes em seu estúdio fotográfico por causa da premiação. “Acho que a premiação gera uma confiança para as pessoas que vão fazer foto comigo”, reforça.

A estudante de Jornalismo Jéssica Luana Zang venceu o prêmio pelo documentário Rafael Corrêa: Um Cartunista Crônico. Ela enfatiza que o sucesso do trabalho se deu principalmente pela união da turma que produziu o projeto em conjunto. “A gente tem que fazer tanta coisa, tem que trabalhar tanto para conseguir as fontes, é tanta correria e tanta dedicação e muitas vezes nossos trabalhos não são reconhecidos. A gente tem a nota e ponto, o mundo não viu isso. Tem muita coisa muito boa que é feita aqui dentro. O Unicos é uma baita oportunidade para esses trabalhos saírem, ele te permite ver a real noção do trabalho que tu fez”, conclui.


Esse sentimento de coletividade também é compartilhado por Ellen Renner e Daniela Tremarin, ganhadoras da categoria Reportagem Multimídia no ano passado. Juntamente com outras três colegas, elas produziram a série de reportagens “Politicamente Mulher”. “Todas compraram a ideia e por isso que deu certo, a gente se dividiu e cada uma fez o que sabia melhor. O foco não era falar da política delas, mas sim do caminho que elas enfrentaram sendo mulher dentro da política”, explica Daniela. Para Ellen, “o prêmio é um motivador para darmos o nosso melhor. Falar dos temas que a gente gosta, correr atrás das coisas e não desistir.” Daniela complementa que “até ganhar a gente não tem a dimensão do quanto ele te faz sentir empolgado de novo.”

Allan Machado de Freitas é estudante de Publicidade, ganhou três prêmios ano passado e já tem planos de participar novamente esse ano. Ele sempre foi “pilhado em projetos” e considera o Unicos uma oportunidade de tentar fazer mais e melhor do que faria normalmente. Paloma Peixoto, assim como Allan, também estuda Publicidade e gosta de se dedicar aos trabalhos da faculdade. “Eu acho excepcional a existência do prêmio, principalmente porque ele acaba naturalmente motivando as pessoas a buscarem resultados melhores para os seus trabalhos. Isso está alinhado com as propostas dos professores que são sempre muito atuais e ligadas ao mercado. Acho que hoje a gente se torna profissionais muito mais cedo e de forma muito qualificada”, resume ela.

É no mercado que Luan Maciel e Maria Carolina de Mello vêem o resultado de seus trabalhos que venceram o prêmio. Aluno de Relações Públicas, Luan desenvolveu um Planejamento de Comunicação em uma escola que tem como foco a educação de surdos. Um ano após, as atividades implementadas por ele ainda acontecem. “Foi um trabalho que eu me dediquei bastante, que fiz de coração. Gosto muito do reconhecimento que veio após terminar o trabalho com as atividades que a escola continuou fazendo”, explica.
Maria Carolina, do curso de Jornalismo, desenvolveu o plano de assessoria de imprensa para a ONG Viralate em grupo. Hoje ela vê nas mídias sociais da ONG as estratégias implementadas por ela. O prêmio Unicos delas atualmente está na ONG, mas ele tomou carater de mudança na vida de Maria. “Desde o início da graduação eu trabalho com assessoria. Eu acho que o prêmio foi um divisor de águas, foi descobrir que é isso que eu quero para mim mesmo. Eu gosto de fazer assessoria, eu gosto de atender as pessoas, agregar valor ao negócio delas, então foi bem especial ganhar”, finaliza.
As inscrições para o Prêmio Unicos desse ano já estão abertas através deste link. Inscreva seu trabalho e receba todos os views.
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]]>The post Últimos dias de inscrição para o Prêmio Jovem Jornalista appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Os estudantes podem apresentar apenas uma pauta, realizando a inscrição individual ou com equipe de até três pessoas. Também é obrigatória a participação de um professor-orientador ligado a instituição de ensino do participante. As inscrições para podem ser feitas através do link, até 30 de junho.
O processo de seleção é dividido em duas etapas: no primeiro momento será avaliada a correspondência do trabalho em relação ao tema. Na segunda etapa, serão analisados por critérios de relevância, criatividade e execução. A divulgação dos três finalistas será divulgada no dia 27 de julho.
Os estudantes e equipes selecionadas contam com a orientação do professor e de um jornalista mentor indicado pelo Instituo Vladmir Herzog para a produção da reportagem, a versão final da matéria deve ser entregue até 18 de outubro. A entrega dos troféus aos vencedores será no dia 25 de outubro, em São Paulo.
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]]>The post 2ª Edição Prêmio INEP de Jornalismo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Para poder concorrer, os trabalhos terão que ser publicados ou veiculados pela imprensa brasileira entre os dias 14 de novembro de 2017 e 19 de novembro de 2018, podendo terem sido feitas individualmente ou com coautoria de jornalistas. Além disso, só poderão se inscrever jornalistas que possuem registro profissional válido, para comprovar o registro, os inscritos terão que fazer um upload da imagem do documento no site do INEP.
As inscrições para a 2ª Edição do Prêmio INEP de Jornalismo são gratuitas e estará disponível no site a partir de 1º de novembro ao dia 19 de novembro, até as 23h59.
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]]>The post Divulgadas datas para o Prêmio AGES – Livro do Ano 2018 appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Oito categorias serão contempladas: narrativa longa (romance ou novela), narrativa curta (conto ou miniconto), literatura infantil, literatura juvenil, poesia, crônica, não-ficção e especial.
Cada vencedor receberá um troféu feito pela artista plástica Lília Manfroi. Dentre eles, o mais votado receberá ainda a quantia de mil reais.
Para participar, os autores devem ser naturais ou residir no Rio Grande do Sul. As obras aceitas devem ter sido publicadas no ano de 2017, e apenas a primeira edição será analisada. Caso o escritor não faça parte da Associação, será cobrada uma taxa de 50 reais.
Todas as informações sobre o regulamento e a inscrição estão disponíveis aqui.
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