wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6260The post Nota sobre a extinção dos cargos de assessoria de imprensa das bancadas partidárias da Câmara de Vereadores de São Leopoldo appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O projeto, divulgado sem diálogo prévio com os funcionários ou a comunidade, impacta a qualidade da comunicação institucional da Câmara, hoje desempenhada pelas assessorias de bancada. O projeto reduz a credibilidade das informações dos vereadores e compromete a divulgação institucional.
A justificativa do projeto denota desconhecimento, e até desapreço, pelo trabalho exercido pelos jornalistas que assessoram representantes políticos. O contexto presente, marcado pela desinformação e pelas grandes empresas que dominam a circulação de conteúdos pelas redes e plataformas digitais, requer preparação e domínio sobre essas dinâmicas. Todas essas questões e conteúdos são trabalhados de forma ampla e aprofundada nos currículos de Jornalismo.
Diante do aumento dessas demandas, a proposta representa um desrespeito ao trabalho dos jornalistas e às instituições de Ensino Superior que oferecem cursos na área. Valorizar o trabalho desses profissionais é fundamental para manter a qualidade dos serviços legislativos e o acesso à informação, direitos fundamentais garantidos na Constituição Federal.
A Câmara de Vereadores deve reconhecer a importância da formação universitária como critério para contratação de jornalistas, garantindo que a informação pública seja produzida por profissionais qualificados, em respeito ao cidadão e às instituições de Ensino Superior.
Alberto Efendy Maldonado
Ana Paula da Rosa
Anaís Bertoni
Beatriz Sallet
Cybeli Moraes
Daniel Bittencourt
Daniel Pedroso
Débora Lapa Gadret
Fatimarlei Lunardelli
Felipe Boff
Flávio Dutra
Giba Assis Brasil
Laura Dalla Zen
Luciana Kraemer
Maria Clara Aquino
Marina Chapinotto
Marina Rodrigues Martins
Melissa Lesnovski
Micael Vier Behs
Milton do Prado
Nadege Lomando
Polianne Espíndola
Ronaldo Henn
Sabrina Franzoni
Silvio Lacerda Alves
Taís Motta
Taís Seibt
Vicente Moreno
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Carolina escolheu Jornalismo, e não se arrependeu. Desde o início da graduação, percebeu como adorava exercer a profissão. Em 2008, conquistou o 1º lugar no Prêmio Unirádio – FM Cultura. Na sequência, vivenciou muitas experiências no jornalismo. Trabalhou na Rádio Unisinos (hoje extinta), Rádio Progresso, Fish Tv e Revista House Mag, onde foi eleita, em 2011, a melhor jornalista especializada em música eletrônica pela FBN Players. Atuou ainda como editora no Grupo Sinos e coordenadora de Comunicação do Senac-RS. Carolina se empregou até mesmo em uma agência de DJ’s. “Até os lugares em que eu não gostava muito de trabalhar, na verdade, eu gostava. Sinto que, em todos esses momentos, consegui colher muito conhecimento, que me ajudou e ajuda até hoje”, avalia a jornalista.

Para a jornalista, sua vida começou a mudar quando trabalhou na agência de comunicação Enfato. “Ali, dei os primeiros passos como assessora de imprensa na prática”, revela. A experiência foi curta: durou apenas o ano de 2018. Mas foi em 2019, segundo Carolina, que os caminhos na área de assessoria realmente se abriram. Nesse ano, ela fez amizade com os integrantes do grupo gaúcho de rap Sifra. Descobriu que eles tinham feito uma música em parceria com o grupo 1Kilo, considerado um dos mais importantes da cena hip hop atualmente no Brasil, mas isso não aparecia nos veículos de imprensa locais. “Fiz a proposta de ajudar os meninos na divulgação dessa música e comecei a trabalhar como assessora de imprensa deles. No início, fazia tudo sem custos para eles”, conta.
A experiência de Carolina o Sifra trouxe outras oportunidades com artistas do segmento, como o 1Kilo e alguns grupos independentes do rap no Brasil. “Foi aí que eu me encontrei. Descobri que era isso que eu queria fazer: atuar como assessora de imprensa no rap”, observa.

