wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Pandemia é tema da 55ª edição da revista Primeira Impressão appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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Nesta edição, a revista, produzida nas disciplinas de Jornalismo Literário e Projeto Experimental em Jornalismo, tem como tema central as consequências trazidas pela presença da Covid-19 entre a população, sob o ponto de vista de “portas” e “janelas”. A ideia era remeter, ludicamente, às “aberturas” e “fechamentos” que a doença causa em todas as esferas das vidas das pessoas.
Segundo Nikão Duarte, à frente de Jornalismo Literário, responsável pela edição impressa da revista, o tema que norteia todos os materiais jornalísticos produzidos foi decidido em conjunto pelos alunos das duas turmas. “Mesmo que já tivéssemos publicado duas edições durante a pandemia, ela ainda não tinha sido o tema central. Por isso, dada a importância jornalística e histórica que a PI tem, não poderíamos passar sem abordar o assunto”, entende o professor.
Para a aluna Sara Nedel Paz, o trabalho feito remotamente foi bastante desafiador. Porém, a característica marcante da revista, de humanizar as reportagens, não se perdeu. “O jornalismo literário possibilita criar novas formas de se contar uma história, diferente do que fazemos em disciplinas de textos mais factuais. Por isso, não fomos prejudicados, e o contato e a relação com as fontes foi mantido, mesmo a distância”, explica Sara.

Para Nikão, a principal função da disciplina de Jornalismo Literário é ensinar ao aluno que, nesse tipo de texto jornalístico, o protagonista deve ser sempre a fonte pessoal, não a fonte oficial ou institucional. “É essencial contar a história a partir de quem está vivendo ela. Tentamos romper um pouco com o tecnicismo do texto jornalístico, somando, para isso, as técnicas tradicionais do jornalismo noticioso com as de textos literários”, complementa.
A grande novidade da PI deste semestre é a produção de materiais extras à edição impressa, disponíveis em canais digitais próprios. Apelidada de “Revista Expandida”, a missão de desenvolver conteúdo diferenciado da publicação em papel foi dos alunos de Projeto Experimental em Jornalismo. “A disciplina tem esse caráter de experimentação. Não queríamos apenas reproduzir a revista em ambiente digital. Dessa forma, criamos perfis no Facebook e Instagram para divulgação da publicação, mas também produzimos vários conteúdos independentes baseados nas reportagens”, explica a professora Cybeli Moraes, que comandou os trabalhos junto com o professor Flávio Dutra.
A versão digital da Primeira Impressão tem como porta de entrada uma página no Medium. Além de materiais textuais e fotográficos, a partir dali, é possível acessar produções especiais no YouTube, TikTok e Spotify, incluindo até mesmo poesias e crônicas. “Eu participei da equipe encarregada de produzir uma audiomagazine. Nós contamos as histórias das reportagens através de áudio, trazendo uma nova forma de narrativa. Esse formato permite também ser utilizado como um meio de acessibilidade, algo que nunca tinha sido feito para a PI”, conta o aluno Leonardo Oberherr.
“O trabalho da turma foi duro, mas corretíssimo”, observa Flávio. “Creio que os alunos souberam lidar bem com as dificuldades impostas e conseguiram trazer uma nova maneira de se pensar a Primeira Impressão”, analisa o professor.
As versões impressa e digital da edição 55 da revista Primeira Impressão serão lançadas nesta segunda-feira, dia 5 de julho, a partir das 19h30min. O evento, em formato online, será uma aula aberta, e contará com a presença de alunos, professores e convidados. O Portal Mescla fará a transmissão do encontro através do seu canal no YouTube.
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Lelei, que é egressa da Unisinos, começou a carreira com um estágio no jornal Zero Hora. Uma de suas primeiras tarefas era escutar o programa A Voz do Brasil — produzido pelo Governo Federal e transmitido obrigatoriamente em todas as rádios — com o objetivo de fazer um resumo de notícias para disponibilizar à redação. Mais tarde, ela foi efetivada para trabalhar no Departamento de Pesquisa do diário. “Era o Google de hoje”, compara Lelei. Em sua carreira,a jornalista passou por diversas áreas da comunicação, como rádio, TV, impresso e assessoria, se arriscando, inclusive, a empreender na área. Hoje, Lelei realiza edição de livros e textos para a Gira Produção e Conteúdo. Além disso, lançou o livro “E fomos ser gauche na vida”, que conta experiências de vida dela e da irmã Marlene, já falecida, ambas com nanismo.

