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Histórias quase (in)acreditáveis da Agexcom
“Em mais uma matéria de recordações destes 18 anos da agência mais antiga da Unisinos, chegou a vez de falar sobre as situações engraçadas que arrancaram risos dos funcionários, professores e estagiários ”
Bruna Lago


Neste tempo de Agexcom, coisas sérias foram resolvidas, trabalhos importantes foram entregues e, com certeza, muitos profissionais foram formados. Um dos ingredientes para fazer tudo isso acontecer é o clima da agência, algo que é difícil explicar, mas que, com algumas histórias, dá para entender. É que além da parte do trabalho mesmo, a agência é um lugar que arranca risadas, sorrisos largos e vários causos, como se diz neste canto do Brasil, para serem recordados. E para relembrar episódios fui atrás de ex-estagiários, funcionários e até professores. O resultado desta busca, você confere aí.


Enterro da barata


Que a Unisinos tem uma vida (quase) selvagem bem ativa, todo mundo sabe: patos, lagartos, pássaros e outros seres estranhos, além de cães e gatos. Todo mundo é bem-vindo no campus São Leopoldo. O que nem todo mundo sabe é que às vezes o pessoal da Agexcom também gosta de interagir com esses animais…


“Certa época na Agexcom, durante um período de muito calor, surgiram algumas baratinhas. Sempre que alguém dava um grito inesperado, já se sabia que era uma barata. Uma delas ganhou o apreço de alguns estagiários e até ganhou nome. Quando a barata morreu, fizeram um funeral solene. Enterraram no vaso de plantas da recepção da agência. Tinha até uma lápide.” — Cris Rodrigues, RP que sobreviveu aos insetos.


Tartaruga fugitiva


“Uma vez, no horário do almoço, um grupo de estagiários entrou na agência com uma tartaruga! A princípio, queriam ajudar a coitada, porque acharam que estava perdida. Colocaram ela dentro de uma caixa, mas a bichinha fez xixi na caixa, e depois saiu fazendo xixi pela agência. Acho que ela estava mais apavorada do que perdida.” — Cris Rodrigues (sempre lidando com estagiários que trazem animais estranhos)


Dança das cadeiras assassina


Além dos animais, os estagiários da Agexcom também parecem propensos a se envolver em competições das mais absurdas. Toda reunião que envolva três ou mais pessoas, acaba se tornando uma maneira de escolher um novo título a ser disputado. Nem mesmo as comemorações anuais escapam do clima competitivo.


“Na festinha Julina de 2019, na hora da dança das cadeiras, a competição ficou acirrada. Como era um dos dois últimos participantes, a adrenalina estava a mil, mas não estava pensando que, quando a música parasse ia agarrar a outra pessoa e jogar longe. Foi no calor do momento! Não pensei duas vezes, na hora, que tinha que tirar o concorrente do caminho. Acho que estava um pouco competitivo no momento…” — Pedro Hameister, estagiário de Jornalismo que me jogou longe para vencer a brincadeira.


Competição de bolacha


“Um dia, um dos nossos colegas, o Josiel, levantou a questão de que não era possível comer bolacha de água e sal rápido, que se engasgava com os farelos. Isso foi o suficiente para virar uma competição. E eu ganhei! Mas o mais surpreendente na verdade era que o Josiel realmente não podia comer rápido ou engasgava. Tivemos uma longa discussão de como comer sem grudar tudo na boca.” — Cléo Rosa, ex-redatora, vencedora da maior competição alimentícia da Agexcom.


Terrível engano

“Na minha segunda semana de estágio, fui mandar um link do Buzzfeed para minha colega e acabei mandando no grupo da agência. O link dizia: ‘Esse cara leu uma fanfic erótica de Harry Potter achando que era o livro cinco’. Quando escutei uma risada coletiva gritei: ‘Grupo errado, galera! Desconsideraaa!’.” — Eduarda Bitencourt, ex-estagiária e leitora assídua de fanfic perigosas.


Motim

“No mesmo dia da dança das cadeiras, havia uma cadeia preparada. Era preciso pagar para prender, ou pagar para sair, senão tinha que esperar um tempo. Ficavam me prendendo direto… e eu só queria comer! Pegaram meu celular falso, aí descobriram o verdadeiro e pegaram também. Então liguei o computador e o projetor, abri um site fake de hacker e ameacei derrubar o site. Não funcionou.” — Bernardo Braga, ex-estagiário de programação, alvo de prisões indevidas.

Imagem de baixa qualidade da câmera de segurança mostra momento do motim (Foto: Bruna Lago)


Perigo no banheiro


“Tínhamos uma esponja no banheiro feminino da agência, que servia para lavar os potinhos e as canecas. Mas ela ficou lá muito tempo… e quando a Cris foi colocar fora, já tinha coisas vivas morando nela. Foi muito nojento, deixou todas as meninas traumatizadas. Eu passei a limpar minhas coisas com papel.” — Larissa Schmidt, laboratorista traumatizada.

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