wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Nota sobre a extinção dos cargos de assessoria de imprensa das bancadas partidárias da Câmara de Vereadores de São Leopoldo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O projeto, divulgado sem diálogo prévio com os funcionários ou a comunidade, impacta a qualidade da comunicação institucional da Câmara, hoje desempenhada pelas assessorias de bancada. O projeto reduz a credibilidade das informações dos vereadores e compromete a divulgação institucional.
A justificativa do projeto denota desconhecimento, e até desapreço, pelo trabalho exercido pelos jornalistas que assessoram representantes políticos. O contexto presente, marcado pela desinformação e pelas grandes empresas que dominam a circulação de conteúdos pelas redes e plataformas digitais, requer preparação e domínio sobre essas dinâmicas. Todas essas questões e conteúdos são trabalhados de forma ampla e aprofundada nos currículos de Jornalismo.
Diante do aumento dessas demandas, a proposta representa um desrespeito ao trabalho dos jornalistas e às instituições de Ensino Superior que oferecem cursos na área. Valorizar o trabalho desses profissionais é fundamental para manter a qualidade dos serviços legislativos e o acesso à informação, direitos fundamentais garantidos na Constituição Federal.
A Câmara de Vereadores deve reconhecer a importância da formação universitária como critério para contratação de jornalistas, garantindo que a informação pública seja produzida por profissionais qualificados, em respeito ao cidadão e às instituições de Ensino Superior.
Alberto Efendy Maldonado
Ana Paula da Rosa
Anaís Bertoni
Beatriz Sallet
Cybeli Moraes
Daniel Bittencourt
Daniel Pedroso
Débora Lapa Gadret
Fatimarlei Lunardelli
Felipe Boff
Flávio Dutra
Giba Assis Brasil
Laura Dalla Zen
Luciana Kraemer
Maria Clara Aquino
Marina Chapinotto
Marina Rodrigues Martins
Melissa Lesnovski
Micael Vier Behs
Milton do Prado
Nadege Lomando
Polianne Espíndola
Ronaldo Henn
Sabrina Franzoni
Silvio Lacerda Alves
Taís Motta
Taís Seibt
Vicente Moreno
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]]>The post A revista que foi começo, e hoje é memória appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>No Brasil, na segunda metade da década de 90, a internet já dava os primeiros passos rumo à expansão massiva pelo país. Seu uso ainda era restrito e era utilizada para trocas de e-mails e conversas em chats, contudo, isso não impedia que pessoas enxergassem possibilidades nela para a difusão de informação e conteúdo. Anterior a esse processo, antes mesmo dos anos 90, pelo mundo, surgiram as e-zines.
O termo é uma abreviação de electronic magazine (revista eletrônica). Também foi chamada de fanzine (mesmo essa não se prendendo unicamente à web), pois a produção desses periódicos em muito era associada ao indivíduo conhecido como fã. O processo era muito simples: alguém tinha apreço por um tema, criava uma publicação online que abordava o assunto e a divulgava para outros fãs. É dentro dessa definição, porém enraizada no jornalismo, que surgiu a Zum Zine.

A revista, na época, era uma iniciativa inovadora do curso de Jornalismo para a universidade. Não por ter sido a primeira, mas por ser uma das iniciativas que usava a internet como ferramenta para disseminar informação ao aluno-leitor. Os responsáveis pelo periódico não eram fãs nem amadores. Idealizada e comandada por professores da Unisinos, a revista abrigava colunistas e repórteres que, mensalmente, produziam o jornalismo eletrônico.
O projeto, que nunca foi patenteado, surgiu pelos esforços dos professores Beatriz Marocco, Lara Espinosa e Mauro Steigleder, dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Informática, respectivamente. E revista pertencia à Agexjor (Agência Experimental de Jornalismo) – atual Agexcom. A primeira publicação foi lançada em 1997 e contemplava nove editorias: cotidiano; viagens; London connection (internacional); trova; palco e plateia; Zum cine; tecno Zum; Zum sport; dez. As publicações da revista eram mensais, e as edições, temáticas. As pautas eram decididas em conjunto entre editores, designers e repórteres.
