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Arquivos PPGLA - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/ppgla/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Wed, 21 Oct 2020 01:10:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 A popularização da ciência a um clique de distância https://mescla.cc/2020/10/20/a-popularizacao-da-ciencia-a-um-clique-de-distancia/ https://mescla.cc/2020/10/20/a-popularizacao-da-ciencia-a-um-clique-de-distancia/#respond Tue, 20 Oct 2020 16:47:08 +0000 http://mescla.cc/?p=14156 A popularização da ciência está cada vez mais em foco dentro dos Programas de Pós-Graduação (PPGs) da Unisinos. Foi pensando nisso que, em 2016, durante uma disciplina do PPG de Linguística Aplicada (PPGLA), a Linguarudo nasceu. Uma revista digital de popularização da ciência, cujos materiais são produzidos por alunos e alunas da Unisinos e por […]

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A popularização da ciência está cada vez mais em foco dentro dos Programas de Pós-Graduação (PPGs) da Unisinos. Foi pensando nisso que, em 2016, durante uma disciplina do PPG de Linguística Aplicada (PPGLA), a Linguarudo nasceu. Uma revista digital de popularização da ciência, cujos materiais são produzidos por alunos e alunas da Unisinos e por colaboradores.


Naquele ano, a disciplina de “Seminário de Leituras Avançadas – Comunicação da Ciência: aspectos discursivos e textuais”, ministrada pela professora Maria Eduarda Giering, tinha, como trabalho final, a produção de um texto de popularização científica sobre alguma pesquisa concluída ou algum tema pesquisado pelos alunos. A professora, que coordena o grupo de pesquisa Comunicação da Ciência: Estudos Linguístico-Discursivos (CCELD), viu ali uma oportunidade para as atividades práticas de divulgação da ciência. A Linguarudo surgiu, então, como uma ferramenta gratuita para publicar os textos produzidos pela disciplina.


Êrica Ehlers Iracet é graduada em Letras – Português/Inglês, além de ser mestra e doutora em Linguística Aplicada pela Unisinos. Ela integra o CCELD desde a graduação e participou do processo de criação da Linguarudo como aluna daquela disciplina de 2016. Ela conta que a revista foi pensada, inicialmente, como um veículo para publicar textos de popularização da ciência no campo das Ciências da Linguagem, mas que a Linguarudo foi se atualizando e se ampliando ao longo do tempo. “Neste ano, passamos a publicar textos sobre as mais variadas áreas do conhecimento, eliminando a restrição inicial ao campo dos estudos da linguagem. Além disso, criamos novas seções no site da revista, que permitem a publicação de materiais diversificados”, explica.


A divulgação da ciência


Além da Êrica, que é editora geral da revista, e da professora Maria Eduarda, coordenadora do CCELD e da publicação, a equipe da Linguarudo é composta por Dieila dos Santos Nunes, editora das seções “Linguarudinho” e “Podcasts”, Júlia Klein, que cuida da seção “Podcasts” e é responsável pelas redes sociais da revista, e Luciane Raupp, responsável pelo canal no YouTube, além de ser ilustradora. A importância da revista, segundo Êrica, vem do fortalecimento do letramento científico e da criação de uma cultura científica na sociedade. “Precisamos, cada vez mais, popularizar a ciência e, ‘de quebra’, mostrar ao povo lá fora o trabalho incansável que realizamos dentro das universidades”, acredita.


O grupo entende, por letramento, a capacidade de compreender métodos científicos. Ou seja, não apenas memorizar conceitos, mas saber aplicá-los em situações cotidianas. A partir disso, e percebendo uma carência da popularização científica de acesso gratuito para crianças no país, surgiu a ideia de criar a aba “Linguarudinho”. As discussões começaram no grupo de pesquisa e, também, na disciplina do PPGLA que originou a Linguarudo. “Baseando-nos em estudos sobre a relação entre popularização da ciência e letramento científico, corroboramos o princípio de que o letramento científico deve iniciar já na educação infantil e nas séries iniciais”, comenta Êrica.


