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Arquivos Porto Alegre - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/porto-alegre/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Thu, 16 Nov 2023 20:45:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Enfoque Porto Alegre ganha sua 1° edição na Lomba do Pinheiro https://mescla.cc/2023/11/16/enfoque-porto-alegre-ganha-sua-1-edicao-na-lomba-do-pinheiro/ https://mescla.cc/2023/11/16/enfoque-porto-alegre-ganha-sua-1-edicao-na-lomba-do-pinheiro/#respond Thu, 16 Nov 2023 13:41:08 +0000 https://mescla.cc/?p=19469 A Lomba do Pinheiro, um bairro da zona leste de Porto Alegre com muitas histórias a serem contadas, tornou-se o foco da edição de outubro do Enfoque Porto Alegre, jornal experimental produzido por alunos do curso de Jornalismo da Unisinos, reunindo alunos e professores do campus de Porto Alegre. Os estudantes da disciplina de Jornalismo […]

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A Lomba do Pinheiro, um bairro da zona leste de Porto Alegre com muitas histórias a serem contadas, tornou-se o foco da edição de outubro do Enfoque Porto Alegre, jornal experimental produzido por alunos do curso de Jornalismo da Unisinos, reunindo alunos e professores do campus de Porto Alegre. Os estudantes da disciplina de Jornalismo Cidadão, juntamente com os colegas de Fotojornalismo, sob a orientação das professoras Luciana Kraemer e Beatriz Sallet, embarcaram em uma jornada de descoberta, capturando as nuances e a identidade desse vibrante bairro.

Estudantes e professoras juntos aos representantes do bairro em frente ao CPCA 
Foto: Arquivo Pessoal/Alana Schneider

A visita à Lomba do Pinheiro se revelou uma experiência única e transformadora para os estudantes de jornalismo, que tiveram a oportunidade de explorar essa comunidade rica em histórias. Através do projeto de aula, eles não apenas descobriram o extraordinário no cotidiano das pessoas, mas também valorizaram o jornalismo comunitário e cidadão.

A experiência na Lomba do Pinheiro

Laura Santiago, aluna de Jornalismo Cidadão, descreve a visita como uma oportunidade de se desprender do “valor notícia” da grande mídia e enxergar o extraordinário no que é genuinamente ordinário.

“Matérias feitas na periferia falam das diferentes camadas de vulnerabilidade daquele lugar, e nós como estudantes de Jornalismo sabemos bem o quanto a nossa visão  e o que transmitimos, têm influência sobre o olhar de outras pessoas sobre o assunto.”

Laura enfatiza a importância do jornalismo cidadão, que busca “dar voz” às comunidades e valorizar suas histórias. “É importante destacar que não se trata de deixar de noticiar essa realidade, afinal isso iria contra a essência do próprio jornalismo. Porém é saber dar espaço justamente para esse jornalismo cidadão”, finaliza.

Reportagens por Alana Schneider e Laura Santiago  
Foto: Jornal Enfoque

Para sua colega Alana Schneider, esses momentos são de grande aprendizado e uma oportunidade ímpar para que as pessoas possam explorar e ocupar os lugares de Porto Alegre.

Alana ressalta a importância de conhecer e se apropriar da cidade, especialmente para ela que é natural de Santa Catarina. Mas principalmente sobre fazer isto com olhos de jornalista, para não se restringir ao relato ou as descrições de outras pessoas sobre o que elas pensam e vivem nesses espaços.

“É essencial para nós, jornalistas, enxergarmos e escutarmos quem realmente mora nesses locais e tem propriedade para dizer como as coisas funcionam”. E ela ainda completa: “A Alana sempre volto para casa muito melhor do que ela sai.”

As alunas Alana Schneider e Laura Santiago visitando a horta da Lomba do Pinheiro  
Foto: Taiana Souza

Já para Laura Driemeier, aluna da disciplina de Fotojornalismo, visitar a Lomba do Pinheiro foi uma experiência muito especial. Não só pela oportunidade de escrever e ver publicada sua primeira matéria como estudante de jornalismo, mas também por se encantar com este o bairro onde existem muitas histórias que merecem ser contadas. “Mesmo sendo aluna da cadeira de Fotojornalismo, tive a chance de escrever uma reportagem, assim como alguns outros colegas meus.”

Juntamente com a turma de Jornalismo Cidadão e seus colegas de Fotojornalismo, ela pode conhecer um pouco mais da comunidade da Lomba e dos seus habitantes, registrando tudo aquilo que faz o bairro ser único. 

“Participar de todo o processo da produção do Enfoque, desde a visita à Lomba do Pinheiro e escrever uma reportagem, até à edição e montagem do jornal, foi uma experiência pela qual serei sempre grata.”