No ano de 2019, Carolina continuou como assessora freelancer de vários artistas do segmento. Até que, em 2020, criou a Porque Assessoria, voltada para artistas de rap. “Certo dia, sonhei com o nome da empresa. A partir daí, fui à luta para tirar o projeto do papel”, lembra Carolina. E foi o que aconteceu. Iniciou um período de preparação, em que dedicou-se a criar o conceito da empresa, o logotipo, o site e outros detalhes importantes. Carolina queria estar preparada para quando as grandes oportunidades surgissem.
No início de 2021, Carolina foi convidada para trabalhar com Kawe, hoje um dos principais nomes do trap, uma das vertentes do rap. Kawe explodiu com o sucesso “MDS” em 2020, hit no Tik Tok no Brasil. A música já possui mais de 90 milhões de visualizações no YouTube. Kawe é hoje o rapper brasileiro com o maior número de ouvintes mensais no Spotify.
“Quando me convidaram, eu quase não acreditei. Aceitei o convite na hora”, lembra a jornalista. “Como um artista já tão conhecido e importante como o Kawe ainda não tem assessoria de imprensa?”, se perguntava Carolina, que viu na oportunidade um nicho de negócio. Ela percebeu que faltava uma assessoria especializada no universo do hip hop, principalmente no Rio Grande do Sul. Foi o empurrão que faltava para a decolagem da Porque Assessoria.
O trabalho com Kawe vem rendendo várias oportunidades para Carolina. Além de outros artistas, a jornalista trabalha também como assessora da Batalha da Aldeia, principal grupo organizador e fomentador de batalha de rimas entre MCs do segmento. Carolina vem se encantando pelo universo do rap. “A comunidade do hip hop é incrível. É uma tribo que ajuda quem está lutando ao seu lado. Por isso, decidi criar a Porque Assessoria e trabalhar com isso”, explica a jornalista.
Carolina confessa que o rap não é o seu gênero musical preferido. Mas isso, na opinião dela, não a faz uma profissional pior. “Eu não preciso saber tudo sobre esse universo. O mais importante é o conhecimento que tenho sobre o meu cliente”, diz. Para ela, é muito legal e relevante consumir cada vez mais o rap. “Foi aqui que me encontrei. É isso que quero fazer: trabalhar como assessora de imprensa para artistas de rap”, enfatiza.
Através da Porque Assessoria, Carolina já trabalhou com artistas como 1KIlo, Uclã, Tribo de Jah, Pelé Mil Flows, entre outros. Além da assessoria de imprensa, a empresa oferece serviços para veiculação de clipes, produção de conteúdo, releases, bios e diagnóstico de comunicação.
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Após quase dois anos como apresentador do Jornal Hoje, da Rede Globo, Dony De Nuccio pediu demissão. Depois de ter e-mails vazados, foi descoberto que o jornalista era proprietário da Prime Talk, que prestou serviços para o Banco Bradesco. Durante dois anos, a empresa faturou com vídeos e palestras mais de R$ 7 milhões.
Nuccio também tinha uma parceria com a empresa de planos de saúde Amil, de onde recebeu R$ 1,2 milhão para trabalhos de assessoria. Ele sugeria pautas –que fossem relevantes para aparecer na Rede Globo –, informava fontes e contava em detalhes o funcionamento das reportagens.
As atividades realizadas por Dony feriram o código de ética e as regras internas da Rede Globo. O trabalho duplo configura a quebra de um dos princípios editoriais da emissora, que é a isenção jornalística. Ou seja, os jornalistas da Globo não podem, por contrato, vincularem-se a uma marca comercial.
No entanto, não é incomum jornalistas realizarem trabalhos de assessoria para outras empresas. Da mesma emissora, Renata Vasconcellos e Rodrigo Bocardi, que apresentam o Jornal Nacional, também fizeram parte de trabalhos do Bradesco. Bocardi realizou uma série de palestras para funcionários em evento fechado e sem transmissão. Vasconcellos foi contratada como apresentadora em vídeo voltado, também, para funcionários.