O conteúdo da Linguarudo é divulgado por meio dos perfis nas redes sociais e, também, por uma rede de disseminação entre os PPGs e cursos de graduação da Unisinos. A Linguarudo também oferece cursos de capacitação para produção de material para publicação na revista e tem parcerias com outras instituições com o objetivo de popularizar a ciência. A reação do público também chama a atenção. “O retorno é sempre muito positivo e, muitas vezes, além da captação de novos leitores, percebemos o interesse em colaborar com a produção de conteúdo para a Linguarudo”, conta Êrica.


A colaboração na revista é simples: “Para publicar na Linguarudo, é preciso, antes de mais nada, ter vontade de compartilhar conhecimento científico com o público não especializado e vontade de contribuir para a criação de uma cultura científica que ultrapasse os muros da universidade”, explica a editora. Sendo assim, o próximo passo é consultar a aba “Sobre a Revista“, onde se encontram a política editorial, o tutorial de submissão e algumas dicas para escrever na Linguarudo.

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Conversas difíceis em tempos de Covid-19 https://mescla.cc/2020/06/23/conversas-dificeis-em-tempos-de-covid-19/ https://mescla.cc/2020/06/23/conversas-dificeis-em-tempos-de-covid-19/#respond Tue, 23 Jun 2020 20:27:18 +0000 http://mescla.cc/?p=13388 Com o objetivo de ajudar pessoas, principalmente profissionais ligados à área da saúde, a se comunicarem melhor quando o teor do assunto for muito sensível, o Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada (PPGLA) da Unisinos traduziu uma série de documentos que tratam da divulgação de notícias difíceis no cuidado de pessoas diagnosticadas com Covid-19. Os […]

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Com o objetivo de ajudar pessoas, principalmente profissionais ligados à área da saúde, a se comunicarem melhor quando o teor do assunto for muito sensível, o Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada (PPGLA) da Unisinos traduziu uma série de documentos que tratam da divulgação de notícias difíceis no cuidado de pessoas diagnosticadas com Covid-19.


Os materiais trazem algumas orientações e um checklist para profissionais da saúde. Os documentos originais foram produzidos pela professora Ruth Parry, da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, que pesquisou milhares de conversas difíceis registradas em vários contextos de saúde e assistência social no Reino Unido, na Austrália e nos Estados Unidos. 

https://www.instagram.com/p/CBym288p01O/
A professora gravou um vídeo explicando a relação dela com a pesquisa.


A tradução para o português foi realizada pelo grupo de pesquisa Fala em Interação (FEI), ligado ao PPGLA. A parceria com a universidade britânica aconteceu porque a coordenadora do grupo, professora Ana Ostermann, tem objetos de pesquisa similares ao de Ruth, com quem interagiu durante a realização do seu pós-doutorado. “Eu sou privilegiada em fazer pesquisas que interessam e que têm um retorno prático no dia a dia”, conta Ana. “Não há como mudar um cenário como o atual, mas é possível comunicar de formas empáticas”, avalia.


Comunicações humanas na vida real


Nunca é fácil noticiar acontecimentos sensíveis. O domínio da fala e a articulação necessária para se comunicar é feita automaticamente, mas, quando se enfrenta uma situação difícil, todas essas habilidades acabam não sendo suficientes. É pensando nessa temática que o FEI busca estudar as comunicações humanas na vida real, observando e pesquisando interações que acontecem no mundo, como uma “anatomia” da questão humana. Com base na teoria da Análise da Conversa, o grupo, atualmente, tem a pesquisa focada na área da saúde. 

As reuniões do grupo acontecem de forma remota, devido à pandemia


Ana Ostermann trabalha na universidade há quase 20 anos e, além das disciplinas no curso de Letras e no PPG, também atua na graduação em Medicina. “O PPGLA tem um viés interdisciplinar, e o ensino é só uma parcela do que temos desenvolvido. Onde há linguagem e interação, existe objeto de análise”, explica a professora.


