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Arquivos digital - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/digital/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Fri, 30 Apr 2021 20:32:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Redação SEO: hora de pensar estratégias para alavancar conteúdo na internet https://mescla.cc/2021/04/30/redacao-seo-hora-de-pensar-estrategias-para-alavancar-conteudo-na-internet/ https://mescla.cc/2021/04/30/redacao-seo-hora-de-pensar-estrategias-para-alavancar-conteudo-na-internet/#respond Fri, 30 Apr 2021 20:31:59 +0000 http://mescla.cc/?p=14959 Já pensou poder trabalhar produzindo conteúdo e alcançar audiência do outro lado do mundo? O mundo digital se expande cada vez mais, isso não é novidade para ninguém. Com a pandemia, a necessidade de entender a comunicação na web só aumentou, e as plataformas digitais se consolidaram como um mega mercado de trabalho, dando à […]

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Já pensou poder trabalhar produzindo conteúdo e alcançar audiência do outro lado do mundo? O mundo digital se expande cada vez mais, isso não é novidade para ninguém. Com a pandemia, a necessidade de entender a comunicação na web só aumentou, e as plataformas digitais se consolidaram como um mega mercado de trabalho, dando à competitividade entre conteúdos uma dimensão planetária.


Estratégias têm surgido para aumentar o tráfego orgânico, isto é, ter alcance sem precisar patrocinar anúncios. O método de redação SEO é um deles, e consiste em ter uma estrutura textual específica para a web e o uso de palavras-chave que permitam que o público chegue mais rápido no conteúdo.


Engajamento com público é essencial também para nós, do Mescla, que participamos, no dia 23 de Abril, da Oficina “Redação SEO: Como levar conteúdos de blog para a primeira página”, com Mariana Blauth, diretora da Idealle Conteúdo e egressa de Jornalismo (e do Mescla!). Ela nos contou um pouco sobre como aplicar esse método, como os  usuários buscam uma palavra relacionada a um segmento, e como ele pode ser atraído pelo conteúdo que você está produzindo.

Mas… o que é SEO exatamente?

A Redação SEO (Search Engine Optimization, ou otimização para mecanismos de busca) é uma estratégia de otimização para mecanismos de buscas, que tem como objetivo levar o conteúdo produzido para as primeiras páginas de pesquisa do Google. Assim, além de ter um texto que flui melhor, o público encontra antes a informação, gerando cada vez mais alcance.

É através de uma série de estratégias que vão desde a produção de uma estrutura de texto pensada para a web para acompanhar os algoritmos da plataforma. Tudo isso serve para tornar a narrativa produzida mais fácil de ser acessada e compreendida, tanto para quem procura, quanto para quem lê. 

Ferramentas

Além de organizar os textos em tópicos ou “headlines”, hierarquizando as informações, é importante usar palavras-chave. Mas o que exatamente são essas palavras-chave? São os termos pesquisados no campo de busca do Google. É importante saber quais são os termos pesquisados com frequência, para incluir no texto. 


Existem ferramentas que mostram quais são as palavras chaves mais procuradas, como: 

  1. Ubersuggest 

Gratuito, traz ideias de conteúdos e quais são os termos mais concorridos

  1. AlsoAsked

Permite observar como os termos vão se dividindo pelas pesquisas

  1. Google Suggest 

A forma mais fácil… Coloque uma palavra e veja quais são as sugestões 





Quer experimentar?

Então, coloquei no Ubersuggest o termo “startup”, para dar uma olhada o que o público tem pesquisado sobre este tema, e encontrei isso aqui: 






Assim, quando for produzir um conteúdo e tiver dúvidas sobre como abordá-lo, esta ferramenta pode ajudar a entender exatamente o que as pessoas estão querendo saber. A dica é colocar palavras associadas ao termo, mas não tão buscadas. Assim, o resultado de alcance vai ser muito mais efetivo.


Por esta busca na ferramenta, deu para perceber aqui também que a pesquisa sobre o termo SEO aumentou significativamente do final do ano passado pra cá… realmente, quem não quer aprender mais sobre como escrever para os meios digitais?

