wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Oficina de Roteiro de Cinema em Porto Alegre appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A oficina irá contar com sete encontros presenciais, sempre nas terças-feiras, à noite. Os participantes terão aulas expositivas, leitura de roteiros, análises de filmes, estudo de textos e acompanhamento individual no desenvolvimento de um projeto.
As aulas irão ocorrer de 8 de janeiro a 26 de fevereiro no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo (Rua dos Andradas, 1223). O valor do curso à vista é de R$ 460. Os inscritos irão receber certificado e uma apostila em PDF. Mais informações podem ser obtidas no site da oficina.
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]]>The post Documentário “Já vimos esse filme” aborda impeachment de 2016 appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O lançamento da obra será no dia 24 de agosto de 2018, simultaneamente no Cinebancários, em Porto Alegre; e na Casa da Democracia, em Curitiba. Além disso, será disponibilizado no YouTube, no portal Brasil 247 e no Mídia Ninja. A data de estreia não foi uma escolha aleatória: nesse dia, em 1954, Getúlio Vargas se suicidou. O trailer está disponível aqui . Para mais informações sobre o filme, você pode conferir a página no Facebook aqui.
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]]>The post Mostra de cinema comemora dia do refugiado appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Segundo o Comitê Nacional para Refugiados (CONARE), atualmente vivem 10 mil pessoas reconhecidas como refugiadas no Brasil. A maior parte dessas pessoas vem da Síria, Colômbia e República Democrática do Congo.
“Olhares sobre o refúgio” traz diversos filmes inéditos de diretores brasileiros e estrangeiros, além de debates, seminários, exposições, divulgação de estatísticas globais sobre a refúgio no mundo e feiras culturais e gastronômicas. Os filmes falam sobre os dilemas, conquistas e dificuldades dos refugiados em diferentes partes do mundo.
Na edição de Porto Alegre serão exibidos quatro filmes. “Bem-vindo ao Canadá” lançado em 2016, acompanha a história da reconstrução da vida de um jovem refugiado Sírio. “Estou com a Noiva” uma produção ítalo-palestina que apresenta uma viagem de refugiados entre Milão e Estocolmo. “Exodus: de onde eu vim não existe mais” que segue a história de seis refugiados se adaptando aos seus novos países, sendo que um deles é o Brasil. “Era o Hotel Cambridge” uma ficção documental que debate moradia das populações vulneráveis nos grandes centros urbanos.
Segue abaixo a programação dos filmes:
Porto Alegre: de 8 a 11 de junho, sempre às 19h
Classificação Indicativa: 16 anos
Entrada Franca
Local: Cinemateca Paulo Amorim, Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736)
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A estudante Paola Lopes Costa tinha expectativas altas para o evento. Ela cursou a disciplina de Gênero e Sexualidade no semestre passado e desde então participa sempre das exibições dos filmes. “O evento abre a mente para várias coisas. A gente sai de algumas sessões incomodada porque o tema começa a te incomodar, tu começa a reparar no que está acontecendo”, conta.
Paola diz que essas reflexões provocadas pelo Cine Gênero e Sexualidade transformam a visão dos alunos em vários aspectos “Essas mudanças, a gente leva isso para a vida”, complementa.
O filme “Garotas”, lançado em Cannes em 2014, conseguiu prender os quase 50 espectadores em aproximadamente duas horas de filme. O longa traz a história de Marieme, uma garota negra francesa de 16 anos que vive rodeada de proibições e começa a se descobrir. Ela vive no subúrbio da França e sofre restrições de personalidade por seu irmão mais velho e colegas de aula, porém isso começa a mudar quando ela encontra três meninas que a deixam ser ela mesma. A amizade entre as quatro garotas mostra que nem sempre é preciso seguir pelo caminho pré-estabelecido pela sociedade.

O debate começou logo após o término do filme. A mesa debatedora era composta por Winnie Bueno e o professor e especialista em Gênero e Sexualidade, Alexandre Almeida. Ambos buscaram a participação do público composto por alunos e professores para iniciar o debate.
A plateia falou sobre o sentimento de pertencimento a um local e estereotipização do negro em filmes em geral. A debatedora, Winnie Bueno chamou atenção para que o filme, além de trazer reflexões sobre a vida, também mostrou divergências sobre o tema do debate em si.
“O filme é muito mais sobre controle de gênero do que controle racial, muito mais sobre machismo do que racismo. Os controles que a protagonista passa, são aqueles que as mulheres brancas, que estão sentadas aqui, também já passaram e talvez não tenham conseguido se identificar porque está em uma narrativa que ocorre com negras”, disse ela.

Após, o debate seguiu por sobre como não conseguimos perceber as semelhanças pela simples troca de raça. “Mesmo quando estamos igualados, nós enxergamos primeiro a raça”, disse Winnie.
O Cine Gênero & Sexualidade é um projeto promovido pelo núcleo de estudos em Gênero, sexualidade e saúde (EGSS) da UFCSPA. São seis eventos durante o ano, sempre no formato filme acompanhado de palestra, todos são abertos ao público e com entrada gratuita. O próximo evento será no dia 22 de junho. Será exibido “Tudo sobre a minha mãe”. Informações: na página do EGSS no facebook.
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]]>The post Spotlight revelou o papel social do jornalismo investigativo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Um filme sem grandes efeitos visuais e sonoros, mas que pela simplicidade e história comovente, conquistou o público e também as críticas. A narrativa deixa claro o importante papel social que jornalismo investigativo tem. Na produção, a equipe formada por quatro repórteres e um editor investiga acusações de pedofilia feitas contra padres. Inicialmente, trabalhava-se com a hipótese de que cerca de 70 religiosos estavam envolvidos no esquema. Com o decorrer da apuração, logo o número aumentou muito, provocando uma crise na igreja católica.
