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Arquivos Comunicação Social - Portal da Indústria Criativa https://mescla.cc/tag/comunicacao-social/ Informação, inovação, tendências e eventos. O Mescla reúne tudo que você precisa saber sobre a Indústria Criativa. Thu, 12 Mar 2020 21:06:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Fala em defesa do jornalismo e da democracia alcança repercussão nacional https://mescla.cc/2020/03/10/fala-em-defesa-do-jornalismo-e-da-democracia-alcanca-repercussao-nacional/ https://mescla.cc/2020/03/10/fala-em-defesa-do-jornalismo-e-da-democracia-alcanca-repercussao-nacional/#respond Tue, 10 Mar 2020 21:44:55 +0000 http://mescla.cc/?p=12980 Da madrugada de domingo até o início da tarde de hoje, um post do professor e jornalista Felipe Boff, sobre o ocorrido na formatura dos cursos de Comunicação Digital, Fotografia e Jornalismo, já havia recebido mais de 9 mil curtidas e 1,2 mil comentários. Nele, Felipe transcreveu o discurso proferido no dia 7 de março. […]

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Da madrugada de domingo até o início da tarde de hoje, um post do professor e jornalista Felipe Boff, sobre o ocorrido na formatura dos cursos de Comunicação Digital, Fotografia e Jornalismo, já havia recebido mais de 9 mil curtidas e 1,2 mil comentários. Nele, Felipe transcreveu o discurso proferido no dia 7 de março. Pelo menos 4 mil pessoas compartilharam a postagem no Facebook. No Twitter, o vídeo que registra o momento do discurso, gravado por um dos convidados, teve mais de 300 mil e visualizações 11 mil curtidas. As palavras de Boff ecoaram pelo país após ele ter sido hostilizado por partes da plateia que acompanhava a cerimônia de formatura, na noite do último sábado. No discurso, o professor trouxe dados sobre os ataques que a imprensa e os jornalistas vêm sofrendo por parte da presidência da república. 

As vaias sofridas pelo professor durante o discurso, e o fato de ter sido acompanhado na saída do púlpito até a parte externa do anfiteatro em que ocorria a cerimônia, provocou uma reação crítica de diversas organizações ligadas a jornalistas, pesquisadores e professores. Assim que as primeiras notícias saíram ainda no domingo a partir do Sul 21 e do Congresso em Foco, jornalistas como Eliane Brum e Cecília Oliveira tuitaram sobre o caso nas suas redes sociais. 

Além de noticiar o ocorrido, veículos da imprensa diária, como Folha de S.Paulo e Zero Hora, trouxeram trechos do discurso do professor. “A imprensa brasileira vive seus dias mais difíceis desde a ditadura militar”, replicou a Folha de S.Paulo. Durante uma entrevista para o programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba, o professor Felipe contou que alguns sites caracterizados pela propagação de fake news o citaram como petista e relataram que ele havia sido expulso da cerimônia, o que não foi verdade. 

Várias organizações lançaram notas de apoio ao professor. A Associação dos Docentes da Unisinos (Adusinos) disse lamentar o ocorrido, se posicionando a favor da democracia e da “autonomia da comunidade universitária e a liberdade da docência”. Para a Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), “o fato de ter mobilizado uma escolta para garantir a segurança do professor na saída da cerimônia de formatura evidencia que o clima de beligerância recrudesceu e que é preciso repensar, com urgência, o lugar da cultura acadêmica de respeito ao pensamento do outro dentro das salas de aula, principalmente no ensino do jornalismo, para que isso se reflita nas práticas cotidianas, dentro e fora da universidade”. 

Para o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul (Sindjors), em nota conjunta com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj),  a “ação ocorrida na Unisinos representa uma intimidação à atividade profissional e é condenável”. Já a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) também manifestou seu apoio em nota.

Outra manifestação de apoio envolvendo quase 200 pessoas de todo o país, dentre pesquisadores, intelectuais, incluindo professores da Unisinos, usou trechos do discurso de Felipe Boff para se posicionar contra o ocorrido: “No ano passado, segundo levantamento da Federação Nacional dos Jornalistas, o presidente da República atacou a imprensa 116 vezes em postagens nas suas redes sociais, pronunciamentos e entrevistas. Um ataque a cada três dias”, destacou o professor. O manifesto foi compartilhado nas redes de diversos pesquisadores da área e está postado também no blog do professor da UFRGS e presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Marcelo Träsel. 

Outros veículos que cobriram o caso foram Jornal Extra ClasseMídia Ninja e Instituto Humanitas (IHU).  

Hashtag: “Não existe democracia sem jornalismo”

Além de terem apoiado o paraninfo durante o discurso – todos os formandos, incluindo os de Fotografia e Comunicação Digital, se levantaram e começaram a aplaudir o professor quando as vaias iniciaram -, os alunos de Jornalismo lançaram uma campanha nas redes com a hashtag #SomosTodosBoff e #NãoExisteDemocraciaSemJornalismo.  