“Era um processo muito artesanal. As pessoas estavam aprendendo sobre como fazer. Não tinha velocidade, não tinha som, a imagem não tinha movimento. Era tudo uma transposição do linear (impresso) pro digital”, conta Beatriz.

O nome da revista veio da ideia de movimento, o Zum representando uma onomatopeia de velocidade. O conceito de rapidez era muito buscado pelo periódico. Segundo Beatriz, o tipo de texto trabalhado pelos repórteres escapava do tradicional. Não havia o uso constante do lide comum, mais conhecido pelo uso da fórmula 3Q+COP. O texto tinha dinâmica, os jornalistas se preocupavam com a estética. Para a professora, criar algo diferente era necessário, pois “um projeto novo não pode ser regido por técnicas tradicionais e já conhecidas”.
Professor de Jornalismo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Gilmar Hermes foi editor da revista a partir de 1998. Para ele, o periódico era uma forma de experimentar o webjornalismo, as novas formas de trabalhar a notícias na internet junto do design. Segundo ele, é função das universidades prestar atenção nas tendências de cada curso. “Uma instituição de ensino tem de projetar suas atividades e seus conhecimentos para o futuro, de forma a preparar os estudantes que deverão ingressar no mercado de trabalho ou serem empreendedores”, afirma.
André Luiz Benedetti, 42, Janaína Camara da Silveira, 40, e Rafael Dalla Porta Pavin, 36, são ex-estagiários da revista. André e Janaína trabalharam como repórteres – ou webwriters -, Rafael foi webmaster (organizava a hierarquia das páginas, códigos fontes e todo trabalho de TI do site).
Janaína descreve o ambiente da Zum Zine como maravilhoso e descontraído. Segundo ela, tanto alunos quanto professores aprendiam juntos. “Além das discussões de pauta, estilos de texto, novos formatos de apresentação do conteúdo, havia muita troca cultural. Era a construção de uma nova plataforma que hoje já é tão trivial”, comenta.

Em 1999, a revista ganhou o segundo lugar no prêmio de jornalismo, na modalidade revista online, da 6ª Expocom. Segundo Benedetti, na época, o grupo não acreditava que poderia vencer. Ainda assim, decidiram encaminhar o material para análise. O processo de envio, no entanto, não foi fácil. O grupo chegou atrasado ao correio, o estabelecimento já havia fechado. Por bondade do funcionário presente no dia, a revista foi enviada. “Algumas semanas depois, recebemos a notícia de que estávamos entre os finalistas da Expocom. Mais adiante, anunciaram a Zum Zine como a grande ganhadora. A partir daí, começamos a ver que estávamos produzindo um produto bem mais diferenciado do que imaginávamos”, conta Benedetti.
Esse não foi o único Prêmio recebido pelo periódico. Em uma lista recuperada pela professora Beatriz, Zum Zine faturou 1º lugar na 5ª Expocom, em 1998, na categoria Jornalismo – Melhor Revista Online. No mesmo ano, foi primeira colocada no SET Universitário da PUCRS, na categoria Revista Digital.

O projeto pioneiro da Unisinos marcou a vida pessoal e profissional dos estudantes que por ela passaram. O trio de estagiários diz sentir saudades da época em que trabalhava na revista. Para Rafael Pavin, conviver com pessoas que estavam fora de sua área de formação trouxe a ele uma nova visão acadêmica e de vida. Para ambos os repórteres, a Zum Zine foi a porta de entrada para o mercado de trabalho.
