wp-mailinglist domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/agexcom/mescla.cc/wp-includes/functions.php on line 6170The post Da Unisinos para os Estados Unidos appeared first on Portal da Indústria Criativa.
]]>Formada em 2014 em Jornalismo, a jovem largou o emprego de jornalista em uma empresa e, no ano seguinte, foi aos Estados Unidos realizar o sonho de trabalhar no exterior. Embarcou para a cidade de Washington com o marido e a cachorrinha de estimação. “A mãe ficou, a cachorrinha foi comigo”, brincou.
A coragem para fazer a mudança veio devido ao currículo que criou durante a vida universitária. Quando morava em Porto Alegre fez estágios como assessora de imprensa e trabalhou no escritório de comunicação de uma empresa americana. Ali pôde praticar a escrita em inglês, além de ter contato com os funcionários da sede, nos Estados Unidos.
A experiência, porém, não lhe garantiu uma vaga em solo americano. Luísa embarcou sem garantia de vaga e em busca de uma nova oportunidade. Ao chegar em Washington, iniciou a procura em empresas locais. Procurou oportunidades que se encaixassem com seu perfil e de acordo com as experiências dela na área.

Ela conta que procurou vagas em sites como o LinkedIn e nas páginas das empresas. “É muito comum as empresas divulgares vagas em seus websites“, afirma. Além do tradicional currículo, com formação e experiências, ela fala que para se candidatas às vagas, é preciso enviar uma carta de apresentação, contando como o candidato se encaixa na função.
O primeiro emprego na capital norte-americana foi na instituição Alliance to Save Energy. Luísa deu dicas de como conseguir emprego e contou os desafios de competir com os nativos no mercado de trabalho. “A primeira entrevista é geralmente por telefone, o que dificulta. Eu pratiquei muito o meu inglês, falava alto, o dia inteiro, as frases que achava que fosse precisar”, lembra.
Ela afirma que os brasileiros têm um diferencial, pois conseguem estudar na parte da noite e conciliar faculdade e trabalho, assim, chegam no mercado com mais experiência que os americanos. Atualmente, Luísa é coordenadora de mídias digitais na The Brookings Institution, uma organização de políticas públicas sem fins lucrativos. Lá, ela trabalha com estratégias sociais, relatórios, infográficos e vídeos.
A Brookings é uma instituição que conta com mais de 300 pesquisadores, que têm a missão de investigar e sugerir políticas públicas a nível local, nacional e global. Luísa contou com entusiasmo sobre sua rotina de trabalho na Brookings e compartilhou algumas ferramentas que utiliza diariamente e as quais considera indispensáveis para o trabalho. O site de layouts “Canva“, e o para obtenção de fotografias de domínio público, Unsplash, estiveram na lista, além dos mais conhecidos como Photoshop e Indesign.
Uma das curiosidades trazidas por Luísa é em relação à diferença entre ao público consumidor de redes sociais nos dois países: “No Brasil utilizamos muito o Facebook e havia a preocupação das reações na rede. Nos estados Unidos, políticos e empresários utilizam o Twitter como forma de interação com o seu público”.
Alunos de diferentes cursos da Comunicação lotaram o auditório e puderam tirar dúvidas sobre a atuação de suas áreas em específico. Luísa desmistificou a ideia de que é impossível conseguir emprego na área de formação fora do Brasil. Ela deixou a dica de que basta dedicação e foco para atingir objetivos.
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