Poti entrou no jornalismo tardiamente, como ele mesmo diz. Se formou com 39 anos, mas antes de conquistar o diploma, acreditava que seria livreiro. Foi por isso, inclusive, que aprendeu a diagramar quando ainda nem pensava em se tornar jornalista. Poti, assim como Lelei, trabalhou na Zero Hora, ele como repórter de política e editor. Depois de um tempo, começou a produzir livros institucionais até que teve a oportunidade de fazer seu o próprio: “Uma outra banda oriental”. A obra relata histórias que chamaram a atenção dele durante uma viagem que fez ao Uruguai.

“A história de vida da Lelei é muito interessante, como ela conseguiu se adaptar e superar desafios para ser uma jornalista. Ela conhece, praticamente, toda a história da comunicação do Rio Grande do Sul”, comenta o aluno Henrique Tedesco, que acompanhava atentamente o bate-papo. Para o futuro jornalista, conhecer a experiência profissional de Lelei e Poti foi importante para manter os estudantes com esperança e inspirados para trabalhar na área.

O Mescla separou os melhores momentos do evento para quem não conseguiu estar presente. Vale lembrar que o top 8 a seguir é responsabilidade dessa repórter que vos fala e, para conferir toda a conversa na íntegra, basta acessar o link.

Aparentemente, Lelei nunca teve medo de ficar sem emprego. Na conversa, ela lembrou de vários momentos em que optou em largar o trabalho mesmo não tendo nenhuma perspectiva do que faria a seguir. A jornalista foi corajosa, e nunca ficou muito tempo desempregada.

A irmã da jornalista era professora. Lelei quase seguiu os passos de Marlene antes de entrar para o jornalismo. Certo dia, na redação, o chefe de Lelei reclamava da quantidade de greves que os professores estavam fazendo. A jornalista, no dia seguinte, levou todos os contracheques da irmã para mostrar ao chefe. Talvez, assim, ele tenha entendido o motivo das paralisações.

O jornalista explica que, para ele, fazer jornalismo literário é dar um enfoque maior aos aspectos humanos da história. Por isso, — aqui vai um alerta de spoiler às avessas! — um dos capítulos do livro “Uma outra banda oriental”, que focava no trajeto da viagem ao Uruguai, acabou não indo para a edição final. Dessa forma, Poti pode dedicar a obra às histórias que descobriu no país e as decisões que tomou lá.

Quando escreveu o livro “E fomos ser gauche na vida”, Lelei não se preocupou se estava fazendo jornalismo ou literatura. Ela apenas queria contar sobre as experiências que a impactaram. “Todo repórter, por mais que a matéria seja crua, vai deixar escapar a questão humana, porque a gente é humano, e vai permitir a subjetividade”, observa. Ela ainda comenta que a linha entre jornalismo e literatura pode acontecer naturalmente ou ser algo planejado.

Escolher o título de um trabalho pode ser algo difícil. Para os dois jornalistas presentes na aula, não foi diferente. Poti confessou que sua primeira opção era “Uma volta pelo Uruguai”, mas uma conversa com Flávio Ilha, da Diadorim Editora, trouxe à luz a ideia do título oficial. Já Lelei explica que o seu título vem de uma brincadeira que fazia com a irmã. Ambas repetiam essa frase quando precisavam sair juntas. “Ser gauche na vida” foi extraído do “Poema de Sete Faces”, de Carlos Drummond de Andrade.

Poti contou para os alunos que é um grande fã do clássico da literatura “Moby Dick”, do autor estadunidense Herman Melville. Para ele, a obra é sobre viagens. O livro de Poti segue, também, na mesma linha. “Moby Dick” e “Uma outra banda oriental” falam sobre pessoas que viajam para buscar a paz interior.

Poti confessou que não tinha pauta ou planejamento prévio para a viagem ao Uruguai. O jornalista pegou a estrada e, no caminho, tomava as decisões quando a necessidade aparecia. Isso acabou prejudicando um pouco o trabalho, fazendo com que até pensasse em desistir de produzir o livro. Para nossa sorte, não abandonou a empreitada. No total, Poti precisou de quatro anos para finalizar o projeto. Se tivesse planejado, salienta o jornalista, o tempo poderia ter sido cortado pela metade.

O ponto alto da aula foi, sem dúvida, assistir os convidados super à vontade e conversando livremente. A sensação é de que estavam todos reunidos em uma mesa de bar. Deu saudade de quando isso ainda era possível de ser feito.