Janaína foi contratada, na época, para trabalhar no projeto embrião do clicRBS. Benedetti foi chamado pela Zero Hora – trabalhou como redator no segundo caderno. Pavin participou, em 2001, da cobertura da produção do filme “A Paixão de Jacobina”. O webmaster produziu um site específico para o longa-metragem. Na página, eram divulgadas imagens dos bastidores.
“Fazíamos uma revista on-line, mas nenhum de nós tinha acesso à internet em casa, apenas na universidade. E aqui faço uma confidência: era começo de 1998 quando fui selecionado pra ser repórter da Zum Zine. E foi no meu primeiro dia de trabalho na revista que naveguei na internet pela primeira vez na vida”, revela Benedetti, hoje assessor de imprensa da Unimed Nordeste-RS.

Janaína também comenta que a Agência Experimental de Comunicação da Unisinos (Agexcom), que já existia nos últimos anos de Zum Zine, era uma referência dentro do curso de Jornalismo, principalmente por ofertar a possibilidade de criar a notícia na web. “Trabalhar em internet era um misto de desconfiança e aprendizado. Havia ainda um apego grande pelo jornalismo nas mídias tradicionais”, explica a jornalista, atual editora de mídias sociais e repórter da agência de notícias chinesa Xinhua.
Gilmar Hermes ainda relembra que os professores, através da revista, acompanhavam o desenvolvimento tecnológico e criativo do jornalismo. Com a criação da Agexcom e os portais de notícias que dela surgiram, o mais atual sendo o Mescla, a revista Zum Zine foi encerrada. A data específica da finalização da revista é incerta, mas ocorreu em Como bem definiu Beatriz Marocco: “isso aqui é pré-história da internet, cara”.
Não é possível acessar o site da revista, que, assim como as publicações, não existem mais. Entretanto, utilizando a ferramenta Wayback Machine, foi possível recuperar partes da memória da Zum Zine e, consequentemente, da história do Jornalismo da Unisinos. Entre o material recuperado está o expediente do periódico. Clicando aqui, é possível conferir um pouco do trabalho pioneiro de professores e alunos na internet.
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]]>The post Um dia com o pé na profissão appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A primeira, intitulada “Sua foto publicada: oficina de fotojornalismo”, tratou a história de grandes nomes, atuais e lendários da fotografia jornalística, demonstrou diferentes estilos de fotografia e elementos essenciais na composição de uma imagem. Na prática, os participantes foram desafiados a produzir imagens que dessem conta de demonstrar o evento. Todas as fotos desta matéria foram produzidas pelos participantes da atividade.
A checagem é uma das atividades primordiais do jornalismo, por isso, a oficina “Tubarão na enchente: checagem de fatos”, foi planejada. Nela, foi conversado sobre notícias falsas e métodos de checagem de informações. O tema Fake News é amplamente debatido na atualidade e a atividade visou demostrar a importância de identificar informações falsas.
Já a oficina “Notícia em quatro passos” abordou alguns princípios básicos da construção de uma notícia, como critérios de noticiabilidade, pirâmide invertida, lide e construção frasal. Além dos processos de escrita, a oficina falou sobre o que é, enfim, uma notícia e, portanto, saber a importância da sua divulgação.

A quarta atividade foi um “Tour pela profissão”, na qual os estudantes conheceram a Agência Experimental de Comunicação (Agexcom) e os estúdios de Rádio e TV da Universidade. Além disso, foram apresentados aos participantes as publicações do curso de jornalismo e as possibilidades de trabalho na área.
Cerca de 100 estudantes participaram das atividades. Os estagiários do Mescla ocuparam um espaço destinado ao curso de Jornalismo, dentro da Arena CONECTA, onde os estudantes poderiam parar e tirar dúvidas sobre a graduação.
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]]>The post Curso online dá foco às mulheres no jornalismo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Estudantes da área, profissionais da mídia e demais interessados podem participar. Informações sobre como se inscrever estão aqui. Por ser online, não há data para a realização do curso. Em até 15 dias após a matrícula, o participante deve terminar as lições.