 




Depois disso, quando for criar um texto no seu site ou no blog, você pode criar subtítulos com as palavras escolhidas, dividindo o texto entre eles. O resto, nós comunicadores já sabemos: informação qualificada a partir da pesquisa sobre o assunto, apresentada de forma clara e relevante. 

… A equipe Mescla já está empolgada pensando em novos conteúdos!

 



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É possível se desconectar? https://mescla.cc/2020/12/09/e-possivel-se-desconectar/ https://mescla.cc/2020/12/09/e-possivel-se-desconectar/#respond Wed, 09 Dec 2020 19:26:36 +0000 http://mescla.cc/?p=14566 A tecnologia e a digitalização das coisas são fatores que já estão totalmente presentes em nossa vida. A popularização das plataformas de redes sociais é parte das transformações que vieram no cerne da chamada quarta revolução que cria forças intensas sobre a sociedade contemporânea. Atualmente, no Brasil, há 424 milhões de dispositivos digitais em uso, […]

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A tecnologia e a digitalização das coisas são fatores que já estão totalmente presentes em nossa vida. A popularização das plataformas de redes sociais é parte das transformações que vieram no cerne da chamada quarta revolução que cria forças intensas sobre a sociedade contemporânea. Atualmente, no Brasil, há 424 milhões de dispositivos digitais em uso, como tablets e smartphones, segundo dados da 31ª Pesquisa Anual do FGVcia, realizada pela Fundação Getulio Vargas.


Causa ou efeito da indústria digital, está a dependência crescente das pessoas com as redes sociais. O documentário O Dilema das Redes, disponibilizado na Netflix, traz um alerta feito por especialistas em tecnologia e profissionais da área sobre os riscos do uso das redes em nossa sociedade e para nossa democracia.


A produção aborda um problema que está apenas na ponta do iceberg, porém, é necessário ir da superfície ao fundo para entender melhor a situação em que estamos. Com uma narrativa didática, o documentário utiliza depoimentos de ex-funcionários, até mesmo de alto escalão, das big techs (Facebook, Google e Twitter) utilizando uma narrativa como pano de fundo, com o objetivo de mostrar como e por que está cada vez mais difícil parar de usar smartphones e redes sociais.

 “A verdadeira pergunta, como diria o soldado do passo errado, é: por que tanta gente usa?”

Mesmo com um cenário propício ao aumento do uso, algumas pessoas preferem abrir mão da conexão instantânea, como é o caso do professor da Escola da Indústria Criativa da Unisinos Gilberto Pires de Assis Brasil. O ‘Giba’, como é profissionalmente conhecido, também é carinhosamente reconhecido pelo seu posicionamento crítico às redes sociais, e ao monopólio das grandes empresas de comunicação, como o Google, por exemplo.


Foi por e-mail que o professor respondeu às questões propostas pela reportagem. De formação jornalística, especializado em montagem e com um vasto currículo que inclui trabalhos como Ilha das Flores (1989) e O Homem que Copiava (2003), Giba fez das respostas uma importante reflexão sobre como as necessidades se criam e como não pensamos sobre elas.


Com um estilo transparente e direto, o professor começa sua resposta como uma breve apresentação: “Antes de tudo, se é para me apresentar como um personagem estranho, já adianto que eu também não sei cozinhar nem dirigir automóvel. Não acredito em Deus, no livre mercado, nem em direito autoral. E não respondo pesquisa: acho que ninguém tem o direito de pegar a minha opinião e transformá-la na média da opinião dos outros, e vice-versa. E o mais estranho de tudo: não sei descascar laranja.”, revela.


Antes de contar sobre sua experiência com as plataformas, Giba trouxe uma interessante reflexão sobre duas personagens do mundo da tecnologia e informação: Julian Assange e Mark Zuckerberg. Como elucida o professor, um rouba informações de governos e grandes empresas e distribui de graça para toda a população, enquanto o outro rouba informações de toda a população e vende por muito dinheiro para governos e grandes empresas. A questão é, ao mesmo tempo que um deles está preso e exilado, o outro está entre as pessoas mais ricas do planeta. E o fato de não prestarmos atenção em quem é qual pode ser preocupante.