No momento, o FEI conta com a participação de duas bolsistas de Iniciação Científica alunas da Escola de Saúde da Unisinos. Uma delas, Martina Wissmann , estudante do sexto semestre de Medicina, contou que a universidade foca no processo de humanização da saúde. “Muitas vezes escutamos que algumas coisas vamos aprender ‘na prática’. Contudo, acredito que existam maneiras de nos prepararmos para que não seja necessário o erro de, eventualmente, machucarmos o paciente com as nossas palavras”, explica a aluna, apontando a diferença de atuação entre os estudantes que se dedicam à comunicação médico-paciente e os que não.


Resultados práticos para a sociedade


As traduções foram feitas por Martina e pela colega Stefanie Weber, além da doutoranda em Linguística Aplicada Paola Konrad e da professora Daniela Andrade, com a supervisão de Ana Ostermann. O processo, que foi colaborativo, passou pela revisão de todas para a adequação de termos. As pesquisadoras compartilham de um mesmo sentimento: pesquisar para, de alguma forma, entregar resultados práticos para a sociedade. “Percebemos uma sensibilização maior para a pesquisa. O que se aprende hoje, se implementa hoje, e essa sensibilização ajuda de forma direta”, diz Daniela.


Com o intuito de divulgar o conhecimento já adquirido, além da tradução e disseminação dos documentos, o Fala em Interação está organizando uma oficina sobre a comunicação de notícias difíceis. No dia 30 de junho, às 18h, o grupo estará apresentando a metodologia da Análise da Conversa e uma observação conjunta de trechos de conversas reais na área da saúde. O curso de extensão será realizado pelo Teams e as inscrições podem ser feitas aqui.

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Pesquisadores têm projetos sobre ensino de idiomas premiados https://mescla.cc/2019/11/22/pesquisadores-tem-projetos-sobre-ensino-de-idiomas-premiados/ https://mescla.cc/2019/11/22/pesquisadores-tem-projetos-sobre-ensino-de-idiomas-premiados/#respond Fri, 22 Nov 2019 17:00:33 +0000 http://mescla.cc/?p=12275 Nos últimos meses, dois pesquisadores do PPG em Linguística Aplicada da Unisinos ganharam dois prêmios importantes. Um deles foi a XIII Mostra de Ciências e Tecnologias (Mocitec) do Instituto Federal Sul Riograndense (IFSul) – campus Charqueadas, evento que conta com pesquisas em diversas áreas do conhecimento, do Ensino Fundamental a Pós-Graduação. O doutorando Marlon Rio […]

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Nos últimos meses, dois pesquisadores do PPG em Linguística Aplicada da Unisinos ganharam dois prêmios importantes. Um deles foi a XIII Mostra de Ciências e Tecnologias (Mocitec) do Instituto Federal Sul Riograndense (IFSul) – campus Charqueadas, evento que conta com pesquisas em diversas áreas do conhecimento, do Ensino Fundamental a Pós-Graduação. O doutorando Marlon Rio obteve o primeiro lugar na categoria de Pós-Graduação com a pesquisa “Tecnologias digitais no desenvolvimento da oralidade em língua inglesa na escola pública”. 


Outra distinção foi o Prêmio Professor Rubens Murillo Marques. A doutora em Linguística Aplicada, Rafaela Drey, foi uma das três vencedoras da 9ª edição, com o projeto “O ensino de língua inglesa na prática: micropráticas de ensino como estratégias de formação inicial de professores de língua estrangeira”. A premiação é uma iniciativa da Fundação Carlos Chagas que visa divulgar experiências educativas feitas por docentes dos cursos de Licenciatura.


O amor por ensinar


Marlon é professor de seis línguas estrangeiras, com experiência em escolas públicas, privadas, de idiomas, além de dar aulas particulares. Ele contou que se tornou professor pelo amor que tem em compartilhar conhecimentos em diversas línguas. “Percebo que, por meio da linguagem, o ser humano pode não apenas expandir o seu mundo, mas o das pessoas à sua volta, uma vez que os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo”, explicou. A pesquisa do Marlon lida com o uso de tecnologias digitais e a colaboração entre alunos para o desenvolvimento da oralidade em língua inglesa na escola pública. O doutorando conversou com o Mescla e contou um pouco da experiência na Mocitec. “A apresentação foi muito bem recebida por toda a banca examinadora, que elogiou muito a proposta do projeto e os resultados alcançados até agora”, completou.


