wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Bárbara dos Anjos: mais leveza na podosfera appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Bárbara é de Porto Alegre (RS), se formou em Jornalismo pela Unisinos (até estagiou na Agexcom!) e hoje mora em São Paulo com o marido Marcos e a filha Beatriz. Ela aparece duas vezes na lista de top dez podcasts mais ouvidos com mulheres no elenco, segundo o Spotify. O ranking foi divulgado no dia 8 de março de 2019.
Os podcasts com a presença de Bárbara são o “Um Milkshake Chamado Wanda” (1º lugar) e o “Estamos Bem?” (7º lugar). No primeiro, a jornalista participa eventualmente como convidada. Já o podcast “Estamos Bem?” é comandado por ela e por Thiago Teodoro, também jornalista. Ambos os programas são semanais e contam com ouvintes engajados nas redes sociais.
Enquanto o “Wanda” fala sobre novidades no mundo do entretenimento, o “Estamos Bem?” se propõe a ajudar o público a lidar com dificuldades emocionais destes tempos: amizades, relacionamentos amorosos e o momento de buscar terapia são assuntos recorrentes do programa de Bárbara e Thiago.
A cada episódio é lançado um desafio: para que os ouvintes entrem no clima do tema da semana, é criada uma hashtag oficial nas redes sociais. No episódio de 25 de março de 2019, por exemplo, o assunto era os relacionamentos amorosos. Os ouvintes foram convidados a compartilhar fotos com a pessoa amada, usando a hashtag #estamosbemapaixonados.
O programa tem um quadro em que a dupla lê casos de ouvintes e ajuda nas questões relacionadas ao tema da semana. Os dois falam de suas vivências e dão pitacos sobre a vida pessoal de quem pede um conselho: é o “Não Estamos Bem”. Livros e opções de entretenimento também são recomendados por Bárbara e Thiago. O tom é sempre de leveza, para melhorar o astral das pessoas. É uma boa dica para quem quer aumentar a lista de séries para assistir! Continue lendo para conferir a conversa que tivemos com a Bárbara sobre esse projeto.
Bárbara leva os podcasts como um trabalho paralelo, pois os programas ainda não geram renda. Sua atividade principal é no núcleo LifeStyle Digital da Abril, como editora-chefe nos sites das marcas Bebê.com.br e Boa Forma. Ela está na empresa desde 2006 e começou como freelancer, passando pelo cargo de repórter, editora-assistente e depois editora-chefe.
O primeiro episódio do “Estamos Bem?” foi ao ar em setembro de 2018, tratando sobre amizade, inspirado na relação entre Bárbara e Thiago. A partir de então, são lançados novos episódios todas as segundas, em diversas plataformas gratuitas de áudio.

O “Estamos Bem?” surgiu das conversas que Bárbara tinha com Thiago, seu colega de redação na Abril e melhor amigo há dez anos. “Nós somos jornalistas e a gente sempre quis fazer um projeto pessoal juntos. Nós somos produtores de conteúdo e jornalistas como modo de ganhar a vida. Foi uma coisa muito natural”, conta. O tema do podcast é algo que os dois têm em comum: o gosto pelos assuntos relacionados a estilo de vida.
Thiago também participa com frequência do podcast “Um Milkshake Chamado Wanda”. Os apresentadores do programa são Phelipe Cruz, Marina Santa Helena e Samir Duarte. Phelipe foi colega de Bárbara e Thiago na Abril, atuando na Capricho antes de abrir o site Papel Pop. É no escritório do site que as gravações do “Estamos Bem?” acontecem, contando com o auxílio de Felipe Dantas, redator e editor do Papel Pop. “Eles são nossos padrinhos mágicos. Quem tem amigos tem tudo”, brinca Bárbara.

Primeiro é preciso ver se a sua ideia de podcast já não está sendo colocada em prática. “A gente recebeu muito incentivo dos ouvintes do “Wanda” para a gente ter o nosso próprio programa”, lembra. Porém, ela conta que eles não queriam entrar no mesmo escopo, porque admiram o trabalho dos colegas e não gostariam que um competisse com o outro.
O primeiro passo para quem deseja ser um podcaster é ter uma boa ideia de programa. Já estão surgindo diversos projetos e Bárbara considera que 2019 está sendo o ano dos podcasts. Ela acredita que depois irá haver uma divisão, ficando somente o que “vingar” entre os ouvintes.
Depois, é preciso pensar nas questões técnicas, como o local de gravação, a qualidade de áudio e a edição. Gravar em um estúdio de uma empresa parceira, como acontece com podcast “Estamos Bem?”, é uma boa opção para quem está começando.