Por isso, logo na minha pergunta sobre o por que ele não utiliza redes sociais, o professor questiona o espanto que, normalmente, causa nas pessoas por não ter redes sociais: “A verdadeira pergunta, como diria o soldado do passo errado, é: por que tanta gente usa?”. Ele entrou no Facebook em março de 2010, principalmente, pelo fato da plataforma ser uma grande e divertida perda de tempo, como descreviam seus amigos. E Giba sempre gostou de perder seu tempo com algumas coisas que ele diz serem inúteis, como assistir futebol e fazer palíndromos, conforme ele mesmo revela.

Sobre as redes sociais, Giba comenta: “A verdadeira pergunta, como diria o soldado do passo errado, é: por que tanta gente usa?” (Foto: Unisinos)


Aos poucos o professor do curso de Realização Audiovisual foi descobrindo que por mais que gostasse muito dos seus amigos e parentes, ele não fazia a menor questão de saber o que faziam a cada 15 minutos: “Eu já tinha ultrapassado a marca de mil ‘amigos’ e senti que aquilo tudo não me deixava mais próximo de nenhum deles”, explica. Ele revela, ainda, que muitas pessoas, das quais passou a vida inteira gostando, estavam se tornando, um pouco, insuportáveis. E, no fim, ele sabia que o problema não era ele, nem as pessoas. O tempo ‘conectado’ no Facebook durou um ano e, após isso, o professor conta que nunca teve vontade alguma de voltar para lá.


Com o Whatsapp foi a mesma coisa, o professor da Indústria Criativa até tentou se ambientar a plataforma, pois era uma maneira fácil e barata de se comunicar com a sua filha, que estava morando no Rio de Janeiro. Porém, com o tempo, aquele sinalzinho que soava toda hora por coisa nenhuma e mais ainda a neurose de quando o sinalzinho ficava muito tempo sem soar, o aplicativo começou a ser um problema.


E, talvez, por uma certa sorte, um assalto o ‘ajudou’ a se livrar da ferramenta, como Giba mesmo explica: “Tive que comprar outro celular e, antes de apagar o aplicativo, coloquei no meu “status”, bem claro: “Eu não uso essa merda!”. Apesar disso, de vez em quando ainda recebo e-mails indignados: “Te mandei um Whats. Por que não respondeste?”, comenta. Aliás, confesso que, como repórter, deveria ter prestado atenção no status do entrevistado quando fiquei esperando por uma resposta.

Pensar sobre e pensar com a internet das coisas

“Estas ações estão produzindo modos de existência e estão articulando importantes processos de subjetivação”, explica a professora do Doutorado em Informática na Educação da UFRGS, Vanessa Maurente. Graduada em psicologia, Vanessa também prefere refletir sobre os sentidos produzidos pelo uso da tecnologia. Ela comenta que é muito desafiador optar por não fazer o uso de certas tecnologias, já que vivemos em um mundo que opera sob esses processos.

Segundo dados da 31ª Pesquisa Anual do FGVcia, há, no Brasil, 424 milhões de dispositivos digitais em uso( Foto: Thomas Ulrich – Pixabay)


Vanessa entende que devemos questionar que padrões atencionais as tecnologias ajudam a acionar: “Que tipos de relacionamentos se normatizam? Que modos de conhecer se instauram?”, questiona.


Pensando nestas outras possibilidades de viver a tecnologia, ela, juntamente com os professores Cleci Maraschin e o Luis Artur Costa, coordena um projeto de pesquisa, intitulado Oficinando em Rede: Figurações Corporificadas. O projeto consiste em um jogo digital direcionado a crianças com idades entre 7 a 12 anos.