Reportagem por Laura Driemeier 
Foto: Jornal Enfoque

Revelando o extraordinário no comum

A professora Beatriz Sallet elogiou a parceria entre as turmas de Fotojornalismo e Jornalismo Cidadão. A primeira edição do projeto ocorreu em uma manhã chuvosa, destacando o compromisso dos alunos com o jornalismo, independentemente das condições climáticas.

“A gente sempre fala para os alunos que jornalismo não tem dia e não tem hora, principalmente em função das fotos”, mas independente do clima ela ressalta que foi uma manhã muito bem aproveitada. A equipe se dividiu para cobrir diversas pautas, buscando proporcionar uma visão abrangente da Lomba do Pinheiro, com auxílio da professora e monitores da disciplina.

Beatriz ainda ressalta o comprometimento dos alunos, com divisões em três grupos para melhor cobrir a extensa comunidade da Lomba do Pinheiro, que conta com mais de 60 mil habitantes.

“A Lomba é uma comunidade extensa e que precisa de visibilidade, pois tem projetos sociais e comunitários incríveis e de relevância para o pertencimento e cidadania para aquela população.”

Valorizando o Jornalismo Comunitário

A professora Luciana Kraemer destacou a importância do Jornal Enfoque para as comunidades periféricas, ressaltando como ele dá visibilidade a estas comunidades que muitas vezes são negligenciadas pela mídia tradicional. “Poder estar fazendo mais um exemplar do Jornal Enfoque e em um lugar novo foi muito gratificante”, completa a professora.

O jornal teve a colaboração dos Freis Franciscanos, que atuam há mais de 30 anos na Lomba do Pinheiro com o CPCA – Centro da Criança e do Adolescente, promovendo projetos sociais e fortalecendo a comunidade.

“Nós contamos com o conhecimento deles para nos indicar pessoas e para falar do próprio projeto que envolve a juventude da Lomba do Pinheiro”, explica. A professora enfatizou que na segunda edição do Jornal Enfoque eles irão se centrar mais no trabalho com os jovens da comunidade.

A professora comentou a paixão e o orgulho que os moradores sentem por fazer parte da Lomba do Pinheiro, revelando histórias de pertencimento e de comunidade que são frequentemente desconhecidas. “Isto foi muito bonito para mim, mas percebo que também foi bonito para os alunos que puderam estar em contato com esses depoimentos e essas histórias.”

Alunos de Fotojornalismo vão a Lomba do Pinheiro entregar a edição impressa do Jornal aos moradores 
Foto: Beatriz Sallet

Para finalizar, Luciana ressalta a importância da diagramação e finalização da edição, feira pelo jornalista Marcelo Garcia, funcionário da Agência Experimental de Comunicação da Unisinos. “Foi feita uma finalização muito legal nesse neste trabalho que envolve estes alunos todos. Uma equipe muito apaixonada pela história da Lomba e agora a gente pode ver na edição que já está disponível para todo o mundo.”

Confira a primeira edição completa do Jornal Enfoque agora mesmo!

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Rosa Montero conversa com professores da Unisinos  https://mescla.cc/2023/06/01/rosa-monteiro-conversa-com-os-professores-da-unisinos/ https://mescla.cc/2023/06/01/rosa-monteiro-conversa-com-os-professores-da-unisinos/#respond Thu, 01 Jun 2023 20:04:50 +0000 http://mescla.cc/?p=18322 Na tarde que antecedeu a abertura do Fronteiras do Pensamento, em 31 de maio, a jornalista e escritora espanhola Rosa Montero participou de um bate-papo com a comunidade escolar. A mediação foi dos docentes Daniel Pedroso e Felipe Boff, e o encontro ocorreu na Unisinos Porto Alegre, local que sediou a 17ª edição do evento. […]

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Na tarde que antecedeu a abertura do Fronteiras do Pensamento, em 31 de maio, a jornalista e escritora espanhola Rosa Montero participou de um bate-papo com a comunidade escolar. A mediação foi dos docentes Daniel Pedroso e Felipe Boff, e o encontro ocorreu na Unisinos Porto Alegre, local que sediou a 17ª edição do evento. Ao longo de pouco mais de uma hora, Rosa falou sobre as nuances entre jornalismo e ficção, e qual é o espaço ocupado pela psicologia humana na construção das narrativas. 


“Jamais deveríamos perguntar algo que não nos interessa verdadeiramente a resposta”, afirmou Rosa Montero 
(Foto: Júlia Azevedo) 


Ensaísta, escritora, jornalista, Rosa já realizou mais de 2 mil entrevistas ao longo de sua carreira. Entre elas, se destacam as conversas com a ativista paquistanesa Malala Youszafai e com o ex-presidente dos Estados Unidos Richard Nixon. Aliás, entrevistar dois nomes como esses, que representam culturas tão diferentes, requer algumas estratégicas, comentadas por Rosa durante o bate-papo com professores, funcionários e estudantes presentes. 