Para Leonardo da Silva Francisco, formado em Comunicação Digital, “as interrupções durante o discurso do professor refletem a situação do jornalista brasileiro. Em tempos de perseguição, desrespeito e autoritarismo, a fala dele foi necessária e o momento foi muito oportuno”, opinou. Tamires Souza, graduada em Jornalismo, mostrou consternação: “Fomos representados por tamanha coragem do início ao fim da leitura. Vimos, ao vivo, o quanto a nossa jornada será difícil, uma vez que lutar pela verdade é motivo de vaias e agressões. Estamos iniciando uma nova fase e fechar os olhos para todas as ameaças à imprensa não é algo que irá acontecer”.

A ação inesperada de alguns presentes causou sentimentos múltiplos, que foram do medo ao orgulho pelo posicionamento dos professores, representando a classe dos comunicadores. “Na hora, eu senti um misto de revolução, mas muita adrenalina e nervosismo, muito pelo momento, mas principalmente com medo de que acontecesse algo pior”, comentou Maria Carolina de Melo, também formada em Jornalismo. “O evento significou e reforçou o nosso papel diante dessa sociedade com tanto fluxo informativo distorcido. Ficou na história, e eu espero que sirva para algo maior. É difícil entender porque nós somos tão atacados se somos tão necessários para a sociedade”, comentou. 

“Quando eu vi todos os meus colegas apoiando o professor, não apenas meus colegas, mas a maioria dos formandos, me senti mais forte para levantar e aplaudir seu discurso. Concordo plenamente com o que ele trouxe à tona”, explicou Bernardo Dal’Bó Barbosa, que se formou em Comunicação Digital. 

“O professor abraçou essa causa e transformou em uma supermensagem, eu senti muito orgulho do Felipe”, concordou o recém-formado jornalista Matheus Miranda. “O discurso do professor em nenhum momento foi partidário, pelo contrário, ele apenas reforçou o que os jornalistas há muito tempo ouvem.”

Tamiris Dietrich disse não esperar menos do que isso do professor de jornalismo. Mesmo tendo se formado em Fotografia, se sentiu representada pelo discurso. “Se em uma universidade, que tem o papel de ensinar e formar profissionais pensantes, não se pode ter esse tipo de posicionamento, então não podemos ter em mais nenhum local.”

Confira as impressões dos alunos sobre o caso

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Prêmio Unicos 2018: Seu trabalho vale todos os views https://mescla.cc/2018/08/20/premio-unicos-2018/ https://mescla.cc/2018/08/20/premio-unicos-2018/#respond Mon, 20 Aug 2018 20:45:41 +0000 http://mescla.cc/?p=7305 Quantas vezes um trabalho não ganhou o destaque merecido por ser apenas para a aula? Quais trabalhos tinham o potencial de ir para o mercado e ficaram na prateleira por que eram só “atividade acadêmica”? Foi buscando resolver essas questões que o Prêmio Unicos surgiu em 2012 para valorizar a produção acadêmica e destacar os trabalhos dos […]

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Quantas vezes um trabalho não ganhou o destaque merecido por ser apenas para a aula? Quais trabalhos tinham o potencial de ir para o mercado e ficaram na prateleira por que eram só “atividade acadêmica”? Foi buscando resolver essas questões que o Prêmio Unicos surgiu em 2012 para valorizar a produção acadêmica e destacar os trabalhos dos alunos. 

Na sétima edição, o prêmio tem como conceito “seu trabalho vale todos os views”. Intensificando a ideia de que a produção dos alunos merece reconhecimento, seja no ambiente físico ou virtual. Para reforçar o conceito, os vencedores da edição de 2017 comentaram sobre a relevância do prêmio na sua vivência acadêmica.  

Jardel Orlandin é um colecionador de prêmios. Em quatro anos, foram dez premiações em nove categorias diferentes. Para ele, que acompanhou a evolução do Unicos, o prêmio representa uma forma de incentivo para produzir trabalhos melhores. “As produções nunca eram só para a disciplina, sempre queria fazer um bom trabalho. Algo que ficasse bacana e fosse além da nota. No final, ela nem era tão importante quanto o aprendizado que nós tivemos desenvolvendo essas ideias”, complementa. Em 2017, Jardel venceu nas categorias de Instrumento de Comunicação Institucional, Áudio Promocional e Estratégia para Mídias Digitais, todos em grupo.  