Mais de 2 mil fãs do podcast “Estamos Bem?”, ou “benzinhos”, discutem os episódios e outros assuntos relacionados em um grupo do Facebook. É lá que os podcasters divulgam os temas dos próximos programas e pegam depoimentos dos ouvintes para debater na gravação, além de receberem casos por e-mail.
O maior meio de propagação do podcast são as redes sociais. Eles usam as páginas dedicadas ao projeto e também os perfis pessoais. “A gente faz questão de estimular o diálogo com os ouvintes e pedir para eles divulgarem e tem dado bastante certo, a gente tem crescido a cada episódio”, relata.
“A gente tem nosso perfil no Instagram, no Twitter e temos uma comunidade fechada no Facebook. A gente trabalha nesse grupo. Focamos muito em compartilhamento nas redes sociais. Contamos com o Spotify que coloca a gente na página de entrada e o Itunes que coloca a gente nos destaques.”
Agora conte para nós: já tem uma ideia de podcast? Quer ver seu projeto aqui no Mescla? Deixe um comentário!
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]]>The post Moda em podcast: tendências além do que se vê appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Entre os temas abordados, estão as notícias do mundo fashion e a relação da moda com assuntos mais quentes, como os movimentos sociais. O conhecimento da dupla vem dos diversos eventos nacionais e internacionais que participam, além da formação acadêmica e a experiência profissional.
Olivia é jornalista e diretora da Dacri Deviati, empresa de curadoria de informação. Morou em Londres por três anos, onde se formou em moda pela Central Saint Martin’s. Também trabalha, a pedido de marcas, desvendando movimentos que impactam a maneira de vestir. Além disso, é curadora dos desfiles do Projeto Estufa, uma plataforma de lançamento de novas marcas na São Paulo Fashion Week. Já palestrou no Instituto Rio Moda e no Unibes Cultural.
Já Isabel é correspondente em Paris da Vogue Brasil e no podcast fala das tendências que enxerga de perto. Já entrevistou diversos profissionais da moda, como os estilistas Jean-Paul Gaultier, Nicolas Ghesquière, Olivier Rousteing, a empresária Delphine Arnault e a executiva Angela Missoni. Na bagagem, estão as coberturas de eventos como o amFAR em Cannes, a Paris Fashion Week, o Salão Internacional de Alta-relojoaria e o Baile da Vogue.

O objetivo das duas é possibilitar outras formas de enxergar a moda e informar o público sobre as novidades. “Queremos mostrar que é um assunto sério com impactos sociológicos, políticos e econômicos. É essencial cultivarmos um olhar crítico sobre este universo”, conta Olivia.
“No início pensamos em fazer um projeto de programa para a TV ou o Youtube, mas a distância complicaria”, lembra Olivia. As duas se conheceram durante a faculdade de Jornalismo na PUC Rio, no início dos anos 2000. A moda sempre foi tema de conversa entre as duas e daí surgiu a ideia do podcast.

Olivia e Isabel trabalham com comunicação e levam o podcast como um projeto paralelo. É uma forma de usar os conhecimentos sobre criação de conteúdo para falar sobre algo que amam e causar um impacto.
É impossível não se sentir inserido nesse universo ouvindo o podcast High Low. Por meio das experiências pessoais da dupla, em desfiles e coberturas, o ouvinte conhece mais dos estilistas internacionais e o processo de fazer coleções, seja de alta costura ou fast fashion. As conversas das duas despertam a vontade de saber mais sobre as novidades e tendências do momento.

Criar conteúdo sólido, cheio de referências e com pitadas de humor é uma prioridade para Olivia e Isabel. “Acho que os ouvintes gostam dessa mistura de seriedade com uma pegada informal”, comenta Olivia. Elas também incentivam o público a ir além nos assuntos abordados, deixando sempre links de artigos, livros e vídeos no site do podcast.
Olivia e Isabel dão algumas dicas para quem quer começar um projeto de áudio, independente do assunto: a primeira é estar sempre aberto às sugestões de ouvintes. O episódio sobre as cópias na indústria fashion, por exemplo, foi fruto de um pedido do público.
Elas também recomendam a atenção aos assuntos do momento. “Geralmente escolhemos falar sobre o que mais nos impactou nos últimos tempos. Foi o caso de um episódio sobre feminismo, raça e estética que gravamos com a ativista Stephanie Ribeiro”, lembra Olivia.
Sobre a parte técnica, a jornalista diz que um celular e um programa de edição de áudio já são o suficiente para começar. “Aos poucos a qualidade técnica vai melhorando”, comenta Olivia. A parte mais importante, para ela, é definir o que será debatido no podcast e qual será o público-alvo.
Para ouvir o podcast da dupla, você pode procurar por High Low na busca do Spotify. Cada episódio tem em torno de 40 minutos de duração e eles são lançados todas as quartas-feiras.
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]]>The post Semana Global do Empreendedorismo chega à Unisinos appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>As atividades programadas aconteceram em um estilo bate-papo, misturando descontração e conhecimento. Jovens empreendedores e demais empresários, que buscam tirar dúvidas sobre negócios, integraram a maior parte do público. Na segunda-feira, primeiro dia da programação, o espaço recebeu as conversas sobre “Direito do futuro” e “Startups e Networking”.
Na terça-feira, o momento foi de pensar sobre a constituição de uma empresa. Uma profissional de contabilidade, que em seu escritório atende cerca de sessenta clientes, falou sobre os processos burocráticos de como começar um negócio próprio, fugindo de problemas facilmente encontrados pelo caminho.
Paredes forradas de quadrinhos, recados feitos com giz, sofás coloridos e pufs com diferentes formas. Esse é o ambiente do H2Hub, que fica na sala G12 225, na Unitec, localizada no Tecnosinos, na Unisinos São Leopoldo. Com uma proposta de Coworking, o ambiente possibilita que diferente empreendedores, com propostas distintas, trabalhem dividindo o espaço.