Para o pesquisador, aprender idiomas, na escola pública, não é apenas uma questão de ser possível ou não, mas, sim, um direito assegurado por leis educacionais. Por isso, a universidade e a escola podem trabalhar juntas, de maneira colaborativa, cidadã, emancipadora e humanitária. 


Marlon, por ser ex-aluno do IFSul, ainda recebe convites para a participação de eventos acadêmicos da instituição, e foi assim que ficou sabendo da Mocitec. Para o pesquisador, o prêmio “é a concretização de um sonho que sempre almejei realizar: equacionar a teoria e a prática de maneira criativa, colaborativa e humanamente significativa”, contou.

Incentivo a quem ensina a ensinar


Professora no Instituto Federal do Rio Grande do Sul – campus Osório, Rafaela ajudou a implantar, em 2015, a Licenciatura em Letras – Português/Inglês. Ela coordenou o curso por três anos e meio e suas pesquisas se voltam para a área de formação inicial de docentes de língua estrangeira. Ao notar a carência de profissionais qualificados atuando na escola básica, a pesquisadora surgiu com um projeto que oportuniza a atuação prática dos licenciados na sala de aula. O projeto de extensão está vinculado à disciplina de Metodologia e Laboratório de Ensino de Língua Inglesa e, segundo Rafaela, é bastante trabalhoso, mas muito gratificante. “Como formadora de professores, é na dimensão prática que consigo observar a emergência da profissionalidade dos docentes, ou de ‘como e quando’ eles emergem como professores, não apenas como alunos de licenciatura”, contou.


Os retornos desse trabalho já são visíveis, uma vez que os dados coletados com os licenciados já mostram que as micropráticas foram decisivas para o futuro profissional de cada um. Além disso, os alunos da escola parceira também relatam que as atividades os motivam a estudar mais o idioma ensinado. “Esse retorno é muito positivo e indica que estamos no caminho certo”, completou a pesquisadora. Rafaela contou que todos os anos os professores recebem a divulgação do prêmio através do e-mail institucional do IFRS, mas nunca pensou que o projeto se encaixava no evento. Quem viu o potencial do trabalho e insistiu na inscrição foi o marido dela, que também é professor do Instituto. “O prêmio foi atribuído ao projeto das micropráticas de ensino, no entanto, para mim, ele representa algo muito mais amplo: o reconhecimento de toda a minha trajetória acadêmica e profissional. É, sem dúvida, até aqui, o grande marco da minha carreira”, contou.


O nome do prêmio recebido por Rafaela, professor doutor Rubens Murillo Marques, é uma homenagem a um dos presidentes fundadores da Fundação Carlos Chagas (FCC), uma forma de reconhecimento da trajetória acadêmica do docente.A cerimônia de entrega será na sede da FCC, em São Paulo, nesta sexta-feira, 22 de novembro. “Vai ser um momento bastante emocionante, mas, sobretudo, de compartilhamento de experiências, visto que os premiados terão 30 minutos para apresentar seus projetos aos convidados e autoridades presentes”, finalizou Rafaela.

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Conexão Pesquisa celebra a ciência https://mescla.cc/2019/10/18/semana-finaliza-com-a-celebracao-da-ciencia/ https://mescla.cc/2019/10/18/semana-finaliza-com-a-celebracao-da-ciencia/#respond Fri, 18 Oct 2019 20:35:32 +0000 http://mescla.cc/?p=11870 O fim de tarde desta quinta-feira (17/10) foi reservado para prestigiar os pesquisadores e pesquisadoras da Unisinos, além de fomentar as investigações científicas. A diretora da Unidade Acadêmica dos Programas de Pós-graduação (UAPPG) da universidade, Dorotea Frank Kersch, abriu a solenidade de entrega dos prêmios aos trabalhos vencedores do Conexão Pesquisa. “Essa semana vai ficar no […]

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O fim de tarde desta quinta-feira (17/10) foi reservado para prestigiar os pesquisadores e pesquisadoras da Unisinos, além de fomentar as investigações científicas. A diretora da Unidade Acadêmica dos Programas de Pós-graduação (UAPPG) da universidade, Dorotea Frank Kersch, abriu a solenidade de entrega dos prêmios aos trabalhos vencedores do Conexão Pesquisa. “Essa semana vai ficar no coração de todos nós”, disse a professora.