Fundamentos para uma boa entrevista


“Uma entrevista é sempre um ato dramático, drama aqui, como ação”, afirmou a jornalista. Segundo ela, em uma entrevista para um jornal ou televisão, fala-se sobre o que se sabe, documentando o assunto, relatando ao público o que aprendeu, afinal, “tu não escreves para ensinar nada, escreves para aprender”. A escritora também pontuou que, para uma boa entrevista, o mais importante é a verdadeira, pura e genuína curiosidade, pois só assim consegue-se saber mais da outra pessoa e “enxergar” através da mente do outro como ele percebe o mundo. Para isso, ensina Rosa, é preciso ter muito preparo, e guiar a conversa de maneira meticulosa e, é claro, de forma respeitosa.


“Sempre soube que algo dentro da minha cabeça não funcionava bem”, brincou a jornalista 
(Foto: Júlia Azevedo) 


Ser transparente sobre o que se sabe é o que vale para o jornalismo. Já na ficção, se escreve sobre o que não se sabe, o que vem do inconsciente, “como um sonho que se sonha acordado”, explica. No texto jornalístico, quanto mais claro se é, mais o leitor ganha. Na ficção, a dubiedade, o implícito são elementos que valorizam o texto.  


Quebrando o tabu sobre saúde mental


Outro tema abordado pela jornalista foi a questão da saúde mental e o comportamento humano. Rosa, que já enfrentou crises de pânico, angústias e emoções desenfreadas, chegou a estudar Psicologia. Por diversos motivos, achava que estava ficando louca, afinal, faltava-lhe compreensão de todas as questões que lhe afetavam diariamente. Ela diz ainda que é muito provável que todos nós experimentemos algum tipo de transtorno na mente em algum período de nossas vidas. Inclusive, a Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou, em estudo, que uma a cada quatro pessoas tem ou terá um transtorno mental. O problema, diz Rosa, é que esse é um tema tabu, mesmo que seja tão constitutivo do humano.  


O próximo lançamento da escritora no Brasil é a obra “O perigo de estar no meu juízo perfeito”
(Foto: Júlia Azevedo) 


O que é o Fronteiras do Pensamento? 


Fronteiras do Pensamento é um evento que há mais de 15 anos tem o objetivo de questionar, colecionar respostas e explorar ideias que impactam e alimentam toda a sociedade a partir de diferentes perspectivas, como arte, empreendedorismo, tecnologia e demais áreas que se relacionam diretamente com o cotidiano. 


O evento começou oficialmente ontem à noite, com a conferência da jornalista e escritora Rosa Montero, no Teatro Unisinos, anexo à Torre Educacional Unisinos (TEDU), em Porto Alegre. A programação, que se estende até outubro, irá contemplar conferências tanto no formato presencial quanto no online. Para ter mais informações, é só clicar aqui

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Luz, câmera, ação: chegou a hora de apresentar sua proposta de filme   https://mescla.cc/2023/04/26/luz-camera-acao-chegou-a-hora-de-apresentar-sua-proposta-de-filme/ https://mescla.cc/2023/04/26/luz-camera-acao-chegou-a-hora-de-apresentar-sua-proposta-de-filme/#respond Wed, 26 Apr 2023 16:23:01 +0000 http://mescla.cc/?p=17941 No terceiro ano do Curso de Realização Audiovisual (CRAV), os alunos são responsáveis por escrever e dirigir um curta-metragem. Também são encarregados de fazerem a produção do curta de um colega, e auxiliarem, através do papel de assistente de direção, em um terceiro curta. Além disso, precisam optar por se especializarem em duas áreas, podendo […]

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No terceiro ano do Curso de Realização Audiovisual (CRAV), os alunos são responsáveis por escrever e dirigir um curta-metragem. Também são encarregados de fazerem a produção do curta de um colega, e auxiliarem, através do papel de assistente de direção, em um terceiro curta. Além disso, precisam optar por se especializarem em duas áreas, podendo escolher entre direção de fotografia, direção de arte, direção de som, animação e montagem (edição). 


O diretor e o produtor de cada equipe são os responsáveis por apresentar aos professores as propostas de curtas-metragens (Foto: Gabriel M. Ferri)


Os pitchings 


A prova de fogo, neste ano, ocorreu no sábado, 15 de abril, quando os alunos apresentaram para os professores os 17 curtas-metragens que serão gravados nos próximos meses. É um momento de grande responsabilidade, em que o diretor e o produtor de cada equipe revelam as sinopses e os gêneros dos projetos, exibem as referências visuais em formato de moodboard e indicam os atores e as locações propostas – ou já confirmadas. O pitching, expressão que indica a apresentação verbal da proposta de uma obra audiovisual, é o momento em que os estudantes precisam justificar todas as decisões criativas. Por isso, costuma ser um momento muito pessoal e até emotivo, já que muitos futuros realizadores tiram inspirações de suas próprias vivências. Essa apresentação aos professores segue a mesma lógica usada no mercado audiovisual profissional. 