Mentores de diversas áreas, como contabilidade, direito e a planejamento, trabalham em parceria com a H2Hub, e disponibilizam momentos para que os empreendedores possam para tirar dúvida. O espaço tem um custo simbólico para a utilização e as consultorias são a parte.
Idealizada por três professores da Escola de Gestão e Negócios, a empresa apresenta-se como uma nova maneira de pensar nos negócios, aproximando pessoas. “É como está no nome, ‘human 2(to) human’, conectar pessoas”, brincou Vanessa Batisti, uma das sócias. “Não pensávamos em ter um espaço físico, mas quando viemos visitar a Unitec, nos apresentaram este espaço e resolvemos ficar”, contou. O principal objetivo deles, é ajudar os estudantes da Unisinos que têm o desejo de empreender, mas que enfrentam dificuldades pelo caminho.
Com apenas três meses de fundação, a H2Hub promove pela primeira vez a Semana Global do Empreendedorismo, tudo a ver com a área dos professores. Dentro da empresa, os professores, Vanessa Batisti, Izabel Santos e Alexandre Pereira, são chamados por seus apelidos e brincam: “os professores ficam do outro lado da rua”. Vane, Bel e Ale, sempre tiveram o apoio da universidade para criar oportunidades para os alunos empreenderem.
O ambiente está sempre aberto para que empresários possam falar e apresentar seus produtos. Aulas de meditação e palestras de diferentes áreas também já aconteceram na sala. “Falamos cada vez mais em ambientes tecnológico e nos deparamos com eles sempre, mas esquecemos que sem pessoas, nada funciona”, finalizou Vanessa.
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]]>The post Leandro Karnal dá dicas de como crescer diante da crise appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Bem humorado e com respostas práticas na ponta da língua, o historiador e professor gaúcho Leandro Karnal participou na última quarta-feira da Expoagas. A feira é voltada para os supermercadistas e está na sua 35ª. Karnal lotou o auditório do Teatro do Sesi, em Porto Alegre, e ministrou a palestra “Olhando a Crise com perspectiva”.
O portal Mescla acompanhou o encontro e elencou as principais dicas que Karnal abordou durante o evento.
1 . O primeiro pensamento que deve-se ter durante a elaboração e execução de um projeto é que os políticos passam, e os projetos ficam.
2 . Um projeto não pode ser marcado pelo pessimismo. Para ele, pessoas pessimistas não produzem e não têm boas referências.
3 . Precisa-se de gente otimista para trabalhar. “Os otimistas estão sempre dispostos a realizar novos projetos.”
4 . Mudanças são necessárias. Portanto, saia da sua zona de conforto. “Nós não gostamos de mudança, pois ela nos tira do que estamos acostumados.”
5 . Estude línguas, mas comece pelo português. “Sempre escuto que tenho jeito para línguas, na verdade, não tenho jeito, estudei muito. Mas sempre que alguém pede dicas, eu digo para começar estudar o nosso português.”
6 . Tenha racionalidade estratégica. “Se entro no avião e tem uma pessoa na minha frente e ela espera chegar até o último banco para olhar no bilhete que seu assento era o 2A percebo que tem algum problema. Essa pessoa não teve estratégia na hora do embarque. Tenha isso pra sua vida.”
7 . Pensamento positivo não produz nada além de pensamentos. Ou seja, supere os pensamentos mágicos.
8 . Tenha visão além do horizonte. Custo: esforço. Esforço é a base de tudo.
9 . Tenha em mente que somos livre para escolher, mas as consequências não são. “Quando estou andando por São Paulo e passo pela Cracolândia, eu lembro que um dia aquela pessoa que está suja e maltrapilha teve a oportunidade de escolher. Porém, a consequência dessa escolha não foi o melhor para ela.”
10 . Seja autônomo com inteligência, iniciativa e criatividade. “Olhe o que as pessoas fazem e faça diferente. Pensar diferente tem um custo e esse custo precisa de coragem.”
11 . Produza conhecimento e procure estar sempre atualizado em assuntos de interesses da sua área. “Meus alunos costumam a falar que daqui uma semana vão começar a estudar. Eu digo: comece hoje. Não deixe seu conhecimento esperar a próxima semana chegar.”
12 . Dialogue entre o novo e o velho. “Tenha na sua empresa, baby boomers e pessoas da geração Y e Z, pois você terá clientes dessas gerações. É importante alguém que entenda a demanda de cada cliente.”
13 . Tenha administração do tempo. “Entenda que o acesso às redes sociais é a maior armadilha já criada para fracassar uma carreira. Não passe o dia atualizando seu feed.”
14 . Trabalho não é castigo, é oportunidade de transformação. “O trabalho é o que insere em uma ordem maior, trabalho é aquilo me deixa socialmente relevante. É aquilo me coloca a frente de batalhas e que me leva a rua para produzir.”
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