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]]>Dorrit Harazim tem o dom de apresentar as personagens como se as trouxesse pela mão. Esse é um trabalho difícil que a jornalista faz com habilidade, afinal, já se vão 54 anos de carreira e muita experiência. Ao longo do podcast, gravado no formato de um sarau, contamos que ela cobriu eventos como a Guerra do Vietnã, a segunda fase da Crise do Petróleo, nos Emirados Árabes, quatro eleições presidenciais dos Estados Unidos, o casamento do Príncipe Charles e da Princesa Diana e outros tantos.

Ao longo de quase um hora, contamos que a jornalista internacional visitou dezenas de países, e como ser humano curioso e interessado na vida comum, visitou uma centena de mundos. Uma das fundadoras da revista Piauí, Dorrit escreveu e editou reportagens e crônicas, abordando de assuntos da rotina urbana a casos delicados de sequelas psicológicas. A delicadeza da “intromissão” na vida das personagens é uma das características mais marcantes da sua trajetória, colocando as vidas acima de notícias ou simples furos.
Como fotógrafa, Dorrit publicou o livro “O Instante Certo”, que reúne 38 ensaios. Já como documentarista, escreveu, dirigiu e idealizou histórias inspiradas em pessoas comuns, que enfrentam adversidades e percalços todos os dias. Esses trabalhos lhe renderam mais de dez prêmios em reconhecimento.
Ouça o podcast aqui.
Para ler na íntegra os textos utilizados na produção e gravação do podcast, que também são uma indicação dos participantes para conhecer mais a fundo a Dorrit, confere a lista abaixo:
O fotógrafo que deu vida a morte
Somos todos figurantes – Observatório da Imprensa
A atleta que disse ‘não’ ao sistema
A narrativa pertence às reféns
Para que esse primeiro sarau fosse possível, foi mobilizada uma equipe de peso, com idealização da professora Luciana Kraemer e do jornalista Marcelo Garcia. Na redação do roteiro: Gabriel Ost e Rodrigo Brum; produção: Lisandra Steffen e Bruna Lago; apresentação: Guilherme Machado e Josiane Skieresinski; e na edição do podcast: Pedro Hameister.
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Para os futuros repórteres, os exemplares da PI, que chega em sua 51ª edição, servirá também como recordação e portfólio do trabalho desenvolvido. Murilo Dannenberg (22), autor da matéria “A Mulher e o Rio”, conversou com o Mescla enquanto prestigiava o lançamento. “Enriqueceu muito meu conhecimento jornalístico. Tive a oportunidade de trabalhar formas textuais que até então nunca tive.”
Para a monitora da turma, Luísa Boéssio (23), o maior desafio foi adaptar os diferentes perfis das reportagens. “Cada aluno vem com a sua bagagem, suas experiências. Cada texto tem sua particularidade, porque foi feito por uma pessoa diferente”, avalia a estudante, que também já esteve no papel de repórter da PI alguns semestres atrás.

A revista é composta por 15 reportagens e dois ensaios fotográficos sobre o tema “água”. Os textos e fotos contam histórias que vão desde nascimentos de bebês realizados em água até tragédias e o perigo das correntezas de rios e mar, passando pela importância econômica e social desse elemento químico.
Todos os semestres, as duas turmas lançam uma edição com tema variado. A PI é bastante conhecida na rede de cursos de Comunicação, e já recebeu prêmios diversos, entre eles, como o de Melhor Revista Experimental. Para o professor responsável, a experiência rompe barreiras entre o jornalismo tradicional e as normas. “Possibilita contar histórias de uma maneira inovadora e sensível”, diz Nikão Duarte, que destaca também o reconhecimento que a PI tem entre outras universidades e a qualidade do material produzido.
As revistas estão disponíveis na Biblioteca do campus Porto Alegre e na Agexcom, no campus São Leopoldo.