Os globais Chico Pinheiro, Christiane Pelajo e Caco Barcellos também são exemplos de jornalistas que trabalham com o media training, um serviço que oferece palestras sobre política e economia para empresários, além melhorar a oratória e o contato com a imprensa.
No Brasil, a prática da realização de assessoria de imprensa por jornalistas ligados a empresas jornalísticas – e como manter a ética trabalhando nas duas funções – é um assunto debatido há anos. De um lado, o jornalista deve ter o compromisso com o público e com a veracidade das informações. Do outro, o assessor de imprensa trabalha para uma empresa e “defende” os interesses dela.
Para entender um pouco melhor as questões que envolvem a ética dos “jornalistas-assessores”, conversamos com Vera Daisy Barcellos Costa, presidenta do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul e da Comissão Nacional de Ética da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), e com Basílio Sartor, doutor em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Mescla — De que maneira os jornalistas que exercem a profissão em uma redação e, ao mesmo tempo, trabalham como assessores de imprensa podem manter a ética ao realizar as duas atividades?
Basílio — O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros determina que o jornalista não pode realizar coberturas para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações nas quais também atua como assessor, pois, obviamente, isso caracterizaria um conflito de interesses. Se o jornalista, em uma redação, não trabalha nas pautas que envolvem seus assessorados, essa dupla função é permitida pelo Código. Contudo, vale destacar que essa permissão (mesmo condicionada a esses termos) tem sido contestada por diversos profissionais e pesquisadores do campo jornalístico. Para eles, o exercício da atividade jornalística em uma redação é sempre incompatível com a função de assessor de imprensa. Esse é o entendimento comum à maioria dos países que têm uma tradição forte de jornalismo e democracia.
Vera — Os princípios éticos devem primar no desempenho do trabalho profissional dos jornalistas. A ética é a ferramenta básica e indicadora de que não se pode servir a “dois senhores ao mesmo tempo”. E o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, em vigência desde 2007, organizado pela Fenaj, explicita em seu artigo sétimo, parágrafo sexto, o que o jornalista não pode realizar:
VI – realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veículo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas; (FENAJ, Cód. De Ética dos Jorn. Brasileiros – publicação de 05/2008)
Nesse sentido, alguns argumentam que as empresas não podem pagar os salários mais altos para que os jornalistas fiquem apenas trabalhando em um lugar e não façam assessorias diversas. Uma realidade que, por várias vezes, se apresenta para categoria e para qual o Sindicato está atento, convergindo sua atuação na convenção salarial anual e na assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho, que resulta no aumento salarial dos profissionais.
Mescla — O artigo 6º do Código de Ética diz que “o exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social e de finalidade pública”. Ao realizar trabalhos de media training para uma empresa privada, produzindo conteúdo de assessoria para ela, o jornalista não passa a contradizer a profissão e a danificar a credibilidade dela?
Basílio — Se o jornalista trabalha somente como assessor de imprensa, não há problema. Mas, quando exerce dupla função (assessoria e redação), a resposta é sim. A atividade de assessoria de imprensa necessariamente tem relação com interesses privados, enquanto o jornalismo deve pautar-se pelo interesse público. O trabalho de assessoria de imprensa é absolutamente necessário, legítimo, e pode ser exercido por jornalistas, que detêm conhecimentos e técnicas pertinentes à atuação neste campo profissional. O conflito ético ocorre quando o jornalista atua em assessoria e, ao mesmo tempo, em redação. Na assessoria, o profissional deve defender a imagem pública da organização para a qual trabalha. Na redação, deve defender o interesse público. Essas duas finalidades muitas vezes são conflitantes.
Vera — Aqui, cabe um reparo inicial quanto à citação do artigo 6º, uma vez que o mesmo não compõe a redação do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros da Fenaj, aprovado em Vitória, no Espírito Santo, em 2007. Nesse sentido, salientamos que o “compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos”, devendo pautar seu trabalho na “precisa apuração dos acontecimentos e na sua correta divulgação”. (Art. 4º, Código de Ética/FENAJ). E mais, ainda seguindo o referido código, “o jornalista não pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor, empregados, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veículo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas”.