Malíbia Bier é formada em Fotografia e foi a primeira a ser chamada para buscar o troféu na noite de premiação do ano anterior. Ganhadora nas categorias de Fotografia Experimental e Retrato Fotográfico, ela reforça o sentimento de reconhecimento. “Ganhar o Unicos foi uma belíssima forma de autoconfiança. Às vezes, a gente está meio desacreditado e não vê potencial em nosso trabalho e é muito bom ver outras pessoas darem suas perspectivas e opiniões”, explica.  

A fotografia também foi o motivo de Júlia Koch Becker vencer o prêmio. Já formada, ela decidiu inscrever o trabalho do semestre anterior “aos 45 do segundo tempo” como define. O prêmio não resultou apenas em reconhecimento, mas também em oportunidade. Depois de ganhar na categoria de Fotografia Institucional, Júlia conseguiu novos clientes em seu estúdio fotográfico por causa da premiação. “Acho que a premiação gera uma confiança para as pessoas que vão fazer foto comigo”, reforça. 

A estudante de Jornalismo Jéssica Luana Zang venceu o prêmio pelo documentário Rafael Corrêa: Um Cartunista Crônico. Ela enfatiza que o sucesso do trabalho se deu principalmente pela união da turma que produziu o projeto em conjunto. “A gente tem que fazer tanta coisa, tem que trabalhar tanto para conseguir as fontes, é tanta correria e tanta dedicação e muitas vezes nossos trabalhos não são reconhecidos. A gente tem a nota e ponto, o mundo não viu isso. Tem muita coisa muito boa que é feita aqui dentro. O Unicos é uma baita oportunidade para esses trabalhos saírem, ele te permite ver a real noção do trabalho que tu fez”, conclui. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esse sentimento de coletividade também é compartilhado por Ellen Renner e Daniela Tremarin, ganhadoras da categoria Reportagem Multimídia no ano passado. Juntamente com outras três colegas, elas produziram a série de reportagens “Politicamente Mulher”. “Todas compraram a ideia e por isso que deu certo, a gente se dividiu e cada uma fez o que sabia melhor. O foco não era falar da política delas, mas sim do caminho que elas enfrentaram sendo mulher dentro da política”, explica Daniela. Para Ellen, “o prêmio é um motivador para darmos o nosso melhor. Falar dos temas que a gente gosta, correr atrás das coisas e não desistir.” Daniela complementa que “até ganhar a gente não tem a dimensão do quanto ele te faz sentir empolgado de novo.” 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Allan Machado de Freitas é estudante de Publicidade, ganhou três prêmios ano passado e já tem planos de participar novamente esse ano. Ele sempre foi “pilhado em projetos” e considera o Unicos uma oportunidade de tentar fazer mais e melhor do que faria normalmente. Paloma Peixoto, assim como Allan, também estuda Publicidade e gosta de se dedicar aos trabalhos da faculdade. “Eu acho excepcional a existência do prêmio, principalmente porque ele acaba naturalmente motivando as pessoas a buscarem resultados melhores para os seus trabalhos. Isso está alinhado com as propostas dos professores que são sempre muito atuais e ligadas ao mercado. Acho que hoje a gente se torna profissionais muito mais cedo e de forma muito qualificada”, resume ela. 

É no mercado que Luan Maciel e Maria Carolina de Mello vêem o resultado de seus trabalhos que venceram o prêmio. Aluno de Relações Públicas, Luan desenvolveu um Planejamento de Comunicação em uma escola que tem como foco a educação de surdos. Um ano após, as atividades implementadas por ele ainda acontecem. “Foi um trabalho que eu me dediquei bastante, que fiz de coração. Gosto muito do reconhecimento que veio após terminar o trabalho com as atividades que a escola continuou fazendo”, explica.

 

Maria Carolina, do curso de Jornalismo, desenvolveu o plano de assessoria de imprensa para a ONG Viralate em grupo. Hoje ela vê nas mídias sociais da ONG as estratégias implementadas por ela. O prêmio Unicos delas atualmente está na ONG, mas ele tomou carater de mudança na vida de Maria. “Desde o início da graduação eu trabalho com assessoria. Eu acho que o prêmio foi um divisor de águas, foi descobrir que é isso que eu quero para mim mesmo. Eu gosto de fazer assessoria, eu gosto de atender as pessoas, agregar valor ao negócio delas, então foi bem especial ganhar”, finaliza.  

As inscrições para o Prêmio Unicos desse ano já estão abertas através deste link. Inscreva seu trabalho e receba todos os views. 