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]]>The post Curso de Jornalismo Literário tem inscrições gratuitas appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A duração total será de 12 horas. Serão seis encontros no total, sendo três em São Leopoldo e três em Porto Alegre. Quem não pode se deslocar para o campus pode assistir aos encontros por streaming. Será enviado um link aos estudantes inscritos, para que possam participar ao vivo e garantir presença.
Será apresentada uma seleção de obras de escritores brasileiros, latino-americanos e norte-americanos. Entre eles, Eliane Brum, Euclides da Cunha, José Louzeiro, Eduardo Galeano, Truman Capote e Tom Wolfe.
Quem mediará o curso será o Prof. Dr. Sérgio Endler, que fez a seleção de obras e palestrantes convidados. Cada encontro contará com a presença de uma dupla de profissionais diferentes para falar sobre o assunto. Os palestrantes são professores do curso de Jornalismo, Letras e profissionais convidados, como críticos literários.
Endler conta que as coordenações dos cursos de Jornalismo de São Leopoldo e Porto Alegre decidiram ofertar o curso pela importância desse segmento da profissão. “No curso tem obras fundamentais na formação jornalística. Possibilita uma cultura do jornalismo mais apurada”, conta. O professor também ressalta que não é necessário ter uma leitura prévia das obras para participar do curso.
Confira abaixo a programação de cada encontro:
27 de setembro (quinta-feira), das 17h às 19h, na sala D02 118 (Labitics)
Prof. Ms. Felipe Boff: aborda a obra “Radical Chique” e “Novo Jornalismo”, de Tom Wolfe. Já a Profa. Dra. Anelise Zanoni: “A vida que ninguém vê” e “Meus desacontecimentos”, de Eliane Brum.
18 de outubro (quinta-feira), das 17h às 19h, na sala D02 118 (Labitics)
O Prof. Dr. Everton Cardoso apresenta o livro “Relato de um náufrago”, de Gabriel Garcia Marquez. Sua dupla, o Prof. Dr. Pedro Osório, aborda “Dez dias que abalaram o mundo”, de John Reed.
8 de novembro (quinta-feira), das 17h às 19h, na sala D02 118 (Labitics)
A Profa. Dra. Eliana Pritsch apresenta “Os sertões”, de Euclides da Cunha. Já a Profa. Dra. Marcia Lopes Duarte aborda “Infância dos mortos”, de José Louzeiro.
5 de outubro (sexta-feira), das 17h às 19h, na sala 616
O jornalista e mestrando Luan Pazzini fala sobre “Crônicas”, de Elaine Brum. O jornalista e escritor Eduardo Rodrigues também estará presente, falando sobre “A sangue frio”, de Truman Capote.
26 de outubro (sexta-feira), das 17h às 19h, na sala 616
O jornalista e escritor Flavio Ilha aborda “A luta”, de Norman Mailer. E o jornalista e Mestre em Comunicação João Vitor Santos aborda “Dez dias que abalaram o mundo”, de John Reed.
9 de novembro (sexta-feira), das 17h às 19h, na sala 616
A Profa. Dra. Silvia Foschieira apresenta a obra “As veias abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano. Sua dupla, o Jornalista e Mestre em Teoria Literária Carlos André Moreira, encerra o curso com a abordagem de “A milésima segunda noite da Avenida Paulistas”, de Joel Silveira.
As inscrições podem ser feitas online pelo portal Unisinos LAB. Os alunos que se inscreverem pode comparecer apenas a alguns encontros do curso, optando por não receberem o certificado se não tiverem 75% de presença.
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]]>A duração total será de 12 horas. Serão seis encontros no total, sendo três em São Leopoldo e três em Porto Alegre. Quem não pode se deslocar para o campus pode assistir aos encontros por streaming. Será enviado um link aos estudantes inscritos, para que possam participar ao vivo e garantir presença.
Será apresentada uma seleção de obras de escritores brasileiros, latino-americanos e norte-americanos. Entre eles, Eliane Brum, Euclides da Cunha, José Louzeiro, Eduardo Galeano, Truman Capote e Tom Wolfe.
Quem mediará o curso será o Prof. Dr. Sérgio Endler, que fez a seleção de obras e palestrantes convidados. Cada encontro contará com a presença de uma dupla de profissionais diferentes para falar sobre o assunto. Os palestrantes são professores do curso de Jornalismo, Letras e profissionais convidados, como críticos literários.
Endler conta que as coordenações dos cursos de Jornalismo de São Leopoldo e Porto Alegre decidiram ofertar o curso pela importância desse segmento da profissão. “No curso tem obras fundamentais na formação jornalística. Possibilita uma cultura do jornalismo mais apurada”, conta. O professor também ressalta que não é necessário ter uma leitura prévia das obras para participar do curso.
Confira abaixo a programação de cada encontro:
27 de setembro (quinta-feira), das 17h às 19h, na sala D02 118 (Labitics)
Prof. Ms. Felipe Boff: aborda a obra “Radical Chique” e “Novo Jornalismo”, de Tom Wolfe. Já a Profa. Dra. Anelise Zanoni: “A vida que ninguém vê” e “Meus desacontecimentos”, de Eliane Brum.
18 de outubro (quinta-feira), das 17h às 19h, na sala D02 118 (Labitics)
O Prof. Dr. Everton Cardoso apresenta o livro “Relato de um náufrago”, de Gabriel Garcia Marquez. Sua dupla, o Prof. Dr. Pedro Osório, aborda “Dez dias que abalaram o mundo”, de John Reed.
8 de novembro (quinta-feira), das 17h às 19h, na sala D02 118 (Labitics)
A Profa. Dra. Eliana Pritsch apresenta “Os sertões”, de Euclides da Cunha. Já a Profa. Dra. Marcia Lopes Duarte aborda “Infância dos mortos”, de José Louzeiro.
5 de outubro (sexta-feira), das 17h às 19h, na sala 616
O jornalista e mestrando Luan Pazzini fala sobre “Crônicas”, de Elaine Brum. O jornalista e escritor Eduardo Rodrigues também estará presente, falando sobre “A sangue frio”, de Truman Capote.
26 de outubro (sexta-feira), das 17h às 19h, na sala 616
O jornalista e escritor Flavio Ilha aborda “A luta”, de Norman Mailer. E o jornalista e Mestre em Comunicação João Vitor Santos aborda “Dez dias que abalaram o mundo”, de John Reed.
9 de novembro (sexta-feira), das 17h às 19h, na sala 616
A Profa. Dra. Silvia Foschieira apresenta a obra “As veias abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano. Sua dupla, o Jornalista e Mestre em Teoria Literária Carlos André Moreira, encerra o curso com a abordagem de “A milésima segunda noite da Avenida Paulistas”, de Joel Silveira.
As inscrições podem ser feitas online pelo portal Unisinos LAB. Os alunos que se inscreverem pode comparecer apenas a alguns encontros do curso, optando por não receberem o certificado se não tiverem 75% de presença.
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]]>The post Terceira edição da revista Josefa tem nostalgia como tema appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Memórias estão presentes no cotidiano de toda a população, despertadas através de uma música, da saudade de alguma época, um ídolo, um filme, uma conquista. Com um tema tão próximo à realidade de cada um de nós, a edição número 3 da revista Josefa chega para encher os corações de lembranças e emoções.
O professor da disciplina durante o semestre, Everton Cardoso, fala sobre a escolha do tema e o processo de criação. ” A ideia era transformar tudo isso em pessoas, histórias, e num mundo que fosse complexo, rico, interessante e curioso. Foi um processo trabalhoso, mas também foi um desafio, e eu sempre disse pra eles que essa disciplina era um exercício de autoanálise, eu estava ali tentando entender como eu me formei como repórter-redator, pra tentar levar pra eles essa ideia de tentar fazer uma reportagem um pouco mais literária, tentar mudar um pouco o texto jornalístico, sair do lead clássico.”
A edição conta com dez reportagens, que vão de histórias sobre clubes esportivos a bandas marciais e astros do pop elaboradas pelos estudantes de Jornalismo Literário, no Campus Unisinos Porto Alegre.