As primeiras premiações entregues foram as menções honrosas para os estudantes de Iniciação Científica que integraram a Pesquisa+. Aqui estão os 59 estudantes premiados. Dentre eles, foram escolhidos os Destaques Pesquisa+, composto por um aluno de cada grande área do conhecimento*. A Escola da Indústria Criativa foi representada pela estudante de Jornalismo Eduarda Bitencourt. Ela subiu ao palco para receber o destaque na categoria Ciências Sociais Aplicadas. “É uma forma de reconhecimento pelo trabalho. Ganhar o Destaque é um motivo para continuar a pesquisa, mesmo com o cenário atual”, disse.

Eduarda recebeu o Destaque Pesquisa+ acompanhada
de sua orientadora, professora Sonia Montaño

(Foto: Gabriel Ost)

Outra premiação importante para a Escola da Indústria Criativa foi o Unicos Pesquisa. Na categoria Artigo de Conclusão de Curso, o vencedor foi Josué Braun. Egresso do curso de Fotografia, ele contou que, apesar de não existir tanta produção de artigos na área, ele gostou de escrever. “Foi um reconhecimento do esforço de um semestre inteiro, então foi muito bom”, disse. 

Josué venceu na categoria Artigo de Conclusão de Curso
(Foto: Gabriel Ost)

Já na categoria Monografia, a vencedora foi Márcia Rohr Welter, egressa do curso de Letras. “O prêmio é uma motivação extra para prosseguir se esforçando e se dedicando, além de ser uma forma de reconhecer e incentivar os alunos a se engajarem na pesquisa, especialmente em um momento em que ela vem sendo desmerecida e sofrendo desmontes por parte de membros do governo”, acredita.

Márcia foi premiada na categoria Monografia
(Foto: Gabriel Ost)

(*) Ciências Exatas e da Terra; Ciências Biológicas; Engenharias; Ciências da Saúde; Ciências Agrárias; Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Humanas; Linguística, Letras e Artes


Abaixo, você confere a lista com todos os ganhadores.


Aluno Destaque Pesquisa+


Ciências Biológicas com foco em Iniciação Científica: Renata Brentano.  
Ciências Biológicas com foco em Iniciação Tecnológica: Andressa Adolfo.
Ciências da Saúde com foco em Iniciação Científica: Schaiane Ferri.
Ciências Exatas com foco em Iniciação Científica: Alisson Klayton Martins.
Ciências Exatas com foco em Iniciação Tecnológica: Carolina Rosa Kelsch.
Ciências Humanas com foco em Iniciação Científica: Milena Miyuki Hiratuca Ujihara.
Ciências Sociais Aplicadas com foco Iniciação Científica: Marina Guerin.
Ciências Sociais Aplicadas com foco Iniciação Tecnológica: Eduarda Bitencourt de Oliveira.
Engenharias com foco em Iniciação Científica: Lorenzo Azevedo Kerber.
Engenharias com foco em Iniciação Tecnológica: Daiandra Maria Brocker.
Linguística, Letras e Artes com foco em Iniciação Científica: Leonardo Vescovi.


Aluno Destaque Minha Pesquisa em 180 Segundos


Ciências Biológicas: Renata Brentano.
Ciências Exatas e da Terra: Não teve nenhum candidato.
Ciências da Saúde: Eduarda Lima de Oliveira.
Ciências Humanas: Gabriela Gomes Motta.
Ciências Sociais Aplicadas: Afonso Vinício Kirschner Fröhlich.
Engenharias: Alexya da Silva Lague.
Linguística, Letras e Artes: Martina Schroeder Wissmann.


Unicos Pesquisa


Monografia Destaque: Márcia Rohr Welter
Artigo Destaque: Josué Braun


Minha Tese em 180 Segundos


Escolhido pela plateia: Naiara Kaieski, do Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada.  
Escolhido pelo júri: Lívia Freo Saggin, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação.