A novidade neste semestre foi a presença das cineastas Iuli Gerbase e Daniela Israel. As convidadas especiais, em conjunto com os professores Gilson Vargas, Jessica Luz, Vicente Moreno, Maurício de Medeiros, Fatimarlei Lunardelli, James Zortéa, André Sittoni, Daniel Pedroso e Renata Heinz, deram sugestões, apontaram inconsistências, pensaram na viabilidade e avaliaram os projetos como um todo. 


Os professores e convidados fizeram critícas e deram sugestões aos roteiros e escolhas de locações e atores (Foto: Gabriel M. Ferri)


Egressa da turma de 2004 do CRAV, Daniela é CEO e sócia da Bactéria Filmes. Como ex-aluna, já passou pela experiência de apresentar a proposta de um curta. “Avaliando os pitchings, dá pra ver o desenvolvimento que o curso proporciona aos alunos e o profissionalismo deles”, comenta a cineasta. “É emocionante, porque eu me vejo ali nos alunos, apresentando a proposta. Ao mesmo tempo que avaliava, também queria dizer para eles relaxarem, que tudo vai dar certo e esse é só a primeira apresentação de muitas”. 


Daniela Israel participou da banca de avaliação dos projetos (Foto: Gabriel M. Ferri)


As produções 


Os “cravianos” – como os alunos do CRAV se denominam – apresentaram as propostas de 17 curtas-metragens, ou seja, filmes de até 15 minutos. Cada uma dessas produções possui uma abordagem única, assim como estética e temática. Serão produzidas duas comédias, duas dramédias (mistura de drama com comédia), um sci-fi e 11 dramas.


O momento da apresentação, confessam os alunos, é cercado de nervosismo e diferentes emoções. O roteiro, para muitos cravianos, é um trabalho extremamente pessoal. Por mais que envolva a turma toda, o texto abriga as mais diferentes referências de quem o escreve. Alguns estudantes trazem experiências já vividas, enquanto outros colocam no documento os interesses que os introduziram no mundo do audiovisual, aquilo que desejam ver na telona. 


“Quando soube que a gente ia fazer um curta no terceiro ano, tive certeza de que eu faria um terror gótico, que é meu gênero favorito. Por causa dessa influência, me aproximei do cinema”. Foi assim que o diretor de “Hospício Jardim Aurora”, Mel Fernandes, descreveu a origem de seu filme. Para Mel, o roteiro veio de maneira inesperada. Ao analisar a dinâmica entre dois personagens do filme “Drácula”, começou a criar uma história e se apropriou desse material, desvinculando-o do original.   


Mel Fernandes, diretor de “Hospício Jardim Aurora”, tem a proposta de gravar no Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre. Porém, também procura alternativas de locação, caso não obtenha permissão para gravar lá (Foto: Gabriel M. Ferri)


Os estudantes têm agora muito trabalho pela frente. As gravações se iniciarão no meio do mês que vem, sempre aos finais de semana e em duas sessões de 12 horas, com uma hora de intervalo. O término está previsto para setembro. 


Ficou curioso para ver o resultado desse esforço? Todo os anos, em dezembro, o CRAV faz uma exibição dos projetos trabalhados. São exibidos na Cinemateca Capitólio, na Capital, os curtas dos alunos do terceiro ano, os documentários produzidos no segundo ano e os clipes criados no primeiro ano. O evento de 2023 ainda não tem data definida, mas é só ficar ligado no portal e nas redes do Mescla, além do Instagram do CRAV, para ficar sabendo assim que sair a informação. 

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Alunos de PP criam layouts para máscaras faciais https://mescla.cc/2020/07/10/alunos-de-pp-criam-layouts-para-mascaras-faciais/ https://mescla.cc/2020/07/10/alunos-de-pp-criam-layouts-para-mascaras-faciais/#respond Fri, 10 Jul 2020 18:32:32 +0000 http://mescla.cc/?p=13511 A proposta de criar layouts para máscaras de proteção facial surgiu na disciplina de Produção Gráfica e Digital, ministrada pelo professor Robert Thieme. A ideia era valorizar os profissionais de saúde que trabalham enfrentando a pandemia do novo coronavírus. Todas as propostas de arte criadas pelos alunos foram submetidas à uma votação entre as turmas […]

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A proposta de criar layouts para máscaras de proteção facial surgiu na disciplina de Produção Gráfica e Digital, ministrada pelo professor Robert Thieme. A ideia era valorizar os profissionais de saúde que trabalham enfrentando a pandemia do novo coronavírus. Todas as propostas de arte criadas pelos alunos foram submetidas à uma votação entre as turmas dos dois campi da Unisinos. Os modelos mais votados foram de Daniele Zimmer Mueller e Jaqueline da Rosa Bandeira.


