wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6260The post #ECAM: Um dia de experiências e superações appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>A manhã dos estagiários iniciou com o Coronel Luiz Fabiano Mafra Negreiros falando sobre táticas, técnicas e procedimentos e como é preciso ter conhecimentos para superar o medo e situações adversas. “O medo é algo natural, mas nós devemos aprender a controlá-lo e superá-lo e isso só se aprende através do conhecimento.” As palavras do Cel. Negreiros se mostraram uma prévia de tudo o que aconteceria naquele dia. Procedimentos, táticas e técnicas eram constantemente aprendidas e colocadas à prova nos minutos seguintes, mostrando que situações adversas podem ser superadas com as instruções corretas.

Depois de vestir colete à prova de balas e capacete militares, os estagiários participaram de uma orientação de locomoção e progressão em área de conflito. Os militares incorporaram os futuros jornalistas à tropa enquanto faziam a abordagem e apreensão de suspeitos e passavam por uma manifestação. Fogos de artificio, cenário e a atuação dos cabos e soldados deixaram a situação mais real, dando aos alunos a noção de como é realizar a cobertura e se portar em eventos assim.

Após receber um cinto militar contendo cantil e marmita, todos foram deslocados para o Campo de Instrução Leão da Serra do 19º BIMTz onde ocorreu o almoço. O cardápio do dia foi a ração operacional, conhecida como R2 pelos militares. Com estranhamento e curiosidade, os alunos aprenderam a preparar o alimento e depois o consumiram. A refeição dividiu os 30 alunos que estavam participando do estágio entre os que aprovaram e desaprovaram a comida.
O Tenente Bianchini trouxe as instruções de orientação diurna através de bússola, cartografia e contagem de passos. Os alunos, acostumados a usar aplicativos de orientação, tiveram que se dividir em grupos e encontrar pontos em meio a mata utilizando apenas a bússola e instruções passadas previamente. O desafio aumentou a dificuldade a cada ponto encontrado, e no final do circuito, os estudantes comemoraram o sucesso da missão.

O dia e o ECAM se encerraram com uma cerimônia e confraternização entre militares e alunos. Entre discursos e parabenizações, o Coronel Negreiros recordou a fala da manhã e pontuou que os alunos que saem do ECAM estão preparados para enfrentar as situações adversas. Foram três dias intensos de ensinamentos, quebra de paradigmas e novas amizades que estão marcados na memória dos alunos.
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Para a produção do livro, a autora reuniu relatos de experiências de profissionais renomados, como Clovis Rossi, Moisés Rabinovici, Sandra Passarinho, Silio Boccanera, Marcos Uchôa e muitos outros. A obra é resultado da pesquisa feita na sua tese de doutorado, que recebeu menção honrosa no Prêmio Adelmo Genro Filho 2015, da Associação Nacional dos Pesquisadores em Jornalismo.
Luciane conta que queria trabalhar a identidade dos jornalistas e como se colocam perante a sociedade. Ela comenta também sobre a mudança na visibilidade internacional do Brasil, que tem se consolidado cada dia mais. “Estou bastante feliz com o livro e com o lançamento. Eu levantei dados que não tínhamos antes, como o total de jornalistas no exterior, de cada emissora”.
Viver e trabalhar em um país com outro idioma, outros costumes e cultura não é fácil e exige muito do profissional. “Entre os desafios de ser um correspondente internacional está a grande jornada de trabalho, começar o dia sem hora para acabar, o fuso horário, trabalhar sozinho, sem colegas, sem chefes e o afastamento da família”, esclarece Luciane.
Para a formação de correspondente internacional há diferentes possibilidades. Além do curso superior em Jornalismo é preciso muito investimento em curso de idiomas, intercâmbios no exterior. “Tem muitos caminhos, é necessário muito investimento financeiro. A faculdade e redações não preparam os repórteres. É preciso estudar geopolítica, o cenário internacional e de Brasil”, explica a jornalista.
O fazer jornalismo é igual independente do país ou cultura, mas com as novas plataformas digitais e as novas tecnologias ele está em constante transformação e evolução. Em tempos passados a informação era mais lenta e transmitida por telefone ou telefoto, pelo correio ou, na maioria das vezes, através de agências de notícias. Isso inclui o correspondente no exterior, como explica a autora. “O correspondente, além de escrever mais rápido, tem que atuar em mais mídias, deve ser multitarefas. O contato com as fontes também é facilitada”, disse Luciane.
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