Melhor Artigo Internacional

Dr. Jefferson Marlon Monticelli, egresso do Programa de Pós-Graduação em Administração.
Tiago Jonatan Girelli, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Geologia.
Dra. Neila de Toledo e Toleto, egressa do Programa de Pós-Graduação em Educação.
Giliandro Gonçalves Silva, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Biologia.


Pesquisador Destaque


Categoria – Produção científica qualificada na sua área de atuação

Escola de Direito: Profa. Dra. Têmis Limberger. 
Escola de Gestão e Negócios: Prof. Dr. Douglas Wegner. 
Escola de Humanidades: Profa. Dra. Luciane Sgarbi Santos Grazziotin.
Escola da Indústria Criativa: Prof. Dr. Leandro Miletto Tonetto.
Escola Politécnica: Profa. Dra. Maria Virgínia Petry.
Escola de Saúde: Prof. Dr. Marcos Pascoal Patussi.


Categoria – Impacto Internacional de Artigo Científico

Ciências Biológicas: Prof. Dr. Leonardo Maltchik Garcia.
Ciências da Saúde: Prof. Dr. Valmor Ziegler.
Ciências Exatas e da Terra: Prof. Dr. Luiz Gonzaga da Silveira Junior.
Ciências Humanas: Prof. Dr. Luiz Inacio Germany Gaiger.
Ciências Sociais Aplicadas: Prof. Dr. Fernando de Oliveira Santini.
Engenharias: Prof. Dr. Miguel Afonso Sellitto.

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Agexcom ganha 80º prêmio de comunicação https://mescla.cc/2019/09/24/agexcom-ganha-80o-premio-de-comunicacao/ https://mescla.cc/2019/09/24/agexcom-ganha-80o-premio-de-comunicacao/#respond Tue, 24 Sep 2019 18:37:39 +0000 http://mescla.cc/?p=11472 Como forma de destacar alunos de comunicação, design e cinema, todos os anos, desde 1988, a Escola de Comunicação, Artes e Design (Famecos – PUCRS) promove o SET Universitário. A edição deste ano ocorreu na noite de quarta-feira, 18 de setembro. Na 32ª edição, cerca de 3550 alunos concorreram em alguma das 28 categorias. Mais […]

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Como forma de destacar alunos de comunicação, design e cinema, todos os anos, desde 1988, a Escola de Comunicação, Artes e Design (Famecos – PUCRS) promove o SET Universitário. A edição deste ano ocorreu na noite de quarta-feira, 18 de setembro.


Na 32ª edição, cerca de 3550 alunos concorreram em alguma das 28 categorias. Mais de 700 trabalhos foram inscritos e a Agexcom esteve presente com oito indicações. Ao longo dos 17 anos de agência, sempre ocorreu essa participação no SET e todos os anos a Agexcom trouxe, pelo menos, um prêmio para casa. Em 2019 não foi diferente: com o trabalho realizado para o IV Encontro Internacional do Interacionismo Sociodiscursivo (ISD) a agência levou o prêmio de Melhor Campanha. Esse é a 80º premiação conquistada pela Agexcom em eventos, concursos ou congressos.


O ISD foi direcionado para pesquisadores e estudantes debaterem questões relacionadas ao desenvolvimento da linguagem, sobretudo na área das Letras e da Linguística. Esse foi o segundo ano que a Agexcom trabalhou em conjunto com a organização do evento. Na primeira edição, foi realizada a identidade visual do encontro. Já em 2019,  os organizadores solicitaram uma campanha maior para tornar o evento mais atrativo. De acordo com Cristiane Rodrigues, laboratorista de Relações Públicas da Agexcom que participou do processo de criação e execução da campanha, foi um trabalho bem diferente para a agência. “Ainda não trabalhávamos com eventos para além dos cursos da comunicação e o público também foi bem diverso, já que eram estudantes e pesquisadores nacionais e internacionais”, contou.


Cristiane ainda acredita que outro estímulo importante para a equipe foi o fato de criar ações que fossem criativas e atrativas, sem cair muito no lúdico. Os estagiários que participaram da criação e execução foram Fernanda Kern e Luan Maciel, estudantes de Relações Públicas, e Ina Pommer, Mateus Edu e Matheus Antunes, de Publicidade e Propaganda. 