Jaqueline, que está entre o 3º e o 4º semestre, foi pega de surpresa com o resultado da votação. “Na verdade, eu não esperava que fosse escolhida”, conta a estudante do campus Porto Alegre. “Foi bem legal. E achei bacana a ideia, porque nos proporcionou uma experiência prática mesmo com o distanciamento. E é uma grande responsabilidade representar as pessoas que estão lutando na linha de frente da pandemia”, avalia.

As máscaras da turma de Porto Alegre foram entregues no HPS | Foto: divulgação


Daniele, colega do campus São Leopoldo, também ficou muito feliz. “Penso que estamos em um momento em que devemos ajudar uns aos outros e enxergar as coisas com mais empatia e solidariedade”, comenta a aluna. “Agradeço pela oportunidade de contribuir e considero algo importante para meu início na trajetória da área de publicidade e propaganda.”

As máscaras de São Leopoldo foram entregues no Hospital Centenário | Foto: divulgação


Os layouts foram impressos em 100 unidades de máscaras que, em seguida, foram distribuídas no Hospital Centenário, em São Leopoldo, e no HPS, em Porto Alegre. A ação foi apoiada pela coordenação do curso de Publicidade e Propaganda, que mediou a compra de tecido pela Unisinos. Além da universidade, a atividade conta com dois parceiros voluntários: Shaístha Thianna da Silva, que costurou as máscaras, e Luis Cláudio Scherer, que cuidou da serigrafia.

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Chegou a hora do Uni Cat bombar no Instagram https://mescla.cc/2019/10/02/chegou-a-hora-do-uni-cat-bombar-no-instagram/ https://mescla.cc/2019/10/02/chegou-a-hora-do-uni-cat-bombar-no-instagram/#respond Wed, 02 Oct 2019 15:53:57 +0000 http://mescla.cc/?p=11569 Não é novidade para os alunos da Unisinos que todos os animais são bem-vindos nos campi. Patos, lagartos, quero-queros, cachorros e gatos frequentam a Universidade como se fossem estudantes. Mas os gatos — que nos desculpem os demais bichos — têm uma atenção especial. Depois do gato João se tornar sucesso no Instagram, tornando-se o […]

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Não é novidade para os alunos da Unisinos que todos os animais são bem-vindos nos campi. Patos, lagartos, quero-queros, cachorros e gatos frequentam a Universidade como se fossem estudantes. Mas os gatos — que nos desculpem os demais bichos — têm uma atenção especial. Depois do gato João se tornar sucesso no Instagram, tornando-se o felino mais famoso do campus de São Leopoldo, quem agora está aparecendo pelas redes – de forma tímida ainda – é o Uni Cat. 


Conhecido por diversos nomes, como Intervalo, Gerente, Mimi, ele gosta mesmo é de ser chamado de Uni Cat. Pelo menos foi o que o candidato a gato mais popular do campus de Porto Alegre disse para nós, em uma conversa “animal”, via redes sociais. De pelo cinza com branco e olhos cor de mel, Uni Cat revelou ter chegado na Unisinos entre 2014 e 2015. “Estou a mais tempo no campus que o pessoal do curso de Engenharia”, brinca.


Entre os locais que mais gosta de ficar estão as almofadas localizadas na entrada do prédio LAB, o Laboratório de Rádio e o Laboratório da Atomic/Agexcom, onde tem até sua própria cadeira. Sim, ele tem uma poltrona! Bem acomodado, Uni Cat recebe diariamente petiscos dos estagiários do local. De barriga cheia, nada melhor do que se espreguiçar ao sol dando uma volta na vaga reservada que possui no estacionamento.


Mas a rotina do Uni Cat não se resume apenas em descanso, carinho e petiscos. A sua curiosidade gera alguns desentendimentos com os gambás, mas ele não nega que gosta da adrenalina do momento. “Às vezes, eu acho que chego perto demais do telhado onde eles ficam com os seus filhotes, e me botam para correr!”, conta o felino. O Uni Cat explicou que gosta muito do campus e que já escolheu o local como lar. Quem está todos os dias pela Unisinos Porto Alegre diz que o bichano é ousado. Segundo ele, se pudesse, gostaria de cursar Relações Internacionais. 


Será que Uni Cat gostaria de ser amigo do gato João? Ele afirma que sim. “Não conheço ‘gatoalmente’, só pelo Insta, mas adoraria ser amigo dele”. Enquanto a dupla de felinos mais conhecida da Unisinos não marcam um encontro para falar sobre suas aventuras entre os universitários, você, pode conhecer um pouco mais do Uni Cat acessando a página do felino no Instagram


Evidentemente que não foi o Uni Cat que respondeu nossas perguntas sobre sua vida. Após a simpática entrevista, uma dúvida ficou: quem será a alma humana por trás dele nas redes sociais? Essa foi a única pergunta que Uni Cat apenas miou, deixando o mistério no ar.