O jogo envolve os participantes em uma narrativa imersiva, através da descrição de situações contextuais vividas por crianças fictícias, que incluam os marcadores sociais da diferença. Os participantes devem discutir em plataformas de aprendizagem online ou aplicativos de bate papo, quando eles consideram que a criança personagem da situação experiencia sentimentos mais sofridos, como, por exemplo, a raiva ou o medo:  “O objetivo é trabalhar temáticas relativas ao racismo, gordofobia, desigualdade de gênero, classe e inclusão”, explica Vanessa. Um jeito de operar produzindo novos sentidos aproveitando as lógicas comunicacionais das próprias crianças.

Para a professora Vanessa Maurente, ao invés de nos perguntarmos sobre como as tecnologias digitais influenciam nossas vidas, devemos questionar quais sentidos elas produzem (Foto: UFRGS)

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Entrando no mundo das revistas acadêmicas https://mescla.cc/2017/05/03/entrando-no-mundo-das-revistas-academicas/ https://mescla.cc/2017/05/03/entrando-no-mundo-das-revistas-academicas/#respond Wed, 03 May 2017 18:50:29 +0000 http://mescla.cc/?p=969 Disponibilizadas em formato digital e gratuitas, as revistas Entrelinhas e Calidoscópio do curso de Letras da Unisinos ajudam a todos alunos que buscam inspiração ou referências para trabalhos de conclusão e monografias. As revistas contam com aproximadamente 15 artigos publicados por ano, todos inéditos e de grande relevância. Indexadas em bases internacionais, as revistas possibilitam […]

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Disponibilizadas em formato digital e gratuitas, as revistas Entrelinhas e Calidoscópio do curso de Letras da Unisinos ajudam a todos alunos que buscam inspiração ou referências para trabalhos de conclusão e monografias. As revistas contam com aproximadamente 15 artigos publicados por ano, todos inéditos e de grande relevância. Indexadas em bases internacionais, as revistas possibilitam ao leitor acesso livre ao conteúdo completo dos artigos publicados.

A Calidoscópio pertence ao programa de pós-graduação do curso de Letras e têm como foco a linguagem em funcionamento da sociedade. Assim, seu tema aborda mais do que as questões do ensino-aprendizagem das línguas, mas os problemas do uso de linguagem nos diversos contextos sociais e as possíveis soluções para eles.

A publicação é quadrimestral e os textos podem ser escritos em português, inglês, francês ou espanhol. As publicações são feitas nas linhas de pesquisa de Linguagem e Práticas Escolares; Texto, Léxico e Tecnologia e Interação e Práticas Discursivas. Os autores dos artigos devem ser, no mínimo, mestres. Para outros estudantes, o conteúdo deve estar em coautoria para mestres ou doutores.

 

Conteúdo científico gratuito a todos

 

Nascida em 2005, Entrelinhas é a revista digital da graduação de Letras da Unisinos. Busca a publicação de artigos com temáticas das áreas de linguística, literatura e educação, além disso também acolhe resenhas, projetos de ensino e ensaios literários, contos, poemas e crônicas. Assim como a Calidoscópio, a revista aceita artigos em diversas linguagens. As editoras, Alexandra Feldekircher Müller e Maria Helena Albé contam que um dos diferenciais da Entrelinhas é o fato de ela ser uma revista de graduação, voltada, assim, para esse público que está na primeira fase da vida acadêmica. Elas também reforçam a importância da qualificação da revista no conceito Qualis que é de nível de revistas de pós-graduação e mestrado.

As revistas Calidoscópio e Entrelinhas são qualificadas com os conceitos Qualis A2 e B2, respectivamente. Esse conceito é definido pelo Capes e tem uma uma escala que vai de A1, o mais elevado; segue por  A2; B1; B2; B3; B4; B5 e C que tem pontuação nula. A classificação indica o nível de qualidade da revista em sua área de conhecimento. As publicações feitas em revistas com conceito Qualis elevados rendem aos seus autores uma pontuação elevada que os ajuda durante o processo de avaliação dos artigos de  pós- graduação.

Ambas revistas buscam democratizar o conhecimento dando acesso a conhecimento  científico gratuito ao público. Para aqueles que desejam publicar nas revistas é possível encontrar as normas de publicação ao acessar o site da Entrelinhas e Calidoscópio.

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