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]]>The post TRT World leva jovens jornalistas para a Turquia appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A Corporação Turca de Rádio e Televisão – TRT World oferece a bolsa Fellowship, um programa para desenvolvimento, integração e aplicação das habilidades de jovens talentos de todo mundo. As inscrições estão abertas e se encerram no dia 6 de maio.
Segundo o site ijnet, a bolsa oferece viagem, subsídio para cobrir os custos de vida, acomodações, serviços e aconselhamento. A estadia será na cidade de Istambul entre 25 de junho e 17 de agosto.
O trabalho será realizado na redação da TRT World. Os bolsistas também receberão aulas de línguas. Ter domínio do inglês é um requisito.
Mais informações estão disponíveis aqui.
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]]>The post Luísa Zottis Moraes appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>“Nas fotos da formatura da minha mãe, tem um bebê rechonchudo, de um ano de idade. Esse bebê sou eu. Então, fui às aulas ainda na barriga dela”, brincou. Nascida em Porto Alegre e criada em Canoas, Luísa conta que sempre cultivou paixão pela língua portuguesa e por escrever. “São dois requisitos essenciais para quem está considerando seguir carreira em comunicação”, acrescentou a gaúcha.
Desde pequena, Luísa cultivou interesse pela área da Indústria Criativa. Amor esse que se manifestava nas brincadeiras em casa e no incentivo da mãe, Adriana. “Criava histórias em quadrinhos, brincava de estilista e lia bastante. Gostava muito de ir à Feira do Livro, a exposições e ao teatro. Todas as experiências pelas quais tive oportunidade de passar certamente moldaram quem sou hoje, como pessoa e como profissional”, relembrou.

A relação com a internet começou cedo. Para ela, sua trajetória e o fato de ser uma millennial – como são chamados os nascidos entre o início dos anos 1980 e meados da década de 1990 – foram essenciais. Com 12 anos, criou seu primeiro blog. Aprendeu HTML sozinha e produzia seus próprios templates. Outro de seus interesses é o inglês. “Aos 13 anos, pedi para que a minha mãe me matriculasse na escola de idiomas. Ela não hesitou, e estudei por sete semestres até me formar”, contou. Luísa aprimorou seu inglês por meio de leitura – ela tem uma preferência pelos sites Forbes e Washington Post – e assiste a filmes e seriados em inglês. “Felizmente, agora não preciso mais de legenda”, brincou.
Dentre as memórias dos tempos de universitária no curso de Jornalismo da Unisinos, que frequentou de 2009 a 2014, Luísa destaca as aulas preferidas: Redação Jornalística, ministrada pela professora Anelise Zanoni; Assessoria de Imprensa, com a professora Cybeli Moraes; e Mídia e Cultura, cadeira cuja professora era Jiani Bonin. Foi dessa aula, aliás, que surgiu o tema “identidade cultural”, utilizado no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) dela.
Luísa, ainda estudante, foi estagiária da World Resources Institute Brasil (WRI), organização que atua em problemas de mobilidade urbana nas cidades brasileiras. Efetivada após formada, viajou por todo o país. Entrevistou líderes locais, entre eles os ex-prefeitos Fernando Haddad, de São Paulo, e Eduardo Paes, do Rio de Janeiro. Também encontrou figuras internacionais, como a diretora do Bloomberg Philanthropies, Kelly Larson, e o gestor de demanda de viagens da Steer Davies Gleave, Stuart Anderson.
Hoje, com 26 anos, Luísa vive em Washington, nos Estados Unidos. A fluência em inglês pesou muito na decisão de Luísa em sair do Brasil. A família apoiou a escolha, mesmo sofrendo com a saudade. A jovem jornalista largou o emprego no Brasil e foi em busca de oportunidades nos Estados Unidos. “Sabe quando a gente pensa que, por estar em um país diferente, não vai conseguir trabalho na área? Tive muita insegurança. Mesmo assim, mantive o foco na procura por vagas em comunicação. Todos os dias mandava pelo menos duas ou três inscrições para vagas no meu perfil. Em dois meses, recebi a proposta de emprego como analista de comunicação digital na Alliance to Save Energy“, contou.