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Inovação e criatividade tomam as ruas de Porto Alegre https://mescla.cc/2019/08/23/inovacao-e-criatividade-tomam-as-ruas-de-porto-alegre/ https://mescla.cc/2019/08/23/inovacao-e-criatividade-tomam-as-ruas-de-porto-alegre/#respond Fri, 23 Aug 2019 20:24:34 +0000 http://mescla.cc/?p=11085 O dia 17 de agosto, um sábado, foi atípico para os moradores do bairro São Geraldo, em Porto Alegre. Um calor fora de época, com muito sol, deu boas-vindas às milhares de pessoas que ocuparam as ruas para prestigiar a terceira edição do BS Festival. As atrações, que ocuparam o dia inteiro, vieram recheadas de […]

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O dia 17 de agosto, um sábado, foi atípico para os moradores do bairro São Geraldo, em Porto Alegre. Um calor fora de época, com muito sol, deu boas-vindas às milhares de pessoas que ocuparam as ruas para prestigiar a terceira edição do BS Festival. As atrações, que ocuparam o dia inteiro, vieram recheadas de diversidade, inovação e pluralidade de conteúdos.

Mais de 100 palestras ocorreram simultaneamente em diversos pontos do bairro. Dessa forma, ninguém se deu ao luxo de ficar parado. As ruas ofereceram atrações para quem transitava de um ponto a outro da região, com direito a música ao vivo, brechós e food trucks. Definitivamente, um evento para todos os gostos.

Quem chegava no Festival para retirar credencial de imprensa era recebido com uma sacola cheia de lembranças, incluindo lápis, caneta, caderninho, pacotes de bolachas integrais, pó de café instantâneo, entre outros itens. As primeiras palestras do dia incluíam assuntos como realidade estendida, elaboração de roteiro para conteúdo audiovisual a partir de sonhos, o futuro da aprendizagem e a relação entre pessoas e marcas. Com tanto conteúdo para iniciar o festival, era difícil decidir por onde começar.

Orkut em pessoa

Porém, havia uma palestra em específico que boa parte do público do festival não tinha dúvidas de que iria assistir, mesmo com tantas outras acontecendo no mesmo horário. Às 10h30, no primeiro piso do Nau Live Spaces, subiu no palco um homem não muito alto, que falava inglês com bastante sotaque e vestia uma camisa branca, calça preta e sapatos sociais muito bem lustrados. Era Orkut Büyükkökten, mais conhecido como a mente por trás da saudosa rede social Orkut. A presença dele na Capital já tinha sido notada alguns dias antes, quando aterrissou em solo gaúcho. Orkut se tornou um assunto muito comentado na internet por ter sido bloqueado no Tinder e reclamado disso no Twitter.

Orkut fez uma palestra muito bem humorada sobre redes sociais e o impacto que elas têm em nossas vidas hoje em dia. Ele também apresentou seu atual projeto, a plataforma hello, que busca incentivar seus usuários a se conectarem não apenas no mundo virtual, mas também na vida real. E, obviamente, não deixou de fora a história sobre o bloqueio que sofreu no Tinder. Encerrada a palestra, Orkut se dispôs a tirar foto com todos que quisessem, sempre com um sorriso no rosto e distribuindo abraços.

E assim seguiu a programação do BS Festival até o final do dia, com atrações de todos os tipos, ideias originais e diversidade. Foi um sábado de muita movimentação, aprendizado e inovação, com espaço para todos que procuram se aprofundar na economia criativa. Agora, só nos resta imaginar que surpresas o festival trará ano que vem.

Muito simpático, Orkut abraçou e tirou fotos com todos que tinham interesse

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O destino do Capitólio https://mescla.cc/2019/07/29/o-destino-do-capitolio/ https://mescla.cc/2019/07/29/o-destino-do-capitolio/#respond Mon, 29 Jul 2019 20:42:53 +0000 http://mescla.cc/?p=10660 A Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos (APTC-RS) promove, nesta segunda-feira, um debate sobre o futuro da Cinemateca do Capitólio. A Prefeitura Municipal de Porto Alegre pretende mudar a forma de gestão do Capitólio, e os profissionais que se envolvem com audiovisual querem discutir os desdobramentos dessa mudança com representantes da prefeitura. Para uma das fundadoras […]

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A Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos (APTC-RS) promove, nesta segunda-feira, um debate sobre o futuro da Cinemateca do Capitólio. A Prefeitura Municipal de Porto Alegre pretende mudar a forma de gestão do Capitólio, e os profissionais que se envolvem com audiovisual querem discutir os desdobramentos dessa mudança com representantes da prefeitura.


Para uma das fundadoras da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (Accirs) e professora do CRAV, Fatimarlei Lunardelli, a cinemateca tem importância pela divulgação e programação do audiovisual, além da diversidade do acervo, que contém obras de vários países e cineastas. “Assim, o espaço oportuniza, para as novas gerações, o contato com diferentes tipos de audiovisuais”, comenta. Além disso, o Capitólio é essencial, uma vez que trabalha com a preservação e memória da produção audiovisual do Rio Grande do Sul, tudo isso através do acervo documental. Segundo Fatimarlei, o debate é muito importante, pois essa contratualização implica em mudanças estruturais da Cinemateca. “O estado precisa responder sobre o futuro da memória e do acervo do Capitólio”, finaliza. 