Novas histórias, inspirações antigas
Formando em Jornalismo, Pedro Nunes sempre foi fã da música pop e principalmente, do ídolo Michael Jackson. Ele fez uma narrativa contanto a história do artista e performer do astro, Nikki Goulart.
“Com a escolha da minha pauta, queria mostrar um lado mais humano de uma pessoa que dedica tanta parte da vida a seu artista favorito, neste caso, o Michael Jackson. Eu escolhi principalmente porque sempre fui muito fã do Michael e sempre quis contar alguma história relacionada a ele na faculdade. Acabei tendo a oportunidade de fazer uma reportagem pra Josefa com um tema que pude encaixá-lo”, comenta Pedro.

Também evolvida pelas trilhas sonoras da vida, a estudante e representante discente do curso de jornalismo, Liane Oliveira, conta a história da reativação de uma das bandas marciais mais tradicionais de Porto Alegre. “No começo eu achei que seria mais complicado, porque eu sempre assimilo nostalgia com tristeza, então eu fiquei pensando por dias qual que seria a pauta, e como eu gosto muito de música, eu pensei em fazer algo sobre banda marcial. Foi aí que surgiu a ideia de fazer sobre a reativação da Banda Marcial Juliana”, conclui a representante, que também comenta sobre a escolha do tema.
“Eu estava bem animada para fazer a Josefa, no começo foi difícil porque nós não temos muitas cadeiras de jornalismo literário durante o curso, então o professor sempre trazia leituras na sala de aula pra gente saber como começar, fazer a matéria”, conclui Liane.

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