wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Estudantes de jornalismo discutem Deep Fakes appeared first on Portal da Indústria Criativa.
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Segundo a publicação Verbete Draft: O que são Deepfakes, a técnica é utilizada em vídeos que manipulam a realidade com alta tecnologia. É possível sobrepor o rosto de uma pessoa sobre o de outra e até mesmo mudar a voz. Para isso é utilizado uma Inteligência Artificial que usa dados de fotos para aprender as expressões das pessoas. A professora Taís Seibt escreveu um artigo sobre o tema na sua página do Medium. No texto Deep Fakes: a nova fonteira no campo da desinformação, ela alerta que essas trucagens podem ser percebidas por pessoas treinadas, mas para leigos podem passar despercebidas.
A inteligência artificial utilizada por Bruno para fazer os vídeos, é composta por bibliotecas de aprendizado de máquina que usam milhares de imagens e geram os novos rostos nas posições escolhidas. A inteligência está no fato da máquina analisar as imagens, aprender como se comportam, para depois conseguir colocar em outras posições. Ele conheceu o programa através de um fórum na internet há cerca de um ano e meio. Antes, Bruno já trabalhava fazendo paródias relacionados a região onde mora. Quando descobriu a IA e começou a estudá-la, logo viralizou. “Pretendo continuar com esses vídeos que misturam humor e crítica social, não apenas na minha região, mas com assuntos nacionais, onde o campo é bem maior”, afirma Bruno.

Bruno conta que já recebeu ameaças devido aos vídeos, e que alguns chegaram a ser removidos de sua conta por causa de denúncias. Mesmo assim, afirma não ter enfrentado nenhum tipo de problema de âmbito legal. “Eu utilizo a imagem de políticos para fazer sátiras e críticas, o que é totalmente assegurado pela nossa constituição”, observa.
Ele completa dizendo que enquanto o seu trabalho se mantiver abordando a vida pública dos políticos, e não a pessoal, e sem falsificar informações, não haverá problemas. Bruno defende que que os estudantes de jornalismo devem aprender sobre esses programas, para que possam avaliar o que é fake, Deep Fake ou Verdade.
Ficou curioso? Para ver os vídeo do jornalista, é só acessar o canal dele no Youtube, Bruno Sartori.
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