Para uma das fundadoras da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (Accirs) e professora do CRAV, Fatimarlei Lunardelli, a cinemateca tem importância pela divulgação e programação do audiovisual, além da diversidade do acervo, que contém obras de vários países e cineastas. “Assim, o espaço oportuniza, para as novas gerações, o contato com diferentes tipos de audiovisuais”, comenta. Além disso, o Capitólio é essencial, uma vez que trabalha com a preservação e memória da produção audiovisual do Rio Grande do Sul, tudo isso através do acervo documental. Segundo Fatimarlei, o debate é muito importante, pois essa contratualização implica em mudanças estruturais da Cinemateca. “O estado precisa responder sobre o futuro da memória e do acervo do Capitólio”, finaliza. 

Fatimarlei Lunardelli | Foto: arquivo pessoal


Sabendo da importância do Capitólio para a cena cultural do estado, o Mescla conversou com a presidente da APTC-RS, Daniela Strack. Confere como foi o papo:

Daniela Strack, presidenta da APTC-RS

Daniela Strack | Foto: reprodução/Facebook


Como funciona a Cinemateca do Capitólio?


A Cinemateca do Capitólio funciona sob supervisão da Coordenação de Cinema e Vídeo, que é um braço da Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a Fundação de Cinema do Rio Grande do Sul (Fundacine). E é a Fundacine que, desde o início, quando foi arrecadado dinheiro para transformar o Capitólio em Cinemateca faz essa captação junto com a Petrobras. Então a Petrobras fez a parte final da obra, através da Fundacine, pela Lei de Incentivo à Cultura. E, quando a obra já estava concluída, foi a partir da Fundacine, com a Petrobras, que a Cinemateca conseguiu adquirir um dos projetores mais modernos do Brasil. 


E qual o convênio que existe entre o Capitólio e a Prefeitura Municipal de Porto Alegre?


A partir da inauguração do Capitólio, a prefeitura firmou um convênio com a Fundacine: a fundação poderia continuar fazendo a captação de recursos para programação da cinemateca e para outras benfeitorias. Só que no final do último governo federal foi assinada uma lei que acaba com o convênio entre entidades e a prefeitura. A questão é que nesse processo, a Prefeitura Municipal está revendo as contratos em outros espaços como o  CEU – que é um centro cultural na Restinga -, alguns teatros além da Usina do Gasômetro.


Eles anunciaram no mês passado que o Capitólio passaria por essa contratualização e que seria aberto um edital em setembro, mas nenhuma das pessoas da Coordenação de Cinema e Vídeo ou da Fundacine tinham sido avisadas que isso aconteceria. Então, a Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos (APTC) interveio para realizar esse evento e esclarecer dúvidas dos próprios funcionários da Coordenação de Cinema e Vídeo, que é da prefeitura de Porto Alegre. Porque, desde que a prefeitura atual assumiu, nunca foi repassado nenhum dinheiro, nenhuma verba para programação da Cinemateca. E quando eles anunciaram este edital, a prefeitura disse que destinaria para uma empresa privada um milhão de reais anuais.


Explica pra gente o que é uma contratualização?


Basicamente a contratualização é uma espécie de terceirização. A prefeitura pega um valor do orçamento, repassa para uma entidade e essa entidade administra o local. 


E qual o objetivo desse evento?


O nosso questionamento, o motivo desse evento, é esclarecer porque esse um milhão de reais não é entregue para a Coordenação de Cinema e Vídeo (órgão da prefeitura) para que ela siga administrando o espaço.  Então, isso ta acontecendo sem uma transparência, tanto com a sociedade civil quanto com a Coordenação de Cinema e com a própria Fundacine, que está na origem do projeto desde o início, quando surgiu a ideia de transformar o Capitólio em Cinemateca. A Fundacine foi parceira para viabilizar isso através da captação e com o lançamento do edital. Ninguém garante que a Fundacine vai ganhar esse edital ou que vai continuar trabalhando na Cinemateca. Porque é uma chamada pública e isso vai tirar a autonomia da Coordenação de Cinema e Vídeo, que vem tendo muita dificuldade para receber o orçamento da prefeitura. Então a APTC chamou esse evento pra esclarecer essas dúvidas junto ao secretário de cultura Luciano Alabarse, e uma pessoa da parceria estratégica. Também vamos ter a presença da Coordenação de Cinema e Vídeo,  mediação será da Ana Luiza Azevedo, sócia da Casa de Cinema (produtora de filmes). Também vamos contar com a presença do Beto Rodrigues, que é o atual presidente da Fundacine. A ideia é esclarecer, com a sociedade civil, comunidade e artistas, quais são os planos da prefeitura e o porquê de contratualizar.