Mescla — Na Rede Globo, Dony de Nuccio, Renata Vasconcellos e Rodrigo Bocardi realizaram trabalhos de assessoria de imprensa enquanto eram jornalistas. A emissora permite o trabalho, contanto que ele não seja transmitido em nenhum local e que o jornalista não se torne o rosto da empresa. Apesar de ser permitido, como isso influencia a opinião do a respeito dos jornalistas? No caso de quebra do código ético dos jornalistas, mas não do código de regras da empresa, como o caso deveria ser resolvido?
Basílio — Vamos supor que um veículo de comunicação produza uma reportagem sobre a queda de um avião que resultou na morte da tripulação e dos passageiros. Do ponto de vista do público, interessa saber quem são os responsáveis por essa tragédia, para que se faça justiça com as vítimas e se garanta a segurança nos voos. Agora, vamos imaginar que o jornalista que está assinando essa reportagem também seja assessor de imprensa da companhia aérea envolvida no acidente. O público poderá confiar na apuração desse jornalista, sabendo que ele também atua na defesa da imagem dessa empresa? É claro que não. Poderíamos pensar em muitos outros exemplos nos quais essa dupla função é problemática. Então, sim, ela tem influência negativa na credibilidade do profissional e do veículo. Mesmo que a reportagem não seja assinada pelo assessor daquela organização, pode haver desconfiança se houver, no mesmo veículo, outro jornalista que seja assessor. Essa questão precisa ser pauta de debate público, para que casos assim sejam rejeitados pela opinião pública. O problema é que, no Brasil, poucos conhecem esse tema. A maior parte da sociedade sequer compreende a figura do assessor de imprensa, e menos ainda as relações que se estabelecem entre jornalistas, fontes e assessores de imprensa, com todos esses potenciais conflitos de natureza ética que, no final das contas, interferem de forma decisiva na qualidade da produção jornalística e no direito à informação. Enquanto este debate não se ampliar para além do campo jornalístico, casos assim continuarão se repetindo, e sua solução continuará dependendo apenas da decisão das empresas jornalísticas, que, em geral, são bastante condescendentes com esse tipo de prática.
Vera — Há, obviamente, quebra do Código de Ética pela empresa, que constitui internamente seu modus operandi sem respeitar o que diz a legislação profissional. E os profissionais vão se submetendo na medida em que se sentem “necessitados” de mais dinheiro no final do mês. Mas, quando assinam seus contratos, devem ser alertados para a conivência e o tipo de situação antiética que vão se colocar. E no final, se quiserem buscar na Justiça algum direito, que o façam. Mas, há que se verificar o que diz o Acordo Coletivo assinado e quais os benefícios e restrições ali colocados, também.
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]]>The post Bischoff Group seleciona jornalista appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O profissional selecionado irá atuar no desenvolvimento de conceitos e textos publicitários. Também fará a escrita de releases para a imprensa, produção de conteúdo para as mídias sociais e demais funções de assessoria.
Além de formação superior, os requisitos para a vaga são: experiência com redação editorial, criatividade, comprometimento, proatividade, estar atualizado com as tendências de comunicação e residir no Vale do Paranhana.
Os currículos devem ser enviados para o e-mail trabalheconosco@jorgebischoff.com.br.
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]]>The post Curso de extensão “Assessoria de imprensa no futebol” appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>O curso tem como objetivo compartilhar conhecimentos sobre a função de assessor de imprensa de um clube esportivo, atividade relativamente nova para a profissão de jornalista. Quer também mostrar ao público a importância de ter um jornalista no staff de uma comissão técnica. Para isso, Fontoura, ex-repórter das rádios Gaúcha e Bandeirantes, utilizará conceitos teóricos que contextualizam o papel do assessor, além de relatos práticos diante das decisões que são tomadas no dia a dia de um vestiário.
O evento ocorrerá dia 31/1, das 19h às 22h, na Unisinos Porto Alegre. O curso é voltado para acadêmicos de Jornalismo, profissionais da comunicação e público em geral.
Para mais informações, acesse este link.
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