Matheus Antunes participou da parte final do projeto, e contou que esse foi o primeiro prêmio que ganhou fora dos eventos Unisinos. “É bom ter esse reconhecimento, estava acompanhando pela transmissão ao vivo, durante a aula, e quando eu vi o símbolo do ISD, fiz muita festa no meio da aula. Ninguém entendeu nada”, contou orgulhoso.


Já Matheus Edu falou um pouco dos bastidores da campanha e relatou que esse foi seu primeiro trabalho ao entrar na agência. “Acho que esse projeto foi o que mais teve esforço da equipe, porque foi o primeiro, e é muito bom e gratificante ter esse retorno”, completou. O prêmio do SET veio para consolidar o sucesso da campanha. 


Voa Agexcom! 😉

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Cátia Fronza https://mescla.cc/2019/09/19/catia-fronza/ https://mescla.cc/2019/09/19/catia-fronza/#respond Thu, 19 Sep 2019 19:00:39 +0000 http://mescla.cc/?p=11416 Cátia Fronza é coordenadora do PPG em Linguística Aplicada da Unisinos. Formada em Letras Português-Inglês, pela Fundação Educacional da Região dos Vinhedos, de Bento Gonçalves. É mestra e doutora em Linguística Aplicada, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Nesta edição do Referências, Cátia fala sobre o PPG em Linguística Aplicada, e […]

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Cátia Fronza é coordenadora do PPG em Linguística Aplicada da Unisinos. Formada em Letras Português-Inglês, pela Fundação Educacional da Região dos Vinhedos, de Bento Gonçalves. É mestra e doutora em Linguística Aplicada, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Nesta edição do Referências, Cátia fala sobre o PPG em Linguística Aplicada, e aborda outros assuntos, como os desafios da pesquisa, as relação com outras áreas do conhecimento e a internacionalização.

Curtiu o vídeo? O Referências completo está disponível no MesclaTV e pode ser acessado clicando aqui.

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Estudos que ultrapassam fronteiras https://mescla.cc/2019/09/17/estudos-que-ultrapassam-fronteiras/ https://mescla.cc/2019/09/17/estudos-que-ultrapassam-fronteiras/#respond Tue, 17 Sep 2019 16:53:24 +0000 http://mescla.cc/?p=11394 Cerca de 30 pessoas  se reuniram no prédio central da Indústria Criativa, no Campus São Leopoldo, para escutar alunos da Unisinos e da Universidade de Kiel, cidade às margens do mar báltico, no norte da Alemanha. Dentre eles, o mestrando em Física alemão Marko Hullm, 23 anos. “Essa experiência é nova, normalmente, não fazemos isso […]

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Cerca de 30 pessoas  se reuniram no prédio central da Indústria Criativa, no Campus São Leopoldo, para escutar alunos da Unisinos e da Universidade de Kiel, cidade às margens do mar báltico, no norte da Alemanha. Dentre eles, o mestrando em Física alemão Marko Hullm, 23 anos. “Essa experiência é nova, normalmente, não fazemos isso antes de terminar o doutorado”, contou num português fluente.  O encontro foi na manhã da terça-feira, 10 de setembro.


A atividade integrava o evento Diálogos Internacionais, promovido pelo Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada (PPGLA). O tema desta edição foi “Contatos entre línguas e culturas no Sul do Brasil” A ideia era aproximar esses trabalhos e metodologias, além de discutir contatos linguísticos, documentações e estudos dos dialetos alemães falados no Brasil. O grupo, liderado pelo Diretor de Línguas Românicas da Universidade de Kiel, professor Elmar Eggert, está no Brasil para uma viagem de estudos.