Em dado momento foi sugerido a opção de contratualizar só a programação da cinemateca e não contratualizar o acervo, então o acervo estaria sob responsabilidade da Coordenação de Cinema e Vídeo. Mas a verdade é que a Cinemateca é um todo, então o acervo e a programação, tudo isso faz parte dela.


Existem muitos pontos a serem esclarecidos quanto a esse edital. Sabemos que a referência é a Cinemateca de São Paulo, mas ninguém sabe o teor deste edital. Então tem uma apreensão muito grande por parte da nossa comunidade artística e também dos funcionários da Coordenação de Cinema e Vídeo.


Qual a atual relação da prefeitura e da Cinemateca do Capitólio?


Atualmente, a prefeitura só paga o salário dos funcionários públicos da Coordenação de Cinema e Vídeo. E, por fora da contratação pública, eles pagam o projecionista e o programador. E os salários estão em constante atraso.


Qual a importância da Cinemateca do Capitólio?


A cinemateca tem três eixos fundamentais. O primeiro: na cinemateca, sob o braço da Coordenação de Cinema e Vídeo, tem o programa de alfabetização audiovisual, que dá a oportunidade para crianças terem contato com a linguagem audiovisual, assistirem filmes e aprenderem. Os professores, principalmente de escolas municipais, recebem toda uma capacitação para trabalhar o audiovisual em sala de aula e levarem esse filmes pras crianças, e, às vezes, esse é o primeiro contato que elas têm com o cinema. E isso faz parte da Coordenação de Cinema e Vídeo e da Cinemateca. O outro fator é o acervo. Por exemplo, essa semana inauguraram uma exposição sobre cartazes do cinema brasileiro e toda essa exposição foi feita a partir do acervo da Cinemateca. Temos toda a história do cinema brasileiro contada através desses cartazes. No acervo da cinemateca a gente deposita cópias dos filmes gaúchos realizados, então também tem essa questão da memória, de guardar o audiovisual que foi feito aqui e, além disso, tem uma biblioteca enorme. Qualquer um pode ir na biblioteca consultar os livros. Também temos, junto com as cópias dos filmes, todas as bitolas disponíveis pro público. É só agendar e fazer a visita. Então é bem importante essa questão do acervo.


O último ponto é a difusão. As salas diferenciadas e a programação altamente qualificada, sempre com mostras do cinema contemporâneo, mas também mistura clássicos. É uma programação realmente fantástica, além do espaço que ela dá pros gaúchos e pro cinema nacional. Muitas pré-estreias dos filmes brasileiros mais importantes dos últimos anos aconteceram lá. Então eu acho que é uma forma de difundir a cinematografia fora desse circuito comercial que é esses cinemas de shopping que colocam blockbusters. A cinemateca não, ela traz um outro tipo de cinema pra cidade.


E, sobre a questão econômica, como que a Cinemateca está funcionando atualmente?


Atualmente ela funciona com o patrocínio da Petrobras. Não se faz mais programação com o auxílio da prefeitura. Inclusive, a prefeitura não teria dinheiro nem pra pagar o programador, então ela sugeriu que o valor do programador viesse a partir do dinheiro da bilheteria, porque o Capitólio tem uma bilheteria muito boa. A média de público, ano passado, foi de cerca de 60 pessoas por sessão, o que é um número fantástico. Quase nenhuma sala de cinema tem. 


Então a Cinemateca está numa situação delicada, porque a gente sabe que a Petrobras anunciou vários cortes em patrocínios da área cultural, mas renovou o patrocínio com a Cinemateca e tem grandes chances de renovar o ano que vem também. Mas atualmente ela só funciona graças à iniciativa privada – a Petrobras.

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Está precisando dar um “up” no currículo? Ou quem sabe fazer a viagem dos sonhos? Seja o que for, saber um segundo idioma pode ajudá-lo na hora de conquistar um emprego ou aproveitar ao máximo as opções turísticas. Pensando nisso, a plataforma Unisinos LAB tem abertas inscrições para cursos de idiomas. E o melhor: alguns são de graça.


Entre as opções gratuitas, estão: alemão básico 1 e alemão básico 2; coreano básico 1, coreano básico 2, coreano pré-intermediário 1, coreano pré-intermediário 2, coreano intermediário 1 e coreano intermediário 2; espanhol básico 1 e espanhol básico 2; francês básico 1 e francês básico 2; italiano básico 1 e Italiano básico 2; e japonês básico 1 e japonês básico 2.


Cada curso ocorre em dia e horário específico da semana. Há disponibilidade para os campi São Leopoldo e Porto Alegre. As inscrições seguem até o dia 24 de agosto, contudo, alguns cursos já estão com as vagas lotadas. Na plataforma, estão disponíveis, também, cursos na modalidade paga. As aulas ocorrem de 5 de agosto a 14 de dezembro.

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