O trabalho de coleta de dados da equipe também chama muito a atenção. Durante meses os profissionais analisaram documentos, correram atrás de fontes que confirmassem as suspeitas, encurralaram sacerdotes e representantes da igreja católica, ouviram as vítimas. Tudo de maneira analógica, sem muito auxílio de computadores e grandes tecnologias. Vale ressaltar que a investigação feita pelo núcleo do The Boston Globe demandou tempo e investimento financeiro por parte do jornal, algo que não é tão comum dentro das redações.
Muitos estudantes de Jornalismo e o público em geral, manifestaram nas redes sociais o desejo de que mais reportagens desta linha ganhem espaço dentro dos veículos de comunicação. Outros acreditam que a imprensa brasileira deve se inspirar no trabalho da equipe americana, utilizando o jornalismo investigativo em prol da sociedade, criando núcleos semelhantes com o do filme dentro veículos. O problema, porém, não é a falta de profissionais que trabalhem com jornalismo investigativo, mas todo o grande investimento que ele demanda das redações.
“Não consigo afirmar se a produção do filme é fiel à realidade que se propôs a mostrar, por não tê-la vivido. Mas é próxima à rotina de uma apuração de fôlego que envolve a coleta, organização e “entrevista” de dados e documentos, a busca por fontes humanas que confirmem ou refutem a história e os debates internos a respeito do material obtido. O que pode escapar ao espectador é que as redações não são assim o tempo todo, não é todo dia (nem mesmo toda semana) que se tem uma equipe dedicando-se exclusivamente a um tema, debatendo sobre ele”, comenta a jornalista Marina Iemini Atoji, gerente-executiva da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).
Marina acredita que um conjunto de situações contribui para a eventual redução da quantidade de reportagens investigativas, mas que a principal é o enxugamento das redações, que leva profissionais a terem de produzir mais de uma pauta por vez, restando pouco tempo para apurações que exijam dias ou meses de imersão. Outro problema é o grande investimento financeiro que este tipo de trabalho demanda, o que não é fácil bancar em tempos de crise. Por isso que ainda é das redações de jornais impressos e veículos tradicionais que saem mais reportagens investigativas.
Segundo Leandro Demori, representante do Medium no Brasil, esta realidade está mudando aos poucos,. Cada vez mais a plataforma vem sendo utilizada por jornalistas, muitos independentes, para a divulgação de reportagens investigativas. “O perfil do site acaba chamando esse tipo de reportagem. O Medium não dá nenhum apoio financeiro, mas impulsionamos as publicações que julgamos importantes e de grande relevância. Acredito que é por isso que cada vez mais jornalistas então se juntando à plataforma”, disse Demori.
Leandro conta ainda que é membro da Abraji e que divulga junto aos profissionais o espaço do Medium, que é gratuito e pensado para jornalistas. “Como jornalista, eu entendo que o nosso trabalho é dar luz a coisas que estão na escuridão. Nós damos voz aos problemas, pegamos temas que normalmente não são trabalhados e buscamos enxergar por outro ângulo. Acredito que a função social está em todas as linhas do jornalismo, não apenas no investigativo”, conclui Demori.
Alternativas para o jornalismo investigativo
A Abraji atua no aperfeiçoamento profissional de jornalistas e estudantes de Jornalismo, por meio de cursos e de um congresso anual. A ideia é que jornalistas mais bem preparados produzam um jornalismo de qualidade e responsável. O evento também traz o próprio jornalismo para debate e reflexão, além de temas que não estão diretamente ligados ao exercício profissional, mas o afetam significativamente, como o empreendedorismo, novas mídias e questões jurídicas.
“Dois outros campos de atuação da Abraji visam a dar suporte ao jornalismo investigativo: acesso a informações públicas e liberdade de expressão. Ajudamos a aprovar a Lei de Acesso a Informações Públicas e temos feito o monitoramento de sua implementação. Acompanhamos casos de violência contra jornalistas no exercício de sua profissão e damos visibilidade a eles, buscando mitigá-los”, conta Marina Iemini Atoji.
Mariana deixou algumas dicas para quem quer seguir carreira no jornalismo investigativo: “Estar sempre atento ao que ocorre ao seu redor é premissa para qualquer jornalista. A partir disso, questionar tudo e todos (inclusive a si mesmo), no sentido científico (por quê? Para quê? Por quem? Em nome de quem?). Checar tudo mais de uma vez também é fundamental para o profissional de qualquer área no jornalismo. Divulgar ou deixar de divulgar algo tem consequências importantes, e a precisão é valiosa”, disse a jornalista.
Ela garante ainda que é preciso ter persistência e certa resiliência, pois não é uma carreira tranquila. “Também não é emocionante o tempo todo. Em boa parte do trajeto, o ofício trata das histórias ordinárias – mas nem por isso elas são menos importantes. Às vezes, é delas que vêm as grandes histórias investigativas”, conclui Marina.
Uma alternativa para financiamento do jornalismo investigativo, são os programas de bolsas-reportagem. Atualmente, a Agência Pública, veículo independente e conhecido pelos trabalhos de investigação jornalística, está recebendo inscrições de projetos para investigação do Judiciário Brasileiro. A bolsa é de R$2 mil e mais informações sobre os critérios de participação podem ser encontradas em http://apublica.org/2016/01/atencao-reporteres-e-hora-de-investigar-o-judiciario/.
Novidades sobre jornalismo investigativo, informações sobre bolsas de incentivo, esclarecimentos sobre a Lei de acesso à informação e muito mais podem ser acessados no site da Abraji.
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