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Notícias do mercado da Indústria Criativa
“Portal Beta Redação traz dois especiais jornalísticos sobre economia, que podem ajudar você a enfrentar o mercado de trabalho”
Gabriel Ost

Final de semestre é época de acompanhar as produções feitas pelos alunos dos diversos cursos da Escola da Indústria Criativa da Unisinos. Bons exemplos são os dois especiais publicados na editoria “Beta Economia” do portal Beta Redação, orientados pelos professores Luciana Kraemer e Felipe Boff.

Um deles foi a reportagem “Com desemprego na faixa dos 13 milhões de brasileiros, a alternativa é empreender”. A produção envolveu 13 estudantes. Os futuros repórteres mostraram no material que diversos profissionais andam buscando meios para não cair no desemprego ou ter maior liberdade de atuação.

Uma das alternativas encontradas pelos entrevistados foi se tornar um Microempreendedor Individual (MEI). A categoria empresarial, criada em 2008, é um cadastro de pessoa jurídica que oficializa o serviço individual do profissional e fornece um CNPJ para que ele possa realizar diversos tipos de atividades. Esse caminho fez com que o índice de empreendedores crescesse 120% nos últimos cinco anos, de acordo com a matéria. Na área da Indústria Criativa, é bastante comum a utilização do MEI.

Também interessante para os profissionais da área das linguagens e da comunicação é a matéria “Mercado de marketing de influência movimenta milhões”. Uma forma de empreender com os recursos tecnológicos disponibilizados pela internet, conforme diz o material jornalístico, é a publicidade por meio de influenciadores digitais.

Segundo Anaís Bertoni, coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da Unisinos, em entrevista para o especial, o influenciador substitui o antigo garoto-propaganda das marcas por ser uma personalidade mais próxima ao mundo real e ao consumidor.

A matéria conta que, no ano passado, esse mercado movimentou 1,6 bilhão de dólares, e tende a aumentar, se tornando interessantíssimo para publicitários,  jornalistas e relações públicas. Os alunos ainda fazem, no material, um comparativo das redes sociais utilizadas pelos influencers, notando que o YouTube é o site que mais paga, chegando a 300 mil dólares, seguido do Facebook, pagando 187 mil.

Tabela comparativa de quanto monetizam as redes. (Arte: Juliana Borgmann/Beta Redação)

A experiência dos alunos

A aluna Victória Lima foi editora da matéria sobre as empresas do tipo MEI. Ela conta que, apesar de já ter exercido essa função em outras disciplinas, foi a vez que “a possibilitou ter uma experiência mais clara da relação editor-repórter”. Quanto à importância do conteúdo, ela acredita que a reportagem reúne diversos pontos do mercado de trabalho brasileiro no momento. “O especial alcança um público de idades diferentes e que revela o que irá enfrentar aquela pessoa que está entrando no mercado de trabalho”, adianta a estudante.

André Martins, repórter da matéria sobre influencers, conta que a matéria o fez enxergar as redes sociais de uma forma diferente. “Se habituar aos novos processos midiáticos é necessário para agregar não somente no âmbito profissional, mas também no educacional”, diz o aluno. Para André, entender que existem novas formas de usar as ferramentas sociais é fundamental para alunos, principalmente de Comunicação.

Os alunos André Martins e Victória Lima. (Fotos: Reprodução)
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