Luísa foi contratada pela Alliance, trabalhou lá por quase dois anos, como analista sênior da organização, que tem 25 funcionários. Redes sociais, websites, newsletters, hot sites e projetos especiais fizeram parte de sua rotina na empresa. Em setembro de 2017, foi chamada pela The Brookings Institution, uma think tank internacional – instituição que realiza pesquisas nas mais variadas áreas relacionadas à sociedade e promove recomendações em políticas públicas – que supera a casa dos 500 funcionários. É coordenadora de mídias digitais. Além da estratégia digital, começou a trabalhar com relatórios, infográficos e vídeos.
Luísa percebeu, com o tempo, que era uma brasileira vivendo em um país que adota políticas não favoráveis aos imigrantes. “Felizmente, nunca me senti prejudicada ou discriminada. Pelo contrário, desde que cheguei, sempre fui tratada de forma amigável e com muito profissionalismo”. O idioma é a maior barreira, segundo Luísa. “Em termos culturais, os americanos em geral são mais resguardados, e as relações no trabalho são estritamente profissionais”, avaliou.
Contudo, também há diferenças positivas: “Aqui, os profissionais mais seniores encaram os jovens como grandes assets (funcionários jovens que são muito prezados) e valorizam sua opinião. No Brasil, não somos tão levados a sério”. Entretanto, um costume chama a atenção da jornalista: “Ninguém sai para o horário de almoço. Inclusive, reuniões são marcadas ao meio dia!”

No dia 25, no miniauditório D02 216, no campus Unisinos São Leopoldo, Luísa Zottis apresentará a palestra “O desafio de trabalhar com mídias digitais nos Estados Unidos”, às 19h30min. Ela disse estar animada com seu retorno à Unisinos. “Quando eu ainda era aluna, a professora Anelise Zanoni organizou uma palestra com a jornalista gaúcha Larissa Roso, que atuou como repórter no Washington Post. Achei tão legal conhecer sua perspectiva que sugeri a possibilidade de também vir compartilhar a minha experiência com os alunos atuais”, relatou.
Luísa Zottis deixou uma dica para futuros jornalistas que queiram se aventurar no jornalismo de mídias digitais: “Antes de começar a criar conteúdo digital, elabore uma estratégia. A primeira pergunta a fazer é ‘quem é o público que quero atingir?’ A partir daí, estabeleça sua voz”.
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]]>The post Semana Estadão para estudantes de Jornalismo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Para se inscrever os alunos devem mandar um e-mail para a respectiva coordenação do curso de Jornalismo da Unisinos com nome completo, número de matrícula e e-mail, até o meio dia, de 13 de outubro. Serão três vagas para a Unisinos Porto Alegre e três para São Leopoldo. Caso haja mais inscritos do que vagas, os estudantes que tiverem os maiores coeficientes de notas serão escolhidos. Após a inscrição, será enviado um e-mail com a confirmação e o regulamento diretamente para os alunos.
Os alunos inscritos terão a oportunidade de concorrer ao 12º Prêmio Santander Jovem Jornalista. Para isso, é preciso ter 100% de presença nas palestras durante os quatro dias do evento. Além disso, os estudantes deverão produzir uma reportagem sobre um tema que será anunciado no primeiro dia da Semana Estado. O vencedor ganhará uma bolsa de estudos, de um semestre, na Universidade de Navarra, na Espanha, em 2018, e ainda terá sua reportagem publicada no jornal impresso.
O curso será gratuito para os alunos selecionados. O restante dos custos, como passagem, estadia e alimentação, deverão ser bancados pelos próprios estudantes.
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