wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post 1ª Copa de Futsal LGBTI appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Além da competição esportiva, dra. Maria Berenice Dias ministrará um workshop sobre homoafetividade e direitos LGBTI. Advogada especializada em direitos homoafetivos, a palestrante é autoridade internacional no assunto e promete integrar, ainda mais, os competidores com a comunidade.
As equipes Quero-Quero, de Gramado, Magia e Pampacats, de Porto Alegre, Sereyos, de Floripa, Taboa, de Curitiba, Diversus e MBB, de São Paulo, já confirmaram presença.
“Teremos equipes com jogadores gays, bis, lésbicas, trans. As equipes técnicas podem ser formadas por héteros. Ou seja: ninguém estará excluído. É a união pelo esporte promovendo a inclusão”, aponta o organizador do evento, Flávio L. Prestes.
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]]>The post Virada Sustentável tem como tema central educação e desafios appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Além de abordar a educação como tema principal, o evento terá cerca de 200 atividades simultâneas em diversos locais da Capital. Cinco lugares, chamados de Ecopontos, terão destaque na programação: Casa de Cultura Mario Quintana, Associação Cultural Vila Flores, Parque da Redenção, campus Unisinos Porto Alegre e SESC Protásio Alves. As atividades são gratuitas e abertas ao público. A programação completa pode ser acessada clicando aqui.
Nesta edição estão disponíveis 14 roteiros, denominados Trilhas, que englobam as atividades por temas: Acessibilidade; Ações descentralizadas; Bem estar e esporte; Cinema, literatura e artes visuais; Circo, teatro e dança; Consumo responsável; Ecogastronomia; Educação; Empreendedorismo sustentável; Mulheres de Virada; Música; Nossas águas; Viradinha Kids e Vozes negras. As Trilhas são inspiradas nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) elaborados pela ONU.

O escritor, jornalista e ex-deputado federal Fernando Gabeira realizará a conferência de abertura do seminário sobre o tema central, no Teatro da Unisinos. Gabeira é conhecido por se envolver em causas ambientais, culturais e éticas e também por ser ativista nas áreas da liberdade individual e ecologia. Durante o dia, haverá cinco mesas com convidados especialistas debatendo sobre os temas: Erradicação da Pobreza e Redução das Desigualdades; Paz, Justiça e Instituições Eficazes; Consumo e Produção Responsáveis; e Cidades e Comunidades Sustentáveis. O evento será no dia 6 de abril, das 9h30min às 18h. Para participar, deve se inscrever gratuitamente aqui.
A Virada também ocorre em pontos espalhados pela capital, como Morro do Osso, Vila Santo André, Lomba do Pinheiro, Esquina democrática, Vila dos Ferroviários, Praça Julio Mesquita, e contará com oficinas em escolas, shows musicais e visitas por projetos sustentáveis em comunidades da cidade. Para ver o roteiro da Trilha Ações Descentralizadas clique aqui. O evento ainda oferece a Pedalada da Virada, atividades de lazer e uma oficina de tênis para quem quer aprender sobre o esporte. O roteiro da Trilha Bem Estar e Esportes está disponível aqui
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]]>The post A difícil tarefa de cobrir tragédias appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Para o professor de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pesquisador do Observatório de Ética Jornalística (objETHOS), Rogério Christofoletti, a cobertura de uma tragédia é sempre um momento delicado para o profissional. “Nem sempre o jornalista está preparado do ponto de vista técnico e emocional. A complexidade da situação envolve faz com que não seja possível explicar esses fenômenos e seja difícil lidar com os familiares das vítimas”, comenta.
Christofoletti aponta que o jornalista precisa fazer um exercício de empatia, respeitando quem sofreu diretamente com a perda. “É preciso reestudar maneiras de abordar as pessoas em um momento tão delicado. É necessário evitar a exploração da dor alheia, a invasão de privacidade, e principalmente, entender a quando o entrevistado já não quer mais continuar com as respostas e dar espaço a ele”, destaca.
A jornalista Sylvia Moretzshon, professora de Jornalismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), aponta que é preciso evitar as perguntas óbvias e a exploração da emoção. “É um momento de desconforto para profissionais e entrevistados também. Por isso, é importante saber lidar com as emoções, sem extrapolar e partir para o sensacionalismo”, ressalta.
Um dos momentos mais comentados pela mídia foi quando a mãe do goleiro Danilo Padilha, um dos mortos na tragédia, inverteu os papeis e perguntou ao repórter Guido Nunes, do SPORTV, como ele se sentia ao perder amigos da imprensa no acidente. “Foi um momento significativo, pela sensibilidade transmitida. Uma mulher simples e humilde fez a pergunta que todos os repórteres questionaram para os parentes das vítimas, surpreendendo a todos”, expõe Sylvia.
Para Sylvia, também é importante que os profissionais busquem uma qualificação para lidar com acontecimentos da grandiosidade das tragédias. “É preciso preparação por parte dos jornalistas. Acredito que eles devem buscar se aperfeiçoar nestas coberturas, que são importantes e ao mesmo tempo pouco exploradas”, salienta.
Orientações dos profissionais para que haja uma boa cobertura
Sylvia e Rogério destacaram alguns pontos que devem ser analisados pelos repórteres na hora de cobrir tragédias . Confira algumas orientações:
*Respeitar os enlutados e buscar afirmações apenas das fontes que desejam falar
* Evitar explorar sensações e emoções
*Ouvir especialistas que possam falar sobre a dimensão da tragédia ou possíveis desdobramentos
*Evitar as perguntas óbvias: “Como você está se sentindo” ou “Como recebeu a notícia?”
*Entender que os jornalistas não estão no controle da situação
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