E se você acha que a língua foi um problema, está enganado. Todas as apresentações foram na língua de Camões, já que os estudantes e professores da universidade aprendem o português durante a trajetória acadêmica. Por isso, português e alemão estiveram nas principais discussões da manhã. “As pessoas não falam uma língua por decreto, elas tem que querer”, explica o professor Eggert. Linguística, História, Sociologia e até Física foram as áreas tratadas pelos participantes, que apresentaram uma breve explicação das pesquisas que desenvolvem em nível de mestrado e doutorado dos dois países. Conversando com o Mescla, Marko disse ainda que um desafio do debate foi apresentar o trabalho em uma outra língua, que não a materna,  e na frente de pessoas desconhecidas e de culturas diferentes. Já a brasileira Sabrina Bastos, doutoranda em Linguística Aplicada na Unisinos, contou sobre como o evento agregou na sua formação. “Tem uma raiz social, porque o pessoal da Alemanha se ocupa de problemas de linguagem no uso e das línguas de contato, isso ajuda na formação enquanto doutorando”, explica a estudante. Para ela, a fala da professora Fernanda Von Mühlen foi o ponto alto da manhã. Fernanda completou o mestrado em Linguística Aplicada pela Unisinos e conversou sobre as políticas linguísticas relacionadas ao hunsriqueano, dialeto alemão falado no sul do estado. “É um trabalho muito bonito, porque ela faz um levantamento da percepção dos falantes, além de analisar o passado e o futuro da língua”, contou Sabrina. Ainda para a doutoranda, e também para grande parte dos participantes, eventos como esse são importantes, já que trazem para o público os bastidores da pesquisa. Como resumiu o estudante alemão de Sociologia, Leo Voigt, em bom português, “muito bom”.

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Contatos linguísticos em debate https://mescla.cc/2019/09/06/contatos-linguisticos-em-debate/ https://mescla.cc/2019/09/06/contatos-linguisticos-em-debate/#respond Fri, 06 Sep 2019 18:16:24 +0000 http://mescla.cc/?p=11224 Diretamente da Alemanha, o Professor Dr. Elmar Egger desembarca em São Leopoldo para participar de mais uma edição do Diálogos Internacionais, evento organizado pelo Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada da Unisinos (PPGLA). O tema do encontro, que será realizado nesta terça-feira, dia 10/9, é “Contatos entre línguas e culturas no Sul do Brasil”. Diretor […]

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Diretamente da Alemanha, o Professor Dr. Elmar Egger desembarca em São Leopoldo para participar de mais uma edição do Diálogos Internacionais, evento organizado pelo Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada da Unisinos (PPGLA). O tema do encontro, que será realizado nesta terça-feira, dia 10/9, é “Contatos entre línguas e culturas no Sul do Brasil”.


Diretor de Línguas Românicas na Universidade de Kiel, Elmar trabalha com multilinguismo regional. Ele vem acompanhado de um grupo de pesquisadores que estuda variantes da língua alemã. Além deles, outros três professores participarão do evento: Isabel Arendt e Marco Antônio Witt, da Unisinos, e Fernanda Von Mühlen, da rede municipal de Ivoti.


O Diálogos Internacionais busca promover cursos, formações e aulas especiais para o PPGLA. Dessa vez, a ideia é reunir pesquisadores da Alemanha e do Brasil com alunos e interessados para aproximar as pesquisas e metodologias usadas nessa área de estudo, além de discutir sobre contatos linguísticos – incluindo documentação e estudo do dialeto alemão falado no Sul do Brasil. 


“O debate valoriza as variantes linguísticas que são fundamentais para a formação da sociedade”, explica Mariléia Sell, professora da Unisinos. Doutora em Linguística Aplicada, as pesquisas dela estão inseridas na área da sociolinguística interacional, que estuda a língua e o falante, e tenta entender como a língua é utilizada.  


O Diálogos será realizado em parceria com o Centro de Estudos Internacionais em Educação, o Centro de Estudos Internacionais de História das Mobilidades, Diásporas e Imigrações e o Programa de Pós-graduação em História da Unisinos.


Aberto para todos os públicos, o evento é voltado principalmente para estudantes de Letras e professores, mas também para aqueles que têm alguma relação com a língua alemã ou apenas se interessa sobre o assunto. O Diálogos inicia às 9h e será realizado no Laboratório Avançado de Tecnologias da Informação e Comunicação (Labtics), localizado na sala D02-118, no campus de São Leopoldo da Unisinos.

As inscrições podem ser feitas através deste link.

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