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Da Unisinos para os Estados Unidos https://mescla.cc/2018/04/27/da-unisinos-para-os-estados-unidos/ https://mescla.cc/2018/04/27/da-unisinos-para-os-estados-unidos/#respond Fri, 27 Apr 2018 20:55:55 +0000 http://mescla.cc/?p=5826 Como uma forma de retribuição à Unisinos, universidade que a formou, a jornalista Luísa Zottis  voltou às salas de aula na última quarta-feira (25/4) para transmitir conhecimento e dividir experiência. E não são poucas as dicas e conselhos que ela é apta a dar.   Formada em 2014 em Jornalismo, a jovem largou o emprego de jornalista em uma empresa e, no ano seguinte, foi aos Estados Unidos realizar o sonho de trabalhar no exterior. Embarcou para a cidade de Washington com o marido e a cachorrinha de […]

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Como uma forma de retribuição à Unisinos, universidade que a formou, a jornalista Luísa Zottis  voltou às salas de aula na última quarta-feira (25/4) para transmitir conhecimento e dividir experiência. E não são poucas as dicas e conselhos que ela é apta a dar.  

Formada em 2014 em Jornalismo, a jovem largou o emprego de jornalista em uma empresa e, no ano seguinte, foi aos Estados Unidos realizar o sonho de trabalhar no exterior. Embarcou para a cidade de Washington com o marido e a cachorrinha de estimação. “A mãe ficou, a cachorrinha foi comigo”, brincou.  

A coragem para fazer a mudança veio devido ao currículo que criou durante a vida universitária. Quando morava em Porto Alegre fez estágios como assessora de imprensa e trabalhou no escritório de comunicação de uma empresa americana. Ali pôde praticar a escrita em inglês, além de ter contato com os funcionários da sede, nos Estados Unidos.  

A experiência, porém, não lhe garantiu uma vaga em solo americano. Luísa embarcou sem garantia de vaga e em busca de uma nova oportunidade. Ao chegar em Washington, iniciou a procura em empresas locais. Procurou oportunidades que se encaixassem com seu perfil e de acordo com as experiências dela na área. 

Para Luísa, não é impossível conseguir emprego na área de formação fora do Brasil. Basta ter dedicação e foco (Foto: Benoît Colin)

Ela conta que procurou vagas em sites como o LinkedIn e nas páginas das empresas.  “É muito comum as empresas divulgares vagas em seus websites“, afirma. Além do tradicional currículo, com formação e experiências, ela fala que para se candidatas às vagas, é preciso enviar uma carta de apresentação, contando como o candidato se encaixa na função.  

O primeiro emprego na capital norte-americana foi na instituição Alliance to Save Energy. Luísa deu dicas de como conseguir emprego e contou os desafios de competir com os nativos no mercado de trabalho. “A primeira entrevista é geralmente por telefone, o que dificulta. Eu pratiquei muito o meu inglês, falava alto, o dia inteiro, as frases que achava que fosse precisar”, lembra.  

Ela afirma que os brasileiros têm um diferencial, pois conseguem estudar na parte da noite e conciliar faculdade e trabalho, assim, chegam no mercado com mais experiência que os americanos. Atualmente, Luísa é coordenadora de mídias digitais na The Brookings Institution, uma organização de políticas públicas sem fins lucrativos. Lá, ela trabalha com estratégias sociais, relatórios, infográficos e vídeos.  

Brookings é uma instituição que conta com mais de 300 pesquisadores, que têm a missão de investigar e sugerir políticas públicas a nível local, nacional e global. Luísa contou com entusiasmo sobre sua rotina de trabalho na Brookings e compartilhou algumas ferramentas que utiliza diariamente e as quais considera indispensáveis para o trabalho. O site de layouts “Canva“, e o para obtenção de fotografias de domínio público, Unsplash, estiveram na lista, além dos mais conhecidos como PhotoshopIndesign. 

Uma das curiosidades trazidas por Luísa é em relação à diferença entre ao público consumidor de redes sociais nos dois países: “No Brasil utilizamos muito o Facebook e havia a preocupação das reações na rede. Nos estados Unidos, políticos e empresários utilizam o Twitter como forma de interação com o seu público”. 

Alunos de diferentes cursos da Comunicação lotaram o auditório e puderam tirar dúvidas sobre a atuação de suas áreas em específico. Luísa desmistificou a ideia de que é impossível conseguir emprego na área de formação fora do Brasil. Ela deixou a dica de que basta dedicação e foco para atingir objetivos.

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Divulgada a lista de aprovados para monitoria https://mescla.cc/2018/03/16/divulgada-lista-de-aprovados-para-monitoria/ https://mescla.cc/2018/03/16/divulgada-lista-de-aprovados-para-monitoria/#respond Fri, 16 Mar 2018 19:47:18 +0000 http://mescla.cc/?p=4917 Os estudantes selecionados estão aptos a iniciarem as atividades. O processo seletivo ainda está em aberto para algumas disciplinas e, assim que encerrados, o edital será atualizado. Confira a lista dos aprovados aqui.

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Os estudantes selecionados estão aptos a iniciarem as atividades. O processo seletivo ainda está em aberto para algumas disciplinas e, assim que encerrados, o edital será atualizado.
Confira a lista dos aprovados aqui.

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